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“Os servidores do estado do Rio de Janeiro começaram a receber os pagamentos de salários atrasados.
Mas, pra muitos, o dinheiro não vai ser suficiente pra botar as contas em dia.
Na noite de quarta-feira (20), o governo começou a pagar o salário de outubro e o 13° de 2016.
Os salários de novembro, dezembro e o 13° de 2017 vão ficar para o ano que vem.”
Imaginem que o marido (Governo) da Soraia gaste todo mês mil reais com garotas do Job (rentistas).
Para a Soraia a raiz do problema não é o marido recorrer a mulheres que vendem sexo, o problema é mulheres venderem sexo!!
A "lógica" da Soraia NÃO entra em minha mente...
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| Endividamento Previsível - Link |
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Resumo:
1. A riqueza do rentista não é ganância ou acumulação inútil: Ela sustenta negócios, empregos e inovação na economia. O rentista contribui essencialmente ao fornecer capital, ao contrário da visão de que ele apenas consome sem produzir.
2. O rentista colabora com a produção ao emprestar dinheiro: Quando você (ou o rentista) aplica no Tesouro Nacional, não é por caridade ou para "ajudar o país", mas por juros contratados. Sem esses empréstimos, o "empresa" (Governo) não funciona, logo o rentista participa indiretamente da produção e do funcionamento social.
3. Escala dos empréstimos refuta a crítica de improdutividade: Se o rentista recebe 400 mil em juros, o principal emprestado foi muito maior (não "mil reais"). Isso demonstra que o aporte é substancial e essencial para o sistema rodar, não mero "repasse inútil".
4. **O Estado produz serviços reais, não apenas arrecada**: Contra a narrativa de que o Estado "não produz nada", você defende que funcionários públicos trabalham e prestam serviços essenciais (ex.: centenas de atendimentos diários no HC Unicamp, com 4 mil funcionários cumprindo horários e atendendo emergências como no PS). Apesar de exceções (folgados, comissionados), a maioria produz.
5. O rentista é essencial para o Estado pagar suas contas: Se o Governo precisa recorrer a empréstimos de rentistas para fechar a folha de pagamento, "ainda bem que tem o rentista". Sem isso, ocorre colapso, como nos atrasos salariais no Rio de Janeiro (exemplo de 2017: salários de 2016 pagos atrasados, meses seguintes adiados para 2018).
6. Experiência pessoal reforça a produção estatal e a necessidade de financiamento: Como ex-servidor concursado no HC Unicamp, você trabalhou intensamente ("pra caramba") e sempre recebeu salário em dia. Isso contrasta com a "fantasia" de que servidor público só saca dinheiro sem trabalhar, e mostra que o financiamento via rentistas garante a continuidade desses serviços.
7. A lógica das críticas é falha e incoerente: Usando a metáfora do marido (Governo) que gasta com "garotas do Job" (rentistas), você mostra que o problema não está no rentista existir ou receber juros, mas no Governo precisar recorrer a eles (devido a gastos excessivos ou má gestão). Culpar o rentista é como culpar a prostituta em vez do marido gastador — uma inversão ilógica que "não entra na sua mente".
Esses pontos capturam sua defesa principal: o rentista não é parasita, mas peça chave que permite o funcionamento do Estado (que, por sua vez, produz serviços reais), e as críticas ignoram essa interdependência e a escala do capital envolvido.
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