quinta-feira, 19 de abril de 2012

William X Freud

  “A nossa civilização é em grande parte responsável pelas nossas desgraças.
  Seríamos muito mais felizes se a abandonássemos e retornássemos às condições primitivas.”

 [Freud]


  Para Freud, Rousseau e tantos outros os homens das cavernas e os índios foram as pessoas mais felizes que já estiveram na Terra. Índios e homens da caverna não ficavam tristes e nem tinham depressão, tudo era maravilhoso, como Freud e Rousseau sabiam disso?
  NÃO SEI!
  Se alguém souber como eles chegaram a conclusão de que índios e homens das cavernas eram plenamente felizes por favor me diga.
  Não me subestime, não me venha com a argumentação furada de que basta observarmos como os bebes e as crianças são felizes, porque bebes não são felizes, riem 5 minutos e choram meia hora, crianças estão sempre procurando alguma atividade para fazer, nunca estão satisfeitas com o que já tem, parecem anjinhos quando estão dormindo...
  Mas falemos sobre depressão e como Freud defende que podemos diminui-la regredindo, voltando a infância e eu defendo que devemos ir para frente, nos tornarmos adultos.

  O grande divisor de águas é que para Psicanálise somos apenas maquinas biológica e  a Filosofia sugere que sejamos algo mais, vamos meditar sobre isto, vem comigo!
  Se algo como a depressão tem origem espiritual, qualquer tratamento no cérebro é apenas um paliativo e este tratamento PALIATIVO pode ser muito mais eficiente com o uso de drogas, o próprio Freud estudou muito a cocaína.
  Freud consumiu cocaína diluída em água por mais de 10 anos
  A Psicanálise deveria ser deixada no museu da historia, devíamos nos concentrar no desenvolvimento de psicotrópicos.
  E para os problemas do Espirito usar a FILOSOFIA.
  Freud desistiu da cocaína porque chegou a conclusão que ela causa dependência e provoca mais mal do que bem.

    Devemos analisar a situação de que Freud lidava com pessoas muito problemáticas emocionalmente e a cocaína seria um fator complicador.

  Vamos colocar isto na matemática.
  Atualmente de todas as pessoas que você conhece e consegue se lembrar quantas você tem certeza que consomem cocaína ou outra droga deste tipo?
   No meu cotidiano atualmente a porcentagem é 0%, se algum dos meus colegas de trabalho consome cocaína posso garantir que é bem discreto, não dá para perceber.
  Sabemos que a grande maioria da população nem ao menos consome cocaína.
  Estudos indicam que de cada 10 que chegam a experimentar apenas 2 desenvolvem dependência.
  Se nossa sociedade não tivesse demonizado a cocaína poderíamos nesta altura de nossa tecnologia termos melhorado seu principio ativo e a tornado útil para muitos pacientes e até para vida em sociedade.
  Claro que não a prescreveríamos para pacientes que pudessem desenvolver dependência.
  Já fazemos isto com antibióticos e tantas outras drogas que são eficientes para uns  e mortais para outros.
  O uso da droga seria um paliativo até que conseguíssemos nos equilibrar filosoficamente [mentalmente ou espiritualmente, como preferir].

  Exemplo: a cura de uma pessoa esta no transplante de rim, mas enquanto ela não consegue um doador vai sobrevivendo com a hemodiálise. Ficar com papo furado procurando na infância qual foi o habito ou trauma que comprometeu o rim na fase adulta é uma perda de tempo.
  A profunda tristeza pela morte de alguém querido só será amenizada com o tempo, com você meditando que a morte é inevitável e que todos vamos morrer um dia, mas neste ínterim você poderia ser tratado com o principio ativo da cocaína evitando que você entrasse em uma depressão profunda.
  Então a Filosofia Matemática indica duas maneiras eficientes de você lidar com um quadro de depressão, ansiedade, desanimo ou tristeza, drogas eficientes e meditação filosófica.
  A droga para o cérebro e a Filosofia para a “alma”.
  Este processo desenvolvido por Freud de buscar a cura através de identificar traumas ocorridos na infância... francamente é muito ineficiente.
                                                           

   Vou traçar um paralelo tosco entre os 3 métodos:
  Acordei muito desanimado e não estou a fim de trabalhar, isto ocorre cada vez com  mais frequência.
 a) Droga - Eu nunca experimentei, mas sei que se eu tomar alguma anfetamina minha disposição aparece rapidinho.
 b) Filosofia – Eu sei que preciso trabalhar, fico grato por ter um emprego, tento manter um bom ambiente com colegas e chefia e se não dá para ficar feliz da vida em ir trabalhar também não é algo infernal, insuportável.
 c) Psicanálise – Fico semanas conversando com alguém sobre minha infância procurando por algum trauma que desencadeou este meu desânimo para trabalhar.
                                                         


  Sei lá! Trabalhar é algo realmente desgastante para a maioria de nós, raramente é fruto de um trauma na infância.
  É melhor você encarar que trabalhar é uma necessidade. Para nossa sociedade funcionar cada um tem que dar sua contribuição, tente criar um bom ambiente, ser profissional e muitas vezes pode até ser divertido.
  Eu confesso que tem dias que se a ciência pudesse me dar alguma ajuda com alguma droga suave seria muito bom.
  Eu por exemplo sinto muito sono a tarde, dependendo do serviço que estou fazendo, aquele período das 14 ás 16 horas é critico.
  Quando estou em casa, depois do almoço dou uma boa cochilada, é maravilhoso.
  Se alguma versão da cocaína ou outra droga espantasse aquele soninho da tarde eu seria muito mais produtivo e uma droga segura não causaria dependência.
  Da mesma forma se você é uma pessoa muito ansiosa deveria meditar que quanto mais o tempo passa, mais você se aproxima da morte [pelo menos física].
  Suponhamos que sua ansiedade igual ao meu sono apareça das 14 ás 16 horas, o principio ativo de uma droga como a maconha poderia lhe forçar um relaxamento e o tornar mais produtivo, melhor no trato com as pessoas, proporcionando um ambiente de trabalho mais harmonioso.
  Perceberam como o texto voltou a essência da discussão?
  Para diminuir meu desanimo em ir trabalhar o melhor é Filosofar, entender minha necessidade de buscar sustento, tentar harmonizar com o ambiente e as pessoas a minha volta.
   Drogas eficientes poderiam me auxiliar em momentos críticos, equilibrar o bem e o mal que fazem parte da essência de minha alma, não surgiram com o progresso tecnológico da humanidade.

  Se eu “nasci” melancólico meu trauma infantil foi consequência e não origem de um “desequilíbrio de energias”.

  Vou parar por aqui, daqui em diante ficaria ininteligível para a maioria das pessoas... se é que alguém conseguiu chegar até aqui sem me achar um idiota.
  De qualquer forma, mesmo você torcendo por Freud, MEDITE sobre a possibilidade dele ter desistido muito cedo das drogas.

    O pior mesmo foi ele talvez no desejo de “modernizar a Filosofia” ter deixado de lado suas ferramentas mais poderosas:

  1 - Observar as situações holisticamente.
  2 - Considerar a possibilidade de sermos ESPÍRITOS.




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