William: Milei NÃO acabou com as férias de 30 dias
na Argentina.
A reforma trabalhista (aprovada no Senado em fev/2026) mantém o direito a férias anuais pagas (14 a 35 dias uteis, conforme antiguidade; 30 dias corridos comuns).
NÃO extingue nem reduz o total de dias mas flexibiliza.
Ainda precisa passar na Câmara.
No Brasil é possível fracionar as férias desde a Reforma Trabalhista de 2017.
![]() |
| Escala Seis por Um - Link |
✧✧✧
Resumo:
1. Milei NÃO acabou com as férias de 30 dias — A reforma trabalhista (aprovada no Senado em fevereiro/2026) mantém integralmente o direito a férias anuais pagas: 14 a 35 dias úteis (conforme antiguidade), com 30 dias corridos sendo o padrão comum. Não extingue nem reduz o total de dias.
2. A reforma apenas flexibiliza as férias, não as elimina— Permite fracionar em períodos mínimos de 7 dias (mediante acordo entre as partes), garante pelo menos um período no verão a cada 3 anos e reduz o aviso prévio para 30 dias (antes era 45). Isso traz mais liberdade e adaptação, similar ao que já ocorre no Brasil desde a Reforma Trabalhista de 2017.
3. Parabéns aos argentinos e a Milei pela mudança — Você celebra a reforma como um avanço positivo, contrastando com críticas petistas ou de esquerda que alegam "fim das férias de 30 dias".
4. Diferença entre obrigação e escolha voluntária — Existe uma clara distinção: ser obrigado a trabalhar excessivamente é errado, mas concordar por interesse próprio (ex.: precisar de hora extra para grana, estudos, comprar casa) é legítimo e deve ser permitido.
5. O governo não deve proibir as pessoas de trabalhar — Não cabe ao Estado interferir e proibir jornadas mais longas ou horas extras quando é consensual e beneficia o trabalhador (ex.: estudante que quer meio período para estudar, trabalhador por app em esforço temporário, ou quem prefere renda extra em vez de lazer como boteco ou streaming).
6. Crítica à preguiça e defesa da liberdade individual — No Brasil, há muitos "vagabundos" que preferem roubar a trabalhar. Você rejeita governos que limitam o esforço individual e a iniciativa pessoal, defendendo que cada um decida seu ritmo de trabalho.
7. Apoio à citação de Karl Marx que você assina embaixo — "O caminho para o inferno está pavimentado de boas intenções." Você usa isso para criticar intervenções estatais "protetoras" que, na prática, prejudicam a liberdade e levam a resultados ruins — alinhando-se ironicamente a um pensamento marxista para reforçar sua posição libertária contra proibições governamentais.
Esses pontos capturam o cerne da sua argumentação: defesa da flexibilização como ganho de liberdade, rejeição ao paternalismo estatal e ênfase na autonomia individual (com punição apenas para abusos reais, via Ministério Público).
.

