"NEURODIVERGENTE", descreve pessoas cujo funcionamento cerebral e cognitivo difere do considerado típico ou padrão pela sociedade."
Inventam termos onde cabe qualquer coisa.
Defina o comportamento típico padrão!
(Ou peça para algum psicólogo fazer isso.
Mirela >> Você fez uma tradução do termo ao pé da letra.
Esse termo descreve pessoas que nasceram com condições neurológicas, e não uma simples diferença de personalidade.
Se você deseja tirar essas dúvidas, procure conversar com um médico e não consultar artigos duvidosos postados por qualquer 1 na internet.
Pode duvidar das minhas palavras, mas eu recebi diagnósticos, e o caminho foi longo e complexo, uma avaliação neuropsicológica demora dias pra ser feita e meses pra ser corrigida, o resultado só consegue ser compreendido por quem é o aplicador do teste, avaliando várias questões além da cognitiva, biopsico social.
“o resultado só consegue ser compreendido
por quem é o aplicador do teste”
William >> Igual quando vamos na Umbanda ou Candomblé.😂
Sempre alguém fez um “trabaio” pra gente.
São dificuldades normais na vida de qualquer um, mas “queremos ser convencidos” que precisamos da proteção (serviços) de um pai de santo.
Da mesma forma ... diante das dificuldades da vida de qualquer um a pessoa quer ser convencida que para ela é mais difícil que para todos os outros.
Se o psicólogo falar que são dificuldades normais perde o cliente que vai procurar outro profissional que diga exatamente o que ela quer ouvir e quem sabe conseguir atestados médicos e drogas.
O psicanalista ganha, dinheiro da pessoa ou do convênio.
Se chegar ao psiquiatra ele ganha sua parte.
Se chega ao psiquiatra de certo vai ter receita médica, a indústria farmacêutica ganha.
Quem perde é a sociedade como um todo, uma pessoa normal que poderia estar contribuindo para o bom funcionamento da nação, vira só mais um peso.
Fala verdade qual a “produtividade” de um psicólogo?
Mirela >> As disfunções no cérebro podem não ser visíveis com a tecnologia atual, porém os efeitos comportamentais são bem evidentes, basta conviver com pessoas que possuem diversos transtornos neurológicos e você perceberá o padrão de comportamento.
William >> De certo se eu for em qualquer um desses profissionais eu serei diagnosticado com algum distúrbio.
Não falta gente me achando estranho, louco.
Eu tenho minhas características, ninguém é igual a ninguém.
Mirela >> Quem tem esses transtornos não são pessoas estranhas ou loucas dessa maneira pejorativa, procure perguntar a pessoas que fizeram esse teste para tirar suas conclusões depois.
De fato se você não identificou comportamentos seus disfuncionais, ou incapacidade de compreender ou agir na sua própria vida cotidiana, você pode estar saudável.
Conheço um amigo que tem que morar num asilo para pessoas com transtornos psiquiátricos porque não consegue fazer tudo necessário pra ele próprio.
Fica o questionamento se cada pessoa é diferente um do outro, porque pessoas com deficiência tem de seguir uma rotina ou vida padronizada?
William >> Atenção, NÃO estou dizendo que não existe demência, esquizofrenia, surtos psicóticos (loucura) ...
Quando essas ocorrências são graves qualquer um consegue identificar.
O problema é colocar na mesma categoria "asma e resfriado".
Um exemplo tosco, mas é o que me vem a cabeça.
A maioria das pessoas gostam de pets, esse é um padrão.
Minha filha tem dois gatos, ela adora, minha outra filha e esposa também.
Eu não gosto da presença de pets.
Eu tenho que me adaptar ao mundo, não o mundo a mim.
Mantenho o máximo de distância que posso, vida que segue.
Não vou fazer drama:
"Doutor não gosto de pets, encontra um problema no meu cérebro para eu justificar".
Mirela >> No âmbito pessoal tenho uma terapeuta que auxilia o aprendizado prático de coisas da vida, ela não faz nada pra mim, nem favores, agora questões de organizar cronograma dificuldades de comunicação de entender o os outros pensam e fazem são pontos de trabalho na terapia.
William >> Você deve ter uma condição econômica social satisfatória.
Imagine se você fosse da classe C ou D.
Iria se adaptar a sua realidade, conviver com suas características.
O que você faz é uma "frescura" que você pode se dar o luxo.
Nada contra, se isso te faz bem e não prejudica ninguém, pelo contrário emprega sua terapeuta 😉 não sou eu que vou ficar problematizando.
Vou ficando por aqui, saudações democráticas!
Provocação mental (lição de casa 😉) para os leitores:
"tenho uma terapeuta que auxilia o
aprendizado prático de coisas da vida,"
Se o curso de terapia faz a pessoa ficar tão sábia ... os pacientes deveriam se matricular no curso?
Decifra-me ou te devoro! 😉
✧✧✧
Resumo:
1. O conceito de "Psicologismo" e a mercantilização da escuta
A psicanálise e a psicologia moderna transformam o sofrimento psíquico natural (como o vazio existencial, culpa ou sentimento de injustiça) em uma oportunidade de negócio. No fundo, trata-se apenas de dar espaço para o cliente desabafar e aliviar sentimentos — algo que poderia ser feito com outra pessoa ou em um diário —, mas que é monetizado pelo mercado terapêutico.
2. Generalização e imprecisão de termos como "Neurodivergente"
A criação de termos amplos e subjetivos serve para enquadrar quase qualquer variação de personalidade ou comportamento sob um rótulo clínico. Sem uma definição clara e objetiva do que seria um "comportamento típico padrão", o termo se torna uma muleta conceitual para transformar diferenças individuais em diagnósticos.
3. Diagnósticos inacessíveis e a dependência do especialista
A alegação de que a avaliação e os testes só podem ser compreendidos pelo próprio aplicador assemelha-se a uma dinâmica mística ou religiosa (como a dependência de um intermediário ou pai de santo). O processo é desenhado de forma que o indivíduo seja convencido de que suas dificuldades diárias exigem a intervenção e a "proteção" contínua de um profissional.
4. A engrenagem financeira entre terapeutas, médicos e a indústria farmacêutica
Existe um conflito de interesses na relação terapêutica: se o profissional disser que as dificuldades do cliente são normais da vida, ele perde o cliente. A validação das queixas gera um ciclo lucrativo que alimenta o psicanalista/psicólogo, o psiquiatra (com atestados) e a indústria farmacêutica (com a venda de medicação).
5. O impacto da patologização na produtividade social
Ao validar a vitimização e transformar dificuldades cotidianas em transtornos, a sociedade perde individualidades funcionais. Pessoas que poderiam estar adaptadas e contribuindo ativamente para a nação tornam-se dependentes do sistema de saúde e da validação de diagnósticos, gerando um peso social em vez de produtividade real.
6. Confusão entre condições severas e variações de personalidade ("Asma vs. Resfriado")
Há uma diferença crucial entre condições graves e visíveis (como demência, esquizofrenia ou surtos psicóticos) e meras características de personalidade ou preferências individuais. Enquadrar pequenos desconfortos ou inadequações sociais na mesma categoria de patologias severas é uma distorção. A responsabilidade do indivíduo é se adaptar ao mundo, e não exigir que o mundo se adapte às suas particularidades.
7. O privilégio socioeconômico da terapia e a contradição do "ensino da vida"
O acompanhamento terapêutico para tarefas cotidianas e organizacionais é um luxo viabilizado por uma condição econômica favorável (classes mais abastadas). Pessoas de classes populares (C e D) precisam lidar com a realidade e se adaptar na prática, sem o recurso da patologização. Por fim, se o terapeuta detém o saber "prático da vida", surge a provocação: seria mais lógico o paciente fazer o curso de terapia para adquirir a autonomia do que se manter cliente ad eterno.
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