sábado, 14 de fevereiro de 2026

Férias na Argentina

 


Petista: "Milei acabou com as férias de 30 dias!"

William: Milei NÃO acabou com as férias de 30 dias
na Argentina.
   A reforma trabalhista (aprovada no Senado em fev/2026) mantém o direito a férias anuais pagas (14 a 35 dias uteis, conforme antiguidade; 30 dias corridos comuns).

  Mudanças: Permite fracionar em períodos mínimos de 7 dias (com acordo), garante pelo menos um período no verão a cada 3 anos e reduz aviso para 30 dias
(antes era 45).
  NÃO extingue nem reduz o total de dias mas flexibiliza.
  Ainda precisa passar na Câmara.

  No Brasil é possível fracionar as férias desde a Reforma Trabalhista de 2017.

  Parabéns para os argentinos e para Milei.

João: "Parabéns" porque não é vc que vai trabalhar 12 horas por dia. é como diz o ditado... pimenta no c... dos outros é refresco!!!

William: Cara, cada um é cada um.
  Eu já trabalhei das 7 ás 21 horas.
  Precisava da grana da hora extra.
  Existe diferença entre ser obrigado e concordar por ser do seu interesse.
  Não cabe ao governo me proibir de trabalhar (no contexto desse nosso dialogo).

  O cidadão esta se preparando para algum concurso ou vestibular e quer trabalhar 4 horas por dia para ter mais tempo para os estudos.
  Se alguém oferecer esse tipo de vaga ... tudo bem.

  O cidadão trabalha por aplicativo, esta em um esforço para comprar a casa própria, por um tempo quer trabalhar 14 horas por dia ... tudo bem.

  A empresa que o cidadão trabalha esta disponibilizando horas extras para quem puder ficar até mais tarde.
  O cidadão iria para o boteco ou ficaria assistindo novelas (streaming), preferiu trabalhar por uma grana extra ... tudo bem.

  No Brasil o que não falta é "vagabundo", por vezes prefere até roubar que trabalhar.

  Não tem como eu ser a favor de um governo que proíbe as pessoas de TRABALHAR.

  Esta ocorrendo algum abuso como trabalho infantil ou o cidadão sendo obrigado a fazer algo fora do convencional?

  Acionemos o ministério publico para investigar e punir caso necessário.
  A denúncia pode ser feita pela própria "vítima" ou terceiros.

  Um dos poucos pensamentos "popularizados" por Karl Marx que assino em baixo é:

   "O caminho para o inferno 
está pavimentado 
de boas intenções."


Escala Seis por Um - Link



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Resumo:

 

1. Milei NÃO acabou com as férias de 30 dias — A reforma trabalhista (aprovada no Senado em fevereiro/2026) mantém integralmente o direito a férias anuais pagas: 14 a 35 dias úteis (conforme antiguidade), com 30 dias corridos sendo o padrão comum. Não extingue nem reduz o total de dias.

 

2. A reforma apenas flexibiliza as férias, não as elimina— Permite fracionar em períodos mínimos de 7 dias (mediante acordo entre as partes), garante pelo menos um período no verão a cada 3 anos e reduz o aviso prévio para 30 dias (antes era 45). Isso traz mais liberdade e adaptação, similar ao que já ocorre no Brasil desde a Reforma Trabalhista de 2017.

 

3. Parabéns aos argentinos e a Milei pela mudança — Você celebra a reforma como um avanço positivo, contrastando com críticas petistas ou de esquerda que alegam "fim das férias de 30 dias".

 

4. Diferença entre obrigação e escolha voluntária — Existe uma clara distinção: ser obrigado a trabalhar excessivamente é errado, mas concordar por interesse próprio (ex.: precisar de hora extra para grana, estudos, comprar casa) é legítimo e deve ser permitido.

 

5. O governo não deve proibir as pessoas de trabalhar — Não cabe ao Estado interferir e proibir jornadas mais longas ou horas extras quando é consensual e beneficia o trabalhador (ex.: estudante que quer meio período para estudar, trabalhador por app em esforço temporário, ou quem prefere renda extra em vez de lazer como boteco ou streaming).

 

6. Crítica à preguiça e defesa da liberdade individual — No Brasil, há muitos "vagabundos" que preferem roubar a trabalhar. Você rejeita governos que limitam o esforço individual e a iniciativa pessoal, defendendo que cada um decida seu ritmo de trabalho.

 

7. Apoio à citação de Karl Marx que você assina embaixo — "O caminho para o inferno está pavimentado de boas intenções." Você usa isso para criticar intervenções estatais "protetoras" que, na prática, prejudicam a liberdade e levam a resultados ruins — alinhando-se ironicamente a um pensamento marxista para reforçar sua posição libertária contra proibições governamentais.

 

Esses pontos capturam o cerne da sua argumentação: defesa da flexibilização como ganho de liberdade, rejeição ao paternalismo estatal e ênfase na autonomia individual (com punição apenas para abusos reais, via Ministério Público). 


  

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