sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Decifra-me ou te Devoro!

Tupinambá é o nome de um povo indígena brasileiro que, por volta do século XVI, habitava no litoral da Bahia e Rio de Janeiro.
  Apesar de terem raízes comuns, as diversas tribos que compunham a nação tupinambá lutavam constantemente entre si, movidas por um intenso desejo de vingança que resultava sempre em guerras sangrentas em que os prisioneiros eram capturados para serem devorados em rituais antropofágicos. [Wikipédia]


 “Os tupinambás fortalecem a minha teoria de que grupos muito malvados não sobrevivem, ou se sobrevivem, sofrem uma permanente amnésia cultural, ou seja, se descaracterizam.” [Comentario da Nihil]
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  Humm...sobrevivem e muito bem.
  Os tupinambás foram subjugados, mas se não fosse a colonização europeia não há motivo para acreditar que desaparecessem naturalmente.

  Esta é a parte mais complexa do que eu estou tentando trazer do Abismo.

  O Caos não precisa da lógica para existir, ele é anterior a ela.

  Os tupinambás existiam e continuariam a existir se a “civilização” europeia não aportasse por aqui.


  Quando organizamos um belo “canteiro” se não cuidarmos dele a Mata Atlântica com o tempo o absorve.
  Exemplo: se você colocar um homem civilizado em uma situação de carência de alimento ele vai revirar lixo para comer e se for o caso pode até comer gente.
  Então temos que cuidar do nosso canteiro para que não falte alimento.
  A Lógica é muito poderosa ela pode criar um canteiro em meio a mata atlântica em pouquíssimo tempo.
  O Caos tem seus recursos altamente energéticos como furacões, vulcões, terremotos...mas no geral ele precisa de tempo, “água mole em pedra dura tanto bate até que fura”.
  Na Filosofia Matemática você vê uma probabilidade de FUTURO vê o mal se formando no horizonte como uma pesada nuvem de chuva, mas entenda que a chuva não é má, ela existia antes da humanidade e sem ela a humanidade teria grandes dificuldades, uma população de 7 bilhões seria impossível.
  Por vezes o mal nos atrai com um maravilhoso “canto de sereia”.
  Para você e para outros aproveitarem o que está sendo escrito, mais do que nunca é preciso abandonar o pensamento linear e os dogmas da Psicologia.
  O corpo humano é fonte de proteínas como qualquer outro animal.
  Porque é inaceitável comermos um humano e é aceitável comermos uma vaca?  [Comentário 30/Ago/2012]
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  Quando escrevi isso foi como se milhões de vegetarianos gritassem no meu ouvido:

  “É INACEITÁVEL COMER CARNE DE QUALQUER ANIMAL.”

  Não vou generalizar, mas muitos vegetarianos são “esquentadinhos” e histéricos.
  Se analisarmos com isenção não tem nada de mais comer um ser humano que já esteja morto e que não morreu de uma doença contagiosa.
  Mas não conseguimos ser isentos de emoção, você come o humano e pensa: “poderia ser eu.”
  Não é só com humanos, com outras espécies também somos assim, se criamos uma empatia com o que vamos comer fica difícil devora-lo.
  Se você convive com uma galinha [a ave] se apega e não consegue come-la [cozinha-la].
  (HAHAHAHAHAHAHHAHAAHA! Isso ficou com um duplo sentido cabuloso.)

  As pessoas comem frango porquê do jeito que ele chega até nós nem lembramos que houve uma vida naquele corpo um dia, mas se tivéssemos que matar o franguinho só faríamos isso se estivéssemos com muita fome.
  Nos centros urbanos não temos mais a tradição de matar frango.
  Isso não foi sempre assim e não é assim para muitas pessoas ainda hoje.
  Os moradores da “roça” não se envolvem emocionalmente com os animais que fatalmente serão abatidos.
  Os indivíduos não colocam nomes, não querem nem saber quem é o frango em vida senão fica difícil comer.
  Isso tem a ver também com costume/tradição, se desde pequeno você vê frangos serem abatidos se acostuma com esta situação.

  Se desde pequeno você vê pessoas comendo outras pessoas, comer outra pessoa lhe parece uma situação normal e aceitável moralmente.

  É muito mais fácil nos colocarmos no lugar de alguém de nossa mesma espécie, logo um humano se identifica com outro humano por associação.
  Imaginamos nós mesmos sendo devorados.
  Se você consegue fazer a dissociação come um outro humano sem grandes dramas de consciência, é carne como outra qualquer.

  Existe o instinto de preservação individual e o instinto de preservação da espécie.

  O instinto de preservação da espécie é que age para evitarmos a antropofagia.
  O instinto de preservação individual é o que nos faz buscar comida onde quer que ela esteja inclusive em outros animais.
  Como a vida não é exata alguns indivíduos se recusam a comer qualquer animal. (Vegetarianos)
  Outros comem alguns animais de acordo com a “tradição alimentar”. (A maioria da humanidade)

  Há povos que comem qualquer coisa inclusive insetos e gente.
  Por necessidade (passam por grande privação de comida) ou por vontade.

  Teve o caso rumoroso de um alemão que colocou anuncio na Internet dizendo que queria comer carne humana e acreditem apareceu muita gente se oferecendo!
  O homem foi condenado, mas é difícil definir qual crime cometeu.
  Facilitação de suicídio?
  Decifra-me ou te Devoro... não literalmente.
  Não tenho vontade nem tradição de comer carne de gente.


  “Após rezar pelo companheiro, planejam juntos como ele seria devorado.        
  Meiwes amputa o pênis de Brandes (com o consentimento dele) em uma pequena peça apelidada de "matadouro", decorada com objetos de açougue.
  Os dois comem juntos antes de Brandes morrer.
  Brandes insiste para Meiwes arrancar seu pênis a dentadas, mas não foi possível então Meiwes usou uma faca.” [Wikipédia]

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