Adriano: Vivemos uma era em que “alta performance” virou vitrine de sofrimento disfarçado.
O cansaço extremo recebe aplausos, a ansiedade é romantizada como combustível e a insônia passa a ser medalha de disciplina.
Irritabilidade é confundida com firmeza, vício em trabalho vira propósito e colapsos emocionais são tratados como etapas inevitáveis do sucesso.
No fundo, estamos normalizando sinais claros de desequilíbrio.
Produzir muito não deveria significar se destruir aos poucos.
Sucesso que cobra a saúde como preço não é conquista, é troca desigual.
Talvez a verdadeira alta performance esteja em sustentar resultados sem perder a lucidez, o afeto, o sono e a própria humanidade. 📱
Presta atenção, galera! 👀
William: Não sei de ninguém ser obrigado a isso.
É muito vitimismo.
O problema é que a pessoa quer esforço mínimo e renda máxima.
Essa situação é difícil se você não nasceu um grande herdeiro com os negócios da família indo muito bem.
(Empresas vão à falência)
Se dar um tempo para si mesmo é mais importante … faça isso.
O que não dá é querer ser recompensado financeiramente por não trabalhar ou trabalhar menos.
Gil: VCS dois trazem aspectos muito importantes a serem levados em conta.
Há uma regra da vida que não deve ser esquecida:
"Não há sucesso sem sacrifício"
Esse sacrifício pode ser dado em vários modos .
Discutir a forma do sacrifício pra ser bem sucedido é muito complexo.
Perder sono, trabalhar muito ou pouco tempo ,etc.
Acho que não dá pra vermos o sucesso sempre como um caminho tão difícil, e também não dá pra pensar que teremos ele de mãos beijadas.
Equilíbrio.
William: Entendo o que você disse, mas vamos além...
Algum sacrifício quase sempre tem, veja o caso da Gisele Bündchen.
Evidente que a carreira de modelo exigiu muitos esforços da parte dela.
Eu acho essas modelos muito magras, entretanto ela tinha a aparência que fazia sucesso nesse ramo, teve sorte.
Por acaso alguém influente no ramo trombou com ela e deu tudo certo.
Em pouco tempo ganhou grana alta.
Estive nesse meio por alguns anos, vi moças lindíssimas, dedicadíssimas, e não alcançaram nem mínimo sucesso na carreira, foram fazer outra coisa.
Se sucesso é ter dinheiro, muitos já nascem nessa situação.
Se nasceu de cesariana não se esforçou nem para sair da va*ina ...😂
É o que eu digo, para tudo na vida é preciso ter sorte.
O que podemos fazer é estudar, trabalhar, aproveitar as oportunidades ou tentar cria-las, juntando alguma grana e arriscando em alguma coisa.
O problema é que muitos preferem se revoltar com a vida (culpando algum "Sistema) se alimentando de INVEJA DOENTIA.
Outra coisa "engraçada" e trágica ao mesmo tempo.
A pessoa fala de uma "cobrança social" que eu não consigo enxergar.
Sério que o meu vizinho (a sociedade) esta "cobrando algum sucesso" de mim!?😉
Para meus vizinhos basta que eu siga as regras da boa vizinhança.
Mantenha minha calçada limpa, sem barulho ou confusões.
No caso de condomínio, que eu pague em dia a taxa.
Não que os vizinhos queiram meu mal, mas não consigo imaginar eles perdendo o sono caso eu não consiga uma promoção na empresa.
Ou um vizinho pegando no pé da minha filha para que ela estude, todo preocupado com o futuro dela.
Alguma cobrança (e alta tolerância) vem dos pais e familiares mais próximos.
Se preocupam de como você vai viver quando eles não estiverem mais presentes.
Fora isso ... a sociedade cobrando sucesso da pessoa com todos os holofotes voltados para ela ...😂😂😂
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Resumo:
1. Ninguém é obrigado a perseguir "alta
performance" a qualquer custo — Não existe obrigação externa real para
adotar o estilo de vida de sofrimento disfarçado (cansaço extremo, ansiedade,
insônia como medalhas); quem escolhe isso não está sendo forçado pela
sociedade.
2. A crítica à "alta performance tóxica" é
frequentemente vitimismo — Muitos que reclamam querem o oposto: esforço
mínimo combinado com renda máxima, o que é irrealista na maioria dos casos, a
menos que se nasça em berço de ouro (herdeiros com negócios familiares
estáveis, mas mesmo empresas quebram).
3. Se priorizar o tempo para si mesmo for mais importante,
faça isso sem reclamar — É legítimo escolher equilíbrio ou menos trabalho,
mas não se pode esperar recompensa financeira alta por produzir pouco ou nada;
há incoerência em querer benefícios sem esforço proporcional.
4. Sucesso quase sempre envolve algum sacrifício, mas não
necessariamente destruição — Exemplos como Gisele Bündchen mostram que
esforço + sorte (aparência certa, encontro com oportunidade certa) contam
muito; muitas pessoas dedicadíssimas e talentosas não conseguem sucesso no
mesmo ramo.
5. Sorte é fator decisivo em tudo na vida — Mesmo
nascendo rico já é uma "sorte" (nem esforço para nascer foi preciso,
piada da cesariana); o que está ao nosso alcance é estudar, trabalhar,
aproveitar ou criar oportunidades, arriscar com algum capital acumulado.
6. Muitos preferem revolta e inveja doentia em vez de
ação — Em vez de culpar o "Sistema" ou se alimentar de inveja, o
caminho prático é agir (estudar, trabalhar, arriscar); a revolta é uma escolha
trágica e improdutiva.
7. Não existe "cobrança social" real por sucesso
pessoal— A sociedade (vizinhos, condomínio) só exige cumprimento de regras
básicas de convivência (calçada limpa, sem barulho, taxa em dia); ninguém perde
o sono se você não for promovido ou rico. A verdadeira cobrança (com
preocupação genuína) vem apenas de pais e familiares próximos, preocupados com
seu futuro quando eles não estiverem mais presentes; fora isso, a ideia de
sociedade com "holofotes" cobrando sucesso é ilusória e exagerada.
Esses pontos capturam bem o cerne da sua posição:
desmistificar a pressão social como algo imaginário, enfatizar responsabilidade
individual, sorte + esforço realista e rejeitar o vitimismo como explicação
para frustrações.
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