segunda-feira, 22 de abril de 2019

William vs Paulo Freire


Método Paulo Freire


 1 - O trabalho pedagógico baseado nesse método parte de uma investigação temática para verificação do universo vocabular do aluno e dos modos de vida e costumes da região, com o objetivo de perceber como o aluno sente sua realidade.


  O método é direcionado a alfabetização de adultos, porem não sei que modificação significativa precisaria para usa-lo com crianças.
  (Se alguém não concordar comigo, comente o porquê.)

  Fala sério, vocês acham mesmo que é preciso toda essa frescura para alfabetizar criança ou adulto?

  O que “eu” entendo por universo vocabular?

  São as palavras que o cidadão usa em seu dia a dia.
  Porque em cima disso não fazer uma cartilha nacional com palavras comum a todos?
  Nós brasileiros temos a vantagem de falar o mesmo idioma de norte a sul, leste a oeste.
  Menos de 1% da população é indígena e tirando algumas tribos isoladas a maior parte dos índios falam português.
  Laranja, banana, uva ... são frutas que todos conhecemos, porque a alfabetização não pode ser a partir dessa base comum?
  Uma cartilha de alfabetização nacional.

  A pessoa vai aprender mais fácil se a fruta for mangaba, umbu, pitomba!?

  Na minha cartilha aprendi o “beaba” com a letra b no formato de barriga; tem alguma região no Brasil que não tem barrigas? 
  Na região que a criança mora talvez também chamem barriga de bucho ou pança.
  É isso que devemos reforçar?
  Ignorar o termo "barriga" facilita a alfabetização!?



 2 - A partir deste levantamento é definido um tema gerador geral e demais tematizações a serem trabalhadas através de ilustrações que representem aspectos da realidade concreta dos alunos a fim de suscitar debates que levem a problematização das situações vividas.



  Vejam bem, o professor tem que investigar a vida do aluno e da comunidade que o cerca   para estabelecer debates que levem a problematização das situações vividas...
  Porque isso não pode ser feito com historinhas infantis incentivando as crianças a leitura?
  Desde cedo temos que incutir preocupações políticas nas crianças!?
  Ao invés de ler o “Sitio do Jacaré de Chinelo” 😏 vai ler o sobe desce das ações na Bolsa, as prioridades da prefeitura para o bairro, o boletim sindical do trabalho da pai, cantar o hino do MST...

  No caso do adulto é a mesma coisa.
  Para quem esta iniciando a leitura, histórias bem simples com baixa complexidade (tipo gibi) mantem o foco no que interessa, a ALFABETIZAÇÃO.
  A não ser que o interesse seja outro ... alguma "doutrinação".


 3 - Paralelamente a essas etapas são trabalhados pelo professor as dificuldades fonéticas sendo que, desta forma, o processo de construção e significação de palavras, leitura e escrita ocorrem simultaneamente.



  Essa parte é risível, não queria nem comentar, mas vamos lá.
  Você conhece alguém que sabe ler, mas não sabe escrever? 
  Fiquei especulando inúmeras situações e não fui capaz de encontrar um plano de pensamento onde isso seja possível.

  Juntando B com A dá BA, “ba” de barriga.
  Antes de Paulo Freire como era!?
  Desenhe esse símbolo “B”, agora desenhe esse outro símbolo “A”, na USP  vão te falar para que servem...

  


 
  Vou encerrando por aqui essa sequência sobre Paulo Freire.
  Já escrevi bastante sobre a diferença dos termos Escolarizar e Educar.

  Escola escolariza, transmite conhecimentos “técnicos” acumulados pela humanidade.

  Família educa, transmite civilidade, valores “morais/éticos”.

  Vou deixar algumas meditações complementares no final do texto.

  No mais a principal diferença entre eu e Paulo Freire é "só"😏 a base do pensamento.
  Para Paulo o que mais interfere na infância é “uma elite opressora” que deve ser “combatida” com engajamento político de preferência “socialista”.

  Para mim o que mais interfere na qualidade da infância é a qualidade da família e a “personalidade” da criança.
  NÃO acredito na teoria da folha em branco, cada indivíduo já nasce com certas características genéticas ou espirituais ... como preferirem.

  Para o pessoal de Freire pai e mãe são pessoas maravilhosas, mas que devem ser ignorados.
  Quem educa são os professores do Estado, quem tem que dar casa, comida, ótimo padrão de vida ... é o Estado.

  Se concorda com isso, você é "mais a esquerda", é natural que defenda o Estado Máximo.
  Saudações democráticas.

  Sou Centro Direita.
  Para você que acredita (igual eu) que quem põe filho no mundo tem obrigação de cuidar ... tenho alguns textos:


















 ► Branca Alves deveria ser nossa "Patrona da Educação."
  





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