sábado, 7 de fevereiro de 2026

Gastos e Empatia

 

Rodrigo: "Se você tem coração, empatia, sensibilidade
e solidariedade você não é contra os projetos
sociais".

William:  Se você é minimamente adulto sabe que as despesas tem que se adequar renda.
  Se o Governo gasta mais do que arrecada tem que recorrer a empréstimos aumentando a dívida pública.
   Se aumenta a arrecadação com aumento de impostos encarece os produtos para todos.
  Ou seja, a decisão lógica, óbvia é gastar o que podemos não o quanto queremos.

 "Em 1980, a carga tributária bruta no Brasil (medida como percentual do PIB) era de aproximadamente 24,4%. 
  Algumas fontes apontam valores próximos, como em torno de 22% a 25% no início da década de 1980, com médias da década na faixa de 24-25%.
    Atualmente a carga tributária bateu recorde histórico:
   Pela metodologia oficial mais recente da Receita Federal e Tesouro Nacional (que exclui itens como FGTS e contribuições ao Sistema S em alguns cálculos ajustados), ela atingiu 32,2% a 32,32% do PIB em 2024, com aumento significativo em relação a 2023.
   Em metodologias tradicionais (incluindo mais contribuições), o valor chega a 34,1%  do PIB em 2024, o maior patamar em mais de 20 anos.
  Ou seja, desde 1980 houve um aumento de cerca de 8 a 10 pontos percentuais no peso dos tributos sobre a economia brasileira, refletindo expansão de gastos públicos, criação de novas contribuições e ajustes fiscais ao longo das décadas (especialmente pós-Plano Real e nos anos 2000-2020)."
  *Grok*

  De 1980 até 2025 , a dívida pública bruta do governo geral subiu de cerca de 25-30% do PIB (estimativa histórica, foco em dívida externa e interna inicial) para 78,7% do PIB (R$ 10 trilhões).

   Vejam que o nosso nível de "imaturidade fiscal" é algo melhor definido como "burrice estrutural".
   A maioria estranhamente não entende matemática básica e quem entende faz questão de ignorar.

  Nós somos uma mistura genética que (até agora) não deu certo...

✧✧✧

 

Resumo:

 

1. A Maturidade como Gestão de Limites: Você argumenta que ser "minimamente adulto" exige o reconhecimento de que as despesas devem obrigatoriamente se adequar à renda, independentemente da intenção por trás do gasto.


2. Lógica contra Sentimentalismo: O texto contrapõe o apelo emocional (empatia e solidariedade) à realidade aritmética, sugerindo que a "decisão lógica" deve prevalecer sobre o desejo de gastar o quanto se quer.


3. Consequências do Déficit Público: Você aponta que o gasto acima da arrecadação gera um ciclo nocivo: ou o governo recorre a empréstimos (aumentando a dívida pública), ou aumenta impostos, o que encarece o custo de vida para todos.


4. Crescimento Histórico da Carga Tributária: Você utiliza dados para mostrar que a pressão fiscal sobre o brasileiro saltou de aproximadamente 24% do PIB em 1980 para mais de 34% em 2024, evidenciando uma expansão contínua do peso do Estado na economia.


5. Explosão da Dívida Pública: O texto destaca o salto alarmante da dívida pública bruta, que saiu da casa dos 25-30% na década de 80 para atingir 78,7% do PIB (R$ 10 trilhões) em 2025.


6. Crítica à "Imaturidade Fiscal": Você classifica a gestão econômica e a aceitação social desse cenário como uma "burrice estrutural", onde a matemática básica é ignorada propositalmente ou por falta de compreensão.


7. Inviabilidade do Modelo Atual: Sua conclusão sugere um pessimismo quanto à formação e à cultura do país ("mistura genética que não deu certo"), indicando que a incapacidade de lidar com a realidade financeira compromete o futuro da nação.



  

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