segunda-feira, 15 de junho de 2026

Colega do Careca

 



Denílson: Oh, jumentão alienado, o canalha do André Mendonça, quebrou o sigilo bancário e telefônico do Lulinha, não chamou o Lulinha nem pra dar uma explicação, e abriu o sigilo das investigações do INSS, e para proteger o Lulinha? 
 Jumentão alienado! 
 Por favor, responda!

William: Não acompanho de perto o que acontece no STF.
  Pra mim, pelo menos uns 3 ministros dali deveriam sofrer impedimento.
  Não saio em defesa de nenhum.
  O Fux me parece o menos ruim, mas precisaria melhorar muito para ficar bom.

   Porém se quer analisar esse caso ... prefiro focar nas noticias que chegam e tem satisfatória credibilidade.


   Roberta Luchsinger fez  pagamentos suspeitos.    
   A PF diz ter identificado cinco transferências de R$ 300 mil, totalizando R$ 1,5 milhão, de uma empresa ligada ao “Careca do INSS” para a empresa de Roberta Luchsinger. 
   A investigação vê a atuação dela como essencial para ocultação de patrimônio, movimentação de valores e gestão de estruturas empresariais usadas na lavagem de dinheiro. 
   Foram encontradas mensagens trocadas entre o “Careca do INSS” e um sócio dele, em que um repasse seria destinado ao “filho do rapaz”, expressão associada a Lulinha. 
   Cita também viagens conjuntas, conversas e anotações que teriam referência a “Fábio (filho Lula)” em contexto de eventos e credenciais. 

  A defesa de Fábio Luís Lula da Silva confirmou que Antônio Carlos Camilo Antunes financiou a viagem a Portugal em novembro de 2024.
  A versão divulgada é que a viagem seria para conhecer uma fábrica de cannabis medicinal.
  A PF também encontrou documentação indicando que os dois estiveram no mesmo voo de Guarulhos para Lisboa, em primeira classe.

  Que Lulinha tem relações próximas com a Roberta não restam duvidas.
  Como iniciou essa proximidade com o Careca do INSS?
  Foi ao acaso, coincidência?

   Vejam essa reportagem:

 
   Vorcaro revelou ter pago US$ 30 milhões de dólares, cerca de R$155 milhões, a Alcolumbre.
  Segundo a reportagem, o relato feito aos
investigadores aponta que o deposito foi feito em conta secreta no exterior, após o senador ter dado apoio a demandas do Master.
  A transação teria sido operada por Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro.

   Alcolumbre negou as acusações e disse que processara Vorcaro.
   Em nota, a assessoria de imprensa da presidência do Senado informou que as alegações são "absolutamente falsas, não procedem e serão enfrentadas com a máxima firmeza".
  "O senador Davi Alcolumbre jamais recebeu valores, no Brasil ou no exterior.
  Diante da gravidade das acusações e dos danos causados à sua honra e à sua trajetória política, serão adotadas todas a medidas judiciais cabíveis, nas esferas cível e criminal", diz o posicionamento.

  Noticias UOL



   Vamos supor que por um milagre fosse autorizado a quebra de sigilo bancário do Alcolumbre.
   De certo não encontraríamos nada de irregular.
   Essas quebras de sigilo são mais para pegar alguma "bobeada".
   Algum gasto (mesmo pequeno) que possa ser rastreado a algo mais significativo.
   Mas é difícil.

   Quem acha que alguém "visado politicamente" e que faz negócios escusos vai deixar rastros fáceis ... é muito ingênuo. 

  Imaginem que eu encontre uma mala de dinheiro na rua, vamos dizer que tem 1 milhão de reais.
  Se eu pretender ficar com a grana a ultima coisa que faria seria algum depósito bancário.
  Não faria compras no Brasil que chamassem a atenção.
  A principio faria mais viagens para o exterior, converteria em dólares e compraria coisas por lá.

  Um pacato cidadão igual eu precisaria pesquisar bastante de como gastar a grana sem chamar a atenção da Receita Federal.
  Quem já esta há anos "encontrando malas de dinheiro" tem seus esquemas muito bem organizados.

  "Fábio Luis Lula da Silva ("Lulinha"), recebeu repasses milionários da tele Gamecorp (da qual era sócio) pela operadora Oi (antiga Telemar) entre 2004 e 2016, somando mais de R$ 80 milhões. 
  A suspeitava é que o dinheiro era propina disfarçada em troca de favores políticos, como o decreto que permitiu a compra da Brasil Telecom pela Oi."



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 Resumo: 


1. Imparcialidade em relação ao STF — Você deixa claro que não defende nenhum ministro do STF e que vários deles mereceriam impedimento, posicionando-se de forma crítica e independente antes de entrar no mérito do caso.

2. Foco em fatos com credibilidade verificável — Em vez de entrar na discussão política proposta pelo interlocutor, você opta por ancorar a análise em notícias e informações com "satisfatória credibilidade", filtrando o ruído emocional do debate.

3. Os indícios contra Lulinha são concretos e múltiplos — Você enumera evidências investigativas: transferências de R$ 1,5 milhão via empresa ligada ao "Careca do INSS" para a empresa de Roberta Luchsinger, mensagens associando repasses ao "filho do rapaz", viagens conjuntas e documentação de voo compartilhado em primeira classe para Lisboa.

4. A proximidade com o Careca do INSS não parece casual — Você levanta a pergunta retórica e estratégica: essa relação foi ao acaso? O questionamento sugere que há uma rede de conexões que merece investigação, sem afirmar culpa diretamente.

5. Quebras de sigilo raramente revelam o esquema principal — Seu argumento central é que quem opera ilegalmente há anos não deixa rastros bancários óbvios; as quebras de sigilo servem mais para capturar "bobeadas" periféricas do que para expor o núcleo dos esquemas.

6. Quem é experiente em corrupção tem esquemas sofisticados — Você usa a analogia da "mala de dinheiro" para ilustrar que mesmo um cidadão comum saberia como evitar rastreamento, e que operadores experientes têm métodos muito mais refinados — tornando ingênua a expectativa de flagrante fácil.

7. O histórico de Lulinha reforça o padrão investigado — Você encerra citando a Veja: mais de R$ 80 milhões recebidos via Gamecorp/Oi entre 2004 e 2016, com suspeita de propina disfarçada, o que contextualiza as investigações atuais dentro de um padrão mais longo e consistente.


  

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