Poder 360 : "Janja pede que Discord seja
bloqueado no Brasil."
William >> Criança não tem dinheiro para comprar celular, algum responsável deu para ela, os aparelhos modernos tem diversos modos de bloqueio de conteúdo é só ativar ou os pais não darem celular.
Educação era obrigação da família, brasileiros passaram para o Estado e agora o Estado passa para Redes Sociais !?
Vamos visualizar mentalmente situações similares hipotéticas.
O médico receita um calmante para você.
Prescreve que deve tomar só quando estiver muito nervosa e nunca mais que um por dia.
O remédio foi bem fabricado seguindo todas as normas de segurança, aprovado pela ANVISA.
Está na bula que não pode tomar mais que um por dia.
Seu casamento não esta bem, a simples presença do seu marido já a irrita demais.
Em um dia de desatino você ingere logo 3 de uma vez.
Evidente que passa muito mal até com risco de morte.
Devemos penalizar o médico?
Devemos penalizar o laboratório que produziu o remédio?
Evidente que NÃO!
É o mesmo caso das redes sociais.
São um meio de comunicação.
Ninguém é obrigado usar.
Existem regras (bula).
O volume de usuários dificulta saber exatamente em que contexto uma palavra está sendo usada.
Se a pessoa sabe que aquela palavra pode dar problema a escreve (ou pronuncia) de forma diferente.
Suponhamos que em um bate papo eu convença alguém a me enviar 10 mil por conta de um história triste.
Digo que tenho alguma doença grave.
Sério que a responsabilidade é da Rede Social?
Imaginem nós aplicando esse mesmo peso e medida para outras atividades da sociedade.
Uma empresa de ônibus coletivo cumpre todas as normas de segurança com relação a sua atividade.
Dois caras armados entram no ônibus, assaltam os passageiros, a empresa deve indenizar as vítima ou ser encerrada!?
Deve garantir que não haverá mais assaltos?
No assalto um marginal disparou, uma vítima faleceu.
Com certeza a empresa de ônibus é cúmplice?
Sou da geração TV.
Quando eu era criança o papo é que a televisão estimulava a violência, filmes como do Rambo deveriam ser proibidos.
O que aparecia "nas telas" estimulava também a sexualização precoce, bailarinas com roupas mínimas em programas de auditório, diálogos apimentados em filmes e novelas.
Antes dos programas aparecia (acho que aparece até hoje) a classificação por idade.
Se a programação era proibida para menores de 14 anos, os pais deveriam impedir que o filho assistisse.
A TV nunca deixou de ser vilã, mas surgiram os games, esses sim os destruidores da juventude.
O aumento da criminalidade não foi devido a nossa crescente tolerância com a impunidade e penas brandas, mas por "telas de jogos".
A bola da vez são as Redes Sociais... 😂
É rir para não chorar.
Você é religioso, cristão?
Caim matou Abel, li toda a Bíblia, não encontrei a palavra "TV, Game ou Internet" nem no Novo testamento, devo reler?
Você é ateu, curte história da humanidade?
“A guerra mais antiga com registro histórico documental é a Guerra entre Lagash e Umma(c. 2520 a.C.), na Suméria (atual Iraque).
O conflito por terras férteis foi registrado na Estepa dos Butres, mostrando a infantaria em falange e o rei Eannatum de Lagash.
Para uma batalha tática detalhada (com táticas, baixas e liderança), a primeira documentada é a Batalha de Megiddo (c. 1457 a.C.), na qual o faraó Tutmés III derrotou uma coalizão cananeia.”
Wikipédia
Para uma batalha tática detalhada (com táticas, baixas e liderança), a primeira documentada é a Batalha de Megiddo (c. 1457 a.C.), na qual o faraó Tutmés III derrotou uma coalizão cananeia.”
Wikipédia
Incontáveis guerras depois...
Avançando na história a Primeira Grande Guerra foi em 1914.
A "tela" (Cinema) surgiu para o público em 1895.
Sério que se tivéssemos destruído (banido) a invenção dos irmãos Auguste e Louis Lumière voltaríamos ao "Paraiso" de Adão e Eva ... onde houve um assassinato!?
Essa INSANIDADE não entra na minha mente!
Alguns Governos querem que a Rede Social SEJA A POLÍCIA e se não for uma polícia perfeita, multas bilionárias ou banimento!!
O Estado quer só cobrar impostos, nem seu papel de policia quer exercer!?
"Discorda" de mim?
"Discorda" de mim?
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Resumo:
1. Responsabilidade primária dos pais no uso de tecnologia
O acesso de crianças a celulares e redes sociais depende dos responsáveis. O controle do conteúdo cabe à família — seja por meio das ferramentas e modos de bloqueio nativos dos aparelhos ou pela decisão de não fornecer o dispositivo —, e não à transferência da responsabilidade educacional para as plataformas ou para o Estado.
2. Analogia do uso indevido e culpabilização do meio
Assim como não se penaliza o médico ou o laboratório caso um paciente desrespeite a bula e tome uma dose excessiva de remédio, não se deve responsabilizar as redes sociais (que são apenas um meio de comunicação com regras próprias) pelo mau uso ou por infrações cometidas por seus usuários.
3. Inaplicabilidade da responsabilização de intermediários em outros setores
Transferir para as plataformas a culpa por crimes e golpes cometidos por terceiros é uma distorção. Em qualquer outro setor da sociedade — como em uma empresa de transporte público vítima de um assalto —, não se exige que a prestadora do serviço aja como força de segurança pública nem se a considera cúmplice do crime.
4. Transferência indevida do papel de segurança pública ao setor privado
Exigir que as redes sociais atuem como uma "polícia perfeita" sob pena de banimento ou multas bilionárias é uma inversão do papel do Estado, que busca eximir-se de sua função primária de segurança e fiscalização enquanto continua cobrando impostos.
5. Histórico de bodes expiatórios tecnológicos
Existe um padrão recorrente ao longo das gerações de culpar as novas mídias pelos males sociais: antes foram a televisão e os videogames, e agora são as redes sociais. Essa abordagem ignora as causas reais de problemas como o aumento da criminalidade, que decorrem da impunidade e de penas brandas.
6. A violência como constante histórica prévia às mídias
A violência, os conflitos e os crimes precedem em milênios o surgimento da tecnologia moderna (seja a TV, a internet, os jogos ou até o próprio cinema no final do século XIX). Registros históricos e religiosos mostram que a natureza humana e seus conflitos já existiam muito antes de qualquer "tela".
7. Critério seletivo na crítica e na regulação das plataformas
Há uma contradição e parcialidade na forma como os pedidos de bloqueio e regulamentação são direcionados, variando conforme a conveniência política ou a popularidade das plataformas utilizadas pelas autoridades.
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