terça-feira, 17 de março de 2026

Rebolação

 



  Vejo muitos dizendo que a humanidade só piora ... de certo não conhecem história...😉

  Em períodos de guerra, crise ou pragas, por exemplo, era comum que a moral da sociedade ficasse abalada.
  Para aliviar essa tensão social, um costume sombrio foi difundido entre os gregos, uma cerimônia chamada “Pharmakos” - Link
  O ritual consistia em sacrificar uma pessoa “feia” (com deficiência ou que tivesse cometido algum crime) durante a celebração do Targhelia, com a finalidade de livrar a comunidade das desgraças.

  De certo temos muitas coisas ilógicas na atualidade.
  Mas se comparadas com o passado da humanidade "evoluímos" bastante.

   No entanto quero falar de algo "leve", mas que tem me incomodado bastante.
  Nos meus passeios pela internet tem sido impossível não ver ... "traseiros rebolantes".

  Acho tão "grotesco".
  Tá, em algum gracejo eu até poderia empinar meu traseiro dar uma rebolada, mas esse gesto é tão frequente que nem teria mais graça.
  É como a piada do "Pavê".

  Por favor sou conservador, mas não radical.
  Porém não gostaria de ver minha esposa, filhas, irmãs ... fazendo movimentos obscenos.


  

 Movimentos obscenos (art. 233 do Código Penal Brasileiro) são atos que ofendem o pudor coletivo, realizados em local público ou aberto/frequente ao público, com intenção de satisfazer lascívia ou provocar excitação sexual em terceiros.

*Grok*



  Em tempos que mulheres reclamam tanto de "objetificação" não sei com que propósito fazem tanta "rebolação".

  No caso de homens ... nem sei o que dizer ...
 
 


✧✧✧

 

 Resumo:


1. A humanidade não está piorando — Muitos afirmam que a sociedade degrada cada vez mais, mas isso demonstra desconhecimento histórico. Em épocas de guerra, crises ou pragas, a moral sempre se abalava, o que mostra que problemas morais não são exclusivos da atualidade.

 

2. Exemplo extremo do passado para contextualizar evolução — Entre os gregos antigos, durante crises, havia o ritual **Pharmakos** (no festival Targélia), que envolvia sacrificar pessoas "feias", deficientes ou criminosas para "limpar" a comunidade das desgraças. Isso ilustra costumes muito mais sombrios e ilógicos do que os de hoje.

 

3. Reconhecimento de evolução moral geral — Apesar de ainda existirem muitas coisas ilógicas na atualidade, comparadas ao passado (como sacrifícios humanos rituais), a humanidade **evoluiu bastante** em termos morais e civilizacionais.

 

4. Incomodação pessoal com a "rebolação" onipresente — Algo "leve", mas que tem incomodado bastante o autor: é impossível navegar na internet sem ver "traseiros rebolantes" constantemente. Isso é considerado grotesco pela repetição excessiva.

 

5. Perda de graça pelo excesso — O autor admite que, em um momento de brincadeira, até poderia fazer uma rebolada, mas a frequência torna o gesto sem graça, comparando à piada do "Pavê" que se repete tanto que enjoa.

 

6. Posicionamento conservador (não radical) e preocupação familiar — O autor se declara **conservador, mas não radical**. Ainda assim, não gostaria de ver esposa, filhas ou irmãs realizando movimentos obscenos, reforçando uma visão de proteção ao pudor e à dignidade familiar.

 

7. Contradição com a luta contra objetificação + referência legal — Em uma época em que mulheres reclamam muito de **objetificação**, não faz sentido realizar tanta "rebolação" (que contribui para isso). Há referência ao **art. 233 do Código Penal Brasileiro**, que define movimentos obscenos como atos em público ou locais abertos/frequentes ao público, com intenção de satisfazer lascívia ou provocar excitação sexual em terceiros. O autor questiona o propósito disso, especialmente no caso de homens (expressando perplexidade).

 

Esses pontos capturam a essência do seu argumento: contextualização histórica para relativizar o pessimismo atual, crítica específica à rebolação como algo grotesco e excessivo, defesa de valores conservadores moderados e questionamento da coerência com discursos contemporâneos sobre objetificação.


  


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