terça-feira, 31 de julho de 2012
Metade da Festa
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Roupa de Crente
2 - Sou democrático.
Aqui no Brasil nenhuma mulher ou homem é obrigado a frequentar determinado templo/igreja.
Mas se decidiu fazer parte de uma comunidade tem que se adaptar as regras.
Na igreja Presbiteriana da qual eu fazia parte, as mulheres não tinham nenhuma restrição quanto a cortar cabelos, raspar pelos, usar calças...
Quem se sente bem em doutrinas mais restritivas ... tudo bem.
Saudações democráticas!
Estou exercendo minha liberdade de expressão.
domingo, 29 de julho de 2012
Próximos 4 Anos
Mitt Romney [O Globo]
sábado, 28 de julho de 2012
Virando Bicho
sexta-feira, 27 de julho de 2012
Mendigos e Gatos
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Resumo
1. A frase sobre gatos revela prioridades pessoais. Você usa a provocação inicial (“nunca vi um gato acompanhando um mendigo”) para reconhecer e justificar suas próprias prioridades na hora de ajudar, sem ódio, mas com critérios claros e racionais.
2. Doar diretamente a mendigos em espaços públicos gera externalidades negativas.
Incentivar a permanência de grupos de moradores de rua em praças (por doações fáceis) causa sujeira, insegurança, perda de espaço público e até desvalorização imobiliária, prejudicando principalmente quem mora no entorno (exemplo da Cracolândia).
3. Prioridade deve ser dada a crianças carentes.
Diferente do adulto, que na maioria das vezes “construiu” sua situação de mendicância (por vícios, má administração da vida ou preguiça), a criança nasce em situação difícil e merece prioridade nas doações e ações de caridade.
4. “Trabalhador ajudar trabalhador” é outra prioridade importante.
Você defende ajudar pessoas que trabalham (inclusive donos de empresas que são trabalhadores), desejando que essa mentalidade se espalhe.
Se fosse presidente, regulamentaria a Participação nos Lucros de forma eficiente como ponto de honra.
5. Caridade deve começar pelo entorno próximo.
Muitas vezes as pessoas vão longe fazer doação quando há necessidade bem perto de casa.
Se cada um cuidasse bem do seu próprio entorno, a sociedade como um todo melhoraria muito.
6. Experiências pessoais de pobreza reforçam a visão.
Você conta passagens da sua infância e adolescência (tênis Reebok dado por alguém que “podia dispensar”, roupas escolhidas na igreja) para mostrar o valor real que uma ajuda bem direcionada (para trabalhadores ou crianças) pode ter na vida de quem precisa.
7. Ajudar crianças e trabalhadores é uma estratégia preventiva.
Priorizar esses grupos seria uma medida mais inteligente e preventiva para reduzir a quantidade futura de mendigos, sem que isso signifique eliminar completamente a ajuda aos moradores de rua (você alerta explicitamente contra radicalismos).
Seu critica o assistencialismo desestruturado e a romantização da doação direta ao mendigo, mas deixa claro que a questão não é ódio e sim uma escolha consciente de onde o recurso produz mais efeito positivo e menos efeito colateral negativo.
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quinta-feira, 26 de julho de 2012
CARIDADE X SACANAGEM
Muitos não acreditam quando eu falo isso, mas tem muita gente que gosta de viver na rua.
➽Morador de rua tinha mais de 600 mil.
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