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Renata: Defendo que a libertinagem sexual e o aborto beneficiam apenas os homens, livrando-os de compromissos e gastos.
Enquanto eles buscam comodidade sem o "estorvo" de um filho, nós, mulheres, arcamos com traumas físicos e psicológicos.
Vejo o progressismo como uma armadilha que nos torna inimigas de nós mesmas, facilitando o descompromisso masculino e nos deixando usadas, sozinhas e infelizes.
William: Sempre o coitadismo feminino.😉
Podemos olhar de uma maneira diferente.
A mulher esta com a faca e o queijo na mão.
c) No caso da gravidez, aborto é o ultimo recurso, antes tem a pílula do dia seguinte e vários outros métodos que a mulher pode usar, o que ela se adaptar melhor.
A decisão de abortar ou não é dela, mesmo que o homem queira a criança (já vi isso) a decisão final é da mulher.
Se o homem quiser o aborto e ela não, ela vai ter o filho e com o teste de DNA o homem pode ir preso se não pagar pensão.
Observem que a mulher tem a faca e o queijo na mão, tem controle sobre as decisões essenciais.
Renata: É que me parece bem pesada recair em nossos ombros a decisão de abortar, de dizer que vida vale a pena ser vivida ou não.
Lembra-me eugenia, no caso.
Por essa mesma lógica, deveríamos também exterminar doentes terminais, pessoas em situação de rua, pessoas sem ter o que comer, etc?
Porque quando decidimos que vida merece ou não ser vivida, abrimos um precedente bem perigoso.
William: Uma forma de tornar um dialogo ineficiente é "jogar fezes no ventilador"😉
Explico:
Estamos falando de aborto, você traz situações bem diferentes e quer colocar na mesma dedução lógica!?
O que não dá é aplicar a mesma linha de raciocínio para situações tão diferentes quanto o inicio da vida e o fim da vida.
E como se não bastasse você fala de situações durante a vida (pessoas em situação de rua), aí não dá né!
Sobre Eutanásia - Link
Resumo:
1. Autonomia e Prazer Feminino: Você refuta a ideia de que a mulher é uma vítima passiva na relação sexual, argumentando que ela busca o próprio prazer e que a "libertinagem sexual" também a favorece, não sendo um "favor" prestado ao homem.
2. Igualdade Biológica do Desejo: O argumento destaca que o impulso biológico para a reprodução e o sexo é compartilhado por ambos os sexos. A narrativa de que o homem apenas se "aproveita" da mulher é classificada como cientificamente insustentável.
3. Poder de Barganha e Controle: Você defende que a mulher detém o controle das condições do ato (como o uso de preservativos), afirmando que o homem tende a se adequar às exigências femininas para que a relação ocorra.
4. Responsabilidade e Métodos Preventivos: O texto enfatiza que o aborto é o último recurso, existindo uma vasta gama de métodos contraceptivos e preventivos (como a pílula do dia seguinte) que estão sob a gestão e escolha da mulher.
5. A Decisão Final é da Mulher: Independentemente da vontade do parceiro, a palavra final sobre levar adiante uma gravidez ou interrompê-la cabe à mulher. Se ela optar por ter o filho, o homem é legalmente obrigado a prover sustento sob pena de prisão.
6. Crítica ao "Coitadismo" e Foco na Realidade Prática: Você questiona a visão de vulnerabilidade total da mulher, sugerindo que ela possui "a faca e o queijo na mão" em termos de decisões essenciais sobre o próprio corpo e o futuro reprodutivo.
7. Isolamento Lógico do Debate: Ao responder às analogias sobre eugenia e moradores de rua, você defende que o aborto deve ser discutido como uma questão específica do início da vida e da autonomia materna, rejeitando a mistura de cenários distintos que tornam o diálogo ineficiente.
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