domingo, 16 de agosto de 2026

Insegurança Jurídica 2026

 



Comentarista: Notícia sobre professores aprovados por cotas na UFPE que foram demitidos por decisões judiciais
  Situação absurda!
  O nó do problema está na péssima redação das nossas leis, que são cheias de brechas e acabam gerando enorme confusão.
 
  Mesmo com posicionamentos do STF, TCU e da própria legislação definindo que a cota incide sobre o total de vagas do concurso, instâncias inferiores dão decisões contrárias, fragmentando as vagas por departamento.   
  Para mim, nosso sistema virou um verdadeiro hospício, onde nada se respeita.
  Por causa desse cenário caótico, defendo abertamente que a solução é acabar de vez com as cotas e priorizar estritamente a meritocracia, evitando a injustiça com quem é aprovado e depois descartado.




William >> O Brasil tem um ambiente de negócios muito ruim.
  Isso vai limitando cada vez mais a possibilidade de empresas prosperarem.
  Uma das propagandas do atual governo (Poder Executivo) é que construiu muitas faculdades.
  Isso é bom mesmo ignorando que tem mais quantidade que qualidade... algum estudo é melhor do que nada.

  O problema é que piorou demais o que já não estava bom.
  Mais brasileiros conseguem concluir uma faculdade ... e NÃO exercer a profissão para qual estudaram.
   Empresas pequenas não tem demanda para "doutores".
   Empresas médias e grandes ... estão ficando pequenas ou mudando de país.

  Não esqueçam que governo é  Executivo + Legislativo + Judiciário.

  O Legislativo através do Senado poderia colocar um freio nas lambanças do Judiciário, mas não.
  O Executivo poderia ter indicado juízes melhores, mas não.
  Os próprios Ministros do STF poderiam primar mais pela ética, mas não.

  Uma das coisas que tornam mais terrível o ambiente de negócios é a INSEGURANÇA JURIDICA.

  Esse vídeo sobre cotistas, consegue fazer até um leigo entender o que é insegurança jurídica.
  A lei (justa ou injusta) existe, mas o juiz interpreta como quiser.
  A Constituição?
  

  É rir para não chorar ... desesperador ....
  






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Resumo:


1. Deterioração do ambiente de negócios no Brasil: O cenário atual sufoca as empresas e limita severamente a capacidade do país prosperar financeiramente e socialmente.

2. Qualificação sem absorção pelo mercado: Apesar do aumento no número de formados em faculdades, o mercado não absorve esses profissionais (as pequenas empresas não demandam "doutores" e as médias/grandes estão encolhendo ou saindo do país).

3. Responsabilidade compartilhada entre os Três Poderes: O Executivo (por indicações ruins), o Legislativo/Senado (por não conter os abusos) e o Judiciário (pela falta de ética dos ministros) atuam juntos para piorar a situação institucional.

4. Impacto devastador da Insegurança Jurídica: A falta de previsibilidade e o descumprimento das regras tornam o ambiente empresarial e social ainda mais hostil e instável.

5. Decisões judiciais arbitrárias: A aplicação e interpretação das leis ficam ao bel-prazer de cada juiz, ignorando até a própria Constituição.

6. Ilustração prática do problema (o caso das cotas): O vídeo citado serve como um exemplo didático e claro de como a insegurança jurídica afeta a vida das pessoas no dia a dia, desrespeitando regras estabelecidas.

7. Perda de eficácia e descrença na Constituição: O descaso das instâncias judiciais transforma o arcabouço legal em algo sem força prática, gerando um sentimento de desespero e impotência no cidadão.


 


  

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Telas





   Poder 360 :         "Janja pede que Discord seja       
                     bloqueado no Brasil."

William >>   Criança não tem dinheiro para comprar celular, algum responsável deu para ela, os aparelhos modernos tem diversos modos de bloqueio de conteúdo é só ativar ou os pais não darem celular.

  Educação era obrigação da família, brasileiros passaram para o Estado e agora o Estado passa para Redes Sociais !?

  Vamos visualizar mentalmente situações similares hipotéticas.

  O médico receita um calmante para você.
  Prescreve que deve tomar só quando estiver muito nervosa e nunca mais que um por dia.
  O remédio foi bem fabricado seguindo todas as normas de segurança, aprovado pela ANVISA.
  Está na bula que não pode tomar mais que um por dia.
  Seu casamento não esta bem, a simples presença do seu marido já a irrita demais.
  Em um dia de desatino você ingere logo 3 de uma vez.
  Evidente que passa muito mal até com risco de morte.
  Devemos penalizar o médico?
  Devemos penalizar o laboratório que produziu o remédio?
  Evidente que NÃO!

  É o mesmo caso das redes sociais.
  São um meio de comunicação.
  Ninguém é obrigado usar.
  Existem regras (bula).

  O volume de usuários dificulta saber exatamente em que contexto uma palavra está sendo usada.
  Se a pessoa sabe que aquela palavra pode dar problema a escreve (ou pronuncia) de forma diferente.

  Suponhamos que em um bate papo eu convença alguém a me enviar 10 mil por conta de um história triste.
  Digo que tenho alguma doença grave.
  Sério que a responsabilidade é da Rede Social?

  Imaginem nós aplicando esse mesmo peso e medida para outras atividades da sociedade.
  Uma empresa de ônibus coletivo cumpre todas as normas de segurança com relação a sua atividade.
  Dois caras armados entram no ônibus, assaltam os passageiros, a empresa deve indenizar as vítima ou ser encerrada!?
  Deve garantir que não haverá mais assaltos?
  No assalto um marginal disparou, uma vítima faleceu.
  Com certeza a empresa de ônibus é cúmplice?

  Sou da geração TV.
  Quando eu era criança o papo é que a televisão estimulava a violência, filmes como do Rambo deveriam ser proibidos.
  O que aparecia "nas telas" estimulava também a sexualização precoce, bailarinas com roupas mínimas em programas de auditório, diálogos apimentados em filmes e novelas.
  Antes dos programas aparecia (acho que aparece até hoje) a classificação por idade.
  Se a programação era proibida para menores de 14 anos, os pais deveriam impedir que o filho assistisse.

  A TV nunca deixou de ser vilã, mas surgiram os games, esses sim os destruidores da juventude.
  O aumento da criminalidade não foi devido a nossa crescente tolerância com a impunidade e penas brandas, mas por "telas de jogos".

  A bola da vez são as Redes Sociais... 😂
  É rir para não chorar.

  Você é religioso, cristão?
  Caim matou Abel, li toda a Bíblia, não encontrei a palavra "TV, Game ou Internet" nem no Novo testamento, devo reler?

  Você é ateu, curte história da humanidade?

  
   “A guerra mais antiga com registro histórico documental é a Guerra entre Lagash e Umma(c. 2520 a.C.), na Suméria (atual Iraque).
  O conflito por terras férteis foi registrado na Estepa dos Butres, mostrando a infantaria em falange e o rei Eannatum de Lagash.
  Para uma batalha tática detalhada (com táticas, baixas e liderança), a primeira documentada é a Batalha de Megiddo (c. 1457 a.C.), na qual o faraó Tutmés III derrotou uma coalizão cananeia.”
  Wikipédia

                        
  Incontáveis guerras depois...

  Avançando na história a Primeira Grande Guerra foi em 1914.
  A "tela" (Cinema) surgiu para o público em 1895. 
  Sério que se tivéssemos destruído (banido) a invenção dos irmãos Auguste e Louis Lumière  voltaríamos ao "Paraiso" de Adão e Eva ... onde houve um assassinato!?

  Essa INSANIDADE não entra na minha mente!    

       
   Alguns Governos querem que a Rede Social SEJA A POLÍCIA e se não for uma polícia perfeita, multas bilionárias ou banimento!!
  O Estado quer só cobrar impostos, nem seu papel de policia quer exercer!?
  "Discorda" de mim?




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Resumo:


1. Responsabilidade primária dos pais no uso de tecnologia

O acesso de crianças a celulares e redes sociais depende dos responsáveis. O controle do conteúdo cabe à família — seja por meio das ferramentas e modos de bloqueio nativos dos aparelhos ou pela decisão de não fornecer o dispositivo —, e não à transferência da responsabilidade educacional para as plataformas ou para o Estado.

2. Analogia do uso indevido e culpabilização do meio

Assim como não se penaliza o médico ou o laboratório caso um paciente desrespeite a bula e tome uma dose excessiva de remédio, não se deve responsabilizar as redes sociais (que são apenas um meio de comunicação com regras próprias) pelo mau uso ou por infrações cometidas por seus usuários.

3. Inaplicabilidade da responsabilização de intermediários em outros setores

Transferir para as plataformas a culpa por crimes e golpes cometidos por terceiros é uma distorção. Em qualquer outro setor da sociedade — como em uma empresa de transporte público vítima de um assalto —, não se exige que a prestadora do serviço aja como força de segurança pública nem se a considera cúmplice do crime.

4. Transferência indevida do papel de segurança pública ao setor privado

Exigir que as redes sociais atuem como uma "polícia perfeita" sob pena de banimento ou multas bilionárias é uma inversão do papel do Estado, que busca eximir-se de sua função primária de segurança e fiscalização enquanto continua cobrando impostos.

5. Histórico de bodes expiatórios tecnológicos

Existe um padrão recorrente ao longo das gerações de culpar as novas mídias pelos males sociais: antes foram a televisão e os videogames, e agora são as redes sociais. Essa abordagem ignora as causas reais de problemas como o aumento da criminalidade, que decorrem da impunidade e de penas brandas.

6. A violência como constante histórica prévia às mídias

A violência, os conflitos e os crimes precedem em milênios o surgimento da tecnologia moderna (seja a TV, a internet, os jogos ou até o próprio cinema no final do século XIX). Registros históricos e religiosos mostram que a natureza humana e seus conflitos já existiam muito antes de qualquer "tela".

7. Critério seletivo na crítica e na regulação das plataformas

Há uma contradição e parcialidade na forma como os pedidos de bloqueio e regulamentação são direcionados, variando conforme a conveniência política ou a popularidade das plataformas utilizadas pelas autoridades.




  


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sábado, 15 de agosto de 2026

Perdeu Mané

 








Tiago >> Se não confia no sistema eleitoral, não vote!
   O que acham dessa campanha?

William >> Acredito que quem esta insatisfeito com o atual  governo deve se empenhar ainda mais em  votar, como fizeram os venezuelanos.
  Apesar de todas as dificuldades impostas por Maduro, foi comovente a quantidade de pessoas que voltaram para Venezuela só para votar.
  A vantagem dos venezuelanos é que lá a urna eletrônica emitia o voto impresso o que permitiu a conferência.
  Pela totalização do Governo, Maduro tinha ganho.

  A vantagem no Brasil é que nossas Forças Armadas são  "neutras", se ficar claro que Flávio ganhou as eleições de certo vai assumir.
   
  Por isso é importante desde já declarar seu voto nas pesquisas e ir vestido de verde e amarelo votar. 


  "Desconfiar" é não ter certeza.
   Se a apuração for honesta (torcemos para isso) melhor ainda.

   Mas vejam o caos que "certas instituições" provocam na nação.
   A emissão do voto impresso é uma tecnologia tão bem dominada, adotada por vários países, poderia estar funcionando pelo menos há 10 anos  no Brasil.
  Mas virou uma questão de  honra para a "Instituição" não permitir de jeito algum.
  Leva qualquer um a desconfiar porque tanta obsessão para negar mais essa segurança nas votações.
  Vamos supor que o Flávio "realmente" tenha menos votos que o Lula.
  Vai ficar sempre aquela  dúvida.
  Será que perdeu mesmo?
  O voto impresso "pacificaria" o resultado.
  Mas parece que o "Perdeu Mané" é mais forte que o lema "Ordem e Progresso".





 
Jorge >> Alguém me explica como vai ser juntar 120 milhões de cédulas de papel, e só o PL vai conferir? 😂E OUTRA PORQUÊ NÃO RECLAMA DOS VOTOS Q A FAMILÍCIA TEVE PRA SENADOR, DEP.E VEREADOR?👏
 
 William >> A conferência pode ser por amostragem.
  Como acontece com exames antidoping por exemplo.
  10% das urnas seriam sorteadas para conferência. (Só uma sugestão).
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  Se alguma sessão apresentasse algum problema, falta de energia ou necessidade de troca de urnas (por exemplo) a conferência poderia ser autorizada.
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  É preciso manter as aparências.
  Pega aqueles postos de Gasolina do PCC, o posto funciona nos moldes normais, tem o detalhe da lavagem de dinheiro.
  Não precisa se arriscar interferindo em tudo, focar no cargo de maior relevância é o suficiente.

 



  Partidos "declaradamente" de esquerda estão no poder desde 1994, PSDB e PT.


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Resumo:


1. Importância da participação eleitoral: Quem está insatisfeito com o governo atual deve se empenhar ainda mais em ir votar, em vez de se abster ou ignorar o processo eleitoral.

2. Exemplo venezuelano e o voto impresso: O engajamento da população venezuelana ao retornar ao país para votar foi exemplar, destacando que a emissão do comprovante impresso pela urna eletrônica permitiu a conferência dos resultados e contestação da contagem oficial.

3. Papel das Forças Armadas no Brasil: Argumenta-se que, devido à neutralidade das Forças Armadas brasileiras, se ficar comprovada a vitória de um candidato da oposição (como Flávio), o resultado e a posse serão respeitados.

4. Demonstração pública de apoio e engajamento: A importância de declarar a intenção de voto previamente em pesquisas de opinião e manifestar publicamente a preferência no dia da votação (como vestir verde e amarelo).

5. Legitimidade da desconfiança: Desconfiar não significa ter certeza de fraude, mas sim a ausência de garantias totais; a transparência na apuração é fundamental para assegurar a tranquilidade do processo.

6. Defesa do comprovante impresso do voto: O voto impresso é uma tecnologia consolidada e utilizada globalmente que traria uma camada extra de segurança e auditoria às urnas eletrônicas brasileiras.

7. Pacificação e confiança no resultado: A recusa institucional em adotar a impressora acoplada gera dúvidas desnecessárias sobre o resultado final, ao passo que a auditabilidade do voto impresso ajudaria a pacificar o país ao eliminar desconfianças sobre quem realmente venceu.




  


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quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Tratamento Psicológico

 


 Postagem no Face :  "Ele participou das buscas pelo filho desaparecido, mas ele havia matado e enterrado o menino por causa de uma pensão de R$ 280".



  Crime ocorrido em janeiro de 2024 na cidade de Arapongas, Paraná.
   Ederaldo matou seu próprio filho, o garoto Renan Thorne Chaves de apenas 8 anos. 
   O asfixiou com braçadeira de plástico e enterrou o corpo em uma área de mata perto da PR-444, no trecho conhecido como "Paredão", na área rural de Arapongas.
   Após cometer o crime, registrou um boletim de ocorrência afirmando que o filho havia desaparecido enquanto brincava e chegou a dar entrevistas para a imprensa local demonstrando desespero e participando das buscas.
  A investigação da Polícia Civil revelou que a motivação foi o valor da pensão alimentícia de R$ 280. 
  A mãe da criança havia recentemente conseguido a guarda de Renan e cobrava o pagamento da pensão judicialmente. 
  Ederaldo não queria pagar a dívida nem as futuras parcelas.
   Diante de contradições nos depoimentos e imagens de câmeras de segurança, a polícia confrontou o pai, que acabou confessando o crime e indicando o local exato onde havia enterrado o corpo do garoto. 
   Foi preso em flagrante por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Gemini


William >> Mais alguém a favor da pena de morte?
  Ou vamos continuar sustentando monstros?

Pedro >>  Porque os governos de países onde a criminalidade é alta não instauram a Pena de Morte?
   Eu espero que em Angola também tenha pena de morte pra crimes graves.
   Aqui está cheio de loucos.

William >> Muitos me detestam por varias coisas que escrevo, pertinente a esse assunto vou destacar duas.

a) O governo faz a vontade do povo.
  Dados recentes (CNN) mostram que 49% dos brasileiros são contra a pena de morte, 43% a favor.
  A rejeição a pena de morte cresceu 6 pontos desde 2023.
  Quando tem eleições satisfatoriamente confiáveis, a vontade do povo é representada nas urnas.
  O individuo "vende o voto" ou vota em políticos com os quais ele concorda.
  Não devemos esquecer que o politico é povo também.
  Eu faço parte do povo brasileiro, defendo a pena de morte, se eu fosse eleito para alguma vaga ... iria continuar defendendo.
  
b) Psicologismo, um grande mal do nosso tempo.
   Desde de Sigmund Freud a Psicologia ganhou um peso na nossa sociedade tão grande quanto o Marxismo.
  O psicologismo em geral defende a teoria da "Folha em Branco", nascemos totalmente moldáveis, logo somos "essencialmente" resultado de construções sociais.
  Ninguém é mau por natureza, a sociedade a sua volta é que de alguma forma o corrompeu.
  Não vou me estender porque já escrevi demais sobre isso.
  (Sinceramente ... me dá vontade de chorar, não consigo conter as lágrimas, pensar no sofrimento da vitima me abala de uma forma inacreditável.😢)

  Aplicando ao crime que dá base a meditação ...

 Ederaldo não precisa de pena de morte, precisa de tratamento psicológico.
 Devemos investigar sua infância para entendermos onde nós enquanto sociedade falhamos com ele.
 Nada do que fizermos vai trazer o garoto Renan de volta.
 Temos que cuidar do Ederaldo que ainda esta vivo e pode ser totalmente recuperado para o convívio social.
  Ressocialização sempre!
  Força Ederaldo!
  Nossas sinceras desculpas pelo mal que "A Sociedade" te levou a cometer.
(Psicologismo)







“Champinha levou a estudante até o matagal, onde tentou degolá-la.
   Depois, golpeou a cabeça de Liana com uma peixeira.
   Quando a estudante caiu no chão, o adolescente ainda desferiu diversos golpes nas costas e no tórax da menina.”

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Resumo:

1. A barbárie do caso concreto exige punição severa
A gravidade e a frieza do homicídio cometido por Ederaldo contra o próprio filho (motivado por uma dívida de R$ 280) servem como base para questionar a eficácia e a justiça do modelo penal atual, levantando o debate sobre sustentarmos ou não criminosos desse porte.

2. Defesa clara e convicta da Pena de Morte
Você reafirma a sua posição pessoal favorável à pena de morte para crimes hediondos, posicionando-se contra a manutenção financeira e a preservação da vida de criminosos que cometem atos extremos ("sustentar monstros").

3. O governo como reflexo direto da vontade do povo
Você argumenta que o governo e as leis não mudam porque a maioria da população assim o prefere. Com base em dados recentes (49% contra a pena de morte vs. 43% a favor), você defende que, em democracias com eleições confiáveis, os políticos representam a visão média da sociedade — já que o político também é povo.

4. Crítica ao "Psicologismo" como um mal moderno
O texto aponta a psicologia e a visão "psicologista" como uma das correntes intelectuais de maior impacto negativo na sociedade contemporânea, comparando o seu peso ideológico e social ao do Marxismo desde Sigmund Freud.

5. Rejeição à teoria da "Tábula Rasa" (Folha em Branco)
Você combate a ideia de que o ser humano nasce neutro e é puramente moldado e corrompido pelo meio social. O argumento central é que essa visão exime o indivíduo de sua responsabilidade pessoal e moral ao culpar a "construção social".

6. Ironia e sátira à vitimização do criminoso
Utilizando o sarcasmo ao dizer "Força Ederaldo!" e pedir desculpas em nome da sociedade, você expõe o absurdo do pensamento progressista/psicologista, que tende a transformar o agressor em vítima do sistema e focar na sua "recuperação" em vez da punição pelo crime.

7. A falácia do foco na recuperação em detrimento da justiça
O texto problematiza a postura de ignorar a gravidade irreversível da atômica perda da vítima (o garoto Renan) para priorizar os cuidados e a busca por justificativas na infância do assassino, mostrando como a visão psicologista inverte as prioridades morais e de justiça.

 


  

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quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Legislação Trabalhista

 




  Situação hipotética:

  Um americano trabalhou um ano no Mcdonalds no Texas Estados Unidos, balconista.

  Um brasileiro trabalhou um ano no Mcdonalds em São Paulo Brasil, balconista

  
Texas: O empregador pode demitir o funcionário a qualquer momento, sem necessidade de justificativa, aviso prévio ou indenização.
  O pagamento será das horas já trabalhadas até o momento da demissão. 
  Não há indenização legal, aviso prévio nem multa, a menos que conste em contrato individual.
  Seguro desemprego dura até 26 semanas (6 meses) o valor depende dos salários passados.

São Paulo:  A empresa precisa pagar uma série de verbas rescisórias obrigatórias por lei.
    Saldo de salário, aviso prévio (mínimo de 30 dias), férias proporcionais + 1/3, 13º salário proporcional, liberação do saque do FGTS com multa rescisória de 40% sobre os depósitos e guia do seguro-desemprego.
    Menos de 1 ano no emprego dá direito a 3 parcelas de seguro desemprego.

Principais Diferenças:



1. Custo do Desligamento: No Brasil é alto; no Texas costuma ser zero além das horas trabalhadas.
 
2. Aviso Prévio: Obrigatório no Brasil; inexistente por lei no Texas.
 
3. Rede de Proteção Legal: O brasileiro sai com indenização/multa e fundo acumulado; o americano sai dependendo de ter guardado seu próprio dinheiro ou do seguro-desemprego estadual.




   Qual legislação trabalhista é melhor?

   "Eu" prefiro a dos americanos.

    A legislação brasileira tem a "boa intenção" de dificultar a demissão o máximo possível.
   O problema é que dificulta a contratação na mesma medida.

   Lembram de como era difícil cancelar a TV a Cabo?
   Eu mesmo já adiei a contratação desse e de outros serviços justamente temendo a "prisão" a eles.
   Por vezes te ofereciam desconto significativo por 3 meses, mas o contrato não poderia ser encerrado antes de um ano.
   E quando a gente queria encerrar ... horas no telefone passando por pelo menos 3 atendentes, era comum a "ligação cair".
   Todos saiam perdendo, todo esse trabalho para tentar segurar o cliente óbvio que tinha custo.
    E nossa irritação fazia a gente odiar a empresa.
    Não raro terminava em processos judiciais, mais custos, mais burocracia.

    Com os streaming é sem complicação.
    Por falta de grana ou interesse você sai quando quiser e volta quando quiser, pagando os residuais, o que é justo.

  Ser demitido de um emprego não é tão ruim.
  De repente as vendas não vão bem, o proprietário não tem mais serviço para você ... vida que segue.
  Não sei de nenhum proprietário querendo que seu negócio fracasse, pelo contrário o cara investiu tempo e dinheiro a expectativa era de sucesso.

  Ou relacionamentos sofrem desgastes, de repente você e seu chefe não se suportam mais, vida que segue, geralmente o cargo administrativo é mais importante para empresa, a não ser que você tenha alguma habilidade muito importante para empresa.
  Tipo, você é uma excelente cabeleireira que traz clientes para o salão.
   Ou um cozinheiro que é a peça principal do restaurante.

  Pela lógica, sair de um emprego não é tão ruim quando você tem facilidade para arrumar outro pelo menos do mesmo nível, é até bom mudar de ares de vez em quando.

  Em legislações como a brasileira, o empresário mesmo precisando, TEM MEDO de contratar porque caso não dê certo fica caro demitir.

  O funcionário mesmo já estando com o saco cheio daquele ambiente, TEM MEDO de ser demitido pela dificuldade de arrumar outro emprego rápido.

  O americano antes de acabar o seguro desemprego já arrumou outra coisa.
  O brasileiro ... é mais complicado.

Nota: Por favor não me venham com "causos"😉.
  Minha análise da legislação é holística. (de maneira geral)
  Evidente que as variáveis são infinitas, depende da região, da atividade econômica aquecida ou recessão, do perfil de cada um ...
  A legislação americana é menos engessada ... "menos Estado", mais acerto entre as partes.


Comentarista: Então quando sou demitida e recebo parcelas de seguro desemprego, o que me resguarda de passar por dificuldades financeiras imediatas, é o quê?? 🤔

William:
1 - As parcelas do seguro desemprego.
2 - Em uma economia menos engessada você não vai ficar muito tempo desempregada.
3 - Pessoas precavidas mantem reservas financeiras para situações emergenciais.
 

 


  PENALIZA tanto o trabalhador quanto a empresa.
  Essa é mais uma daquelas leis questionáveis que a maioria acha maravilhosa.

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Resumo:


1. Ilusão dos Direitos Trabalhistas:
Você argumenta que os direitos trabalhistas não são "presentes" do governo nem custos absorvidos pelo sistema, mas sim valores custeados pelo próprio trabalhador.

2. Custo de Demissão x Facilidade de Contratação:
A legislação brasileira, ao tentar proteger o empregado dificultando ao máximo a demissão, gera o efeito colateral de intimidar e dificultar a contratação.

3. A Analogia com Serviços de Assinatura (TV a Cabo vs. Streaming):
A burocracia e o alto custo para rescindir um contrato (como nas antigas TVs a cabo) geram medo do vínculo, custos operacionais e atrito. Já o modelo dinâmico e sem travas (como o streaming) facilita tanto a entrada quanto a saída, beneficiando ambas as partes.

4. A Dinâmica do Medo Mútuo no Modelo Brasileiro:
O engessamento da lei cria um cenário negativo para os dois lados: o empresário tem medo de contratar por causa do alto custo de rescisão, e o empregado tem medo de sair ou ser demitido devido à dificuldade de recolocação rápida no mercado.

5. Naturalidade das Rescisões e Mudanças:
A demissão não deve ser vista como uma tragédia, mas como algo natural decorrente de variações de mercado ou desgaste em relacionamentos profissionais, permitindo que as partes sigam em frente.

6. Rotatividade Saudável e Mobilidade no Mercado:
Perder ou deixar um emprego não é um problema grave quando o mercado é dinâmico e oferece facilidade para arrumar outro trabalho de mesmo nível; a mudança de ares pode, inclusive, ser positiva.

7. Menos Estado e Mais Liberdade de Acordo:
Em uma análise holística, o modelo norte-americano se mostra superior por ser menos engessado, reduzindo a intervenção estatal e priorizando o livre acordo e a flexibilidade entre empregador e empregado.


 


  

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