sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Machismo

 


Lolita: Machismo mata... inclusive homens.

William: Vamos reduzir a expressão machismo a...

   "Homem se sentir superior a mulher".

  O Feminismo deveria ser seu antônimo:

  "Mulher se sentir superior ao homem".

  Porém, o politicamente correto não admite isso.
  O homem quer ser superior, a mulher apenas busca igualdade.
  O homem (ou mulher) que discordar disso é machista 😉

  Percebam que nem a busca da igualdade entre os termos é aceita, o que já denota a hipocrisia do politicamente correto.

  Depois vem as diferenças biológicas.
  Vamos a principal delas, o macho da espécie é mais forte fisicamente ... não confundir com resistente.
  Estou falando de força muscular mesmo.
  Eletrificação é coisa bem recente, para terem uma ideia até 1970 metade das casas não tinham energia elétrica.
  Antes da Revolução Industrial e as maquinas a vapor o trabalho era mais pesado ainda.
  Entenda o óbvio, homens ganhavam mais porque faziam trabalhos muito mais perigosos, pesados.
  Não precisa ser gênio para perceber que cozinhar, em geral, é menos pesado que cortar lenha.

  E a gravidez?
  Hoje as mulheres tem um ou dois filhos, mas antigamente a mortalidade infantil era alta.
  A mulher engravidava 10 vezes, para sobrar meia dúzia de filhos.
  A gravidez continua sendo um processo complicado (limitante fisicamente) pelo menos depois do quarto mês e mais algum tempo depois do parto.

  Vejam que são desigualdades naturais.
  E não tem essa de superior ou inferior, são papéis biológicos.

  Sem mulheres não haveria homens e sem homens não haveria mulheres.
  
   Os "papéis" ficaram mais próximos graças a eletrificação, trabalhos mais leves.
   E diminuição da natalidade, anticoncepcionais eficientes.

   Tudo mais é "imbecilidade" (por falta de palavra melhor).
   Eu seria imbecil se me achasse superior a minha esposa só por ser homem.
   Minha esposa seria uma imbecil se achasse superior a mim só por ser mulher.

  Digo isso porque "superioridade" existe nem que seja em determinadas atividades.

  A Marta é muito superior a mim jogando futebol.
  O Celso Portiolli é muito superior a minha esposa comandando um programa de auditório.

  Com essa habilidade é normal que a Marta ganhe muito mais que eu e o Portiolli mais que minha esposa.

  Essa lógica entra em sua mente?

Nota: O machismo mata?
  O orgulho, o ciúme, a inveja, a ganância ... muitos sentimentos humanos podem ser gatilhos para o assassinato.
  


✧✧✧




 

 

 Resumo:


1. Redefinição do Termo: Você propõe reduzir a definição de machismo à ideia de o "homem se sentir superior à mulher", argumentando que o antônimo lógico (feminismo) deveria ser a "mulher se sentir superior ao homem", embora note que o politicamente correto não aceite essa simetria.


2. Crítica ao Politicamente Correto: O texto aponta uma hipocrisia no discurso atual, que não permite a busca por igualdade terminológica e rotula como "machista" qualquer pessoa (homem ou mulher) que discorde da narrativa estabelecida.


3. Diferenças Biológicas e Históricas: Você argumenta que as disparidades salariais e de funções no passado tinham raízes biológicas óbvias: o homem possui maior força muscular para trabalhos pesados e perigosos, essenciais antes da era da eletricidade e das máquinas.


4. O Impacto da Gravidez: O texto destaca a gravidez como um processo fisicamente limitante e frequente no passado (devido à alta mortalidade infantil), o que naturalmente diferenciava os papéis e as capacidades de trabalho entre os sexos.


5. Tecnologia como Niveladora: Você defende que a aproximação dos papéis sociais entre homens e mulheres só foi possível graças à eletrificação (que tornou os trabalhos mais leves), aos anticoncepcionais e à diminuição da natalidade.


6. Papéis Biológicos vs. Superioridade: O argumento central é que não existe "superior ou inferior", mas sim papéis biológicos distintos e complementares. Você classifica como "imbecilidade" o sentimento de superioridade baseado apenas no gênero.


7. Superioridade por Habilidade, não por Gênero: O texto finaliza argumentando que a verdadeira superioridade (e a consequente diferença de ganhos financeiros) deve-se à competência individual em atividades específicas (como os exemplos da Marta e do Celso Portiolli) e não ao sexo da pessoa.


  

.