Bel >> Debocharam da nossa religião e agora ficam dizendo que temos que ajudar o próximo, que para ajudar, não se escolhe lado.
William>> O que "talvez" as pessoas comecem fazer agora eu já faço há anos.
Começou por volta de 2008.
Depois do escândalo do Mensalão o Lula foi reeleito!!
Eu tinha votado nele em 2002, depois nunca mais.
Risquei o PT da minha possibilidade de votos.
Embora não tenha votado no Lula em 2006, depois do ocorrido eu esperava que mais uma vez eleito o partido meio que envergonhado trilhasse o caminho de mais transparência e honestidade.
Que nada, só fez piorar.
O que aumentou foi o apoio popular.
De 2005 a fevereiro de 2007 tive um pequeno restaurante que levou todas minhas economias, mesmo assim eu era o empresário malvadão que tinha obrigação de ajudar a tudo e a todos, Santo era o governo corrupto.
Com minhas contas zeradas obviamente não tinha como fazer nenhum tipo de caridade (já tinha feito muita), depois de 2012 comecei uma recuperação financeira.
Veio a Lava Jato e toda aquela revelação sobre o Petrolão e mesmo assim votaram no PT!!!
Pensei comigo mesmo, já que a maioria vive tão bem, tão satisfeita com o PT ... fico fazendo caridade de bobeira.
Nunca mais participei de campanhas de doação ou dei esmolas.
(Claro que houve uma ou outra situação que "tocou meu coração", mas perto do que eu fazia foi quase nada).
Esta em dificuldade?
Eu já contribuo com o Bolsa Família e outros programas através de uma carga tributária enorme.
Por favor não estou defendendo nenhum radicalismo.
Precisamos evitar aquela situação de "fazer o bem sem olhar a quem".
"Nunca ajude um
lascado antes de
saber por que ele
é lascado.
Ele pode estar
lascado de tanto
lascar os outros
e acabar te
lascando"
Analise a situação, não é só com esmolas ou campanhas assistenciais que podemos ajudar os outros.
Eu faço inúmeras ações individuais.
Exemplo:
Tem uma senhora muito trabalhadora na banca da feira aqui do bairro.
Duas pamonhas seriam suficientes, uma para minhas esposa e outra para uma filha que também gosta, eu e a outra filha não gostamos.
Mesmo assim eu compro quatro.
Deixo duas para serem consumidas durante a semana.
É minha humilde contribuição para o comércio da feirante.
Já dei dinheiro para colegas passando dificuldades, pessoas que eu sei do bom caráter.
Não vou falar outras coisas para não expor ninguém, o importante é que você entenda o "espirito" da ação.
Depois de uma análise lógica ajude quem você acha que merece.
✧✧✧
Resumo:
Incompatibilidade moral e política: A percepção de duplo padrão na sociedade, onde grupos que anteriormente zombavam da religião e apoiaram governos comprovadamente corruptos (mesmo após escândalos como o Mensalão e o Petrolão) cobram solidariedade universal e incondicional dos cidadãos.
Cansaço com o assistencialismo governamental: O entendimento de que quem vota e apoia sistematicamente um modelo político sustentado por alta carga tributária deve buscar amparo nos programas oficiais do próprio governo, e não na caridade privada.
Fim da caridade generalizada ("sem olhar a quem"): A decisão pessoal de cessar doações institucionais em massa e esmolas tradicionais após anos de desilusão política com a escolha da maioria da população.
O ônus do pequeno empreendedor: A lembrança de seu período como proprietário de restaurante (2005–2007), quando, mesmo arruinado financeiramente e sem auxílio de ninguém, era cobrado pela sociedade para bancar a caridade, enquanto governos corruptos eram isentos de culpa.
Critério e discernimento nas escolhas: A defesa de uma postura racional e analítica ("nunca ajude um lascado antes de saber por que ele é lascado"), evitando incentivar irresponsabilidades alheias.
Apoio prático, local e meritório: A preferência por ações solidárias direcionadas, discretas e baseadas no mérito, bom caráter e valorização do trabalhador honesto (como no exemplo da feirante do bairro).
O dever fiscal já cumprido: A constatação de que a contribuição social obrigatória já é feita de forma compulsória e pesada através dos impostos e financiamento de programas públicos.
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