terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Anular Gênero

Qual a sua opinião sobre os homens que ficam em casa cuidando dos filhos para que a mulher possa trabalhar?
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b) Requer adaptação, mas poderá dar certo se o homem não se ofender.
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  A possibilidade de dar certo é bem remota
  [Não estou dizendo que é impossível]

  Vamos imaginar que sua esposa ganhe 10 mil e você 2 mil.
  Sua renda é bem menor, mas é a SUA renda, ganha com sua capacidade.
  Sua esposa de posse desse bom salário não se negará a pagar ótima creche ou escola para os filhos.

  Essa idéia dominante que o melhor lugar para as crianças é estar “sempre” junto com os pais é algo que vejo com reservas.
  Na creche a criança tem contato com outras da mesma idade e é exposta a uma melhor disciplina social, percebe que ela faz parte de um todo e não é o todo, mas isso fica para outro texto...

  Se o trabalho de sua esposa exige muito dela não deixando muito tempo para você e os filhos... é uma situação muito triste, mas se não há outro jeito é preciso se adaptar a essa situação evitando também trabalhar em algo que tome todo seu tempo, afinal as crianças não pediram para nascer, se sua esposa não pode estar presente ao menos você tem que estar.

  Sua esposa deve repensar a importância do dinheiro em sua vida, se ele é mais importante que tudo, sinto muito, sua mulher pode ser uma excelente executiva que mantém o trabalho de muitos, alguém muito eficiente para nossa sociedade, mas como esposa... não foi uma boa escolha.

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  c) Pode funcionar por um período emergencial, até que outra solução surja. Fora isso, é desmoralizante para o homem.
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  Se não tivesse a segunda parte “desmoralizante” esse item seria o mais satisfatório.
  Nunca fiquei muito tempo desempregado, mas sempre que fiquei tentei ser o mais útil possível.
  Não tinha serviço doméstico que eu não fizesse ou cuidado com as crianças que eu não tivesse.

  Ficar desempregado é uma coisa se comportar como um inútil é outra bem diferente.

  Eu considero cuidar da casa uma atividade importante para o bom andamento familiar, não me sinto nenhum pouco desmoralizado.
  Mesmo que fosse uma situação de longa duração não vejo “desmoralização” nisso.
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  d) Eu acho antinatural.
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   Sei que esse item a princípio provoca uma aversão, mas ele não é tão abominável quanto parece.

  Inverter os papéis de “pai” e “mãe” não é natural.

  Porque comemos alface a não comemos capim?
  Sei lá! Ainda não conheci ninguém que gostasse de comer capim no entanto é raro encontrar alguém que não goste de alface.
  Comer capim é “antinatural” em nossa espécie, causa um estranhamento.

  Muito insetos são comestíveis, mas a maioria não é.
  Não é só uma questão de “condicionamento alimentar”.
  Embora possa acontecer, comer insetos é “antinatural” em nossa espécie.

  “Existem 1,5 milhão de espécies de insetos no mundo, mas apenas 1 662 são comestíveis.”

  Mesmo os povos que comem insetos, não comem todos os insetos.

  Podemos “deduzir” que comer insetos não é “natural” ao homem; é uma exceção à regra.

  Baratas são excelente fonte de proteínas, em caso de necessidade extrema comer baratas pode mantê-lo vivo, mas viver comendo baratas não é o sonho de vida nem dos povos comedores de insetos.

  Quero dizer que é natural o macho prover o sustento da família em nossa espécie.
  Cuidado com “modismos”, cuidado com pessoas que inventam o que é “Politicamente Correto”.

  Anular gênero pode ser politicamente correto, estar na moda, mas está longe de ser NATURAL.



“Toda mulher gosta de rosas.” ♫♫♫♫

  Não sei se toda mulher gosta de rosas, mas observo que quem nasce com útero gosta muito mais de flores ... é coincidência? É condicionamento social?

  “Decifra-me ou te devoro!”




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28 comentários:

William Robson disse...



O Desconhecido

“A tradição é a personalidade dos imbecis.” [Einstein]
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Eu não entendo porque no mundo ainda há pessoas que acham importante casar virgem. A única coisa capaz de explicar isto é a tradição.Filosoficamente eu digo que o amor e o desejo sexual são facilmente confundidos.

Eu observo que você só pode cogitar que um sentimento seja amor ou pelo menos uma forte amizade, uma forte compatibilidade mental [ou espiritual como queiram] depois de ter saciado o desejo sexual.

Já respondendo aos moralistas de plantão. Sim, tenho duas filhas e gostaria que elas fossem sempre minhas menininhas, mas não sou tão burro, sei que isto não é possível, sempre desejei ter filhos saudáveis e filhos saudáveis crescem e ficam adultos, ainda bem que minhas filhas não apresentam nenhum tipo de retardamento mental por mais que a sociedade Freudiana diga que isto é maravilhoso, nos torna mais fortes, este fortalecimento de ter filhos deficientes eu dispenso.

Flash Back


William Robson disse...



Eu sei que eu
Eu queria estar contigo
Mas sei que não
Sei que não é permitido
Talvez se nós
Se nós tivéssemos fugido
E ouvido a voz
Desse desconhecido
O Amor!

PASSEANDO

Nihil,sem o avatar... disse...

Bom dia ao sr.

Estou sem internet móvel,e por isso,sumi por essa noite,e também de manhã.
Não tenho previsão para retornar "de vez".
Tentarei usar o speedy ruim daqui de casa,mas isso estará limitado a uma hora e meia por dia.

Escrevi uma pequena dissertação a respeito no blog da Selma.
Estendo a mesma questão para o sr.
Se o sr.está sabendo de algum problema que está ocorrendo na operadora,e puder dizer,ficarei agradecida.

Eu li ao seu texto de hoje.
Quando puder,abrirei aos links.

Desejo um ótimo dia ao sr.,a mim(estou merecendo) e a todos.
o que aconteceu com a TIM?

minha estrela... disse...

...não anda mesmo boa.

Logo agora que eu ia começar uma série de tarefas virtuais urgentes,tipo me relogar aqui, copiar textos ali e acolá,isso começa a ocorrer.

Estou contrariada.
Ainda que algumas previsões feitas por mim para esse ano não se confirmarem,não irá demorar muito,ficarei uns dias sem internet,de qualquer forma,pois vou mandar essa operadora passear.
O nosso dinheiro eles querem.

Atendimento que é bom...bah.

Tomara eu consiga em alguma hora, ligar no 1056.

°°°°°°°°

aviso disse...

Não precisa mais se preocupar,sr.William.
A minha internet voltou,agora de tarde.(depois de umas doze horas "fora do ar").

De manhã, fiz alguns telefonemas,e entre informações equivocadas,e mal entendidos,só soube que "estão fazendo obras na área",depois do almoço.
Ao menos,os telefones da TIM não estão mais surdos,e já está sendo possível falar com eles,quando quero fazer alguma reclamação.

Eu já "vi tudo".
Se eu quiser me proteger de estresses com a internet,vou precisar de uma conexão alternativa,mais fraca,e de outra operadora.

Obrigada pela atenção.

(agradeço também à "santinha" por haver ouvido minha prece).

Muito boa noite.

Nihil Metilene disse...

Não posso prometer que "voltarei".
De todo modo,as "instabilidades de área" são vistas como problemas normais pela empresa em referência,e isso significa que algum dia alguma vez,estarei aqui de novo,de vez.

(hehehe!...)

emaranhado 180 disse...

no blog da Selma.
Sobre a TIM.

emaranhado 179 disse...

Boa madrugada a todos.(haha!)

Minha internet vêm dando problemas,há um tempo-e o que aconteceu ontem,foi apenas a piora da história.
Frequentemente,sai do ar por um minuto,depois volta,além de estar lenta em alguns sites.
Ingênua,achei que dava para trocar a conexão atual por uma "melhor".
Acontece que não existe! (fiuu...)
E eu queria para meu pc a velocidade do Speedy dos melhores lugares...pois a velocidade do Speedy daqui de casa,deve ser só dois por cento melhor do que a da minha conexão 3G,devido a problemas na fiação elétrica da casa.

O blog da Selma costuma ser lento e confuso no meu pc de dia,e só melhora de madrugada.
No pc de casa,é a mesma coisa.
Sem falar na lentidão das funções comuns do meu "note".
Enfim,a perfeição não só não existe,mas é "a regra do dia",em toda situação.
Todavia,ter duas conexões de internet,caso eu não precisar cancelar a de agora,é possível,e pode me livrar de algumas roubadas justamente nos dias em que estou com mais saúde para ficar acordada de noite,para "dar conta de tudo".
E certos eventos indesejáveis às vezes,ocorrem justamente quando estou menos preparada para encará-los.

Isso aí.

correção disse...

"mas a imperfeição costuma ser a "regra do dia" em toda situação."

turbilhão 1.269 disse...

(texto principal)

Quase sempre,quando vejo esposas sustentando sozinhas a família inteira,o marido é alcoólico,ou tem uma doença crônica.
Umas vezes,"ele" toma jeito,e depois de uns anos,acaba arrumando serviço também,e voltando ao mercado de trabalho.

Seu texto me lembrou uma trama paralela que vi na novela "A vida da gente",aquela história da moça que ficou quatro anos em coma,e depois de acordada,não se adaptava mais à realidade própria.
Nessa "trama paralela" o ator Ângelo Antonio interpretava um personagem que era casado com uma treinadora de atletas,e que dependia dela para tudo.
Ela não se ocupava dos filhos,ele sim.
Depois ele a abandonou,e arrumou outra,de quem ele continuou dependendo,pois nunca se acertava num serviço.
No final da novela,ainda arrumou uma terceira,com quem ia viver o mesmo drama.

E a filha atleta o acompanhou ao novo lar.

sotonenses 49 disse...

Hahahaha!

Tá certo,(acabei de ler o artigo da Superintessante),irei sonhar com o lindo dia em que entrarei nalgum restaurante com meu bisneto(fiuuuu...) e pedirei para os dois,uma pizza com larvas de besouro e mosca,"à moda da casa", e depois de noite,comerei uma "omelete com baratas" feita pela "nora neta".

A "entrada" será uma salada de pétalas de rosas(existe,na França),e na frente da televisão,irei devorar não mais meu saquinho de fritas,de costume,mas sim, um pacote de besouros.
(coitados dos bichinhos...)

Muitos anos atrás,os meninos da rua costumavam caçar besouros do tipo helicóptero,que depois eles fritavam.
Não precisavam disso,pois não passavam fome,mas os comiam como iguarias.
Nunca entrei na brincadeira,pois mamãe não teria mesmo deixado eu consumi-los.
Além do mais,não via sentido em provocar sofrimento aos animaizinhos,já que não faltava nenhum ítem na alimentação.
Só me tornei vegetariana,"na casa" dos trinta anos.

saúde em dia disse...

...e como vegetariana,minha alimentação é mais variada,do que quando eu comia carne.

Naquele tempo,eu não tinha coragem de gastar um pouco mais em certos ítens comestíveis diferentes,tipo castanhas,nozes,e verduras diferentes.
Também conhecia menos frutas.
Atualmente,meus pratos são mais coloridos,eu como mais proteínas do que antes.

tsc disse...

fui redundante com uma palavra no texto que acabei de enviar.

É como sempre digo.
As pequenas missivas para mim,são as mais difíceis.

carpideira 566 disse...

...no blog da Xênia.

Walmor Chagas.

emaranhado 181 disse...


...no blog da Selma.

Prosas "entrópicas".

entropia 120 disse...

...no blog da Selma.

Que ciumão eu sinto do sr.Hosaka,quando sei que ele "fica de papo" com o sr.Ésio.
Para isso,ele tem tempo.
Tô sabendo...(rs...)

entropia 121 disse...

...no blog da Selma.

Sr.Hosaka,cachorro quente e churrasco de queijo.

revista realidade 178 disse...

...no blog da Selma.

Se eu entendi,a Justiça está tendo dificuldades para "enquadrar" em que categoria se classificam os crimes do sr.Lula.
Se ele for punido por "improbidade administrativa",poderá dar um jeito de escapar da punição.
Se ele for condenado por "crime político",isso será mais difícil.

revista realidade 179 disse...

...no blog da Selma.

O mito de Sísifo.

Em todas as postagens que fiz aqui,nessas horas,tem réplicas minhas às mensagens no outro blog.

encantadora 116 disse...

Vejam como é a planta medicinal Alfavaca,mencionada naquele artigo da Superinteressante,em receitas gastronômicas com insetos.

sotonenses 50 disse...

Muitos anos atrás,no antigo programa do "Homem do Sapato Branco"(esqueci o nome real do finado apresentador,que até apareceu no Provocações...lembrei...Jacinto Figueira Júnior),
foi entrevistado um senhor que tinha um curiosíssimo restaurante,onde ele servia pratos à base de ratos...
e o ingrediente rato,era denominado "mus".

Saudoso programa de variedades,onde se apresentavam diversas personalidades curiosas e assimétricas.

Irei meditar... disse...

...não sei se voltarei...em todo caso,boa quarta feira a vcs.

li... disse...

...hoje,os reenvios de ontem,aqui nessa página.

turbilhão 1.279 disse...

Depois de ler seu texto sobre "anulação de gênero",fiquei pensando que já posso escrever sobre algo que eu teria adiado para daqui a um ano,se não tivesse aparecido o ensejo para falar nisso agora.

Sempre fui interessada na suposta "geração "filhos de cisne"(ainda não começou a existir) bem como sou interessada no melodrama da psicopatia.
Pesquisei- nesses anos- o tema sob todos os aspectos.
Imagino que se eu "já vivia com a consciência humana" dezenas de milhares de anos atrás,talvez fui assim,mais de uma vez.
Em sentido espiritual, essa é uma história que atinge mais aos que ainda não tem um "grande currículo de vidas".
Tem doenças físicas que a isso predispõem,problemas sociais,educação familiar...mas uns meses atrás,li numa revista,e também escutei num programa radiofônico algo "do outro mundo".
Sempre achei antinatural as pessoas tratarem bebês com severidade.
Não estou falando do rigor necessário com horários de dormir,de lazer e de alimentação.
O que nunca entendi,é a "frieza" de alguns com crianças pequenas.

Existe um consenso em nossa sociedade de que quando um bebê chora,não devemos pegá-lo no colo,"senão ele fica com mau costume".
Crianças pequenas não precisam ser ouvidas em suas queixas,-acreditam alguns.
Nas escolinhas e creches,essa é a orientação dada às professoras e berçaristas.
Estudos,cujas fontes não conseguirei citar agora,contaram que isso está errado.
Criança pequena precisa não só de segurança,mas precisa também de acalanto.
A falta disso,pode predispor a um crescimento problemático,formar pessoas carentes,nervosas, "gulosas" por afeto,pode colaborar para a doença da depressão,e ...conclusão minha,pode contribuir para a doença da Psicopatia,para quem já nasceu com os neurônios em desordem.
Muitos que caem no vício das drogas,foram tratados com excessivo rigor,numa idade imprópria.

Quando comentei o assunto,entusiasmada,com algumas amigas,elas quase "me bateram".
Esse tema dá briga entre nós mulheres,portanto,passei a evitá-lo.
Algumas se enfurecem,e gritam que "não toleram crianças mal acostumadas que sempre pedem acalanto,pois isso não contribui para o futuro delas".
É tanta histeria,que nos faz suspeitar que elas também foram tratadas desse jeito.

Com muita facilidade,lembro de todas as pessoas sobre as quais eu ouvi falar que não tiveram suas mães perto,quando pequenas(ou que ficaram órfãs),e posso relacionar quais são,e contar sobre a conduta que elas tem hoje em dia.
Essas criaturas costumam ser duronas,pouco comunicativas,isso,quando possuem equilíbrio.
Parte dos problemáticos de toda ordem,também viveu assim,o início de suas vidas.
Chego ao ponto de supor que em países em que a mulher não tem o seu devido lugar na sociedade,e nos quais ela é pouco respeitada,as criancinhas são tratadas com formalidade extrema.
Talvez,só são tocadas,para a higiene,e para a alimentação.
Então, os tipos crescem com antipatia "pela mãe" e isso é transferido para o gênero feminino em geral.

Aqui,não estou dizendo que o acalanto só deve ser concedido pela mãe.
Deve ser concedido por quem cuida da criança.
Por quem estiver perto dela.

O natural em nós,é sentirmos afeto por quem é pequeno,por quem é imaturo e inocente,e demonstrarmos isso.
Se não demonstramos,estamos indo contra a nossa natureza,e negando algo importante para a formação dos que amamos.

segue

1.279,parte 2 disse...

Tenho um texto antigo aqui nesse blog,escrito em quatro tomos,onde expliquei onde e quando aparece o "amor básico" que facilita a formação do superego social na consciência.
Eu pensava que aquilo era só uma suposição minha e do dr.Freud,mas parece que é real.

Quem não recebe bastante afeto,jamais irá aceitar direito a "castração edipiana",pois para assimilar as normas da sociedade,é preciso primeiro saber que essas normas são para o bem de todos.
E isso só se descobre,quando se viveu por algum tempo,esse mesmo "bem",na forma de uma sensação de proteção e de aceitação.

Todos os pervertidos,psicopatas,e problemáticos menos graves,tem limites nessa parte.

Num mundo ideal,a moça que casa,e tem um filho,deveria poder se dedicar bastante a ele,em seus primeiros anos de vida.
Mas,não estamos num mundo ideal.
Então,as psicólogas,posteriormente,precisam "ocupar o espaço" que as mães,que os pais,e que os primeiros cuidadores,deveriam ter ocupado um dia- na vida dos pacientes.

Lembremos daqueles povos arcaicos.
Perdedores ou não,eram e continuam sendo tipos valentes.
Nas tribos,as crianças muitas vezes,ficam coladas em suas mães o tempo todo,e só quando já conseguem "ir e vir",é que costumam ir atrás dos pais homens,que os ensinam a respeito do mundo.

Nas sociedades modernas,todavia,temos sido uma geração de "falsos mimados" e de criaturas inseguras.
Isso eventualmente,começou num condicionamento da primeira infância,indicado por um costume social que talvez irá persistir por bastante tempo ainda.

1.279, parte 3 disse...

A questão que se impõe é a seguinte,

quais são os custos de um bando de pessoas inseguras,perdidas,e nada realizadas numa comunidade?
Isso mereceria um estudo longo da Sociologia.
Se houvesse uma guerra entre países,as comunidades mais fragilizadas,seriam as mais violentas,ou as mais burras,nessa mesma guerra.

Onde um grupo de pessoas assim poderia chegar?
Que articulação em conjunto,elas conseguem?
Quase nenhuma...

Talvez,dr.Sócrates,quando exagerou em seu bom humor,ao dizer que um "exército ideal deveria ser um exército onde todos fôssem amantes entre si"(muitos devem ter rido dele),talvez intuiu esse problema básico de muita gente- em sua "educação de berço".

William Robson disse...



Algumas se enfurecem,e gritam que "não toleram crianças mal acostumadas que sempre pedem acalanto,pois isso não contribui para o futuro delas".
É tanta histeria,que nos faz suspeitar que elas também foram tratadas desse jeito.
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O que eu posso te dizer?

Um Filosofo não deve ignorar os extremos, mas deve se a ter aos meios.

Nem tanto ao mar nem tanto a praia.

turbilhão 1.281 disse...

réplica ao sr.

°°°Claro.
Exageros sempre são proibitivos.
Ninguém pode ficar o tempo inteiro brincando e dando atenção a uma criança,porque sempre há muito o que fazer,e principalmente,para a dispensação dos cuidados principais à mesma.
Ela precisa amadurecer com o tempo,e entender isso.
E aprender a procurar a companhia dos amigos da mesma idade.

Todavia, idem não é justificável uma "conduta indiferente" a um bebê de menos de quatro anos.
Os que agem assim,não agem assim por "não terem sentimentos",mas agem assim por pensarem que esse é o certo a fazer.
Pois bem.
A experiência comprova,e as palavras recentes que andamos escutando por aí,confirma que tal "opinião" está errada.