quinta-feira, 25 de junho de 2026

Evite o CATASTROFISMO

 


Leandro: Defendo que precisamos superar a mentalidade sindical, que está desalinhada com a tecnologia atual.  
  Os sindicatos oferecem migalhas aos trabalhadores, mas não lutam pela redução de impostos, mesmo sabendo que os custos são repassados ao consumidor.
  Além disso, questiono a cultura do assistencialismo no Brasil, comparando-a a privilégios históricos. 
  O assistencialismo, como o Bolsa Família, gera dependência crônica e não profissionaliza as pessoas.  
  Uso o exemplo da vizinha que alimenta gatos na calçada: se ela sumir, eles não saberão caçar. 
  O auxílio sem incentivo ao trabalho cria dependentes incapazes de se sustentar sozinhos.

William: As pessoas morrem, as novas gerações vão se adaptando.
  Caçar não é a única forma dos gatos conseguirem comer, mas se for necessário reaprendem.

  Por isso tem uma palavra chave que acrescentei em minhas meditações.
  Evite o CATASTROFISMO.

  Ela se junta aos textos sobre evitar o VITIMISMO, a PATERNIDADE IRRESPONSÁVEL, o PSICOLOGISMO.

Leandro: Mas, também tem a palavra caos, é que já estamos em eminencia se Lula ganhar.
  A outra palavra, é a narrativa, se o lula perder.   
  Mesmo que o novo presidente doe 1.600 reais, mesmo assim a população passa a morrer de fome!  
  Ou seja, o caos é nossa nova evidência!

William: Caos já é quase que sinônimo de catástrofe.😉
  Não falta dinheiro no mundo.
  Se o Flávio ganhar os investimentos voltam.
  Se ele vai administrar direito e manter a confiança como Milei tem feito ... ai é futurismo, não faço esse tipo de previsão.
  Espero que sim.

   Veja um exemplo bem recente.
   Desde aqueles apagões no Governo Fernando Henrique, a falta de energia elétrica tinha previsões catastróficas, emperraria nosso desenvolvimento.
   Eu mesmo em texto não muito distante via com preocupação o aumento da frota de carros elétricos.
   Pouco tempo passou...
   As placas solares tomaram conta do país, juntou-se a isso a energia eólica e temos sobra de energia.

   Por outro lado a descoberta do pré sal nos tornaria uma Noruega.
   18 anos depois (2026) ... estamos aqui.
   As nações não acabam, a "qualidade de vida" regride, estagna, ou melhora.


   A exploração do pré-sal no Brasil teve início em 2006, quando a Petrobras anunciou a descoberta do campo de Tupi (atual Lula) na Bacia de Santos.
  A exploração do pré-sal no Brasil teve início em 2006, quando a Petrobras anunciou a descoberta do campo de Tupi (atual Lula) na Bacia de Santos. 
  A produção comercial começou em 2008, com o primeiro óleo extraído. 
  Em 2010, o governo criou um novo marco regulatório com a Lei do Pré-Sal, adotando o regime de partilha de produção, com a Petrobras como operadora obrigatória.

   Claude
   





   Confesso que estou um tanto "apático".
   Se o Flávio ganhar tem seu lado bom, o Brasil provavelmente vai diminuir a excessiva irresponsabilidade fiscal.

  Se o Inácio ganhar, o lado bom é que ele mesmo vai ter que lidar com a arapuca econômica que criou.

  E o povo?
  Não existe povo inocente, todos (que se importam) estão cientes do caos que tomou conta da Venezuela e da Argentina recentemente ao insistirem nos gastos exorbitantes sem a receita correspondente.
  Mas essas nações continuam.
  A Venezuela precisou de uma intervenção americana.
  Deram sorte de ser uma nação relevante pela quantidade de petróleo que possuem e Trump estar na presidência dos EUA.
  A Argentina, seu próprio povo resolveu tentar outro caminho mais sensato, se vão persistir nele ... são latinos o histórico não é bom.

  O Brasil é do jeito que a maioria dos votos válidos querem que seja.

  Os brasileiros que não se importam, anulam os votos, é o direito deles.

  A nação, bem ou mal, vai continuar.
  Ser mais sensatos ou seguir nossa histórica insensatez?
  Você decide ... eu torço pela sensatez.





Leandro: O povo brasileiro, é movido à choques...
Trump quiçá fazer o mesmo...
  Ponto de reflexão, por ainda ser cedo, na Venezuela...
  Mas, porém no entanto, parecer que os Venezuelanos, gostaram.
  Outra reflexão, a esquerda lá, era o próprio governo, e o povo estavam mesmo sendo coagidos..
  No Brasil e na Argentina, tem uma esquerda infernal, ou um povo infernal da esquerda.
  Mais pra segunda parte, pelo desejo psíquico, do quanto pior melhor...
  Milei e o novo governo do Brasil, nunca serão bom, para o povos da esquerda, lá e cá...
  Resumo: A esquerda sindicalista..
  "Quando a empresa vai bem, o sindicato, manda os trabalhadores esquecer chaves dentro das máquinas"...

William: Já tratei com você sobre aquele pensamento icônico de Nietzsche sobre não se tornar o monstro que tenta combater.
  Os sindicalistas mantem aquela visão da sociedade de 1960, paradoxalmente são retrógrados e acusam os outros de serem!😉

  "Quando a empresa vai bem, o sindicato, manda os trabalhadores esquecer chaves dentro das máquinas".

  Você esta dizendo que de 1960 até hoje nada mudou?
  A geração Z é o retrato "cuspido e escarrado"😂 da sociedade de 1960, obedece sindicalistas (ou patrões) cegamente?

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 Resumo: 

   
1. Evite o Catastrofismo, nova palavra-chave central de suas meditações, ao lado de evitar o vitimismo e a paternidade irresponsável.

2. Adaptação natural das gerações, pessoas morrem, novas gerações se adaptam; dependentes podem reaprender a se sustentar.

3. Exemplos contra previsões catastróficas , os apagões do governo FHC não travaram o desenvolvimento; energia solar e eólica superaram o problema.

4. Pré-sal não nos tornou a Noruega ,18 anos depois, a promessa não se cumpriu, mas o Brasil continua.

5. Nações não acabam , a qualidade de vida regride, estagna ou melhora, mas a nação persiste (Venezuela e Argentina como exemplos).

6. Aposta na sensatez , independente de quem ganhe, cada resultado tem seu lado positivo; torce pela responsabilidade fiscal.

7. Responsabilidade do povo, não existe povo inocente; o Brasil é como a maioria dos votos válidos quer que seja.

  

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