sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Cara de Fezes

 

 



Post no Instagram : Viva de uma forma que as pessoas olhem pra ti e pensem: que pessoa leve, feliz,
agradável e nem imaginem quantas cruzes
você carrega.
  Isso é maturidade, equilíbrio emocional!

  
William >> Humm ... me parece mais "falsidade" ... não naquele sentido de "desonestidade".
  No sentido de ter a boa intenção de não incomodar os outros com nossos problemas.
  A pessoa pergunta se esta tudo bem, mesmo que estejamos com algum problema grave preferimos não compartilhar com ela.

  Mas sei lá, cada um é cada um, se sente vontade e acha apropriado desabafar com alguém ... faça isso.
  Se esta diante de alguém que pode resolver ou amenizar seu problema não seja orgulhosa peça ajuda.

  E não, você não tem obrigação de estar sempre sorridente se essa não for uma característica sua.
  Se tiver que fazer algum esforço, faça para não ficar carrancuda😉.
  A gente chegar em um lugar e ser recebido por "cara de fezes" é bem desagradável.

  Mesmo que eu esteja "p" da vida com alguma coisa, respiro fundo e tento deixar a expressão serena.
   É uma atitude lógica.
   Se você chega cordialmente, a maioria das pessoas se sentem meio que na obrigação de te tratar com a mesma civilidade.
   Se chegamos agressivos (mesmo aparentemente) a maioria já fica com a agressividade engatilhada ... é mais eficiente semear a paz para colher a paz.
  Haverá momentos que nosso lado mais "selvagem" terá que ser acionado, mas evitemos ao máximo.
  Amém?

 “Não se esconda atrás de um falso sorriso.
   Você tem o direito de não estar bem.” 
     (Paulo Coelho)



✧✧✧



Resumo:

 1. Distinção sobre a "falsidade": O comportamento de parecer sempre leve e feliz, ocultando os próprios problemas, assemelha-se mais a uma tentativa bem-intencionada de não sobrecarregar os outros do que a uma desonestidade.

2. Discernimento para buscar ajuda: Se a pessoa à sua frente tem a capacidade real de resolver ou amenizar o problema, o orgulho deve ser evitado e a ajuda deve ser solicitada.

3. Autenticidade e liberdade emocional: Ninguém tem a obrigação de manter um sorriso constante se isso não faz parte de sua personalidade.

4. O esforço mínimo de convivência: O esforço pessoal deve ser direcionado para evitar a hostilidade e a expressão carrancuda, pois ser recepcionado por uma "cara de fezes" em qualquer ambiente é desagradável.

5. Autocontrole como atitude lógica: Respirar fundo e buscar manter uma expressão serena mesmo em momentos de forte irritação é uma conduta puramente racional e eficiente.

6. A reciprocidade na interação social: Abordar os outros com cordialidade induz a maioria das pessoas a responder com a mesma civilidade, enquanto posturas agressivas ativam defesas alheias — afinal, é mais eficiente semear a paz para colher a paz.

7. Uso estratégico da agressividade: O lado mais "selvagem" e combativo só deve ser acionado em situações extremas, devendo ser evitado ao máximo no cotidiano.

 


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