Diego >> Essa campanha metódica de evangélicos e direitistas contra o ensino superior, só vai prejudicar os jovens das famílias deles mesmos.
Há uma semana atrás, eu estava tomando meu café na padaria e o garoto bem jovem com mochila conversando com o atendente:
" - Já falei pra meus pais que não entro em faculdade, além de só ensinarem o que não presta, quando formado ganha menos que um Uber..."
William >> Bom para os ateus e esquerdistas oras...😉
Mas os adolescentes tem que ficar atentos para nova realidade.
O curso de medicina é muito procurado porque além de dar um certo status podemos considerar que tem pleno emprego.
Não é difícil ganhar pelo menos 10 salários por mês o que em termos de Brasil é boa renda, já que a maioria não chega a 3 salários.
A demanda (procura) por esse curso levou muitos empresários a investirem em novas universidades que segundo dados estão lucrativas.
Acontece que nos próximos anos serão formados no Brasil um número de médicos por habitante muito acima da média mundial.
Chegaremos a uma situação em que a oferta de médicos será altíssima e a necessidade deles não vai acompanhar a quantidade de formados.
Quando sobra profissionais disputando vagas já sabemos o que acontece, o salário médio baixa.
Como medicina tem muitas especialidades, se o médico quiser ter bom salário terá que se especializar não no que gosta, mas no que está mais em falta no mercado.
Até pouco tempo eram pediatras, não sei como está hoje.
Não é difícil ganhar pelo menos 10 salários por mês o que em termos de Brasil é boa renda, já que a maioria não chega a 3 salários.
Acontece que nos próximos anos serão formados no Brasil um número de médicos por habitante muito acima da média mundial.
Como medicina tem muitas especialidades, se o médico quiser ter bom salário terá que se especializar não no que gosta, mas no que está mais em falta no mercado.
Até pouco tempo eram pediatras, não sei como está hoje.
Diego >> Bom dia, sou formado em matemática e peço que mude o nome do blog imediatamente visto que ele é baseado em alucinações irreais enquanto a matemática gira entorno de um estudo da verdade, a profissão médico recebe grandes salários por conta de uma elitização do ensino em medicina, controlar a saúde é uma forma de controlar a sociedade, hora se temos médicos em excesso como ainda tem gente morrendo na fila do SUS? percebe como esse blog travestido de pensamento Smith é insano?
William >> Ainda não conheci ninguém imortal.
Médicos não tem poderes mágicos.
Trabalhei no SUS por 12 anos.
Por vezes o paciente já chega morto ou nas ultimas.
Diego >> NA FILA" não em maca, não em escritório, gente que não foi atendida por ausência de profissionais qualificados
William >> Esse pessoal qualificado não trabalha de graça.
O Governo disponibiliza uma verba para o SUS.
Pode ter mil médicos disponíveis, se a instituição só tem grana para contratar 100 ... o que você acha que vai acontecer?
Opinião todo mundo tem,
o que falta é argumentação.
Se formar em medicina é uma coisa, o pleno emprego de algum tempo atrás não existe mais, essa é a atual realidade.
O jovem hoje quer cursar medicina?
Esta “menos difícil”, menos elitizado.
Vai conseguir uma boa vaga daqui 6 anos?
Complicado ... torço para que sim...
✧✧✧
Resumo:
1. O valor de um diploma depende da realidade do mercado. A ideia de que faculdade sempre garante boa remuneração está ultrapassada; o jovem precisa considerar a relação entre formação, demanda e empregabilidade.
2. Medicina ainda oferece boa renda, mas isso pode mudar. O curso é procurado pelo status e pelo histórico de pleno emprego e bons salários, mas esse cenário não necessariamente permanecerá.
3. A expansão dos cursos de medicina pode gerar excesso de profissionais. O aumento acelerado do número de médicos por habitante pode fazer a oferta superar a necessidade do mercado.
4. Excesso de profissionais tende a pressionar salários para baixo. Quando muitos médicos disputam as mesmas oportunidades, a remuneração média tende a cair.
5. A especialização poderá se tornar mais estratégica. Para manter uma boa renda, o médico talvez precise escolher especialidades conforme a demanda do mercado, e não apenas conforme sua preferência pessoal.
6. Falta de médicos no SUS não significa necessariamente falta de profissionais no país. Mesmo havendo médicos disponíveis, o governo ou uma instituição pode não ter recursos para contratar todos. Você usa a experiência de 12 anos no SUS para contestar a ideia de que médicos tenham capacidade de resolver sozinhos as filas de atendimento.
7. Sua principal advertência é aos jovens. Medicina está menos elitizada e mais acessível, mas isso não significa que haverá pleno emprego daqui a seis anos. A decisão profissional deve considerar a realidade futura do mercado, e não apenas as condições atuais.
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