quinta-feira, 27 de junho de 2013

Cultura Ineficiente

  “Em 1830, o presidente Andrew Jackson determinou a remoção de várias tribos, Cherokee, Chickasaw, Choctaw, Creek e Seminole, entre os anos de 1831 e 1838, das mais ricas terras do sudeste americano, para míseras reservas a milhares de quilômetros de onde moravam, tendo que cumprir o trajeto – sob pressão dos militares americanos – a pé.

  Só entre os Choctaws, entre 2.500 e 6.000 morreram durante a remoção.”
  [Wikipédia]



  O modo de vida indígena teve seu apogeu na face da Terra, tanto que essa cultura se espalhou por todo planeta.
  Depois de cerca de 1000 anos da chamada Idade Média, lá por 1450 a humanidade começou a se organizar de uma maneira mais EFICIENTE.

  Para esse texto ser útil NÃO vou trazer para ele valores “morais”.

  Sem duvida exterminar povos menos adaptados é uma selvageria.
  Todo mundo gosta de falar de como os Americanos praticaram genocídio contra os índios da América do Norte até porque é uma historia bem documentada.
  Mas a eficiência da cultura humana que surgiu no Renascimento e Iluminismo se espalhou por todas as regiões da Terra.

  Não conheço nenhuma nação indígena que conseguiu defender seu território e se estabelecer como país.

  Só por esse FATO já dá para termos uma noção  de quanto a cultura indígena se tornou obsoleta.

  Eu não tenho duvidas que se os índios americanos impusessem sua cultura aos “colonizadores” hoje os Estados Unidos não seriam o que são.
  Franceses, Ingleses, Holandeses...dominariam aquele território e os indígenas seriam subjugados da mesma maneira ou até pior.
  Se você não acredita em mim, basta ler sobre o avanço Português e Espanhol por toda América Latina.
  Nenhuma tribo indígena foi páreo em nenhuma disputa por território.
  Por isso é preocupante cedermos tantas terras do território brasileiro a uma cultura pouco eficiente como a indígena.
  A humanidade evoluiu, genocídios do passado não são mais aceitos no presente, mas daí a criar um mundo de fantasia onde a cultura indígena é mais eficiente que a cultura surgida no Iluminismo é...PATÉTICO.
  Todos sabem que eu não defendo o Darwinismo Social, ele não é CIVILIZADO.
  Mas pura e simplesmente ignora-lo é negar a REALIDADE.
  Existe humanos mais eficientes [adaptados] e humanos menos eficientes [menos adaptados].
  Amarrando ao texto de ontem voltamos a pensar em AGRICULTURA.
  O ser humano mais adaptado é uma “semente melhor” que o humano menos adaptado.
  Não devemos obrigar os indígenas a viverem de maneira mais eficiente, mas não vejo problema em tentar convence-los a isso, principalmente mostrando a “civilização” as suas crianças.

   De qualquer forma o mais importante nesse texto é você perceber que:

 Ceder mais do território brasileiro a uma cultura ineficiente é uma ideologia fracassada.



  “De acordo com a Funai (Fundação Nacional do Índio), o país tem atualmente 672 terras indígenas, 115 delas em estudo, ou seja, ainda não foi definido o tamanho dessa área, que pode vir a ser demarcada.”
[G1]




    OS GRUPOS INDÍGENAS BRASILEIROS DAVAM GRANDE IMPORTÂNCIA À GUERRA.

  Esta era parte fundamental de sua cultura, em diversos momentos, como na captura de mulheres para casamento ou no esquema que se chama de guerra de vendeta (vingança), os conflitos se iniciavam para vingar ofensas passadas.
  O objetivo maior era a captura de prisioneiros para que estes fossem sacrificados e devorados de forma ritual, completando a vingança.   
  Naturalmente estes rituais e as baixas em combate levavam a novas vinganças, reiniciando o processo.
  Este ciclo de captura, execução e canibalização do inimigo era especialmente importante para os índios tupis, marcava o início da vida adulta de um homem, lhe permitindo o casamento.
   A própria reprodução e sobrevivência da tribo dependia do sucesso na guerra, da captura, execução e consumo de muitos inimigos.

   Uma das consequências desse modo de fazer a guerra era um procedimento ritual de combater, onde os guerreiros procuravam afirmar sua masculinidade através da forma como lutavam e capturavam os inimigos para o sacrifício, bem diferente de uma guerra europeia ou asiática.
  Havia a necessidade do combate aproximado, o que favoreceu o desenvolvimento de armas específicas para a luta corpo-a-corpo, que se somavam ao arco e flecha, de uso cotidiano de todas as culturas indígenas.”






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