15/05/2014 - Depois de ouvir mais Eduardo Campos...NÃO gostei nada do que ouvi.
A gota d’agua é ele dizer que se Lula decidir ser candidato Eduardo se retira da disputa!
Se ele se acha pior que Lula e eu acho Lula ruim... não vejo como ainda pensar em votar nele.
Só sobrou Aécio, vamos ver se conseguimos elege-lo, não será nada fácil, mas ele ao menos acredita que pode fazer um Governo melhor que Lula, já é alguma coisa.
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A gota d’agua é ele dizer que se Lula decidir ser candidato Eduardo se retira da disputa!
Se ele se acha pior que Lula e eu acho Lula ruim... não vejo como ainda pensar em votar nele.
Só sobrou Aécio, vamos ver se conseguimos elege-lo, não será nada fácil, mas ele ao menos acredita que pode fazer um Governo melhor que Lula, já é alguma coisa.
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Otto >> Você escreveu esse texto antes do Eduardo Morrer?
Eu até acreditei nele ... no filho dele, depois do acidente!
Hoje o filho dele parece que deve a alma ao Lula PT.
William >> Já disse, antes só tinha esquerda e menos esquerda, não tinha direita para escolher.
Otto >> E ao pé da letra, ainda não tem.
William >> Para sabermos quem defende o pensamento de direita de fato, só vendo o cara governar.
Com a pandemia não foi possível avaliar bem Bolsonaro, o Estado foi obrigado a intervir e muito.
Entretanto dá para saber claramente quem é de esquerda.
Ciro, Boulos, Haddad, Lula, Aécio (José Serra, Fernando Henrique), Dilma ... não deixam duvidas.
Tem também os fisiológicos que são camaleões.
Se apegam mais ao poder (ou a corrupção) que a uma ideologia em si.
A prioridade do eleitor deveria ser o combate a corrupção.
Fernando Henrique apesar de ser de esquerda fez um bom governo com reformas muito importantes.
Comparado com a era PT; PSDB foi um Governo honesto.
O PT dizia que iria provar os grandes desvios, foi eleito em 2003 e não apresentou nada ao nível de Mensalão ou Petrolão.
Por favor, não radicalizem.
Não estou dizendo que no Governo FHC não teve nada de questionável.
Estou dizendo que o PT ao chegar no poder tinha todas as ferramentas e apoio popular para denunciar e punir irregularidades.
A dedução lógica é que não encontrou ou acobertou.
Os esquemas que possivelmente haviam foram turbinados, a corrupção aumentou exponencialmente.
E aqui entramos no pragmatismo que defendo tanto.
Por mais honestos que o Presidente, Governador, Prefeito sejam, a máquina publica é muito grande.
Não dá para o governante acompanhar 24 horas por dia tudo que cada participante do seu governo faz.
O importante é ele combater a irregularidade, não ser conivente.
Se o Presidente é pego de surpresa devido alguma investigação jornalística ou policial é compreensível, deve ser totalmente cooperativo com a investigação.
Se o Presidente (Governador, Prefeito) claramente já sabia o que estava acontecendo e só decidiu agir depois de descoberto ... ai é imperdoável.
Não sejamos ingênuos, eliminar a corrupção é impossível, sempre vai ter alguém querendo levar vantagem em alguma coisa, não acontece só no Governo, mas também em empresas privadas.
Sabiam que boa parte das mercadorias que desaparecem nas lojas e supermercados é ação interna de funcionários que conhecem bem a rotina?
É comum vermos nos noticiários patrões (empresas) ter grande prejuízo com desvios feitos por gerentes que chegaram a esse cargo por competência e "confiança" na idoneidade.
Nós enquanto povo temos que buscar sermos mais "honestos" em tudo.
Não basta ser honesto temos que cobrar honestidade.
Um politico pode ser de esquerda, direita, fisiológico ... se sua prioridade é drenar os cofres públicos em proveito próprio e da sua galera, não tem outra ação lógica do eleitor que não seja descarta-lo.
Dito tudo isso ...
Eu e outros espalhamos o pensamento de centro direita.
É o tipo de ideologia que tem dado melhores resultados empíricos, mas que não tem como dar certo em um povo altamente conivente com a corrupção.
Se o Estado for enorme como gostam os mais a esquerda, mas a corrupção for mínima já dá para ter qualidade de vida satisfatória para todos.
Estado enorme e corrupção generalizada ai é Perda Total.
✧✧✧
Resumo:
1. Escassez histórica de opções de direita e pragmatismo no voto: No passado, o cenário político oferecia escolhas restritas entre "esquerda" e "menos esquerda". Diante da falta de alternativas ideológicas ideais, o eleitor deve ser pragmático e votar na opção que se mostre menos corrupta.
2. Dificuldade de avaliar a direita e clareza da esquerda: Para identificar quem realmente defende o pensamento de direita na prática, é preciso ver a pessoa governar (com avaliações atrapalhadas em momentos extraordinários como a pandemia, que exigiu forte intervenção estatal). Em contrapartida, políticos como Lula, Ciro, Haddad, Boulos, Aécio, FHC, Serra ...deixam claro seu alinhamento à esquerda.
3. Combate à corrupção como prioridade máxima: A conduta moral e a honestidade do governante devem vir acima das ideologias político-partidárias, superando os rótulos de esquerda, direita ou fisiológicos.
4. Comparativo de governabilidade e corrupção (PSDB x PT): O governo FHC realizou reformas importantes e, comparado às gestões petistas, manteve-se em um patamar de honestidade superior. Embora o PT assumisse prometendo provar grandes desvios anteriores, não apresentou nada comparável aos escândalos do Mensalão e Petrolão, evidenciando que a corrupção aumentou exponencialmente no seu período do poder.
5. Critério de imperdoabilidade para governantes: Como a máquina pública é vasta, é impossível um líder controlar tudo e a eliminação total da corrupção é inviável até no setor privado. No entanto, se um governante é pego de surpresa e coopera com as apurações, é compreensível; mas se já sabia dos esquemas e só agiu após o escândalo vir à tona, seu ato torna-se imperdoável.
6. Defesa da centro-direita e exigência de honestidade coletiva: O pensamento de centro-direita é o que apresenta os melhores resultados práticos e empíricos pelo mundo. Contudo, essa ideologia só prospera se a sociedade não for conivente com pequenos desvios cotidianos e passar a cobrar e praticar a honestidade ativamente.
7. O cenário de "Perda Total": Um Estado grande, por si só, ainda pode proporcionar qualidade de vida satisfatória se a corrupção for mínima. No entanto, a combinação de um Estado gigantesco com corrupção generalizada resulta na "Perda Total" para o país.
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