quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Trabalhar com Homens

 



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  Influenciadora diz que prefere trabalhar com homens e divide opiniões
  A influenciadora Maiane Basttos provocou um debate nas redes sociais ao afirmar que prefere trabalhar com homens.
   Durante um relato baseado em sua experiência profissional com atendimento ao público, ela afirmou que considera a convivência com homens mais direta e declarou: “Mulher faz o inferno na vida da outra.”
  A fala rapidamente chamou atenção e dividiu opiniões. 
  Enquanto algumas pessoas disseram se identificar com a experiência relatada pela influenciadora, outras criticaram a generalização e defenderam que comportamentos no ambiente de trabalho não podem ser atribuídos simplesmente ao gênero.
  A declaração representa uma experiência e uma opinião pessoal de Maiane, e não uma conclusão científica sobre diferenças entre homens e mulheres no ambiente profissional.
💬 E você, já teve uma experiência no trabalho que fez você preferir trabalhar com determinado perfil de pessoa?
  Concorda com a declaração dela ou acha que é uma generalização? Comente e compartilhe para saber a opinião de outras pessoas.
📚 Fonte: Maiane Basttos — declaração publicada em suas redes sociais; repercussão nas redes sociais.




William >> Cada caso é um caso, óbvio.
   No geral trabalhar com homens foi mais tranquilo “pra mim”.
   A comunicação é mais direta.
   Com mulheres precisamos ficar nos policiando constantemente para não “ferir sentimentos”.
   Nos últimos tempos então, melhor ficar mudo para não correr nenhum risco jurídico.

   No HC Unicamp eu não tinha posto fixo, mas passava bastante tempo na Central de Visitas a pacientes internados.
   Fui denunciado na Ouvidoria umas 5 vezes.
   Quatro vezes por mulheres e uma vez por homem, entretanto na treta com o homem foi a esposa dele que me denunciou.

   Eram dois computadores.
   O serviço exigia bom conhecimento do programa no computador, ter na ponta da língua as normas do hospital e muito jogo de cintura para lidar com centenas de atendimentos ao público.
   Durante a semana era cheio, nos finais de semana aumentava o fluxo em pelo menos 50%.
   Dependendo da pessoa que estava escalada para trabalhar comigo já dava para saber se iria ser um dia cansativo/normal ou cansativo/sofrido.

   Nos 12 anos que permaneci trabalhando no Hospital tive cerca de meia dúzia de homens trabalhando do meu lado na Central de Visitas.
  Todos muito bons, aquele companheiro de trabalho que realmente divide a carga com você.

  Eu destaco o Felipe porque ele ia além.
  O cliente vinha para meu lado ele chamava.
  "Vem aqui que eu te atendo".
   😂😂
   Menos trabalho pra mim.

   No mesmo período trabalhei aproximadamente com uma dúzia de mulheres. 
   A maioria era do mesmo nível dos rapazes, mas teve umas três que quando eu via na minha escala ... era uma tristeza danada.

   Sabe aquela pessoa que a gente tem que fazer o nosso serviço e boa parte do dela?

  Uma em especial faltava bastante.
  Ela estar na escala era uma coisa, ir trabalhar era outra.
  Dai a encarregada de plantão assumia (quando conseguia) o segundo computador, na maior parte do tempo eu tinha que trabalhar sozinho.
  Longos atestados médicos frequentes, sacrificando a equipe.
  Essa funcionaria por ser antiga tinha um posto cativo na Central de Visitas e sempre tinha que ser o mesmo computador.
  Ela até que atendia muito bem o publico, mas se limitava a emitir a etiqueta de visitantes.
  Qualquer coisa fora disso, como fazer cartão para acompanhantes, ela mandava para quem estivesse do lado.
  Trabalhar com ela era cansativo e SOFRIDO.

  Funcionário público tem estabilidade é bem difícil demitir.
  O meu setor tinha funcionários mais do que suficientes na planilha, na pratica muitos ficavam em casa de atestado.
  Eu entrei no serviço publico em 2011, tinha uma funcionaria que contava na listagem e nunca tinha visto.
  Fui conhece-la quando Michel Temer (2017) assumiu a presidência e endureceu as regras para afastamentos longos.

Nota: Já tive companheiras de trabalho competentíssimas não vou citar nomes porque a que eu não citar vai ficar magoada 😂 lembram do cuidado que temos que ter com os sentimentos?
  Foram tantas que fica difícil enumerar.
  A proposta nessa meditação é a visão holística.
  Não é nem questão de gostar ou não da pessoa.
  De repente você e o colega não se dão bem pessoalmente, você é petista ele é bolsonarista😉, mas reconhece sua competência profissional, divide bem o fardo de ter que trabalhar, soma na equipe.

Nota da nota 😉: Óbvio que já trabalhei com homens folgados pra *******!
  Outros de uma incapacidade inacreditável.
  Foquemos na visão geral.
  A burrice ou vagabundagem não é característica exclusiva de nenhum gênero.

✧✧✧




Resumo:


1. Diferença de dinamica e estilo de comunicação no trabalho: Em sua experiência geral, trabalhar com homens mostrou-se mais tranquilo devido a uma comunicação mais direta, enquanto a convivência profissional com mulheres exige maior cuidado no diálogo para evitar eventuais melindres ou interpretações jurídicas indesejadas.

2. Histórico de denúncias na Ouvidoria: Durante o período em que atuou na Central de Visitas do HC Unicamp, as poucas denúncias registradas contra você partiram quase em sua totalidade de mulheres (quatro diretamente por mulheres e uma por um homem motivada pela esposa dele).

3. Consistência do desempenho da equipe masculina: Entre a meia dúzia de colegas homens com quem dividiu o setor no hospital, todos demonstraram alto nível de competência e cooperação proativa, dividindo e assumindo o fardo do atendimento.

4. Discrepância na sobrecarga por faltas e limitações de tarefas: Embora a maioria das colegas mulheres também apresentasse ótimo nível profissional, a presença de uma minoria marcada por ausências frequentes, longos atestados e recusa em realizar tarefas completas gerava sobrecarga e um ambiente de trabalho desgastante/sofrido.

5. Estabilidade no serviço público e absenteísmo: O regime do funcionalismo público dificulta demissões e possibilita que quadros formalmente preenchidos fiquem desfalcados na prática devido ao excesso de licenças e atestados médicos, sacrificando quem está presente.

6. Reconhecimento da competência independente do gênero ou afinidade pessoal: Competência e profissionalismo não dependem do gênero nem de afinidades ideológicas/pessoais; a visão holística no trabalho exige reconhecer a capacidade de colegas com os quais se divide a carga de trabalho, independentemente de divergências individuais.

7. Incapacidade e indolência como traços universais: A preguiça, a falta de capacidade ou o comportamento folgado não são características exclusivas de nenhum gênero em particular, existindo exemplos negativos tanto em homens quanto em mulheres.

 


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