Lolita: Machismo mata... inclusive homens.
William: Vamos reduzir a expressão machismo a...
"Homem se sentir superior a mulher".
O Feminismo deveria ser seu antônimo:
"Mulher se sentir superior ao homem".
Porém, o politicamente correto não admite isso.
O homem quer ser superior, a mulher apenas busca igualdade.
O homem (ou mulher) que discordar disso é machista 😉
Percebam que nem a busca da igualdade entre os termos é aceita, o que já denota a hipocrisia do politicamente correto.
Depois vem as diferenças biológicas.
Vamos a principal delas, o macho da espécie é mais forte fisicamente ... não confundir com resistente.
Estou falando de força muscular mesmo.
Eletrificação é coisa bem recente, para terem uma ideia até 1970 metade das casas não tinham energia elétrica.
Antes da Revolução Industrial e as maquinas a vapor o trabalho era mais pesado ainda.
Entenda o óbvio, homens ganhavam mais porque faziam trabalhos muito mais perigosos, pesados.
Não precisa ser gênio para perceber que cozinhar, em geral, é menos pesado que cortar lenha.
E a gravidez?
Hoje as mulheres tem um ou dois filhos, mas antigamente a mortalidade infantil era alta.
A mulher engravidava 10 vezes, para sobrar meia dúzia de filhos.
A gravidez continua sendo um processo complicado (limitante fisicamente) pelo menos depois do quarto mês e mais algum tempo depois do parto.
Vejam que são desigualdades naturais.
E não tem essa de superior ou inferior, são papéis biológicos.
Sem mulheres não haveria homens e sem homens não haveria mulheres.
Os "papéis" ficaram mais próximos graças a eletrificação, trabalhos mais leves.
E diminuição da natalidade, anticoncepcionais eficientes.
Tudo mais é "imbecilidade" (por falta de palavra melhor).
Eu seria imbecil se me achasse superior a minha esposa só por ser homem.
Minha esposa seria uma imbecil se achasse superior a mim só por ser mulher.
Digo isso porque "superioridade" existe nem que seja em determinadas atividades.
A Marta é muito superior a mim jogando futebol.
O Celso Portiolli é muito superior a minha esposa comandando um programa de auditório.
Com essa habilidade é normal que a Marta ganhe muito mais que eu e o Portiolli mais que minha esposa.
Essa lógica entra em sua mente?
Nota: O machismo mata?
O orgulho, o ciúme, a inveja, a ganância ... muitos sentimentos humanos podem ser gatilhos para o assassinato.
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Resumo:
1. Redefinição do Termo: Você propõe reduzir a definição
de machismo à ideia de o "homem se sentir superior à mulher",
argumentando que o antônimo lógico (feminismo) deveria ser a "mulher se
sentir superior ao homem", embora note que o politicamente correto não
aceite essa simetria.
2. Crítica ao Politicamente Correto: O texto aponta
uma hipocrisia no discurso atual, que não permite a busca por igualdade
terminológica e rotula como "machista" qualquer pessoa (homem ou
mulher) que discorde da narrativa estabelecida.
3. Diferenças Biológicas e Históricas: Você argumenta
que as disparidades salariais e de funções no passado tinham raízes biológicas
óbvias: o homem possui maior força muscular para trabalhos pesados e perigosos,
essenciais antes da era da eletricidade e das máquinas.
4. O Impacto da Gravidez: O texto destaca a gravidez
como um processo fisicamente limitante e frequente no passado (devido à alta
mortalidade infantil), o que naturalmente diferenciava os papéis e as
capacidades de trabalho entre os sexos.
5. Tecnologia como Niveladora: Você defende que a
aproximação dos papéis sociais entre homens e mulheres só foi possível graças à
eletrificação (que tornou os trabalhos mais leves), aos anticoncepcionais e à
diminuição da natalidade.
6. Papéis Biológicos vs. Superioridade: O argumento
central é que não existe "superior ou inferior", mas sim papéis
biológicos distintos e complementares. Você classifica como
"imbecilidade" o sentimento de superioridade baseado apenas no
gênero.
7. Superioridade por Habilidade, não por Gênero: O texto
finaliza argumentando que a verdadeira superioridade (e a consequente diferença
de ganhos financeiros) deve-se à competência individual em atividades
específicas (como os exemplos da Marta e do Celso Portiolli) e não ao sexo da
pessoa.
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