quarta-feira, 15 de abril de 2026

África Islâmica

 



Raul: O sacrifício do Krame Krumah, Patrice Lumumba, Steven Biko, Malcolm X, Kimpa Vita e tantos outros lideres que morreram em defesa do povo preto mais que de Jesus de olhos azuis.

William: Maomé também não lutou “especificamente” contra o racismo e não falta preto islâmico.
  Não sei porque só implicam com o cristianismo!?

  Não confunda ator de cinema com a aparência
real de Jesus.
  Ninguém sabe qual era.
  Contenha sua inveja de olhos azuis. 😂

   Vamos aos números "aproximadamente":

Cristianismo - 50%
Islamismo - 43%
Religiões Africanas - 6%
Ateus e outras minorias - 1%


  Uma estimativa consolidada frequentemente citada é:

- Cristianismo: 49,3%

- Islã: 41,5%

- Religiões tradicionais: 7,9%

- Outros/nenhum: 1,3%

 

  Grok -  Pew Research Center



  Congo tem 120 milhões de habitantes, predominância cristã.

  Egito tem 120 milhões de habitantes, predominância islâmica.

  Nigéria tem 240 milhões de habitantes, dividida igualmente entre cristãos e islâmicos.

   Se analisarmos essas 3 nações é difícil dizer qual é a pior 😂 cada uma é ruim a seu modo.

   Com todos os problemas do Brasil "eu" não mudaria para nenhuma dessas nações.
   Quem acha que nossa "democracia" tem problemas (e tem, não estou negando) faça um pesquisa rápida de como esta a situação nessas nações.
  A mesma coisa com relação a situação econômica da população, não da elite corrupta.

   Da minha parte é o de quase sempre.
   O problema não é a religiosidade ou falta dela.
   É a cultura de apostar em um Estado Paizão.

   Os governantes concentram renda e poder com a justificativa de "cuidar do povo", mas acabam cuidando deles mesmos e companheiros.

  Por isso a importância da democracia (eleições limpas), não para acabar com o Estado, mas para o povo não deixar ninguém muito tempo no poder.
  Ao menor sinal de corrupção ou mesmo uso "incompetente" do dinheiro dos impostos, trocar o politico, em casos graves mandar para cadeia.

  Se mesmo com eleições limpas o povo preferir corruptos ... ai nem Jesus (ou Alá) na causa ...

✧✧✧

 

 Resumo:


1.  -Questionamento sobre a Seletividade das Críticas Religiosas:- Você argumenta que, embora Jesus seja frequentemente criticado por sua representação europeizada, Maomé também não lutou especificamente contra o racismo, e isso não impede a vasta presença de negros no islamismo. Para você, não faz sentido "implicar" apenas com o cristianismo.

 

2.  -A Estética de Jesus vs. Realidade Histórica:- Você defende que a imagem de um "Jesus de olhos azuis" é uma construção cinematográfica e que a aparência real dele é desconhecida, tratando essa crítica estética como algo secundário ou fruto de um ressentimento desnecessário.

 

3.  -Equilíbrio Demográfico na África:- Você utiliza dados estatísticos (Pew Research) para demonstrar que a África é dividida quase que igualmente entre o cristianismo (aprox. 50%) e o islamismo (aprox. 43%), mostrando a forte influência de ambas as religiões no continente.

 

4.  -A Religião não é o Fator Determinante da Crise:- Ao analisar nações como Congo (cristão), Egito (islâmico) e Nigéria (misto), você conclui que todas enfrentam problemas graves. Isso reforça seu argumento de que a "pior situação" de um país não depende da religião predominante, mas de outros fatores estruturais.

 

5.  -Crítica ao "Estado Paizão":- Este é o cerne do seu argumento político: o problema central não é a religiosidade ou a falta dela, mas a cultura de apostar em um Estado paternalista que concentra renda e poder sob a justificativa de "cuidar do povo", enquanto beneficia apenas a elite governante.

 

6.  -A Democracia como Ferramenta de Rotatividade:- Você defende que a importância das eleições limpas não é extinguir o Estado, mas garantir que ninguém permaneça no poder por muito tempo. A democracia deve servir como um mecanismo para punir a corrupção e a incompetência na gestão do dinheiro público.

 

7.  -A Responsabilidade do Eleitor:- Você finaliza com uma reflexão sobre a soberania popular: se, mesmo com eleições limpas, o povo opta por eleger governantes corruptos, a falha torna-se cultural e sistêmica, a ponto de nem intervenções divinas ("nem Jesus ou Alá") conseguirem resolver o problema.

 

 

  


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