terça-feira, 10 de março de 2026

Educação Religiosa

 

Reginaldo: “Se as pessoas não fossem doutrinadas desde crianças em uma única crença, haveria bem menos cristãos. 

   Acho que toda criança deveria ser exposta a várias religiões e filosofias, com pais de visões diferentes, cuidadores diversos e colegas de múltiplas crenças na escola.
   Na minha experiência, nesse cenário a maioria dificilmente seria cristã. 
  Basta uma convivência real e profunda com outras visões para abalar ou mudar a fé de muitos, já que todas as vertentes cristãs se dizem ‘a única verdade’.
  Eu vim de lar católico, fiz primeira eucaristia e acreditava de verdade. 
  Na adolescência virei ateu (e pretendo continuar assim). 
  Minha irmã mais nova, criada na igreja, ouviu minhas críticas ao cristianismo e virou agnóstica: concorda com várias contestações, mas ainda vai à igreja por conveniência social e curiosidade.”

William: Olhando para o mundo qual a vantagem de uma nação ter "menos cristãos"?
    A maior potência do mundo é de maioria cristã.
   "Eu" não trocaria pela segunda maior potência que incentiva a adoração ao Estado. 

    Tem os islâmicos, nem sei o que será deles quando o petróleo perder a importância.

    A URSS persistiu com o ateísmo por 70 anos e nem existe mais.

    Hinduísmo é interessante, mas não curto a cultura indiana.

  Xintoísmo é legal, japoneses melhoraram bastante depois da segunda guerra.

  Da sua proposta, o pior pra mim é a escola ficar ensinando religião.
  Prefiro que "escolarize", passe para as crianças conhecimentos básicos de matemática, geografia, gramatica, história, geometria ...

  Educação é função da família, que cada pai ensine ao filho as religiões que quiser.
  Na adolescência o cidadão escolhe seu próprio caminho.

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