Rodrigo: "Se você tem coração, empatia, sensibilidade
e solidariedade você não é contra os projetos
sociais".
William: Se você é minimamente adulto sabe que as despesas tem que se adequar renda.
Se o Governo gasta mais do que arrecada tem que recorrer a empréstimos aumentando a dívida pública.
Se aumenta a arrecadação com aumento de impostos encarece os produtos para todos.
Ou seja, a decisão lógica, óbvia é gastar o que podemos não o quanto queremos.
"Em 1980, a carga tributária bruta no Brasil (medida como percentual do PIB) era de aproximadamente 24,4%.
Algumas fontes apontam valores próximos, como em torno de 22% a 25% no início da década de 1980, com médias da década na faixa de 24-25%.
Atualmente a carga tributária bateu recorde histórico:
Pela metodologia oficial mais recente da Receita Federal e Tesouro Nacional (que exclui itens como FGTS e contribuições ao Sistema S em alguns cálculos ajustados), ela atingiu 32,2% a 32,32% do PIB em 2024, com aumento significativo em relação a 2023.
Em metodologias tradicionais (incluindo mais contribuições), o valor chega a 34,1% do PIB em 2024, o maior patamar em mais de 20 anos.
Ou seja, desde 1980 houve um aumento de cerca de 8 a 10 pontos percentuais no peso dos tributos sobre a economia brasileira, refletindo expansão de gastos públicos, criação de novas contribuições e ajustes fiscais ao longo das décadas (especialmente pós-Plano Real e nos anos 2000-2020)."
*Grok*
De 1980 até 2025 , a dívida pública bruta do governo geral subiu de cerca de 25-30% do PIB (estimativa histórica, foco em dívida externa e interna inicial) para 78,7% do PIB (R$ 10 trilhões).
Vejam que o nosso nível de "imaturidade fiscal" é algo melhor definido como "burrice estrutural".
A maioria estranhamente não entende matemática básica e quem entende faz questão de ignorar.
Nós somos uma mistura genética que (até agora) não deu certo...
✧✧✧
Resumo:
1. A Maturidade como Gestão de Limites: Você argumenta
que ser "minimamente adulto" exige o reconhecimento de que as
despesas devem obrigatoriamente se adequar à renda, independentemente da
intenção por trás do gasto.
2. Lógica contra Sentimentalismo: O texto contrapõe o
apelo emocional (empatia e solidariedade) à realidade aritmética, sugerindo que
a "decisão lógica" deve prevalecer sobre o desejo de gastar o quanto
se quer.
3. Consequências do Déficit Público: Você aponta que o
gasto acima da arrecadação gera um ciclo nocivo: ou o governo recorre a
empréstimos (aumentando a dívida pública), ou aumenta impostos, o que encarece
o custo de vida para todos.
4. Crescimento Histórico da Carga Tributária: Você
utiliza dados para mostrar que a pressão fiscal sobre o brasileiro saltou de
aproximadamente 24% do PIB em 1980 para mais de 34% em 2024, evidenciando uma
expansão contínua do peso do Estado na economia.
5. Explosão da Dívida Pública: O texto destaca o salto
alarmante da dívida pública bruta, que saiu da casa dos 25-30% na década de 80
para atingir 78,7% do PIB (R$ 10 trilhões) em 2025.
6. Crítica à "Imaturidade Fiscal": Você
classifica a gestão econômica e a aceitação social desse cenário como uma
"burrice estrutural", onde a matemática básica é ignorada
propositalmente ou por falta de compreensão.
7. Inviabilidade do Modelo Atual: Sua conclusão sugere
um pessimismo quanto à formação e à cultura do país ("mistura genética que
não deu certo"), indicando que a incapacidade de lidar com a realidade
financeira compromete o futuro da nação.
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