Lorenzo: A intenção de Paulo Freire era ALFABETIZAR uma turma de adultos no menor espaço de tempo possível E CONSEGUIU!
Mas o brasileiro não sabe o valor que isso tem.
William: Até hoje não entendi porque tantos esquerdistas não replicaram o método maravilhoso de Angicos e acabaram com o analfabetismo no Brasil!
Lembremos que Fernando Henrique, Lula, Dilma e Temer idolatram Paulo Freire.
Só aí temos 24 anos de Governo Federal.
Até onde sei Sarney, Collor e Itamar também eram só elogios para esse "grande pedagogo".
Somado a isso temos uns 99,9% de professores em todos os níveis de ensino para os quais Paulo é um ídolo.
Sua indicação para patrono da educação brasileira não teve nenhuma resistência digna de nota.
Para quem não sabe o tal método promete "alfabetização plena" em 40 horas.
Logo, o argumento que faltou tempo não procede.
Por ano temos 8760 horas, em 24 anos...
Resumindo ao mínimo, o “método Paulo Freire” (um deles) é alfabetizar as pessoas com palavras usadas no seu dia a dia.
O que ele chamava de “universo vocabular”... gilberteando e caetaneando. 😏
No Brasil de norte a sul falamos o português.
O método seria mais interessante em tribos indígenas isoladas.
Exemplo:
O professor está lecionando em alguma cidade do Ceará.
Porque o “B” tem que ser de Barriga!?
Ensine B de Baitola.
Porque o A tem que ser de Abelha!?
Ensine A de Aperreado...
Viram nisso uma grande "revolução" no método de alfabetização.
Barriga não faz parte do universo vocabular do cearense!?
Todos lá falam bucho?
Não tem abelha no Ceará?
Tem, mas falam "beia".😏
Por favor cearenses, eu não tenho essa ideia "caricata" de vocês.
Sou paulista do interior e falo "pourta", "cairta"😏 ... "R" maldito.
Estou através de brincadeiras questionando posicionamentos muito sérios.
A de Abelha.
B de Barriga.
C de Cachorro.
D de Dado.
E de Elefante.
F de Faca.
Elefante é um bom exemplo, por não ser animal da nossa fauna vai dificultar a alfabetização da criança ou adulto!?
Sério que você acredita nisso?
Além disso em Angicos teve alto número de estudantes universitários proporcionando na pratica grande número de professores para pequenos grupos de alunos.
Não existe nada de revolucionário ou "não sabido" nesse quesito.
O professor consegue focar melhor em uma classe de 10 alunos que outra de 30.
Quando a criança tem muita dificuldade (se temos condição financeira) contratamos professor particular, isso acontece há séculos.
Mas em Angicos foi como se tivesse acontecido uma grande descoberta ... tirem suas conclusões.
Na propaganda e marketing a esquerda era ótima ... antes da Internet.
Nota: Se Paulo Freire estava tão certo e influenciou
tanto nossa "ideologia" de ensino (pedagogos e
professores):
Porque nossos resultados educacionais são
tão toscos !?
Se Freire não influenciou ... porque é o patrono
da educação !?
Não podemos falar de falta de vontade politica
uma vez que desde 1985 quase todos os políticos
eleitos exaltam o pedagogo.
Não podemos falar de falta de dinheiro porque o
ideologia é voltada aos mais pobres (oprimidos),
a "pregação" é que tem baixíssimo custo.
✧✧✧
Resumo:
1. Questionamento sobre a não replicação do método: Você questiona por que, se o método de Angicos é tão "maravilhoso" e promete a alfabetização plena em apenas 40 horas, os sucessivos governos alinhados à esquerda ou que idolatram Paulo Freire (como FHC, Lula, Dilma e Temer, somando 24 anos) não o replicaram em larga escala para erradicar o analfabetismo no Brasil.
2. Ampla aceitação e hegemonia freiriana: Você aponta que a imensa maioria dos professores (estimada em "99,9%") e a classe política desde 1985 exaltam Paulo Freire, o que resultou na sua nomeação como patrono da educação brasileira sem resistência significativa, eliminando o argumento de "falta de vontade política".
3. Origem externa do método e a realidade linguística nacional: Você menciona que a base do método (alfabetizar com o universo vocabular local) foi criada por Frank Charles Laubach para o contexto das Filipinas (que possuía vários dialetos). Argumenta que, como o Brasil fala majoritariamente a mesma língua de norte a sul, a premissa perde a força que teria em tribos isoladas.
4. Crítica à lógica do "universo vocabular" regional: Através de exemplos bem-humorados sobre o Ceará e sobre o uso da palavra "Elefante" (um animal que não pertence à fauna brasileira), você ironiza a ideia de que usar palavras fora do cotidiano imediato do aluno ou termos regionais seja um impedimento real para o aprendizado da leitura e escrita.
5. O real motivo do sucesso em Angicos (Proporção Aluno/Professor): Você argumenta que o sucesso da experiência de Angicos não se deveu a uma revolução pedagógica, mas sim a um fator estrutural conhecido há séculos: a presença de muitos estudantes universitários atuando como professores para pequenos grupos de alunos, o que permitiu um foco muito maior na aprendizagem.
6. Eficácia do marketing político: Você afirma que a esquerda sempre foi muito eficiente em propaganda e marketing (especialmente antes da era da internet), sugerindo que a narrativa mítica em torno de Angicos e de Paulo Freire foi impulsionada por essa habilidade de comunicação.
7. O paradoxo dos resultados educacionais: Você encerra com um dilema central: se Paulo Freire estava certo e sua ideologia moldou a formação de professores e pedagogos com o apoio do Estado, por que os resultados educacionais do Brasil continuam tão baixos ("toscos")? E se ele não influenciou os resultados, por que permanece no posto de patrono? Você reforça que isso não pode ser atribuído à falta de verbas, já que a proposta freiriana foca nos mais pobres e prega um modelo de baixíssimo custo.
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