sábado, 8 de junho de 2013

Importação e Liberalismo

“Não pode faltar feijão na mesa do trabalhador”.

  Porque ministro!?
  Comer todo dia feijão não é comum na maioria dos povos.
  Enquanto o preço estiver alto o trabalhador pode comer um pouco menos.
  Eu gosto de tomate, quando subiu o preço fiquei mais de um mês sem comer... mas vamos a um estudo mais profundo para concluir essa sequência.

  Dois tipos de intervenções econômicas que governos gostam de fazer é congelamento de preços e importação de produtos.
  Congelamento de preços é algo tão imbecil que nem vou comentar, é o Estado se achando Deus.
  Vou falar de importação.
  Importação é uma faca de dez gumes tudo depende muito do produto e da SITUAÇÃO, por isso para governar devemos escolher pessoas com muito conhecimento e INTELIGENTES.
  Como os textos anteriores falamos de feijão vou continuar com esse produto.
  Temos uma grande área agricultável, importar vai desestimular a produção interna, no meu entendimento é um péssimo negócio.
  Não há um desabastecimento permanente, por uma quebra de safra houve essa elevação no preço, mas os investidores estão correndo atrás para que tudo se normalize.
  Com a importação vamos transformar uma gripe passageira em pneumonia.
  Vamos só mandar divisas para o exterior.

   Hoje em dia é besteira um país se meter a produzir internamente tudo que necessita, são tantos produtos que dê certo há os que compensa mais importar, precisamos de pessoas inteligentes no Governo fazendo esse tipo de análise.
  Como não trabalho com isso [comércio exterior] talvez escreva abobrinha, mas é o exemplo que me veio a mente.

  Produzir aço requer muito investimento a princípio valeria apostar nesse tipo de indústria, mas se olharmos para o  MUNDO veremos que há países produzindo aço com muita competência, uma eficiência que dificilmente conseguiremos aqui no Brasil.
  Vejo muito esse tipo de comentário dizendo o quanto somos idiotas vendendo a matéria prima para o aço e importando o produto.
  Acontece que temos muito minério em nosso solo e uma indústria mineradora muito bem estabelecida, com relação a cadeia produtiva do aço podemos dizer que já temos nossa “galinha dos ovos de ouro”.

  Sei lá! Os recursos que serão usados para desenvolver uma indústria do aço serão muito mais úteis se investidos na malha ferroviária ou exploração do pré sal... só dois exemplos entre tantos.

    Nos comportamos como idiotas quando ideologicamente criamos algum mantra como “o aço é nosso”; é como alguém comprar um aparelho de jantar caro de porcelana quando não tem nem o que comer!
  Investir em Trem bala quando precisamos de metrô.
  Investir em esporte quando precisamos de estradas e aeroportos.

  Vejam o caso da Venezuela, o Governos distorceu tanto o preço do papel higiênico que ninguém mais quer produzir.
  Eles precisam urgentemente fazer uma revisão do preço do produto de forma que a indústria venezuelana volte a investir na produção de papel.
  Nesse caso a importação emergencial traz algum alivio momentâneo porque há desabastecimento, mas se o Governo não rever sua política ficará na dependência de importação de um produto a princípio simples de ser produzido e de grande utilidade.

  O movimento Bolivariano é tão patético que me divirto lento notícias da Venezuela.

  Por esse dias o governo disse não há desabastecimento de papel o que ocorre é que o povo venezuelano está se alimentando muito melhor depois da revolução e quem come mais usa mais o banheiro...      
  O que eu posso dizer...o raciocínio é racional.

  Devemos observar se o aumento do uso de papel foi proporcional a "grande" melhora da alimentação.

  Fica claro que para nos governar temos que escolher pessoas honestas e boas administradoras.
  Uma qualidade sem a outra nos leva ao atraso e a ineficiência.





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