quarta-feira, 1 de julho de 2026

Copa Emoção e Razão

 
  



Paulo: Mas tem aquela galera que diz que não assiste por posições políticas.
  O sujeito diz ter lido O Capital e o Manifesto Comunista, e após ter lido, chegou a incrível conclusão de que seu ato de revolução será, veja só, não assistir jogos da Copa do Mundo ...

Vanessa:  Sim, mais um chato.
  Outro mala é aquele que faz um texto de 10 linhas pra justificar se vai torcer pra um colonizado, colonizador, colônia ou ex-colônia. 
  É só é um jogo, daqui a pouco os dois já fora pra casa.
  E o insuportável que diz que quer ser "campeão da saúde e da educação", como se parar 1h30 pra ver o jogo fosse a solução desse país desgraçado há 500 anos.


William: COM EMOÇÃO:
  Eu torço pelo Brasil por puro bairrismo.
  Nasci e cresci aqui é natural que tenha um carinho especial por essa nação.

  Fora o Brasil tenho admiração especial pela cultura holandesa, muito eficiente.
  Foi chato ver eles saindo.

   COM A RAZÃO:
   Gosto da meritocracia, então espero que a melhor seleção ganhe.
   Que a final seja decidida por boas jogadas, não por “sorte”, algum capricho do destino.
   Aquelas partidas que um time joga melhor, mas o outro ganha, afinal o que conta mesmo é o gol.

   Outro critério, quando as duas equipes estão bem, é torcer para a que tem melhor IDH (qualidade de vida).
  Gosto de povos que levam a sério mais política e economia que disputas esportivas.
   Política e economia são necessidades.
   Esporte é basicamente distração.
   Evidente que uma coisa não exclui a outra.
   É só uma questão de prioridades.



✧✧✧

 

 Resumo: 

1. Torcida baseada no bairrismo cultural: No aspecto emocional, a sua torcida pelo Brasil se fundamenta em um sentimento natural de bairrismo e carinho especial pela nação onde nasceu e cresceu.

2. Admiração pela eficiência externa: Fora a seleção brasileira, há uma preferência declarada e admiração pela cultura e eficiência de outros povos, como a Holanda, lamentando a sua desclassificação.

3. Defesa da meritocracia no esporte: Sob a ótica da razão, o argumento principal é a defesa da meritocracia, defendendo que a melhor seleção deve vencer o campeonato com base no desempenho e na competência.

4. Rejeição do fator "sorte": Há uma preferência clara por finais decididas através de boas jogadas técnicas e táticas, preterindo resultados definidos por mero capricho do destino ou sorte, mesmo reconhecendo que o gol é o critério final de vitória.

5. O IDH como critério de desempate na torcida: Quando o nível técnico das equipes é equivalente, o critério racional adotado para escolher um favorito baseia-se no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e na qualidade de vida daquele povo.

6. Priorização institucional sobre o entretenimento: O texto argumenta que povos admiráveis são aqueles que tratam a política e a economia com maior seriedade do que as disputas esportivas, estabelecendo uma hierarquia clara de importância social.

7. Esporte como distração e separação de prioridades: Define-se que política e economia são necessidades vitais, enquanto o esporte cumpre o papel de distração. Embora não sejam esferas excludentes, a distinção é apresentada estritamente como uma questão de prioridades.


  

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terça-feira, 30 de junho de 2026

Denúncias

 


Fábio: Caramba Willian, até do X você foi banido?


William: Então cara, me surpreendeu!
  Eu tenho a teoria das denúncias.
  Muitos não gostam do que escrevo e denunciam a postagem ou comentário.

  Diante de muitas denúncias o algoritmo apenas faz a poda.
  Se alguém (humano) mais à esquerda ou muito “politicamente correto” tem a palavra final ...mantém o banimento.

  No Face já tive várias suspensões, em algumas delas apareceu que meu conteúdo foi denunciado como impróprio.
  Mas por hora, das redes mais populares, só me sobrou o Face onde me arrisco a postar.
  No Substack, até agora não tenho o que reclamar, torço para que continue assim.

  Não sou de ficar pedindo coisas, mas quem não gostar dos meus argumentos me bloqueie, eu não ligo.
  Ficar denunciando é um golpe muito baixo.

   Vida longa e próspera a todos!
   Saudações Democráticas!




✧✧✧

 

 Resumo: 


1. Surpresa com o banimento no X, mesmo sendo uma plataforma onde ele não esperava sofrer essa restrição.

2. A "teoria das denúncias": a ideia central de que pessoas que discordam do seu conteúdo o denunciam em massa, não porque viola regras, mas porque não gostam dos argumentos apresentados.

3. O funcionamento em duas etapas: primeiro o algoritmo faz uma "poda" automática diante do volume de denúncias, e depois um revisor humano decide manter ou não o banimento.

4. A crítica ao viés ideológico da moderação: a suspeita de que moderadores "mais à esquerda" ou "politicamente corretos" tendem a confirmar os banimentos quando têm a palavra final.

5. O histórico de suspensões no Facebook, com casos em que o conteúdo foi formalmente classificado como "impróprio", reforçando o padrão que ele descreve.

6. A defesa do bloqueio como alternativa legítima à denúncia — para ele, quem discorda deveria bloquear, não denunciar, já que bloquear é uma escolha individual e denunciar é uma tentativa de silenciar.

7. A condenação da denúncia como "golpe baixo", encerrando com uma defesa de liberdade de expressão e um tom de resistência ("Vida longa e próspera", "Saudações Democráticas").



  

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segunda-feira, 29 de junho de 2026

O Amanhã

 



Laila:  Quem tem curso superior merece ganhar mais, pare de ser alienado.😁

William: Tanta gente não tem curso superior e ganha mais do que quem tem.
  Apenas concluir uma faculdade não torna ninguém merecedor de nada.
  Alienada me parece que é você. 😂
  Mark, Gates, Jobs e tantos outros nunca concluíram uma faculdade.

  Trabalhei anos para um cara riquíssimo que era pobre, cursou o Senai, começou uma pequena fábrica de óculos que virou a maior da américa latina.
  A empresa dele engoliu a que eu trabalhava.
  Na minha fase de encarregado eu ganhava mais que muitos diplomados.
  Se a empresa que eu trabalhava tivesse prosperado, eu poderia estar ganhando uns 10 salários, a nível de Brasil não seria ruim.
  Mas a vida é assim, a gente planeja, mas não controla ...



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domingo, 28 de junho de 2026

Preguiça Mental

 




 Comentarista 60+:  "Fazer orçamento usando a tecnologia do IA é uma ideia genial, mas nem sei por onde começar. 
  Se você conseguir encontrar alguém que conseguiu programar usando IA, por favor, deixe um link."


William: O que eu posso dizer que você já não saiba sobre mim?
  Não tenho esse grau de comprometimento com as pessoas.
  Até com minhas filhas as incentivo a pesquisar coisas que são do interesse delas.
  Acredito que o processo de pesquisar já gera por si só um aprendizado.
  Se você não se interessa em se atualizar, com certeza não sou eu que vou correr atrás disso por você.

  “Meu interesse” pelas IAs é bem simples.
   Que elas façam um resumo do texto que público.
   Testei varias e as melhores tem sido Gemini e Claude.
   A Grok é boa, mas perdi o acesso gratuito, Elon Musk não vai com minha cara 😂.

  O caso do comentarista é aquele que já escrevi várias vezes.
  As pessoas generalizam que os mais velhos não conseguem acompanhar a tecnologia atual, fazem até críticas ao Governo pela digitalização de certos serviços.
  Minha análise lógica é:
  Uma pessoa que nasceu por volta de 1960 ou pouco antes, já passou por tanta coisa, já viu tanto avanço tecnológico que não imagino o que na atualidade pode lhe surpreender.

  O cidadão simplesmente decide não querer mais aprender, se adaptar.

  Inteligência e capacidade ele tem.

  E se a pessoa já chegou ao nível de demência?
  Daí nem o processo mais arcaico vai dar conta do recado, ela vai precisar de supervisão constante mesmo para tarefas banais como cozinhar ou fazer compras no mercado.

  Em caso de doença eu ajudo, em caso de preguiça mental ... prefiro focar nos meus próprios interesses, esse sou eu...



 
  Tenho um carinho especial pela Microsoft, até hoje uso o Word.
  Desejo sucesso a empresa.
  Mas ...o Copilot deixa muito a desejar, se comparado com outras claro.

  Eu peço um resumo simples de texto, é comum aparecer parágrafos que que não tem nada a ver com o que eu escrevi, por vezes vai até na direção contrária.

  “Parece” que a IA Copilot decide por mim que algo é politicamente incorreto e ela faz as correções que acha que deve.

  




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 Resumo: 

1. Estímulo à autonomia e à pesquisa: Você defende que o próprio processo de pesquisar gera aprendizado e, por isso, incentiva a busca independente pelo conhecimento, aplicando essa filosofia inclusive na criação de suas filhas.

2. Falta de compromisso com a inércia alheia: Você deixa claro que não possui o compromisso de buscar atualizações ou informações para quem não demonstra interesse em correr atrás do próprio desenvolvimento.

3. Uso pessoal e prático das IAs: Seu interesse pelas ferramentas de Inteligência Artificial é focado na praticidade, utilizando-as especificamente para resumir os textos que você publica, destacando o Gemini e o Claude como as melhores opções testadas.

4. Questionamento à generalização sobre a idade: Você contesta a ideia comum de que os idosos não conseguem acompanhar a tecnologia atual, argumentando que quem nasceu por volta de 1960 já vivenciou e superou inúmeros avanços tecnológicos ao longo da vida.

5. Decisão voluntária de estagnação: De acordo com sua análise lógica, a resistência em usar novas tecnologias não é por falta de inteligência ou capacidade, mas sim uma escolha consciente do indivíduo de não querer mais aprender ou se adaptar.

6. Distinção entre limitação médica e comodismo: Você estabelece uma linha clara entre a incapacidade real (como casos de demência, que exigem supervisão e apoio constante até para tarefas banais) e a falta de esforço pessoal.

7. Foco nos próprios interesses diante da "preguiça mental": Você conclui reafirmando sua postura pessoal: prontifica-se a ajudar em casos de doença crônica ou limitação real, mas prefere focar em seus próprios interesses quando se depara com a preguiça mental.


  

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sábado, 27 de junho de 2026

Vitimismo Judeu

 



Márcia:  "Europeus por 400 anos enriqueceram
com o trabalho escravo."😡

William: Africanos que vendiam africanos também
enriqueceram, porque não cobra nada deles?
  Sei ... um erro não justifica outro, mas se
for a favor da sua narrativa ... tudo bem.😉

Márcia: Se cobranças, a tolerância zero com
Holocausto nao te incomoda, porque com a
escravidâo que foi infinitamente pior, sim ???
  Porque Judeus eram brancos ???

William: Se não houve tolerância com o holocausto,
como sua galera explica cerca de 6 milhões
de judeus mortos!?


Márcia: Você nunca classificou qualquer movimento de Judeus em relação ao Holocausto como vitimismo porque Judeus são brancos????


William: Classifiquei como vitimismo da parte deles a intolerância com piadas.
  Já lhe forneci o link do texto.



 “Entendo os velhos de Higienópolis temerem o metrô.
  A última vez que eles chegaram perto de um vagão foram parar em Auschwitz”. 
  (Danilo Gentili)

   Auschwitz foi um campo de concentração nazista onde judeus foram mortos na câmara de gás, eram transportados por trem.
   “Fazer troça da Filosofia já é filosofar”, dizia o companheiro Pascal.
  Achei engraçadinha a tirada do Danilo.
  Para quem "não tá ligado".
  Em Higienópolis moram muitos judeus e "parece" que eles desaprovam uma estação naquele bairro porque traria uma "movimentação" indesejada.
  Danilo foi tão criticado por esse chiste que deletou a postagem.
  Porque retirou a piada?
  Ele não me parece o tipo de pessoa que tenha se arrependido da chacota que fez.
  Minha aposta é que pessoas poderosas não devem ter gostado da piada, foi melhor retira-la para não prejudicar futuros contratos de trabalho. 
  Eu também não prejudicaria meu futuro profissional ou financeiro por conta de uma piada, não seria lógico/inteligente/pratico.
  Como sou um fracassado profissionalmente e não vislumbro perspectiva de sucesso não tenho grande coisa a perder, paradoxalmente posso me dar ao “luxo” de dizer o que o Danilo não pode.
  Até quando não poderemos fazer piadas com o Holocausto!?
 Até quando teremos que manter essa ferida aberta sem permitir a cicatrização?



  Indo além...

  Basta observar por onde judeus passaram.
  Ao invés de ficar só lamentando, se cuidaram e cuidaram de dar boa educação e escolarização aos filhos.
  Israel mesmo cercada de povos hostis tem IDH melhor que qualquer nação africana que eu consigo me lembrar.

  Meu pai ficava só lamentando e não teve nada na vida.
  Mesmo tendo passado por boas empresas, Bosch, Swift, Clark, Sanasa ...
  Eu preferi ter juízo financeiro e mesmo não conseguindo bons empregos tenho uma vida bem confortável.
  Igual fazem os judeus, minha filhas são bem educadas e escolarizadas.
  De uma certa forma judeus me serviram de inspiração... depois do Spock 😉 e de Sócrates claro.




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 Resumo: 

   
1. Crítica à seletividade das cobranças históricas Você questiona por que africanos que vendiam outros africanos para a escravidão não são cobrados da mesma forma que os europeus — apontando inconsistência na narrativa dominante.

2. A contradição interna do argumento de Márcia Você vira o argumento dela contra ela mesma: se houve "tolerância zero com o Holocausto", como explicar 6 milhões de judeus mortos? Isso expõe a fragilidade lógica da comparação que ela fez.

3. Vitimismo ≠ sofrimento real — a distinção está na reação desproporcional Você deixa claro que não nega o Holocausto, mas classifica como vitimismo a intolerância com piadas sobre o tema — diferenciando o trauma histórico da hipersensibilidade contemporânea.

4. O caso Danilo Gentili como ilustração do poder do lobby Você analisa que Gentili provavelmente não se arrependeu da piada, mas a retirou por pressão de "pessoas poderosas" — sugerindo que há um poder de censura informal exercido por grupos de interesse.

5. A liberdade de quem não tem nada a perder Você faz uma reflexão honesta e paradoxal: por não ter perspectivas profissionais a preservar, você se permite dizer o que outros com mais a perder não podem — uma forma de independência involuntária.

6. O questionamento sobre até quando o Holocausto permanecerá intocável Você levanta a pergunta de fundo: há um prazo para que tragédias históricas possam ser tratadas com algum distanciamento, inclusive humorístico? Quando a ferida pode cicatrizar?

7. Os judeus como modelo de superação prática Ao invés de só lamentar, os judeus investiram em educação, prosperidade e construção — tanto que Israel tem IDH superior ao de qualquer nação africana. Você aplica isso à sua própria vida: juízo financeiro e educação das filhas acima do lamento, inspirado nesse exemplo.


  


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quinta-feira, 25 de junho de 2026

Evite o CATASTROFISMO

 


Leandro: Defendo que precisamos superar a mentalidade sindical, que está desalinhada com a tecnologia atual.  
  Os sindicatos oferecem migalhas aos trabalhadores, mas não lutam pela redução de impostos, mesmo sabendo que os custos são repassados ao consumidor.
  Além disso, questiono a cultura do assistencialismo no Brasil, comparando-a a privilégios históricos. 
  O assistencialismo, como o Bolsa Família, gera dependência crônica e não profissionaliza as pessoas.  
  Uso o exemplo da vizinha que alimenta gatos na calçada: se ela sumir, eles não saberão caçar. 
  O auxílio sem incentivo ao trabalho cria dependentes incapazes de se sustentar sozinhos.

William: As pessoas morrem, as novas gerações vão se adaptando.
  Caçar não é a única forma dos gatos conseguirem comer, mas se for necessário reaprendem.

  Por isso tem uma palavra chave que acrescentei em minhas meditações.
  Evite o CATASTROFISMO.

  Ela se junta aos textos sobre evitar o VITIMISMO, a PATERNIDADE IRRESPONSÁVEL, o PSICOLOGISMO.

Leandro: Mas, também tem a palavra caos, é que já estamos em eminencia se Lula ganhar.
  A outra palavra, é a narrativa, se o lula perder.   
  Mesmo que o novo presidente doe 1.600 reais, mesmo assim a população passa a morrer de fome!  
  Ou seja, o caos é nossa nova evidência!

William: Caos já é quase que sinônimo de catástrofe.😉
  Não falta dinheiro no mundo.
  Se o Flávio ganhar os investimentos voltam.
  Se ele vai administrar direito e manter a confiança como Milei tem feito ... ai é futurismo, não faço esse tipo de previsão.
  Espero que sim.

   Veja um exemplo bem recente.
   Desde aqueles apagões no Governo Fernando Henrique, a falta de energia elétrica tinha previsões catastróficas, emperraria nosso desenvolvimento.
   Eu mesmo em texto não muito distante via com preocupação o aumento da frota de carros elétricos.
   Pouco tempo passou...
   As placas solares tomaram conta do país, juntou-se a isso a energia eólica e temos sobra de energia.

   Por outro lado a descoberta do pré sal nos tornaria uma Noruega.
   18 anos depois (2026) ... estamos aqui.
   As nações não acabam, a "qualidade de vida" regride, estagna, ou melhora.


   A exploração do pré-sal no Brasil teve início em 2006, quando a Petrobras anunciou a descoberta do campo de Tupi (atual Lula) na Bacia de Santos.
  A exploração do pré-sal no Brasil teve início em 2006, quando a Petrobras anunciou a descoberta do campo de Tupi (atual Lula) na Bacia de Santos. 
  A produção comercial começou em 2008, com o primeiro óleo extraído. 
  Em 2010, o governo criou um novo marco regulatório com a Lei do Pré-Sal, adotando o regime de partilha de produção, com a Petrobras como operadora obrigatória.

   Claude
   





   Confesso que estou um tanto "apático".
   Se o Flávio ganhar tem seu lado bom, o Brasil provavelmente vai diminuir a excessiva irresponsabilidade fiscal.

  Se o Inácio ganhar, o lado bom é que ele mesmo vai ter que lidar com a arapuca econômica que criou.

  E o povo?
  Não existe povo inocente, todos (que se importam) estão cientes do caos que tomou conta da Venezuela e da Argentina recentemente ao insistirem nos gastos exorbitantes sem a receita correspondente.
  Mas essas nações continuam.
  A Venezuela precisou de uma intervenção americana.
  Deram sorte de ser uma nação relevante pela quantidade de petróleo que possuem e Trump estar na presidência dos EUA.
  A Argentina, seu próprio povo resolveu tentar outro caminho mais sensato, se vão persistir nele ... são latinos o histórico não é bom.

  O Brasil é do jeito que a maioria dos votos válidos querem que seja.

  Os brasileiros que não se importam, anulam os votos, é o direito deles.

  A nação, bem ou mal, vai continuar.
  Ser mais sensatos ou seguir nossa histórica insensatez?
  Você decide ... eu torço pela sensatez.





Leandro: O povo brasileiro, é movido à choques...
Trump quiçá fazer o mesmo...
  Ponto de reflexão, por ainda ser cedo, na Venezuela...
  Mas, porém no entanto, parecer que os Venezuelanos, gostaram.
  Outra reflexão, a esquerda lá, era o próprio governo, e o povo estavam mesmo sendo coagidos..
  No Brasil e na Argentina, tem uma esquerda infernal, ou um povo infernal da esquerda.
  Mais pra segunda parte, pelo desejo psíquico, do quanto pior melhor...
  Milei e o novo governo do Brasil, nunca serão bom, para o povos da esquerda, lá e cá...
  Resumo: A esquerda sindicalista..
  "Quando a empresa vai bem, o sindicato, manda os trabalhadores esquecer chaves dentro das máquinas"...

William: Já tratei com você sobre aquele pensamento icônico de Nietzsche sobre não se tornar o monstro que tenta combater.
  Os sindicalistas mantem aquela visão da sociedade de 1960, paradoxalmente são retrógrados e acusam os outros de serem!😉

  "Quando a empresa vai bem, o sindicato, manda os trabalhadores esquecer chaves dentro das máquinas".

  Você esta dizendo que de 1960 até hoje nada mudou?
  A geração Z é o retrato "cuspido e escarrado"😂 da sociedade de 1960, obedece sindicalistas (ou patrões) cegamente?

✧✧✧

 

 Resumo: 

   
1. Evite o Catastrofismo, nova palavra-chave central de suas meditações, ao lado de evitar o vitimismo e a paternidade irresponsável.

2. Adaptação natural das gerações, pessoas morrem, novas gerações se adaptam; dependentes podem reaprender a se sustentar.

3. Exemplos contra previsões catastróficas , os apagões do governo FHC não travaram o desenvolvimento; energia solar e eólica superaram o problema.

4. Pré-sal não nos tornou a Noruega ,18 anos depois, a promessa não se cumpriu, mas o Brasil continua.

5. Nações não acabam , a qualidade de vida regride, estagna ou melhora, mas a nação persiste (Venezuela e Argentina como exemplos).

6. Aposta na sensatez , independente de quem ganhe, cada resultado tem seu lado positivo; torce pela responsabilidade fiscal.

7. Responsabilidade do povo, não existe povo inocente; o Brasil é como a maioria dos votos válidos quer que seja.

  

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terça-feira, 23 de junho de 2026

Bíblia na África

 


 


   "Quando os brancos vieram para a África, nós tínhamos a terra, e eles, a Bíblia.
Eles nos ensinaram a rezar de olhos fechados.
Quando os abrimos, os brancos tinham a terra, e nós, a Bíblia."
(Jomo Kenyatta)


A frase é atribuída a Jomo Kenyatta, liderança central da luta anticolonial queniana e primeiro presidente do país após a independência.
Embora sua autoria exata seja debatida por alguns pesquisadores, a citação tornou-se um dos símbolos mais conhecidos da crítica ao colonialismo europeu na África.

A reflexão resume um processo histórico marcado pela ocupação de territórios, pela exploração econômica e pela imposição cultural e religiosa promovidas por potências coloniais ao longo dos séculos XIX e XX.

Para muitos estudiosos, a expansão colonial não significou apenas controle político, mas também a transformação profunda das estruturas sociais, culturais e espirituais dos povos africanos.

Mais do que uma crítica à religião, a frase provoca um debate sobre poder, dominação e as consequências históricas da colonização, cujos efeitos ainda podem ser observados nas desigualdades globais contemporâneas.


Frente Negra Online




William: O “engraçado” nessas postagens é que os muçulmanos estimularam a escravidão na África primeiro que os cristãos e esses líderes africanos não falam nada sobre isso.

  Procurem casos de sucesso de nações do continente africano com maioria islâmica e me tragam.
  Deve ter, vamos analisar juntos.

  Das que eu pesquisei, as nações onde o islamismo predomina (no geral) conseguem ser mais problemáticas que as cristãs.

  E a religião africana, qual seria ela!?
  O continente é enorme com inúmeros povos, até onde sei nunca buscaram se integrar religiosamente.
  Mas quem souber me diga.
  Selecionem uma religião que predominava no continente Africano e que foi sufocada pelo cristianismo ou islamismo.
  Será que não aconteceu o mesmo que aconteceu com os vikings e povos similares?
  Eles tinham suas crenças, mas preferiram outras.


  Observem que das 5 maiores religiões nenhuma teve origem no continente africano.
  "Minha" dedução é que uma religiosidade que "unisse" povos africanos a ponto de fazer frente as estrangeiras, não existiu.
  No caso do continente americano é compreensível, "segundo nossa ciência" a habitação humana demorou mais para chegar aqui.
  Diferente do continente africano onde a habitação humana começou.


  Nenhuma das grandes religiões atuais surgiram no Continente Europeu

   Eles também abraçaram crenças de outros povos.





 





Fernando: “O poder, nunca emana do povo!”
 (Com os povos africanos não foi diferente.)

William: Não sei de Reis enfrentando exércitos sozinhos.
  Soldados são alienígenas!?

  Em alguns povos para decidir certas pendengas, cada grupo mandava seu melhor guerreiro (raramente era o Rei ou líder), o vitorioso tinha suas reinvindicações atendidas.
  A batalha de Davi contra Golias é um caso conhecido.  (Lenda ou não.)

Fernando: Você disse...O rei, mandava os soldados...
  Quem tinha soldados?
  Quem mandava em quem?
  Nunca foi tão fácil, entender comandantes e comandados...😉

William:  Se os soldados obedecessem a tudo sempre cegamente, Reis não seriam depostos...
  Essa lógica entra em sua mente?😉
  No caso do Brasil teríamos uma Monarquia Absolutista até hoje.


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 Resumo: 
   
1. Omissão islâmica no debate colonial — O Islã estimulou a escravidão na África antes dos cristãos, mas líderes africanos como Kenyatta ignoram esse fato ao criticar apenas o colonialismo europeu/cristão.

2. Islamismo é a 2ª religião mais praticada na África — o que torna o silêncio sobre sua influência histórica ainda mais relevante e contraditório.

3. Questionamento sobre nações islâmicas africanas — William desafia o debate a apresentar casos de sucesso em países africanos de maioria muçulmana, sugerindo que tendem a ser mais problemáticos que os cristãos.

4. A religião original africana — Nenhuma das 5 maiores religiões mundiais tem origem na África, apesar de ser o berço da humanidade; a dedução é que uma religiosidade que "unisse" a ponto de fazer frente as estrangeiras, não existiu.

5. Diversidade religiosa africana ignorada — O continente é vasto e plural; nenhum povo buscou integração religiosa unificada, o que complica narrativas simplistas.

6. Analogia com os vikings — Povos europeus também trocaram suas crenças originais ; o mesmo pode ter ocorrido na África.

7. Poder não é absoluto — Soldados não obedecem cegamente; reis foram depostos, o que demonstra que o poder sempre foi disputado e negociado.


  

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