A interdição cautelar vale por 90 dias para todos os lotes.
A Colgate recorreu da decisão e obteve a suspensão automática da medida, afirmando que o produto é seguro e que os sintomas refletem sensibilidade individual a certos ingredientes.
Enquanto outras versões da marca seguem liberadas, a agência realizará análises técnicas para validar a segurança da composição antes de uma decisão definitiva.
Poder 360 Março 2025
A Colgate pertence a Palmolive Company.
Algum problema com a medida?
Nenhum, houve uma denuncia popular que se mostrou procedente.
O produto pode ser bom, mas o componente que esta provocando reação deve ser retirado, diminuído ou feito um alerta na embalagem.
A Palmolive tem outras marcas: Sorriso, Palmolive (sabonete),Protex, Pinho Sol, Ajax, Hill's Pet Nutrition (ração para pets).
As vendas continuaram normais.
Eu uso a Colgate Total Whitening, fiquei sabendo do foco da Anvisa em determinado produto a Clean Mint, não era o que eu consumia e tudo bem.
De jeito nenhum eu vou passar pano para Ypê ou qualquer outra empresa.
Mas ela merecia no mínimo o mesmo tratamento dado a Palmolive e tantas outras.
Eu tenho lava louças com final 1 e vou continuar usando, me parece normal.
NÃO descarto algum problema de qualidade, minha esposa reclamou do amaciante Ipê por não estar dissolvendo na água como de costume.
Toda linha de produção pode dar algum problema e de jeito nenhum devemos ignorar.
Mas o tipo de “campanha” que estão fazendo parece ser para quebrar a empresa.
Será que é para tudo isso mesmo!?
Ou usaram uma ocorrência isolada para perseguir a empresa?
No tempo de “Democracia Relativa” que vivemos é preciso ter cautela.
Aqui em São Paulo tem o detergente Minuano.
A marca é fabricada pela Flora Cosméticos e Limpeza, uma empresa de bens de consumo que faz parte da holding J&F Investimentos.
O GRUPO J&F É CONTROLADO PELA FAMÍLIA BATISTA, a mesma que detém a JBS.
Com a Ypê fora do mercado ... mais grana para os amigos do PT.
Se a ANVISA tem certeza que os produtos oferecem graves riscos é uma emergência nacional.
Se não tem certeza não deveria ter tomado uma atitude dão drástica.
Estou analisando como cidadão.
Nosso poder judiciário já está desacreditado faz tempo, não me serve como referência ética ou de justiça mesmo.
Por tudo que li acho que a Ypê precisa adequar alguns processos?
Sim, a ANVISA não iria se arriscar a fazer uma ação tão espalhafatosa baseada em nada.
É motivo para proibir a venda de todos os produtos da marca o que praticamente quebraria a empresa?
Até onde sei é uma empresa 100% nacional que emprega 7 mil pessoas e rende muito imposto para o Governo.
A Ypê não tem como conseguir algum socorro "multinacional", mas pode ser comprada a preço baixo com um escândalo dessa monta.
Será que se o mesmo tipo de inspeção for feita na fabricante da Minuano os resultados serão diferentes?
Vamos acompanhar...
1. Legitimidade da Intervenção Técnica: Você reconhece que a atuação da Anvisa é correta quando fundamentada em denúncias procedentes, defendendo que o foco deve ser a correção do problema (ajuste de fórmula ou alertas na embalagem) para garantir a segurança do consumidor.
2. Crítica à Proporcionalidade: Você questiona se a proibição de toda uma linha de produtos é uma medida técnica necessária ou uma reação "espalhafatosa" que ignora o histórico de qualidade da marca e a possibilidade de falhas isoladas em linhas de produção.
3. Impacto Socioeconômico: Destaca-se a preocupação com a sobrevivência de uma empresa brasileira que emprega 7 mil pessoas e é grande geradora de impostos, argumentando que sanções extremas podem levar à quebra da empresa ou à sua venda por valores depreciados.
4. Interesses de Mercado e Políticos: O texto levanta a hipótese de que a saída da Ypê do mercado favoreceria diretamente concorrentes vinculados a grupos econômicos com fortes conexões políticas, sugerindo que a regulação pode estar sendo usada como ferramenta de perseguição.
5. Ceticismo Institucional: Em um cenário de "Democracia Relativa", você expressa descrença nas instâncias judiciárias e éticas, defendendo que o cidadão deve analisar as ações estatais com cautela para identificar possíveis agendas ocultas por trás de decisões técnicas.
6. Binômio Certeza vs. Drasticidade: Seu argumento lógico estabelece que, se a Anvisa tem certeza de riscos graves, a ação deve ser uma emergência nacional; se não há essa certeza absoluta, não se justifica uma atitude tão drástica que coloque em risco a existência de uma indústria nacional.
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