sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Só Pode Haver Um

 “Não há solução para os males sociais fora das leis da biologia.”



 “O Império Otomano foi um Estado turco que existiu entre 1299 e 1922 e que no seu auge compreendia a Anatólia, o Médio Oriente, parte do norte de África e do sudeste europeu.
  Foi estabelecido por uma tribo de turcos oguzes no oeste da Anatólia e era governado pela dinastia Otomana.
  Sua capital era a cidade de Constantinopla, tomada ao Império Bizantino em 29 de maio de 1453.
  O Império Otomano foi a única potência muçulmana a desafiar o crescente poderio da Europa Ocidental entre os séculos XV e XIX.
  Declinou marcadamente ao longo do século XIX e terminou por ser dissolvido após sua derrota na Primeira Guerra Mundial.
  Ao final do conflito, o governo otomano desmoronou e o seu território foi partilhado.
   O cerne político-geográfico do império transformou-se na República da Turquia, após a guerra de independência turca.”
   [Wikipédia]

  Foi um Império que durou 623 anos!

  O mais difícil de debater certos conceitos é que as pessoas não se interessam por História, é como se o mundo tivesse começado quando elas nasceram.
  Houve uma campanha na Internet para escolher o melhor brasileiro de todos os tempos Michel Teló foi citado 😲!   
  Uma coisa dessas só tem explicação em um desconhecimento de História.
  Michel Teló com uma de suas músicas realmente realizou um grande feito, emplacar uma canção como sucesso mundial não é para qualquer um, no caso da música em questão é preciso muita sorte.
  Entretanto quem conhece a história da música brasileira nem lembraria de Teló como o maior musico ou cantor brasileiro de todos os tempos, isso para ficarmos só no campo da música.
  Vila Lobos, Tom Jobim, Sérgio Mendes, João Gilberto, Roberto Carlos entre muitos outros, tem obras muito mais extensas, muito mais significativas nacional e internacionalmente.
  Em se tratando de história Visconde de Mauá, Tiradentes, Duque de Caxias, Getúlio Vargas... foram pessoas que impactaram muito mais a história do Brasil (para bem ou para mal).

  Veja o caso do Império Otomano.
  Impactou significativamente a história da humanidade e poucos sabem que ele aconteceu!
  Vamos meditar sobre isso.
▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬▬
  Escuto muito que as demarcações feitas pelos europeus em suas colônias são a fonte dos principais conflitos mundiais.

 Paradoxalmente esperávamos demarcações perfeitas de um povo ao qual atribuímos grandes erros!

  Quem conhece história sabe que o mundo já teve vários impérios e o vencedor das guerras demarcava o território conquistado como bem entendesse, poderia inclusive escravizar o povo conquistado ou extermina-lo.
  Lembram da ordem dada por Deus a Saul?

  “Vai, pois, agora e fere a Amaleque; e destrói totalmente a tudo o que tiver, e não lhe perdoes; porém matarás desde o homem até à mulher, desde os meninos até aos de peito, desde os bois até às ovelhas, e desde os camelos até aos jumentos.”

  Qual demarcação os Europeus deveriam respeitar ou resgatar?
  A do Império Otomano?
  Porque temos certeza que os critérios dos Otomanos eram melhores que dos conquistadores Europeus?



  Gente, gente, gente demorou milênios até que tivéssemos fronteiras bem estabelecidas entre países e cidades, NÃO, o GPS não existe desde de sempre.
  As fronteiras foram melhor estabelecidas depois da Segunda Guerra Mundial quando a parte INTELIGENTE da humanidade percebeu que o Darwinismo Social é uma grande roubada.
  Cada povo tem que ter soberania para se organizar como achar melhor, se ingleses gostam de adorar uma rainha... que seja.
  Se coreanos preferem o Comunismo, se Africanos gostam de disputas tribais, se brasileiros gostam de votar em corruptos, se Americanos adoram armas de fogo... enfim, cada macaco no seu galho.

Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é.

  Nos cabe respeitar a SOBERANIA e as FRONTEIRAS.
  As duas grandes guerras deixaram marcas importantíssimas na humanidade, preste muita atenção que esta é a chave desse texto.
  Até a primeira Guerra os povos lutavam para estabelecer Impérios adquirindo colônias.
  Não tinha muito a ver com supremacia ou superioridade racial.
  Exemplo: Os Romanos sabiam que se eles fraquejassem seriam subjugados por outros povos, seriam escravizados, a dinâmica era você domina ou será dominado.

  Não havia respeito as fronteiras, havia respeito aos exércitos, um povo estava sempre querendo conquistar o outro.
  Até a primeira guerra o resumo das Guerras era esse:
  Você conquista ou será conquistado.

  Na Segunda Guerra sobre influência das Teorias de Darwin que pregava a evolução das espécies chegamos à conclusão que haveria uma raça superior a todas as outras que dominaria o planeta.

  Vamos audaciosamente entrar por essa brecha a dinâmica agora é:
  Sua raça extermina ou será exterminada.

  Só pode haver uma raça.

 As outras serão subjugadas ou varridas da humanidade.

 To be continued...





Monteiro Lobato defendia a eugenia

  "O Brasil foi o primeiro país da América do Sul a ter um movimento eugênico organizado. A Sociedade Eugênica de São Paulo foi criada em 1918." [Wikipédia]



 Eugenia Nazista

  A política da eliminação em massa de pessoas, adotada pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, foi um fenômeno até então único na história da humanidade.
  Esse crime foi inspirado em várias doutrinas que passavam então por ciência, como o racismo e a eugenia, que tiveram larga difusão e apoio nos países mais adiantados dos anos vinte e trinta.

 Eugenia na Europa

  "Seu negrume não surgiu no deserto de Gobi ou na floresta tropical da Amazônia.
  Originou-se no interior e no cerne da civilização europeia.
  Os gritos dos assassinados ecoaram a pouca distância das universidades; o sadismo aconteceu a uma quadra dos teatros e dos museus (...) Em nossa época, as altas esferas da instrução, da filosofia e da expressão artística converteram-se no cenário para Belsen." [George Steiner]

  O massacre de grande parte da população judaica da Europa perpetrado pelos nazistas entre 1941-45 ocultou o fato de que a política de extermínio adotada por aquele regime não circunscreveu-se a perseguição antissemita.
  Foi muito mais ampla de que se supõe.
  Tratava-se de um vastíssimo plano de eugenia que englobava outros setores sociais, cujas vidas os nazistas consideravam "indignas de serem vividas".
  Ao mesmo tempo em que se praticava a esterilização, a eutanásia e o genocídio, por outro estimulava-se a proliferação da "raça superior", concedendo aos homens selecionados o direito de acasalar-se com várias mulheres, desde que elas fossem de origem ariana.
  Quando os soldados alemães ocuparam os países vizinhos, essa pratica foi estimulada para que novos seres arianos viessem ao mundo para poder substituir as baixas de guerra que a Alemanha estava sofrendo.
  As crianças nascidas nessas circunstancias seriam criadas em orfanatos especiais, sob orientação e supervisão do Estado Nazista.

  Nenhum regime político até então havia se inspirado tão fortemente no darwinismo social e numa concepção tão radicalmente biologista - quase zoológica - como os nazistas o fizeram entre 1933-1945.

  Assim, a eugenia era tanto o pretexto para a eliminação dos indesejados como para a seleção dos escolhidos.

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 “Na Segunda Guerra Mundial, os ataques aos navios da Marinha mercante brasileira, pelos submarinos do Eixo, entre os anos de 1941 e 1944, causaram a morte de mais de mil pessoas e precipitaram a entrada do Brasil no conflito, do qual, até então, se mantinha neutro, ao lado das forças aliadas.

  FORAM 35 NAVIOS ATACADOS.”


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