sábado, 28 de março de 2026

Libertinagem Sexual



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Renata: Defendo que a libertinagem sexual e o aborto beneficiam apenas os homens, livrando-os de compromissos e gastos.
  Enquanto eles buscam comodidade sem o "estorvo" de um filho, nós, mulheres, arcamos com traumas físicos e psicológicos.
  Vejo o progressismo como uma armadilha que nos torna inimigas de nós mesmas, facilitando o descompromisso masculino e nos deixando usadas, sozinhas e infelizes.

William: Sempre o coitadismo feminino.😉
  Podemos olhar de uma maneira diferente.
  A mulher esta com a faca e o queijo na mão.

  A mulher transa por que quer sentir prazer, não é nenhum favor que ela faz só para agradar o homem.
  A "libertinagem sexual" também a favorece e como tudo na vida tem seu lado "solução" e seu lado "problema". 
  Vamos a algumas contatações lógicas/óbvias.

a) A biologia na questão da perpetuação da espécie grita nos homens do mesmo jeito que grita nas mulheres, principalmente na fase reprodutiva que inicia por volta dos 12 anos (primeira menstrução) e vai até os 35 (quando os óvulos vão perdendo o prazo de validade).
  A narrativa que o homem se aproveita da mulher como se ela não gostasse ou precisasse sexo não resiste ao conhecimento cientifico básico.
 
b) Se a mulher diz que só transa com camisinha o homem faz o que ela esta exigindo para não perder a transa, ela esta no comando.

c) No caso da gravidez, aborto é o ultimo recurso, antes tem a pílula do dia seguinte e vários outros métodos que a mulher pode usar, o que ela se adaptar melhor.
  A decisão de abortar ou não é dela, mesmo que o homem queira a criança (já vi isso) a decisão final é da mulher.
  Se o homem quiser o aborto e ela não, ela vai ter o filho e com o teste de DNA o homem pode ir preso se não pagar pensão.


  Observem que a mulher tem a faca e o queijo na mão, tem controle sobre as decisões essenciais.
  Ao homem resta tomar muito cuidado com quem se relaciona.
  Eu sempre fiz questão de usar camisinha, mesmo quando a moça dizia que não precisava me preocupar.

Renata: É que me parece bem pesada recair em nossos ombros a decisão de abortar, de dizer que vida vale a pena ser vivida ou não.
 Lembra-me eugenia, no caso.
 Por essa mesma lógica, deveríamos também exterminar doentes terminais, pessoas em situação de rua, pessoas sem ter o que comer, etc?
  Porque quando decidimos que vida merece ou não ser vivida, abrimos um precedente bem perigoso.

William: Uma forma de tornar um dialogo ineficiente é "jogar fezes no ventilador"😉
  Explico:
  Estamos falando de aborto, você traz situações bem diferentes e quer colocar na mesma dedução lógica!?

  Defendo que a decisão cabe única e exclusivamente a mãe, e esta tem que se decidir até o terceiro mês.
  Não foi a "sociedade patriarcal" que decidiu colocar o útero dentro da fêmea, se é religiosa reclame com Deus, se é ateia aceite o acaso.

  Se quer falar sobre outras situações, tenho posicionamentos.
  O que não dá é aplicar a mesma linha de raciocínio para situações tão diferentes quanto o inicio da vida e o fim da vida.
  E como se não bastasse você fala de situações durante a vida (pessoas em situação de rua), aí não dá né!


  Sobre Eutanásia - Link


 

 

 Resumo:


1.  Autonomia e Prazer Feminino: Você refuta a ideia de que a mulher é uma vítima passiva na relação sexual, argumentando que ela busca o próprio prazer e que a "libertinagem sexual" também a favorece, não sendo um "favor" prestado ao homem.

 

2.  Igualdade Biológica do Desejo: O argumento destaca que o impulso biológico para a reprodução e o sexo é compartilhado por ambos os sexos. A narrativa de que o homem apenas se "aproveita" da mulher é classificada como cientificamente insustentável.

 

3.  Poder de Barganha e Controle: Você defende que a mulher detém o controle das condições do ato (como o uso de preservativos), afirmando que o homem tende a se adequar às exigências femininas para que a relação ocorra.

 

4. Responsabilidade e Métodos Preventivos: O texto enfatiza que o aborto é o último recurso, existindo uma vasta gama de métodos contraceptivos e preventivos (como a pílula do dia seguinte) que estão sob a gestão e escolha da mulher.

 

5. A Decisão Final é da Mulher: Independentemente da vontade do parceiro, a palavra final sobre levar adiante uma gravidez ou interrompê-la cabe à mulher. Se ela optar por ter o filho, o homem é legalmente obrigado a prover sustento sob pena de prisão.

 

6.  Crítica ao "Coitadismo" e Foco na Realidade Prática: Você questiona a visão de vulnerabilidade total da mulher, sugerindo que ela possui "a faca e o queijo na mão" em termos de decisões essenciais sobre o próprio corpo e o futuro reprodutivo.

 

7.  Isolamento Lógico do Debate: Ao responder às analogias sobre eugenia e moradores de rua, você defende que o aborto deve ser discutido como uma questão específica do início da vida e da autonomia materna, rejeitando a mistura de cenários distintos que tornam o diálogo ineficiente.


  



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