Diogo >> Mas a reunião não salvou o banco.
Onde está a maracutaia?
William >> No governo Lula as maracutaias crescem tanto que fica difícil esconder.
Não dá para corromper toda a PF, sempre vai ter o servidor que faz o serviço de maneira honesta.
Outra coisa que sempre digo.
Todos somos povo, agente da PF não é alienígena.
Evidente que tem simpatizantes do bolsonarismo dentro da instituição.
Eles acabam vazando informações.
Chega até a mídia, espalha na Internet forçando Lula disfarçar uma atitude.
O Banco Central ficou independente na gestão Bolsonaro.
Depois de escolhido pelo Presidente da República o Presidente do BC tem mandato de 4 anos e pode ser reconduzido.
Tirá-lo nesse período é muito difícil, ele precisa ser denunciado em algo grave e ser destituído pelo Senado.
Quero dizer que o Gabriel Galípolo precisou puxar o saco do Lula antes de ser indicado, depois o Presidente da República não tem poder sobre ele.
(Evidente que se o Presidente o convida para uma reunião é de praxe atender o pedido.)
O mesmo acontece com ministros do STF.
Depois de indicado e aprovado no Senado ele só agrada o Presidente da República se quiser.
O problema é que no STF não tem mandato, o cara pode ficar lá até os 75 anos.
Lembra do Joaquim Barbosa que julgou o caso Mensalão?
Quem acredita que o PT queria que ele tivesse agido daquela forma!?
Depois que o cara virou ministro do STF, Lula não tinha mais nenhum poder sobre ele.
Barbosa achou por bem investigar o Mensalão e foi o que fez.
Dino, Zanim … não estão mais sobre o poder do Lula.
Eles podem ajudar por amizade, simpatia … mas por medo de alguma ação do Lula não.
Porque o Master quebrou?
Porque Galípolo foi técnico, fez o que achou melhor para a carreira dele.
Sem contar que o Master estava em situação muito critica, de posse dos números até um contador com pouca experiência perceberia.
Se Lula ganhar, Galípolo vai ser reconduzido?
Depois disso, com certeza não.
Mas com o currículo do Galípolo e seu comportamento técnico, o Mercado Financeiro vai permanecer escancarado para ele.
Você acha que o Campos Neto (antecessor na Presidência do BC) está passando por alguma dificuldade?
Profissionais competentes no Mercado Financeiro estão com a vida financeira ganha.
Vivem bem no Brasil e se quiserem podem escolher um país melhor para morar.
Paulo Guedes aceitou ser Ministro por um ato patriótico.
Se aceitaria de novo ... acho difícil.
Deve ser muito desgastante.
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Resumo:
• Independência do Banco Central: O Banco Central tornou-se independente na gestão Bolsonaro, garantindo ao seu presidente um mandato de 4 anos de estabilidade após a indicação, o que impede o Presidente da República de removê-lo facilmente ou exercer controle direto sobre suas decisões.
• Autonomia de Indicados a Altos Cargos: Autoridades indicadas (como o presidente do BC, ministros do STF e figuras como Dino e Zanin) perdem a subordinação ao Presidente após a posse, podendo agir por afinidade ou amizade, mas não por submissão ou medo.
• Atuação Técnica de Gabriel Galípolo: A quebra do Banco Master ocorreu por conta de uma conduta técnica de Galípolo, baseada em dados críticos que seriam evidentes até para um contador com pouca experiência, priorizando a própria carreira.
• Futuro Profissional e Mercado Financeiro: Embora uma recondução por Lula seja improvável após os desdobramentos, o currículo e a postura técnica garantem a Galípolo portas abertas no mercado financeiro, de forma semelhante à trajetória de Roberto Campos Neto.
• Vazamentos e Instituições: A corrupção e os esquemas enfrentam barreiras na Polícia Federal porque sempre haverá servidores honestos; além disso, a presença de simpatizantes do bolsonarismo na instituição facilita vazamentos que chegam à internet e forçam reações governamentais.
• Analogia com o STF e Casos Históricos: Assim como Joaquim Barbosa surpreendeu o PT ao conduzir o julgamento do Mensalão — demonstrando que Lula não tinha poder sobre suas ações após a investidura —, autoridades no Supremo mantêm total independência até a aposentadoria compulsória.
• Avaliação sobre Paulo Guedes: A aceitação do cargo de Ministro por Paulo Guedes foi um ato patriótico, mas um retorno é improvável devido ao alto desgaste da função.
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