sexta-feira, 31 de julho de 2026

Cacique é Brasileiro

 



Tiago >> O Ó DO NÓ DO BOROGODÓ!
  Mas, lá na frente, terá alguém para dizer; o eleitor é o único culpado!
  De propósito; esquecem o Cacique, o Líder, e o militante bem pago!
  Somos um país maravilha de um povo bonito, com uma mentalidade de Avestruz!
  Enfiamos a cabeça no chão, deixando a bunda exposta!

William >>  Já debati com milhares de pessoas.
  Ainda não vi ninguém dizer que o eleitor é o “único culpado”.
  Eu mesmo falo que não existe POVO inocente, existe inocentes em meio ao povo.
  Veja que eu falo “povo” algo que vai bem além do eleitor.

  Não sei do "Cacique, Líder, Militante bem pago," serem alienígenas ou de outra nação.

  Veja que esses lideres BRASILEIROS estão aceitando serem subjugados pelo Supremo, formado por ministros BRASILEIROS.

  O Legislativo poderia fazer diferente, se unir e dar um basta nessa situação.
  Se fossemos um povo mais "civilizado" isso já teria acontecido.

  Qual a parte do eleitor nisso?
  Se o Flávio for para o segundo turno, votar nele em peso, como aconteceu na Venezuela, de forma que não reste dúvidas de quem venceu as eleições.
  Não vai dar para o Inácio vencer com "51%".

  O candidato que substituiu a Corina Machado, não ganhou por seus méritos, era a opção menos ruim que o eleitor tinha.

  Diferente da Venezuela, nós não temos as Forças Armadas formada por "revolucionários leais ao Moraes ou ao Inácio".

  Se o Flávio ganhar com folga, vai assumir.

  A parte do eleitor é essa, manter o Regime STF ou dar um basta.
  Os "lideres partidários" ficam irrelevantes.

  Agora mesmo, se Flávio (ou outro opositor) estivesse com uns 10 pontos de vantagem, o cenário seria outro.

  Veja que os lideres partidários estão fazendo a vontade do povo.

  O povo não tem demonstrado forte desejo de dar um basta ao PT, STF.
  O "Cacique, Líder, Militante bem pago ... fazem parte do nosso povo.

  Essa lógica entra em sua mente?


  O bolsonarismo, apesar dos problemas, tem mérito ideológico
  A pauta bolsonarista empurraria o país para o CENTRO DIREITA, modelo que tem funcionado melhor no mundo, o que justificaria, pragmaticamente, minha preferência relativa.
  Pretendo votar em Romeu Zema.



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Resumo:
 
1. Responsabilidade coletiva do povo, não apenas do eleitor
Você argumenta que não existe um "povo inocente" (embora existam indivíduos inocentes dentro dele). O conceito de povo é mais amplo do que o de eleitor, e a mentalidade geral da população reflete-se na situação política do país.

2. Caciques e líderes políticos são fruto da própria sociedade brasileira
Líderes partidários, "caciques" e militantes não são alienígenas ou de outra nação; eles fazem parte do próprio povo brasileiro e agem de acordo com a cultura e postura da sociedade em que estão inseridos.

3. Inação e submissão dos líderes perante o Supremo (STF)
Você aponta que as lideranças políticas brasileiras aceitam ser subjugadas pelo Supremo Tribunal Federal. Se houvesse maior articulação, união ou civilidade no país, esses líderes já teriam se posicionado para dar um basta a essa situação.

4. Lideranças partidárias apenas reproduzem a vontade (ou apatia) do povo
Na sua visão, os dirigentes partidários só mantêm o comportamento atual porque a população não demonstra um desejo forte e massivo de mudar o cenário ou de confrontar o PT e o STF. Se a preferência popular por um candidato de oposição fosse avassaladora, a atitude dos líderes seria outra.

5. O papel decisivo do eleitor nas urnas para evitar margens duvidosas
O eleitor tem o poder de definir o rumo do regime: uma vitória expressiva e com margem folgada da oposição nas urnas inviabilizaria apurações apertadas (como 51%) e tornaria os arranjos dos caciques partidários irrelevantes.

6. Diferença estrutural entre o cenário brasileiro e o venezuelano
Diferente da Venezuela, o Brasil não possui Forças Armadas formadas por "revolucionários leais" aos detentores do poder ou a ministros do STF. Se um candidato de oposição vencer com margem ampla, ele assumirá o cargo.

7. Pragmatismo ideológico e preferência pelo modelo de Centro-Direita
Apesar das ressalvas, você defende que a pauta do bolsonarismo tem o mérito de empurrar o país para a centro-direita — modelo que considera mais funcional globalmente —, justificando sua escolha pragmática (manifestando intenção de voto em Romeu Zema).




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quinta-feira, 30 de julho de 2026

Covid Ranking

 



  As mortes oficiais por Covid durante a pandemia no mundo não são cofiáveis por serem políticas.

  Em países como o Brasil e Estados Unidos havia pressão para ampliar os números como forma de atacar quem estava na Presidência, com uma mídia mais livre o Governo tinha que assimilar os ataques.

  Em países como Rússia e China o interesse do governo em diminuir os números prevalecia.
  Era a mídia que tinha que assimilar a repressão dos governos.

  Dito isso... 
  
  Vi algumas tabelas onde as mortes são contabilizadas de acordo com o excedente de mortes no período.

  Exemplo:
  Em um país morreram em 2017, 2018, 2019 uma média de 10 mil pessoas.
  Em 2020, 2021 e 2022 a média subiu para 11 mil.
  Isso que dizer que no mesmo período de 3 anos houve um excedente de mortes de 3 mil pessoas, provavelmente provocado diretamente pela pandemia Covid.
  É a forma mais lógica (sensata) de avaliar de maneira realista o número de mortes em função da pandemia.
  Não necessariamente pelo vírus em si, mas também por falha na infraestrutura do atendimento como falta de leitos por exemplo.



   Em números absolutos o Brasil ficou na quinta posição, populações maiores obviamente tiveram números absolutos (Total de mortos) maiores.
  O Brasil era o sexto pais mais populoso.


   Estudos publicados por centros internacionais de epidemiologia estimam que o excesso de mortes na China apenas no inverno de 2022-2023 tenha ficado entre 1,4 milhão e 2,5 milhões de pessoas. 
  Se esses números forem consolidados futuramente em relatórios oficiais e comparáveis, a China ocuparia o 2º lugar absoluto mundial em mortes em excesso atrás apenas da Índia.
  Gemini
                                            
   Notamos 2 coisas:

 a) Nossa contagem oficial não foi tão inflada quanto “até eu” pensava.

 b) Como a China se recusou a fornecer seus dados, deduzimos que o Brasil seria “naturalmente” o sexto colocado.

  O Brasil em números proporcionais ao tamanho da população ficou na trigésima colocação em número de mortos, lamentável, mas bem longe da "incompetência" que tantos alardeiam.

   Essa lógica entra em sua mente?




   Bolsonaro não teve chance real de ser avaliado. 
   Jair Bolsonaro governou apenas 4 anos, sendo 2 deles sob uma pandemia mundial.
  O pouco que se viu (estatais dando lucro e Selic abaixo de 4% antes da crise) já foi melhor que o desempenho histórico do PT, mas a pandemia impediu uma avaliação completa do “bolsonarismo” no poder.


 “Jair Bolsonaro” (gerado por IA) fez um 
discurso na convenção do PL.



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Resumo:
 
  
1.Inconfiabilidade das contagens oficiais por motivações políticas: Os dados oficiais de mortes por Covid no mundo foram distorcidos pela política local. Enquanto em democracias como Brasil e EUA havia pressão para inflar os números a fim de atacar o governo, em países autoritários como China e Rússia o interesse estatal era diminuir as estatísticas para esconder a gravidade da situação.

2.O excesso de mortalidade como métrica mais lógica: A análise do excedente de mortes (comparando os óbitos totais do período da pandemia com a média histórica de anos anteriores) é o método mais realista para avaliar o impacto real do período. Esse cálculo abrange tanto o vírus diretamente quanto falhas na infraestrutura de saúde, como a falta de leitos.

3.Inclusão do impacto real da China no ranking absoluto: O fechamento de dados pela China mascara seu impacto real. Quando estimativas internacionais de excesso de óbitos na China (entre 1,4 e 2,5 milhões no inverno de 2022-2023) são consideradas, a China assume o 2º lugar absoluto no mundo, empurrando a posição relativa do Brasil para o 6º lugar em números brutos.

4.Revisão da tese sobre os dados brasileiros: A análise por essa metodologia demonstra que a contagem oficial brasileira não foi tão inflada ou fora da realidade quanto se supunha inicialmente.

5.A colocação do Brasil em termos proporcionais: Ao ajustar o total de mortes pelo tamanho populacional, o Brasil ocupa a 30ª posição global. O número é lamentável do ponto de vista de perdas humanas, porém afasta a narrativa de incompetência desmedida que costuma ser associada à gestão do país.

6.Defesa do contexto sobre a oferta inicial da vacina da Pfizer: A recusa inicial do contrato da Pfizer é justificada por razões pragmáticas e logísticas da época, visto que o lote de 70 milhões era uma promessa futura (já que os EUA haviam comprado a produção inicial) e o imunizante exigia refrigeração complexa a -70°C.

7. Avaliação desfavorável das cláusulas contratuais da Pfizer: As exigências do contrato original — que custava o dobro da Coronavac e quatro vezes mais que a AstraZeneca, além de impor isenção total de responsabilidade da fabricante por efeitos colaterais — tornavam a assinatura do acordo juridicamente desvantajosa e inviável sob a perspectiva do gestor público.


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quarta-feira, 29 de julho de 2026

Imagem de Jesus

 


Rogério >>  A geografia, onde você nasceu, pré determinou sua religião.
  Você tem a crença do seu colonizador.👍🏽”

William >> Se fosse assim os europeus  acreditariam em Zeus (ou em Thor).
  Não em Jesus (Deus de Abraão) que nasceu no Oriente Médio.

Rogério >> Jesus Loiro de olhos azuis, facilmente confundido com Brad Pitt era judeu???? 
 Como a Europa conseguiu trazer esse homem branco igual leite pra apresentar aos cativos??? 
 Como a história clareou Jesus pra que entrasse na Europa??? 😳😳😳😳😳😳😳😳


William >> Nem sei do que está falando.
  Quando o cristianismo predominou na Inglaterra (ou Roma) nem radinho de pilha existia...o símbolo mais usado era a cruz, não uma imagem humana.
  Até fiquei curioso, depois vou pesquisar como desenhavam Jesus na época, se desenhavam...

 
  A primeira representação visual de Jesus feita por cristãos que se tem registro histórico é o afresco da Cura do Paralítico, descoberto na igreja doméstica de Dura-Europos (na atual Síria), datado de cerca de 235 d.C.
  Nesta pintura, Jesus aparece no topo estendendo a mão para o paralítico, que depois surge carregando sua própria cama. 
  O visual de Jesus nessa época era muito diferente da imagem tradicional com barba e cabelos longos que se popularizou séculos depois: ele é representado como um jovem de cabelo curto e túnica romana, estilo típico do mundo greco-romano do século III.

  Nos dois primeiros séculos, os cristãos evitavam imagens humanas diretas devido ao contexto cultural e à herança do aniconismo judaico (a proibição de imagens esculpidas), preferindo símbolos como o peixe (ICHTHYS), a âncora e o pavão.     A cruz só se tornou o símbolo predominante no século IV, após a conversão do imperador Constantino.

Gemini


 “Deus, me defende dos amigos, que dos inimigos me defendo eu.”
   (Voltaire)


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 Resumo: 


  1.Refutação do determinismo geográfico/religioso: Você argumenta que a geografia e a colonização não determinam rigidamente a religião de um povo, citando que os europeus adotaram o cristianismo (uma fé originada no Oriente Médio) em vez de manterem religiões nativas europeias como o paganismo greco-romano ou nórdico.

2. Uso histórico do simbolismo em vez de imagens: Você aponta que, na época da expansão e consolidação do cristianismo na Europa, a representação visual de Jesus não era o fator central, sendo a cruz (e não uma figura humana detalhada) o símbolo predominante.

3. Ausência inicial de representações humanas: O texto destaca que, nos primeiros séculos do cristianismo, os fiéis evitavam figurar a imagem humana de Jesus, influenciados pela tradição e aniconismo judaico (proibição do uso de imagens esculpidas/esculturas).

4. Primeiros símbolos cristãos: Antes de haver representações humanas ou do uso amplo da cruz, o cristianismo utilizava símbolos abstratos e alegóricos para se identificar, tais como o peixe (ICHTHYS), a âncora e o pavão.

5. A verdadeira imagem histórica mais antiga de Jesus: O registro visual cristão mais antigo conhecido (c. 235 d.C., em Dura-Europos, Síria) retrata Jesus na Cura do Paralítico não como um homem de cabelos longos e barba, mas sim como um jovem de cabelo curto e túnica romana, adequado ao contexto greco-romano da época.

6. Popularização da cruz no século IV: A cruz consolidou-se como o símbolo central do cristianismo apenas a partir do século IV, impulsionada pelo contexto do império pós-conversão do imperador Constantino.

7. Desmistificação da imagem "Hollywoodiana": O texto conclui que a tese de que a conversão europeia dependeu da disseminação de uma imagem "branca, loira ou europeizada" de Jesus é uma narrativa falsa (fake news), visto que o cristianismo se expandiu historicamente com base em símbolos e doutrinas, muito antes da popularização do modelo estético moderno.


  

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segunda-feira, 27 de julho de 2026

Preparando Aula

 

William: Em São Paulo o piso do professor é de 5 mil.
  Escala 5 por 2; 40 horas semanais.
  30 dias de férias em Janeiro mais 2 semanas de recesso em Julho.
  Além dos feriados tem os pontos facultativos, mais o dia do professor.
  Se é concursado tem estabilidade e 75% acima do piso.
  Aposentadoria especial (menos tempo de idade mínima).

Beatriz (professora): Você não falou de ficar preparando aulas nos finais de semana.😡

William: No ensino fundamental as matérias são o básico do básico, o professor deveria saber de cor e salteado.
  Ainda mais quando leciona apenas uma ou duas matérias.
  No primeiro ano de aula até é compreensível, mas depois!?
  Precisa ser muito “lerdinho”.😉

  Tenho uma "teoria" que tanto planejamento é para o professor espantar o próprio tédio de ficar repetindo sempre a mesma coisa.
  Meditem comigo.
  Para o aluno tudo é novidade.
  O professor tem o maior tédio com a tabuada dos 9, mas para o aluno é um novo desafio.
  Ainda mais que hoje em dia praticamente não tem repetência.

Beatriz: E quem corrige cadernos e provas nos feriados?

William:  As matérias são sempre as mesmas, porque não se organizar de forma que corrigir provas na sala do professor seja considerada horas aula.
  Ninguém pensou nisso antes!?
  Sei lá, 2 horas semanais seriam suficientes?
  Mas poderia variar de acordo com a quantidade de alunos atendidos pelo professor.

  Na minha fase escolar as provas eram bimestrais e "valiam nota", no sentido de reprovação ou admissão.
  Hoje em dia não tem reprovação, nem sei com qual frequência são aplicadas.
  Deduzo que serve mais para o professor avaliar as maiores dificuldades do aluno.
  De qualquer forma, como já sugeri, dentro da escola deveria ter um tempo para esse tipo de atividade, contando como horas aula.
  
Beatriz: Os pontos facultativos são compensados no Sábado.

William: Eu puxei muito pela memória e não lembro de ter ido na escola no Sábado como aula normal. (só na faculdade)
  Levava minhas duas filhas na escola, nunca levei no Sábado.
  Os professores batem o ponto e fazem o que?
  Não é ironia, quero mesmo saber.

Fabricio (professor): E quem compra material com seu próprio dinheiro pq o governo não fornece?”
  Já tive que comprar canetão e papel sulfite.

William: Pare de comprar, não tem ... não tem. 
  É difícil explicar o óbvio.
  As únicas coisas que eu compraria caso necessário é canetão ou giz, dependendo do tipo de lousa.
  Folha sulfite!?
  As crianças e adolescente tem cadernos, se vira como o que tiver.

Sistema Brasileiro de Ensino - Link

(Que crianças devem receber educação em casa é o óbvio do óbvio.
   Mas e a ESCOLARIZAÇÃO!?)






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 Resumo: 


 1. Benefícios da carreira são vantajosos — piso de 5 mil em SP, jornada 5x2 de 40h semanais, 30 dias de férias em janeiro + 2 semanas de recesso em julho, feriados, pontos facultativos e dia do professor, além de estabilidade (para concursados, com 75% acima do piso) e aposentadoria especial.

2. Preparar aula não deveria ser um problema recorrente — no ensino fundamental o conteúdo é básico e o professor, principalmente após o primeiro ano lecionando a mesma matéria, já deveria dominá-lo "de cor e salteado".

3. Hipótese sobre o motivo do planejamento excessivo — você sugere que o "excesso" de preparação de aula serve mais para o professor combater o próprio tédio de repetir sempre o mesmo conteúdo do que para atender a uma real necessidade pedagógica.

4. Assimetria de percepção entre professor e aluno — o que é tedioso e repetitivo para o professor (ex: tabuada do 9) é sempre novidade para o aluno, especialmente considerando que hoje praticamente não há mais repetência.

5. Proposta de solução institucional para correção de provas — sugestão de que a correção de provas e cadernos seja feita dentro da carga horária, contabilizada como "horas aula" (ex: 2h semanais, variável conforme número de alunos), já que as matérias corrigidas são sempre as mesmas.

6. Questionamento sobre a função avaliativa das provas hoje — nota-se uma mudança em relação à sua época escolar: antes as provas bimestrais definiam aprovação/reprovação; hoje, sem reprovação, você deduz que servem mais para o professor identificar dificuldades dos alunos.

7. Ceticismo quanto à reposição dos pontos facultativos aos sábados — questionamento direto e não irônico sobre o que os professores efetivamente fazem ao "bater ponto" no sábado, já que você não recorda de aulas normais nesse dia (nem levando as filhas à escola).

Ponto adicional (bônus): sobre material didático, seu argumento é que a compra deveria ser evitada — limitando-se, quando necessário, a itens como canetão ou giz — e não itens como papel sulfite, defendendo o uso de cadernos próprios dos alunos.

  


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sábado, 25 de julho de 2026

Generalização

 


 

Isa: ”Ai gente, responde aí nos comentários,
  Existe alguma generalização que faz sentido pra você?
  Tipo: pamonha em São Paulo sempre é ruim.”


William: Primeiro vamos a definição formal do conceito.

  Generalização é formular uma afirmação de caráter amplo a partir de casos específicos.

    São Paulo tem milhares de estabelecimentos que comercializam pamonha.

  Você experimentou em 3, não gostou de nenhuma.
  Daí generaliza que em São Paulo não tem pamonha gostosa.
  Primeiro gosto é gosto, um sabor que não lhe agrade, pode agradar outros.
  Se o estabelecimento esta conseguindo vender suas pamonhas, tem quem goste, dedução lógica.
  Segundo, de centenas, talvez milhares de estabelecimentos, se pensarmos no Estado, não só na cidade, 3 é uma amostra muito pequena.

  Logo, "pra mim" nenhuma generalização faz sentido.
  É uma opinião "superficial".
  Respeito (escuto), mas não decido nada de relevante baseado nela, prefiro esperar por argumentos mais sólidos.

   O desagradável (para dizer o mínimo) é que muitos decidem coisas relevantes baseados em generalizações.

  Em um texto recente comentei sobre o caso que alguns alunos colocaram vidro na água que a professora iria beber.
  Os comentários em geral foram de indignação com o caso, descendo a lenha nos estudantes da nova geração.
  Outros dizendo que a Sociedade esta perdida.

   Analise lógica:

  O próprio fato de causar tanta indignação demonstra que a "sociedade não esta perdida".
  Não é algo que a maioria ache normal ou justificável.
  Não li todos os comentários, óbvio, mas de uns vinte que li não encontrei quem defendesse a ação dos alunos.

  Puxe pela memória você que tem mais de 30 anos.
  Tem um aluno "pestinha", raramente ele anda sozinho, sempre tem mais uns 2 ou 3 que o seguem como se ele fosse um "líder do bando".
  Um dos que me lembro era o Lourival da quinta série, o bando tinha mais 4.
   Poxa vida ... a gente que é da paz ficamos intimidados mesmo sendo maioria.
   Certa vez o Lourival colocou cola (o produto) na cadeira do professor, mas pestinha que era deu a entender para classe que era uma tachinha (aquele prego minúsculo).
   A gang dele ria, o resto da classe entrou em pânico.
   Eu tinha 11 anos, tremendo, eu estava disposto ao ato de heroísmo de avisar o professor que estava chegando ... felizmente uma aluna próxima a porta falou para o professor olhar para cadeira antes de sentar.
   Ele viu que tinha um pouco de cola (só assim descobrimos) ficou obviamente furioso, perguntou quem foi ... e ninguém viu.
   Se fosse um menino que tivesse falado iria apanhar com certeza.
   Felizmente o Lourival pegava mais leve com as meninas.

   Qual é meu ponto?
   Que pestinhas sempre existiram, a diferença é que a Escola tinha mais poder sobre eles.
   Na minha fase a escola já começou a desandar.
   Lembro que até o segundo ou terceiro ano ano o Diretor era o Seu Estevão, rigoroso, não podia nem ficar correndo no pátio, ele segurava o pivete pelo braço e não dava nada.
   Não sei se foi afastado ou mudou de escola, só sei que assumiu a Dona Mirtila, garotos como o Lourival começaram a brotar ...

  Minha pergunta no caso da professora e o vidro foi:

  Porque houve a GENERALIZAÇÃO que o pestinha e sua gang representam os estudantes da nova geração e os que avisaram a professora não representam? 

  Decifra-me ou te devoro!




 Um direito individual que sempre reivindico é não ser julgado ou punido pelas atitudes de outros.
  (William Robson)

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 Resumo: 

1. A Fragilidade da Amostra (Amostragem Insuficiente): Concluir que algo é bom ou ruim com base em poucos exemplos (como testar 3 pamonhas entre milhares de estabelecimentos) é logicamente inválido devido ao tamanho irrisório da amostra.

2. Subjetividade e Sucesso de Mercado: Gosto é individual. O simples fato de um estabelecimento comercializar um produto continuamente prova, por dedução lógica, que ele agrada a um determinado público, mesmo que não seja ao seu gosto.

3. Generalização como Opinião Superficial: Você argumenta que nenhuma generalização faz sentido prático para tomar decisões relevantes. Embora você as respeite (escute), prefere não decidir nada importante baseado nelas, aguardando dados mais sólidos.

4. O Perigo Social da Tomada de Decisão com Base em Rótulos: O verdadeiro problema da generalização é o impacto real e desagradável de pessoas tomarem decisões importantes e julgamentos graves fundamentados apenas em estereótipos ou conclusões apressadas.

5. Dissonância Lógica na Indignação da Sociedade: Diante do caso dos alunos que colocaram vidro na água da professora, o argumento comum de que "a sociedade está perdida" é logicamente falho: a própria indignação generalizada da maioria demonstra que esse comportamento não é aceito nem normalizado pela sociedade.

6. Percepção Seletiva no Conflito de Representatividade: "Pestinhas" e minorias mal-intencionadas sempre existiram. A provocação central ("Decifra-me ou te devoro") questiona o motivo arbitrário pelo qual a sociedade escolhe a conduta do infrator para representar toda uma geração, em vez de escolher os alunos bem-intencionados que tentam ajudar ou impedir o mal.

7. O Princípio da Individualização da Culpa: O direito individual inalienável de ser julgado e responsabilizado estritamente pelas próprias ações, sem carregar o peso, o preconceito ou a punição pelas atitudes de terceiros.

  


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quinta-feira, 23 de julho de 2026

Senhor e Escravo

 

 


Kauan (Angolano): Você escreveu que se africanos tivessem combatido o tráfico de escravos esse comércio não teria se intensificado tanto. 
  Esperava que VC trouxesse provas.
  Tem certeza que os africanos não combateram e foram eles que intensificaram o tráfico de escravos?
  Tem certeza?
  Vou ter que indicar obras ou referências pra rebater esse ponto que é tão bem conhecido? 
  VC finge ou não sabe as razões que fizeram a Europa intensificar o tráfico de escravos?
  VC finge ou não sabe que africanos combateram com sangue o tráfico de escravos feito pelos europeus por longos anos?

William: O problema é esse radicalismo como se a vida fosse 0 ou 100.😉
  Então vamos seguir com essa "SUA" forma de ver o mundo...

  Se 100% dos africanos combateram o sistema escravagista, e mesmo assim foram tão escravizados ... são ruins de luta hein!?
  Guerras não são só força, são também estratégias e isso requer INTELIGÊNCIA.
  Veja o caso recente da Ucrânia.
  Para invasão russa ter sucesso em pouco tempo, Putim pretendia tomar o principal aeroporto ucraniano.
  Ali pousariam aviões enormes transportando milhares de soldados que tomariam facilmente a capital, capturando ou matando Volodymyr Zelensky.


  Os ucranianos não tinham força, mas tiveram a inteligência de prever a ação russa ... explodiram a pista do aeroporto a inutilizando para pouso de grandes aeronaves.
  A "escravização" (submissão) dos ucranianos não aconteceu e pelo jeito não vai acontecer.

  Retornando ao passado ...

  Se europeus tinham o padrão (100%) de colonizar e escravizar ... Asiáticos e Árabes são povos bem mais eficientes que os povos africanos!?
  Explico:
  Os árabe chegaram a dominar boa parte da Europa.
  Japoneses tiveram um grandioso império, quase liquidaram os americanos em Pearl Harbor.

  Não consta que chineses (povos asiáticos) tenham sido escravizados por europeus ... na intensidade e forma que ocorreu com povos africanos.
  Estou destacando isso porque em um debate foi me dito que a cor da pele facilitava a diferenciação entre senhor e escravo.
  Com muitos povos asiáticos também tem o traço biológico facilmente identificável do formato dos olhos.


  Se a colaboração dos africanos para o tráfico de escravos não foi significativa, a única dedução lógica é que a cultura de vocês como um todo é extremamente ineficiente, melhor adotar a cultura de outros povos.
  A de vocês não tem do que se orgulhar.

  Será que a "geografia" é tão determinante!?
  Povo africano que formou grande império teve o Egito, mas já são terras bem próximas do Oriente Médio.
  Não sei de egípcios terem sidos subjugados pela escravidão em massa por europeus.
  Para o Brasil não sei de nenhum vindo nessa situação.

Pearl Harbor - Link  (Americanos não foram invadidos por "sorte")

Costumes Sensatos - Link (Cultura angolana)




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 Resumo: 

1. Crítica ao radicalismo no debate Você rejeita a visão binária de que “todos os africanos combateram” ou “nenhum combateu”, argumentando que a realidade histórica é mais complexa e não pode ser reduzida a extremos.

2. Importância da estratégia além da força Você compara a escravidão com guerras modernas, como a invasão russa na Ucrânia, para mostrar que não basta ter força: inteligência e estratégia são decisivas para resistir à dominação.

3. Comparação entre continentes Você observa que asiáticos e árabes conseguiram resistir ou até dominar europeus em certos períodos, enquanto africanos foram escravizados em larga escala, sugerindo uma diferença de eficiência cultural ou estratégica.

4. Questionamento da explicação racial Você rebate o argumento de que a cor da pele teria sido o fator determinante para a escravidão, lembrando que povos asiáticos também tinham traços físicos facilmente identificáveis, mas não foram escravizados da mesma forma.

5. Hipótese da colaboração africana Você afirma que, se a colaboração dos africanos no tráfico não foi significativa, então a dedução lógica seria que a cultura africana foi ineficiente em resistir, o que abre espaço para reflexão crítica sobre responsabilidade interna.

6. Geografia como fator possível Você levanta a hipótese de que a localização geográfica pode ter influenciado, citando o Egito como exemplo de um povo africano que construiu um grande império e não foi escravizado em massa pelos europeus.

7. Provocação cultural Você conclui de forma provocativa que, diante da ineficiência histórica, talvez fosse melhor adotar culturas de outros povos, já que a africana não teria legado de resistência de que se orgulhar.


  



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quarta-feira, 22 de julho de 2026

Mentira Verdadeira






Felipe: Tem um tipo de mentira que quase nunca parece mentira.
  É aquela pequena adaptação da história para não precisar se ver inteiro.
  A pessoa muda um detalhe, suaviza uma intenção, coloca uma justificativa mais bonita, tira da cena aquilo que pegaria mal.
  E segue.
  O problema é que, depois de um tempo, ela já não sabe mais se está lembrando da vida ou defendendo uma versão dela.

William:  Já vi muito isso.
  Poderia relatar vários casos, mas vamos a algo que me parece mais útil...

  Vejo comentários considerando a narrativa apresentada no vídeo como a mais pura expressão da verdade.

  Uma moça disse que mesmo tendo um currículo muito bom, perdeu a vaga só por não ter Instagram.
  É verdade, é mentira?
  Sem mais informações eu assumo que não tenho como acreditar ou duvidar 100% do que ela esta dizendo.
  "Para ela" pode ser a mais pura verdade, ela não esta mentindo, passaria em um detetor de mentiras.
  A moça acredita 100% nisso.
  Mas será que o entrevistador do RH diria o mesmo?
  Se a candidata tinha muita experiencia em mídia "tradicional" e a vaga era para mídia "digital", não ter Instagram pode ter tirado pontos ... só uma hipótese entre outras possíveis.

  Lembrei de um colega que tudo para ele era racial.
  É negro igual eu.
  Fica até estranho, no mundo dele, basta ser "branco" para ser contratado😉.
  Se há poucas vagas ocorre um sorteio entre os brancos!?

  A falha na teoria dele é que tanto ele, quanto eu já fomos contratados mesmo disputando com brancos.
  Ou seja, se ele perde a vaga "com certeza" foi racismo.
  Se ele fica com a vaga ... tem a narrativa que "não existe racismo reverso"...😂.

  Por isso não tento convencer ninguém da verdade.
  Apresento fatos, argumentos e deduções lógicas.
  O que vem a seguir?
  Ai já não é comigo...

Verdade Absoluta - Link  (Eu me contento com o melhor argumento)



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 Resumo: 

1. **Inconclusão/Neutralidade por Falta de Dados Adicionais:** Diante de relatos individuais sem checagem externa (como a candidata que afirma ter sido rejeitada por não ter Instagram), você adota uma postura neutra, não assumindo nem verdade absoluta nem mentira intencional.

2. ** Validade Subjetiva vs. Realidade dos Fatos:** Um relato pode ser integralmente verdadeiro *para quem o conta* (passando inclusive por um detector de mentiras), sem que isso signifique que corresponda à totalidade dos fatos ou à perspectiva de outras partes envolvidas (como o recrutador do RH).

3. **Existência de Hipóteses Alternativas e Reais:** Decisões complexas de seleção costumam envolver exigências práticas do cargo (como domínio de mídias digitais em comparação a mídias tradicionais) que podem ser o verdadeiro fator determinante, em vez da interpretação simplificada do candidato.

4. **Demonstração da Falha Lógica por Contradição de Fatos:** Narrativas fundamentadas em um único fator explicativo (como atribuir derrotas exclusivamente ao racismo) falham do ponto de vista lógico e empírico ao ignorar que o próprio autor e o colega já foram contratados em seleções disputadas com candidatos brancos.

5. **Incoerência nas Narrativas Monocausais:** Quando a explicação usada para a derrota (a discriminação) é omitida ou contornada diante da vitória, evidencia-se que a narrativa serve mais como defesa de uma versão pessoal do que como análise objetiva da realidade.

6. **Priorização de Fatos, Lógica e Dedução em Vez de Persuasão:** O seu método de análise foca na apresentação de dados, raciocínio lógico e deduções estruturadas, sem a intenção ou a necessidade de forçar a persuasão alheia sobre a verdade.

7. **Satisfação com a Validez do Argumento:** O encerramento do diálogo reforça que o objetivo do processo reflexivo se esgota na formulação do melhor argumento racional disponível.


  



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segunda-feira, 20 de julho de 2026

Poder Feminino

 



Lorena: Mulheres não se esqueçam.
  Se a gente quiser o mundo deixa de existir.
  Os seres humanos são fabricados no nosso corpo.
  Precisamos construir um mundo melhor!

William: Não se esqueçam que vocês historicamente passam mais tempo com as crianças.
 Eu passei muiiiito mais tempo com minha mãe do que com meu pai.
 O mundo que temos é "matriarcal".

Tabata: Vivemos em um mundo matriarcal onde a estrutura é toda masculina 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣

William: Dê um exemplo de hoje, não de décadas atrás.
  O passado passou.

Tabata:  política = maioria masculina
Forças armadas = maioria masculina
CiO= maioria masculina
Líderes religiosos = 100% masculino ...
Ano: 2026👍🏽

William: Desde que me reconheço por gente todos esse cargos estão acessíveis a mulheres.
  Politica por exemplo, mais de 50% do eleitorado é de mulheres, bastaria vocês para elegerem você mesmas.
  O politico masculino vive mendigando seus votos.

   CEO é capacidade, a Luísa da Magalu conseguiu por seus próprio méritos.
   Cota para CEO feminina ignorando a competência, se os acionistas quiserem arriscar, tudo bem.

   Eu apoio mulheres na policia e exército, as que quiserem óbvio.
   Mas que não sejam poupadas por serem mulheres.
   Elas querem cargos administrativos ou de chefia, o trampo pesado fica para o homem!?
   Isso sou contra.
   O tempo que trabalhei como segurança tinha muito isso.
   Guarita para mulheres, homens ronda noturna.
   Em inúmeras tarefas as "damas" ficavam com a posição mais confortável, o salário era o mesmo.
    E tem outra, em uma situação mais complicada (briga) era mais útil ter um homem (alto e forte) no apoio que uma mulher.
    Mulher segurança é útil no enfrentamento com outra mulher, sabe como é, a agressora pode cuspir, unhar, rasgar nosso uniforme e se dermos um empurrão é "covardia criminosa"




Lorena: Passar mais tempo com os filhos não transforma uma sociedade em matriarcal.
  Se fosse assim, bastaria a mãe passar mais horas em casa para ela ter ocupado historicamente a maior parte dos cargos de poder político, econômico e religioso. 
  E isso simplesmente não aconteceu.

William: Porque você vai ficar na linha de frente se pode ficar na retaguarda só colhendo as benesses?
  O Vorcaro está preso, a “peleleca” não😂
  Jair está preso, Michele não.
  O Lula foi preso, duvido que se a Marisa estivesse viva iria.






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 Resumo: 

1. A Base da Sociedade é Criada pelas Mães ("Mundo Matriarcal"):

o Seu argumento: A influência real na formação da sociedade vem da criação. Como as mulheres/mães passam historicamente mais tempo com as crianças do que os pais, o mundo atual reflete diretamente essa criação materna.

2. Acessibilidade Igualitária a Cargos de Poder:

o Seu argumento: Na atualidade, cargos de chefia, política e religião estão totalmente acessíveis às mulheres. O foco deve ser o cenário presente, e não o passado.

3. Poder Político Feminino no Eleitorado:

o Seu argumento: As mulheres não dependem de homens para ocupar a política, pois representam mais de 50% do eleitorado. Elas têm o poder numérico de eleger quem quiserem, fazendo com que os políticos masculinos dependam diretamente do voto feminino.

4. Mérito e Competência x Cotas para CEO:

o Seu argumento: Cargos de liderança empresarial (CEO) dependem de capacidade e mérito individual (citando como exemplo o caso de Luiza Trajano, da Magalu), e não da imposição de cotas sem critério técnico.

5. Isonomia e Divisão Igualitária do Trabalho:

o Seu argumento: A inclusão de mulheres em áreas como polícia, exército ou segurança deve vir acompanhada da divisão das mesmas responsabilidades e riscos. Não deve haver tratamento privilegiado ou destinação de funções confortáveis/administrativas baseadas no gênero para salários iguais.

6. Diferenças Físicas e Práticas no Trabalho Operacional:

o Seu argumento: No trabalho operacional da segurança, o biotipo e a força física contam. A presença feminina é estratégica em abordagens específicas (como lidar com agressoras para evitar alegações injustas de "covardia"), mas a força operacional masculina ainda é necessária em situações graves.

7. A Vantagem Estratégica da Retaguarda:

o Seu argumento: O topo da hierarquia formal traz mais exposição e riscos legais/penais . Estar fora do holofote direto do poder permite colher os benefícios sem arcar com o ônus (exemplificando casos de figuras públicas e políticas onde os homens assumiram a responsabilização direta).


  


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