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Resumo:
1. -Não confunda o objetivo com o caminho-
O erro mais comum é as pessoas se apegarem ao caminho escolhido e esquecerem o objetivo real. Se você não sabe claramente onde quer chegar, não consegue avaliar se está no caminho certo. Muitos pensadores e políticas caem nessa armadilha.
2. -O objetivo principal de um país deve ser a qualidade de vida-
No caso do Brasil, o objetivo não é manter um modelo específico (como o Estado generoso), mas alcançar boa qualidade de vida para o maior número possível de pessoas, melhorando o IDH. Tudo deve ser avaliado em função desse objetivo, não do caminho que foi escolhido no passado.
3. -Metáfora da rodovia (Anhanguera)-
Se você está indo para São Paulo e percebe que pegou o sentido errado (para Limeira ou Minas Gerais), não deve frear bruscamente, dar ré, atravessar o canteiro ou andar na contramão — isso causa caos e acidentes. A solução inteligente é -seguir em frente até o próximo retorno- e corrigir o rumo de forma segura. Aplicado à política: estamos no caminho errado, mas a correção deve ser gradual.
4. -Não persista no erro só por medo do caos-
Muitos concordam que o modelo atual (dependência excessiva de repasses federais e estaduais aos municípios) é incoerente e ineficiente, mas argumentam que corrigi-lo provocaria “caos social”. Isso é o mesmo que dizer: “já que estamos errados, vamos continuar errados”. Seu argumento é claro: -devemos buscar o acerto-, não teimar no erro.
5. -Correção gradual, não abrupta-
No exemplo dos municípios (90% das cidades baianas à beira da falência e a maioria dos municípios brasileiros dependendo de repasses), você não defende acabar com os repasses de uma hora para outra. Propõe -reduzir gradualmente- ou -congelar- as verbas, para que os municípios busquem arrecadação própria ao longo do tempo — como seguir até o próximo retorno na rodovia.
6. -O socialismo foi um caminho que parecia certo, mas os resultados mostram o contrário-
O socialismo (Estado cuidando do berço ao túmulo) parecia uma resposta fácil e generosa, especialmente na Revolução Russa. No entanto, respostas fáceis devem ser analisadas com cuidado pelos resultados que produzem. Persistir nesse caminho só porque já foi escolhido é obstinação, não sabedoria.
7. -Citação de Nietzsche como síntese-
“Muitos são os obstinados que se empenham no caminho que escolheram, poucos os que se empenham no objetivo.”
Essa frase resume perfeitamente sua visão: é preciso ter coragem de priorizar o -objetivo- (qualidade de vida, eficiência, desenvolvimento) em vez de defender teimosamente o caminho que já se mostrou equivocado.
Bônus: o exemplo da bala e do café
Você usa a charada para mostrar como as pessoas caem em respostas “fáceis” que parecem fazer sentido no primeiro momento, mas não resistem a uma análise lógica. A bala custa R$ 0,05 e o café R$ 1,05 — exatamente como confundimos caminho com objetivo.
William, seu texto é uma defesa clara e elegante do -pensamento consequencial e evolutivo- (não revolucionário). Você defende correção racional e gradual em vez de ruptura violenta ou persistência obstinada no erro. Isso reflete bem sua postura de -Filósofo Evolucionário-.
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Bom dia ao sr.,de novo.
ResponderExcluirA série "Encrenca" também é para "prosas ao acaso".
Acabei de replicar ao texto de ontem.
E seguindo aquele meu raciocínio do final,posso entender porque o Teacher não gostou muito de mim(se bem que ele não gosta é de ninguém...(hehehe!).
As pessoas oriundas daquelas paragens(sulinas),estão acostumadas a interlocutores muito assertivos.
Eu _cuja mineirice não foi de muita ajuda_ pareço submissa.
O sr.Hosaka também parece assim,mas foi mais "aceito",porque tinha o seu modo de viver chamando a atenção dele.
O nosso amigão(o professor),me considerou uma "pamonha".
Mas,isso não importa mais.
Estou em outra fase,e ele também,em breve,irá se acertar de novo.(consigo mesmo)
Sua crônica de hoje,refletiu minha história desses anos.
Muitas vezes,pensei em objetivos,escolhi "caminhos" para chegar aos mesmos,e foram aparecendo objetivos intermediários.
Dispersei muitas vezes,e foi uma dureza retomar o foco,depois.
A meditação,tem me ajudado no controle da tendência dispersiva,mas ultimamente,o maior auxílio,anda sendo mesmo é dos remédios de controle da saúde.
Estou sendo um pouco materialista,mas a distração excessiva pode ser um problema orgânico,e como eu disse outro dia,muitos de nós brasileiros,somos pouco privilegiados nessa parte.
Então,precisamos de treino,disciplina,e autocuidado.
Já falaram (acho que foi na ONU) que um dos problemas das pessoas do "terceiro mundo" no uso de suas capacidades,está na falta de ácido fólico na alimentação.
(fiuuuu...)
Quando a prosa chega nesse ponto,a gente até desanima,não...(hahaha!)
Tá bom.
Mais tarde,darei uma réplica menos "clínica" à crônica de hoje.
Por ora,um bom dia ao sr.e a todos.
O dia promete-e as escolinhas daqui de perto,estão na maior barulheira.
O que não posso entender é porque os jovens atualmente,gritam o tempo todo.
O que eles ficam fazendo onde se reúnem?
Porque acho que estudar,eles conseguem pouco,com tanta festa...
...se eles estudam muito,com certeza,não é nas escolas...
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abutilon megapotamicum.
ResponderExcluirnome popular: lanterninha chinesa.
ResponderExcluir“A educação universal é o veneno mais corrosível e desintegrador que o liberalismo já inventou para sua própria destruição.” [Hitler]
Não é bom que eu tenha um vizinho esfomeado, um homem que não tem nada a perder é capaz de qualquer coisa e se estiver faminto e revoltado é difícil que surja algo de bom.
Eu não gosto quando leio pensadores dizerem que é obrigação do Estado [Sociedade] cuidar das crianças, esta obrigação é de quem as teve, acho até que deveríamos discutir leis que punissem pais irresponsáveis. Ninguém é obrigado a ter filhos e se teve terá que responder por eles quanto a educação, moradia e alimentação.
Flash Back
1,10, 1,05 ?
ResponderExcluirFiquei sem entende essa.
Sobre o seu texto que eu não achei nem ruim nem bom, eu achei mais ou menos, café com leite por assim dizer, eu destaco que não ha um parâmetro para saber como tudo pode se desenrolar na vida de uma pessoa.
ResponderExcluirO mesmo exemplo que você usou com uma pessoa viciada em crack, eu faço com uma pessoa alcoólatra. Dificilmente sabe-se de alguém que nunca experimentou qualquer tipo de bebida. É possível que tal pessoa possa se reabilitar, mas é improvável.
Percebe que apenas a logica não nos ajuda para muitos casos,a fé e o pensamento positivo sim.
Parece tolo isto que eu vou dizer mas é como aqueles japoneses idiotas que apostam corrida na neve estando apenas de roupas íntimas: os que tem torcida completam a maratona.
“Sobre o seu texto que eu não achei nem ruim nem bom, eu achei mais ou menos, café com leite por assim dizer, eu destaco que não ha um parâmetro para saber como tudo pode se desenrolar na vida de uma pessoa.” [Daniel]
ResponderExcluir============================
Claro que não.
Até o Deus Bíblico se arrependeu e ficou triste com o homem, se nem ele previu o desenrolar das coisas imagine nós.
Tudo são probabilidades, gosto de dizer que são apostas.
Minha esposa não tem vícios como beber, fumar ou se drogar.
Como eu não bebo, não fumo e não me drogo achei uma aposta com melhores probabilidades.
Uma mulher que fume não terá problema com um homem que fume também.
Quando eu falei das drogas foi no caso de viciados, dependentes sem nenhum controle sobre o vicio, isso serve também para alcoólatras.
Eu não apostaria que uma pessoa dominada pelo vicio das drogas pode render um bom casamento.
“Percebe que apenas a lógica não nos ajuda para muitos casos, a fé e o pensamento positivo sim.” [Daniel]
ResponderExcluir===========================
A lógica neste caso nos levaria a não começar um erro.
A Fé e o pensamento positivo nos levaria a persistir no erro até que ele se tornasse um acerto... claro que isso pode acontecer, mas é uma péssima aposta.
“Filosoficamente” nesse caso eu prefiro a Lógica.
Já disse que a lógica é “parte” da Filosofia.
Por vezes saía com alguma garota, mas se percebia que não seria uma boa esposa não deixava a coisa seguir adiante.
Lembrei de uma que era muito legal, muito bonita, mas tão porquinha...
Se tem uma coisa que não suporto em uma mulher é que ela não seja asseada.
Sou pobre, mas sou limpinho...HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAAHAH!
Muita atenção, gente! Tiririca foi eleito um dos melhores deputados de 2012... E vai ganhar prêmio:
ResponderExcluirO que vocês acham disso? [Google+]
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Gostaria de ouvir ele discursar na câmara, pelo que sei ele marca presença e só isso.
Ele é celebridade e logo no começo sabia que a mídia ficaria de olho nele o melhor a fazer foi se comportar.
Seus projetos de lei beneficiam o pessoal do circo, cá para nós, não é um setor importante na economia... é o que eu digo tem gente que qualquer coisa que faça dá certo, verdadeiros escolhidos, muita SORTE.
...no blog da Selma.
ResponderExcluir
ResponderExcluirAinda segundo o jornal, ele apresentou à Câmara em março um pedido de reembolso de R$ 660 em notas fiscais de hospedagem e R$ 311 de alimentação no Porto d’Aldeia Resort.
NOTICIA
Seu texto foi muito bom, mas deixou a desejar na conclusão.
ResponderExcluirArrancar a clitóris de uma mulher é um grande mal mesmo que as pessoas envolvidas não tenham essa percepção.
Se uma arvore cai na floresta acontece o barulho mesmo que não tenha ninguém para ouvir.
Mas a parte da “indiferença” foi sublime, parabéns!
PASSEANDO
(texto principal)
ResponderExcluirBoa noite ao sr.
Tenho ainda um comentário a fazer.
Às vezes,"persistir no caminho" é o único jeito de sobreviver,depois de cometido um erro,e quando se está numa situação de impotência provisória.
Em algumas ocasiões, (infelizmente) o objetivo precisa ser adiado.
A "receita" para evitar isso,é ter juízo em todas as decisões a serem tomadas.
Planos perfeitos não existem,mas pessoas adultas podem antecipar eventos futuros.
Agradeço por ter criado uma historinha para mim.(hahaha!)
Se o Potiguar passar aqui,ele irá se assustar.
Irá realmente me perguntar se andei perdida na estrada para São Paulo.
E ficará com dó de mim.
(kkk...!!)
(fritex)
ResponderExcluirAcho que eu usei a lembrança do conteúdo desse texto(o primeiro "Flash Back") para compor a personalidade do Lhárikkhus,irmão mais jovem da Safo,num conto(divertido) recente que escrevi aqui no blog- no qual apresentei,na verdade,versões imaginosamente antiquadas de mim e do sr. ...(rs)
O Lhárikkhus disse algumas frases presentes nessa crônica.
Eu votei no Tiririca.
ResponderExcluirEu não disse que esse "índio brabo" sabia trabalhar?
Tiririca prá presidente do Brasil.
Pior do que está não pode ficar,se ocêis caírem,cumpadís,do chão ocêis num vão passar.
Você por aqui,Poti Docontra?
ResponderExcluirAcho que vc ainda não leu o texto principal.
Ontem eu ouvi uma música em homenagem ao seu personagem preferido no cinema,que é o Mazaroppi.
Lindinha de chorar.
Acho que foi feita às pressas,como uma homenagem póstuma a ele.
Não sei quem é o cantor.
...no blog do "vizinho novo".
ResponderExcluir...ia se chamar "Encrenca 1.069".
ResponderExcluirHouve um lapso na digitação.
Tentei entrar no Google + e consegui.
ResponderExcluirEle não se parece nada com uma rede social na qual estive uns cinco anos atrás.
Será que foi lá que eu estive?
Havia todo tipo de nomenclatura de grupos,e estratificação deles,que nem acontecia com os gds do Uol,e do Terra.
Tinham as salas dos budistas.
Esse site onde entrei,é um nicho apropriado para divulgar fotos e eventos para pessoas da família-ou de grupos conhecidos na vida real.
Parece com aqueles antigos álbuns Kassuga.
A essa altura,acho que não tenho mais como lembrar onde estive exatamente uns anos atrás.
Não foi no Orkut,o Facebook ainda não existia,e é pouco provável que tenha sido no Google +,a não ser que ele mudou.
Se alguém puder dizer quando esse site começou a existir,irei agradecer.
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