terça-feira, 24 de março de 2026

Agência Nacional de Mineração


Fátima [Ecologista Radical]: Criar uma estatal (para terras raras) "criaria" várias indústrias para o uso desses minerais.

William: Vixe, você não tem a menor noção do que esta escrevendo né?
  Se você não tem a mínima noção de um assunto porque não pesquisa o básico antes!?
  Desafia qualquer lógica, a  vontade de rir é grande, mas a de chorar é maior...😢

  Agência Nacional de Mineração (ANM) é a responsável por regular, fiscalizar e outorgar direitos minerários em TODO o território brasileiro.
  Ou seja, já temos essa autarquia Estatal.

  Você quer o retrocesso de privatizar a Vale ou criar uma estatal do mesmo porte?

  Entenda o básico, as "Terras Raras" raramente são raras.
  Alguns minérios realmente tem pouco no planeta, mas a maioria deles existem em quantidade satisfatória em vários lugares.
  O problema é que estão diluídos junto com outros minérios


  Dois exemplos comuns de elementos classificados como "terras raras" são o Neodímio e o Lantânio.    

  Embora existam 17 elementos nesse grupo, esses dois são amplamente conhecidos por suas aplicações em ímãs de alta potência (neodímio) e lentes de câmeras ou baterias (lantânio).

  A extração desses elementos é um processo complexo e dividido em várias etapas, pois eles nunca são encontrados puros na natureza, mas sim misturados a outros minerais como a monazita e a bastnasita.
   Como é feita a extração e o processamento:

   1. Lavra (Mineração): O minério bruto é extraído da jazida, geralmente por meio de mineração a céu aberto. 

  Como as terras raras ocorrem em baixas concentrações, é necessário remover e processar grandes volumes de terra para obter uma pequena quantidade de material útil.


   2. Concentração Física: O material extraído é triturado e moído. 

  Em seguida, passa por processos como a flotação (onde produtos químicos ajudam a separar os minerais de interesse da "ganga", que é o material sem valor) ou separação magnética e gravimétrica.


   3. Separação Química (Refino): Esta é a fase mais difícil e cara.

   Como os elementos de terras raras são quimicamente muito parecidos entre si, utiliza-se a extração por solvente ou troca iônica para separá-los individualmente em óxidos de alta pureza.


   4. Metalurgia: Por fim, os óxidos são transformados em metais puros através de processos como a eletrólise de sais fundidos ou redução térmica.

   O grande desafio dessa indústria, além da tecnologia avançada necessária, é o impacto ambiental, já que o processamento gera resíduos químicos e, em alguns casos (como na monazita), pode envolver elementos radioativos como o tório.  


 *Gemini*

  


   A China domina esse mercado porque ONGs ambientais não apitam nada por lá.
   Qualquer país do "Ocidente" que "criar" uma indústria de "terras raras" deve rasgar toda sua legislação sobre proteção ambiental.
  O estrago é grande e não tem como ser de outro jeito.
  Não da para fazer omelete sem quebrar ovos.

  A humanidade precisa tanto do "produto final" das terras raras que o país que "flexibilizar" muito sua legislação ambiental pode ganhar muito dinheiro.
  Claro, primeiro o país tem que ter esse tipo de minério em seu território.

  Meu ponto é que uma ambientalista radical como é o caso da Fatima, visivelmente esta opinando sobre algo que não tem conhecimentos básicos.

  Extrair os minérios é o menor dos problemas.
  Torna-los próprios para utilização é que são elas.

  O Brasil pode se destacar nessa area?
  Com nossa legislação ambiental é dificil.
  Quanto estamos dispostos a flexibilizar?






  

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