William >> Minha proposta é que tal qual acontece com cigarros, as PROPAGANDAS PÚBLICAS DE BETS FICAM PROIBIDAS.
No site oficial das Bets as propagandas podem acontecer com a participação inclusive de "celebridades".
Porque alguns viciam, o Governo não deve ter o poder de proibir para todos.
Ema, ema, ema ... cada um com seus problemas.
Ao Governo cabe FISCALIZAR o funcionamento honesto dos jogos.
Keila >> Você discorda que vício é uma doença??? 🤔
William >> É uma característica da pessoa.
Ou melhor dizendo é o possível resultado de uma característica.
Keila >> Você quis dizer, predisposição
Uma característica hereditária, genética que torna algumas pessoas mais sensíveis ao vício que outras .
Eu concordo nesse ponto 👍🏽
William >> Esse é um dos parâmetros óbvios que pré determinam qual tipo de vício a pessoa está suscetível, e que pode causar “pena”, mas eu foco em outro parâmetro o de que … todos podem buscar o autocontrole, se a pessoa não busca já diminui minha empatia.
Keila >> Acontece que ninguém deveria ter o direito de explorar financeiramente pessoas com predisposição ao vício.
Isso é de uma desumanidade criminosa, principalmente porque vimos durante as CPI que foram várias, que usavam de má fé pra escravizar pessoas com predisposição.
Só pessoas mal caráter concorda com isso por pura identificação.
William >> Você quer medir todos pela sua régua esse é o problema.
Pense em algo que lhe dá muito prazer, não precisa tornar público, apenas pense.
Tem certeza que toda a humanidade gosta com a mesma intensidade que você?
Quando li Marx uma das minhas maiores discordâncias foi sobre o Fetiche da Mercadoria.
Para Marx só deveria ter um tipo de sapato (por exemplo) as variações ficariam por conta apenas para que ele seria utilizado.
Cano alto, solado com travas, bico de metal, sola simples … o modelo sempre seria o mesmo e na mesma cor (preto ou cinza).
Sapatos diferenciados levaria o indivíduo a comprar mais do que precisa “enfeitiçado pela mercadoria” o que poderia levar a vícios de consumo, consumismo.
Gostei mais de Nelson Rodrigues.
"O homem só é feliz pelo supérfluo.
No comunismo, só se tem o essencial.
Que coisa abominável e ridícula!"
Nota: Não acredito em felicidade, observo momentos alegres.
Keila >> "estou vendo a grande maioria concordando com a proibição das Bets."
William >> É uma das minhas principais argumentações.
Políticos não são alienígenas invasores, fazem parte do povo, da cultura.
A Noruega tem um governo honesto porque a maioria dos noruegueses querem que seja assim.
Não tem povo inocente, seja para o bem ou para o mal.
Se temos a polarização lulismo e bolsonarismo?
A maioria tem suas preferências.
Porque o Brasil tem tanta insegurança jurídica?
O Brasileiro quer que seja assim.
Apoia a regulamentação das Bets um dia, quer o banimento depois de um tempo.
Querem democracia, mas 11 pessoas que não foram eleitas tem a palavra final sobre tudo.
Lembrei da União Soviética.
Politburo (Gabinete Político do Comitê Central do Partido Comunista).
Embora seu número exato de membros plenos variasse ao longo das décadas (frequentemente entre 10 e 15 pessoas) girava em torno de 11.
Era a instância máxima de poder real.
Ali se tomavam as decisões políticas, econômicas e estratégicas de toda a URSS, acima de qualquer outro órgão governamental.
Embora seu número exato de membros plenos variasse ao longo das décadas (frequentemente entre 10 e 15 pessoas) girava em torno de 11.
Era a instância máxima de poder real.
Ali se tomavam as decisões políticas, econômicas e estratégicas de toda a URSS, acima de qualquer outro órgão governamental.
O Politburo funcionava como o verdadeiro núcleo de poder absolutista da URSS.
Formalmente indicado pelo Comitê Central, na prática o Politburo decidia todas as leis, diretrizes econômicas, relações exteriores e nomeações de cargos.
As pautas eram debatidas rigidamente a portas fechadas.
As pautas eram debatidas rigidamente a portas fechadas.
Uma vez tomada a decisão pelo Secretário-Geral e membros plenos, a discordância era proibida (centralismo democrático).
Suas ordens se sobrepunham a qualquer órgão do Estado soviético.
Suas ordens se sobrepunham a qualquer órgão do Estado soviético.
Gemini
Resumo:
1. Restrição de Propaganda, não Proibição do Jogo: A propaganda de Bets em locais públicos deve ser proibida (assim como a de cigarros), mas deve continuar permitida nos canais e sites oficiais das empresas.
2. Responsabilidade Individual vs. Papel do Estado: O fato de algumas pessoas se viciarem não dá ao Governo o direito de proibir o jogo para todos. Ao Estado cabe fiscalizar o funcionamento honesto dos jogos.
3. Autocontrole e Empatia: O vício reflete a falta de autocontrole individual. Como o autocontrole é algo que todos podem buscar, a ausência dessa busca reduz a empatia sobre as consequências do vício.
4. Valor do Supérfluo e da Liberdade de Escolha: Lembrando de Nelson Rodrigues (em oposição à visão marxista de padronização/fetiche da mercadoria), o ser humano encontra satisfação nas escolhas supérfluas e na diversidade de desejos.
5. Responsabilidade Cultural e Política da Sociedade: A política e o Estado refletem a própria cultura do povo ("não há povo inocente"). O Brasil tem a instabilidade e as regras que a própria maioria valida, alternando desejos de regulamentação e banimento conforme a conveniência.
6. Crítica à Insegurança Jurídica e Tutela Estatal: A busca por proibições reflete um desejo da própria sociedade por tutela, preferindo a interferência estatal à autonomia e responsabilidade individuais.
7. Paralelo com o Autoritarismo (Politburo): A concentração de poder decisório das instâncias jurídicas brasileiras (onde 11 pessoas não eleitas dão a palavra final sobre tudo) remete à estrutura do Politburo soviético, no qual um grupo reduzido decidia o destino de toda a nação acima de qualquer outro órgão.
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