William: Judeus e cristãos se adaptaram melhor ao "capitalismo e a democracia".
Israel e Estados Unidos (entre outros) tem o tipo de sociedade que "eu" prefiro viver.
A dita sociedade judaico cristã.
Luz do luar: Ahahahah! A identificação de caráter é inegável.
No Afeganistão, agora é lei: homens podem se casar com meninas a partir dos 9 anos, desde que autorizados pelo pai ou pelo avô.
William: Afeganistão tem cultura judaico cristã?
Tem certeza disso?😉
Raio de Sol: A Luz do luar esta certa, ela sempre te coloca no bolso kkkkkk.
Se vc lêr números 31: 17 - 18 vc vera que a "cultura"(prática) da pedofilia entre Afeganistão e Israel são identificas.
William: Se você conhecesse o básico de história da humanidade saberia que a mulher já estava pronta para o casamento a partir da menarca.
O expectativa de vida era baixa, as uniões e promessas de compromissos aconteciam muito cedo.
O livro de Números se refere a um período ocorrido há 1400 anos ANTES do nascimento de cristo.
Os anticoncepcionais modernos ficaram acessíveis no Brasil a partir da década de 1960 depois do nascimento de Cristo, em termos de história da humanidade é algo muito recente.
O que uma coisa tem a ver com outra?
Isso possibilitou grande mudança nos comportamentos.
Ficou mais fácil para a mulher transar sem engravidar.
O desejo sexual na adolescência, começando por volta dos 12 anos, sempre foi intenso para maioria, homem ou mulher.
Antes que a pessoa cedesse a esse impulso forte da natureza era melhor casar.
Se pesquisarmos sobre casamentos até 1950 no Brasil, veremos que a média de idade era baixa.
Se a moça não arranjasse casamento antes dos 18 já era considerada "encalhada".
A tecnologia possibilitou mudança de hábitos.
Cristão e Judeus evoluíram, Islâmicos no geral também evoluíram nesse sentido, mas ainda tem muitas correntes mais radicais como no Afeganistão.
Cada um defende o que achar melhor, mas quando vejo os mais à esquerda defenderem com tanto ímpeto islâmicos do Afeganistão, da palestina, do Irã ... fico me perguntando quanto conhecem a cultura desses povos, movimentos como a "Irmandade Muçulmana".
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Resumo:
1. Preferência pelo Modelo de Sociedade Ocidental: Você defende que os judeus e os cristãos se adaptaram de forma mais eficiente ao capitalismo e à democracia, apontando sociedades como a de Israel e a dos Estados Unidos como os modelos de organização social em que prefere viver.
2. Diferenciação Cultural Imediata: Diante da provocação de outra participante sobre a nova legislação do Afeganistão (casamento de meninas a partir dos 9 anos), você rebate questionando a premissa dela, deixando claro que a cultura afegã não partilha dos valores da sociedade judaico-cristã.
3. Contextualização Histórica e Biológica do Casamento: Argumenta que, historicamente, a prontidão para o casamento estava atada a fatores biológicos naturais (como a menarca). Você explica que a baixa expectativa de vida na antiguidade impunha que as uniões e compromissos familiares fossem firmados muito cedo.
4. Distanciamento Temporal do Livro de Números: Esclarece que os relatos e práticas descritos no livro bíblico de Números ocorreram em um período remoto — cerca de 1400 anos antes do nascimento de Cristo —, não servindo como base direta para julgar comportamentos contemporâneos sem o devido filtro histórico.
5. O Impacto da Tecnologia e da Ciência nos Costumes: Defende que as grandes transformações comportamentais e a postergação da idade de casamento são fenômenos extremamente recentes na história humana, impulsionados diretamente pela tecnologia — especificamente pela chegada dos anticoncepcionais modernos a partir da década de 1960.
6. Evolução Social das Religiões: Sustenta que os cristãos e os judeus passaram por um processo de evolução e adaptação cultural ao longo do tempo. Aponta que, embora o Islã também tenha evoluído no geral, vertentes radicais (como a que governa o Afeganistão) ainda retêm práticas arcaicas.
7. Contradição Ideológica da Esquerda: Questiona a coerência de movimentos políticos mais alinhados à esquerda que defendem com fervor regimes ou grupos islâmicos radicais (como no Afeganistão, Irã e Palestina, citando a "Irmandade Muçulmana"), sugerindo que falta a essas pessoas um conhecimento profundo sobre a real cultura e as práticas desses povos.
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