quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Cobrança Social

 

Adriano: Vivemos uma era em que “alta performance” virou vitrine de sofrimento disfarçado. 
  O cansaço extremo recebe aplausos, a ansiedade é romantizada como combustível e a insônia passa a ser medalha de disciplina. 
  Irritabilidade é confundida com firmeza, vício em trabalho vira propósito e colapsos emocionais são tratados como etapas inevitáveis do sucesso. 
  No fundo, estamos normalizando sinais claros de desequilíbrio. 
  Produzir muito não deveria significar se destruir aos poucos. 
  Sucesso que cobra a saúde como preço não é conquista, é troca desigual. 
 Talvez a verdadeira alta performance esteja em sustentar resultados sem perder a lucidez, o afeto, o sono e a própria humanidade. 📱
  Presta atenção, galera! 👀

William: Não sei de ninguém ser obrigado a isso.
  É muito vitimismo.
  O problema é que a pessoa quer esforço mínimo e renda máxima.
  Essa situação é difícil se você não nasceu um grande herdeiro com os negócios da família indo muito bem.
 (Empresas vão à falência)

   Se dar um tempo para si mesmo é mais importante … faça  isso.
   O que não dá é querer ser recompensado financeiramente por não trabalhar ou trabalhar menos.


Gil: VCS dois trazem aspectos muito importantes a serem levados em conta.
   Há uma regra da vida que não deve ser esquecida:
  "Não há sucesso sem sacrifício"
  Esse sacrifício pode ser dado em vários modos .
  Discutir a forma do sacrifício pra ser bem sucedido é muito complexo.
   Perder sono, trabalhar muito ou pouco tempo ,etc.
  Acho que não dá pra vermos o sucesso sempre como um caminho tão difícil, e também não dá pra pensar que teremos ele de mãos beijadas.
   Equilíbrio.

William: Entendo o que você disse, mas vamos além...
  Algum sacrifício quase sempre tem, veja o caso da Gisele Bündchen.
  Evidente que a carreira de modelo exigiu muitos esforços da parte dela.
  Eu acho essas modelos muito magras, entretanto ela tinha a aparência que fazia sucesso nesse ramo, teve sorte.
  Por acaso alguém influente no ramo trombou com ela e deu tudo certo.
  Em pouco tempo ganhou grana alta.
  Estive nesse meio por alguns anos, vi moças lindíssimas, dedicadíssimas, e não alcançaram nem mínimo sucesso na carreira, foram fazer outra coisa.

   Se sucesso é ter dinheiro, muitos já nascem nessa situação.
   Se nasceu de cesariana não se esforçou nem para sair da va*ina ...😂

  É o que eu digo, para tudo na vida é preciso ter sorte.
  O que podemos fazer é estudar, trabalhar, aproveitar as oportunidades ou tentar cria-las, juntando alguma grana e arriscando em alguma coisa.

   O problema é que muitos preferem se revoltar com a vida (culpando algum "Sistema) se alimentando de INVEJA DOENTIA.

  Outra coisa "engraçada" e trágica ao mesmo tempo.
  A pessoa fala de uma "cobrança social" que eu não consigo enxergar.
  Sério que o meu vizinho (a sociedade) esta "cobrando algum sucesso" de mim!?😉
  Para meus vizinhos basta que eu siga as regras da boa vizinhança.
  Mantenha minha calçada limpa, sem barulho ou confusões.
  No caso de condomínio, que eu pague em dia a taxa.

  Não que os vizinhos queiram meu mal, mas não consigo imaginar eles perdendo o sono caso eu não consiga uma promoção na empresa.
  Ou um vizinho pegando no pé da minha filha para que ela estude, todo preocupado com o futuro dela.

  Alguma cobrança (e alta tolerância) vem dos pais e familiares mais próximos.
  Se preocupam de como você vai viver quando eles não estiverem mais presentes. 

  Fora isso ... a sociedade cobrando sucesso da pessoa com todos os holofotes voltados para ela ...😂😂😂


✧✧✧

 

 

 Resumo:


1. Ninguém é obrigado a perseguir "alta performance" a qualquer custo — Não existe obrigação externa real para adotar o estilo de vida de sofrimento disfarçado (cansaço extremo, ansiedade, insônia como medalhas); quem escolhe isso não está sendo forçado pela sociedade.

 

2. A crítica à "alta performance tóxica" é frequentemente vitimismo — Muitos que reclamam querem o oposto: esforço mínimo combinado com renda máxima, o que é irrealista na maioria dos casos, a menos que se nasça em berço de ouro (herdeiros com negócios familiares estáveis, mas mesmo empresas quebram).

 

3. Se priorizar o tempo para si mesmo for mais importante, faça isso sem reclamar — É legítimo escolher equilíbrio ou menos trabalho, mas não se pode esperar recompensa financeira alta por produzir pouco ou nada; há incoerência em querer benefícios sem esforço proporcional.

 

4. Sucesso quase sempre envolve algum sacrifício, mas não necessariamente destruição — Exemplos como Gisele Bündchen mostram que esforço + sorte (aparência certa, encontro com oportunidade certa) contam muito; muitas pessoas dedicadíssimas e talentosas não conseguem sucesso no mesmo ramo.

 

5. Sorte é fator decisivo em tudo na vida — Mesmo nascendo rico já é uma "sorte" (nem esforço para nascer foi preciso, piada da cesariana); o que está ao nosso alcance é estudar, trabalhar, aproveitar ou criar oportunidades, arriscar com algum capital acumulado.

 

6. Muitos preferem revolta e inveja doentia em vez de ação — Em vez de culpar o "Sistema" ou se alimentar de inveja, o caminho prático é agir (estudar, trabalhar, arriscar); a revolta é uma escolha trágica e improdutiva.

 

7. Não existe "cobrança social" real por sucesso pessoal— A sociedade (vizinhos, condomínio) só exige cumprimento de regras básicas de convivência (calçada limpa, sem barulho, taxa em dia); ninguém perde o sono se você não for promovido ou rico. A verdadeira cobrança (com preocupação genuína) vem apenas de pais e familiares próximos, preocupados com seu futuro quando eles não estiverem mais presentes; fora isso, a ideia de sociedade com "holofotes" cobrando sucesso é ilusória e exagerada.

 

   Esses pontos capturam bem o cerne da sua posição: desmistificar a pressão social como algo imaginário, enfatizar responsabilidade individual, sorte + esforço realista e rejeitar o vitimismo como explicação para frustrações.


  

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