Post no Face: "Por que eu sou vegetariano?
Porque não aceito a morte de nenhum animal para minha sobrevivência."😠
William: Por que
NÃO sou vegetariano?
O homem come carne desde os tempos das cavernas, observamos em desenhos deixados por nossos antepassados.
Isso sugere que carne faz parte da nossa alimentação, fomos feitos para comer carne "também".
Um leão que comesse só vegetais fatalmente deixaria de ser leão com suas características e habilidades.
Geneticamente, com o passar das gerações, felinos desapareceriam ... tal qual o conhecemos.
Você é religioso cristão?
Biblicamente o Deus de Abraão aceitava sacrifícios de animais como ovelhas.
Porque ovelhas e cabras?
O gado doméstico descende do Auroque na Europa e do Guar na Ásia.
A domesticação
começou há cerca de 5500 anos, mas não era comum criar gado para alimentação.
Bovinos eram comidos apenas se morressem ou se não fossem mais úteis para carga ou fornecimento de
leite.
Criar cabra para
consumo era mais eficiente porque precisam de pastagens menores.
Deduzimos que:
Deixar de comer carne é ir contra o desígnio de Deus para os religiosos.
Deixar de comer carne é ir contra nossa
constituição genética para os não religiosos.
Ainda não encontrei alguém que não gostasse do
sabor da carne.
O indivíduo não come
por questões ideológicas.
O cidadão comia carne e gostava, mas se emocionou com alguma situação e deixou de comer.
É compreensível, todos nós podemos exercitar essa empatia.
Empatia é a habilidade de se colocar no lugar do outro
sem perder a noção que você NÃO é o outro.
Se você convive com um animal, desenvolve um certo carinho, fica difícil devora-lo na mesa.
A maioria nem vai comer a não ser que esteja morrendo de fome, seja uma situação extrema.
O vegetariano (que não é por "modismo") desenvolve esse "carinho" por todos os animais.
Ele olha para aquele frango congelado na geladeira e não consegue dissociar de um animal que poderia ser seu "amigo".
Vacas e bois em geral são animais muito pacíficos, dóceis.
Quando o vegetariano olha uma bife ... não consegue "dissociar" da imagem de um boi vivo.
Logo, o "vegetariano modinha" pode voltar a consumir carne, mas aquele vegetariano que atingiu esse grau de dificuldade de dissociar o alimento do ser vivo que o gerou ... é um caminho sem volta.
Quando estou diante de um bife bovino ou pedaços de frango frito (Carnes que mais consumo) procuro não deixar minha mente divagar muito.
Racionalizo que estando nesse planeta certos procedimentos são necessários.
Exemplo:
Eu acho um tremendo desconforto ter que urinar e defecar, me parece algo tão "primitivo", mas ... certos procedimentos nesse planeta são necessários.
Se alimentar de
vegetais é recomendável, indispensável, mas comer carne também é recomendável e
indispensável para uma alimentação mais equilibrada e compatível com nossa
constituição orgânica.
A descoberta do fogo e o cozimento (assim como técnicas de conservação de alimentos) permitiu que o consumo de carne pelos Sapiens aumentasse bastante.
Muito da
nossa inteligência devemos ao consumo de carne, proteína fácil de ser
conseguida e de boa qualidade.
Não preciso lembrar a todos que a inteligência é nossa principal característica, aquela que nos mantem no topo da cadeia alimentar se ignorarmos os vírus e bactérias 😏.
Comer carne sem exageros/desperdício é lógico.
Tratar animais com maior respeito a
vida evitando sofrimento desnecessário e até garantindo algum conforto é
inteligente, muito civilizado.
Radicalmente
cortar carne de nossa alimentação por motivos ideológicos ... humm o radicalismo é algo a ser evitado no Livre Pensamento.
Quem não gosta
do sabor da carne é aceitável que não coma, mas se gosta e não come por
ideologia esta preso a um plano de pensamento pouco eficiente que só trará resultados
insatisfatórios.
É mais eficiente lutar pela melhoria nas condições de criação e abate.
Essa lógica entra em sua mente?
Cenas “de carinho”
entre humanos e outros animais são bem comuns.
O que mais vejo
são cães sendo muito bem tratados por seus “donos”.
Mas muitos olham
só para cãezinhos sendo abandonados ou caçadores cruéis... e “demonizam” toda a
humanidade.
Tem a questão dos
animais que usamos para alimentação, mas é uma imposição desse planeta na
condição em que nos encontramos.
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| Maio 2021 |
Tenho um texto que chamei de teoria dos 10%, mas em verdade vos digo que uso ela apenas para facilitar os cálculos e a visualização.
Na minha mente a fração não é 1/10, mas sim 1/12 que corresponde a 8,3%
O amigo Pitágoras intuiu que havia algo interessante no número 12, mas eu tinha isso mais como uma tradição, alguém decidiu contar de 12 em 12 e outros o seguiram uma reles convenção.
Eu não descarto essa possibilidade dou um peso a convenção de 60%.
No entanto essa questão do dodecaedro é fascinante, alguma constante do Universo que organiza as coisas sabe-se lá como.
O cálculo com 10% é satisfatório o 8,3% é mais “preciso”.
✧✧✧
Resumo:
1. Herança Biológica e Evolutiva: Você argumenta que o consumo de carne é um hábito que remonta aos "tempos das cavernas". Essa dieta moldou a nossa constituição genética e orgânica, sugerindo que fomos feitos para sermos onívoros.
2. Papel da Proteína no Desenvolvimento da Inteligência: Um dos seus pontos centrais é que o aumento do consumo de carne (facilitado pelo fogo) foi crucial para o desenvolvimento da inteligência do *Homo sapiens*, permitindo-nos chegar ao topo da cadeia alimentar.
3. A Carne como Necessidade do Planeta: Você utiliza a racionalização de que, assim como funções biológicas "primitivas" (urinar e defecar) são necessárias, o consumo de carne é um procedimento inerente à vida neste planeta e à nossa manutenção biológica.
4. A Questão da Dissociação e Empatia: Você identifica que o vegetarianismo (não por modismo) surge quando o indivíduo perde a capacidade de "dissociar" o bife no prato do animal vivo. Para você, embora a empatia seja compreensível, o paladar humano naturalmente aprecia o sabor da carne.
5. Argumento Teológico e Design: Para o público religioso, você aponta que o próprio Deus bíblico aceitava sacrifícios de animais, concluindo que deixar de comer carne poderia ser interpretado como ir contra um desígnio divino ou uma ordem natural.
6. Crítica ao Radicalismo Ideológico: Você defende que o livre pensamento deve evitar radicalismos. Sustenta que deixar de comer algo que se gosta por mera ideologia é um "plano de pensamento pouco eficiente" que gera resultados insatisfatórios para o indivíduo.
7. Foco no Bem-Estar em vez da Abstenção: Em vez de eliminar a carne, você propõe uma abordagem mais "inteligente e civilizada": lutar por melhores condições de criação e abate, evitando sofrimentos desnecessários e desperdícios, mantendo o equilíbrio.