William >> Nenhuma potência estrangeira obriga brasileiros a votar em corruptos.
Não tem nada a ver com nossa colonização, período escravocrata, imperialismo inglês ou americano.
Quem nasceu no Brasil em 1995 (ou antes), em 2015 tinha 20 anos e viu tudo que foi revelado pela Lava Jato.
20 anos já é adulto tem boa percepção das coisas.
Nesses últimos anos foram escândalos seguidos de escândalos.
Começou com Lula e sua esposa insinuando que Jair Bolsonaro e esposa tinham roubado móveis.
Fizeram matéria jornalística no Fantástico, um programa que tinha credibilidade e audiência, mas que por matérias mentirosas como essa foi perdendo.
Lula é brasileiro, a esposa dele é brasileira, a Rede Globo de televisão é brasileira, os quase 50% que pretendem votar no PT são brasileiros.
Se cada indivíduo não olhar para si mesmo e revisar suas “crenças políticas” vai sempre ser mais do mesmo.
Muitos querem uma solução (revolução) mágica que não sei como pode acontecer.
Se a maioria prefere transferir suas responsabilidades para o Estado e elege corruptos não sei que “milagre” pode acontecer.
Diogo (angolano) >>Existem os problemas internos que todos sabemos e têm a influência externa na política local.
Os países africanos têm o que eles procuram então quando vem um presidente ou um governo que pensa em colocar os interesses do país em primeiro lugar nas negociações é combatido pelo Ocidente.
William >> Pode dar um exemplo concreto?
E uma curiosidade.
Porque Angola e Brasil não fazem parte do “Ocidente”?
Diogo >> Vou te dar exemplo de Angola sabe o que as multinacionais exploradoras de Petróleo fazem?
Querem explorar o recurso aqui e não aceitam negociações justas, abriu uma refinaria de petróleo em Cabinda, sabe quantos porcentos de lucro tem o estado angolano e quanto tem a empresa que explora?
Angola tira 10 % do lucro.
Esse cenário é antigo .
William >> Cabinda é um projeto de capital misto onde a GEMCORP investe 90% do capital.
A Sonangol investe 10%.
Porque a participação nos lucros não deveria ser proporcional!?
Em Angola não há isenção de impostos para refinarias.
Há no máximo redução por um período para incentivar o investimento privado.
Imposto sobre a Produção de Petróleo (Royalties):
Varia tipicamente entre 10% e 20%.
Imposto sobre o Rendimento do Petróleo (IRP): Pode chegar aos 50% sobre o lucro das concessionárias e operadoras de extração.
Ou seja a empresa estrangeira investe o capital, leva a tecnologia que os Angolanos não tem capacidade para desenvolver, gera empregos, diminui a dependência dos angolanos de importação, paga impostos ... e ainda assim o povo angolano se diz explorado.
O gringos tem que fazer tudo de graça ou se contentar com um lucro pífio.
A Sonangol tem participação de 10% no total de investimentos, se quer maior participação no lucro que aumente sua participação no investimento.
Já pensou, eu pago 10% de uma pizza, mas quero ter direito de comer a metade!?
Que matemática angolana é essa?😂
Diogo >> Você tá investir na terra de quem?
Se VC vai fazer a pizza com minha farinha eu levo pouca pizza e VC leva mais só porque trouxe o forno?
William >> Petróleo debaixo da terra vale o quê?
Se vocês tem competência para extrair querem a participação de estrangeiros porque?
A Sonangol que construa as refinarias.
Diogo >> A Sonangol tem explorado
Se é inútil debaixo porque eles correm vir pegar?
William >>Porque depois de extraído rende uma boa grana.
Se vocês não tem competência técnica ou financeira e precisam das empresas estrangeiras, o negócio tem que valer a pena para elas.
Diogo >> "Consegues ver como até VC tem uma mentalidade imperialista?" 😂
William >> O principal executivo da Gemcorp é Búlgaro, o império búlgaro terminou antes de 1400, então nem sei do que esta falando.
Esta vendo como sua mentalidade é vitimista.😂
Diogo >> Por esses e muitos outros motivos é que os EUA E A FRANÇA querem matar o Ibrahim Traoré.
Por esses motivos é que eles amam quando tem um presidente burro que só aceita acordos que favorecem eles.
Chegamos ao ponto máximo do debate.😁
William >> É uma acusação grave, quem disse isso, o próprio Ibrahim Traoré?
Quanto ele é confiável?
O governo do Ibrahim Traoré possui uma orientação econômica que se aproxima do socialismo de viés nacionalista e pan-africanista, inspirado pelo legado de Thomas Sankara.
(Líder revolucionário marxista do país na década de 1980).
O principal grupo insurgente em Burkina Faso é o JNIM, ou Grupo de Apoio ao Islamismo e aos Muçulmanos), coligação jihadista ligada à Al-Qaeda.
Com forte atuação no país por meio do grupo aliado local Ansarul Islam, o JNIM controla vastas áreas do território e lidera os ataques contra a junta militar no poder.
Outro grupo relevante na região é o Estado Islâmico no Sahel (ISSP), que rivaliza tanto com o governo quanto com o próprio JNIM.
*Gemini*
Notem que internamente eles se detestam, mas se Traoré morrer com certeza a culpa é do Trump ou do Macron porque Burkina é a nação mais importante do mundo, sem ela Estados Unidos e França não conseguem existir ... acredite quem quiser ...
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Resumo:
1. **Responsabilidade política individual vs. vitimismo histórico:** A escolha de governantes corruptos em países como o Brasil decorre da preferência da própria população em transferir responsabilidades ao Estado e da manutenção de crenças políticas, e não de interferências externas de potências coloniais, imperialistas ou de narrativas de culpa histórica.
2. **Proporcionalidade entre investimento e retorno:** A divisão dos lucros de um projeto econômico — como a Refinaria de Cabinda — deve seguir a proporção do capital investido. Se a estatal angolana Sonangol investe 10% no projeto, é matematicamente ilógico e injusto exigir uma fatia maior dos lucros sem aumentar sua participação nos aportes e riscos financeiros.
3. **Cálculo da arrecadação estatal via tributação:** O ganho do país hospedeiro não se limita à divisão direta de dividendos. O Estado angolano arrecada significativamente através do regime fiscal aplicável ao setor de petróleo (como o Imposto sobre a Produção e o Imposto sobre o Rendimento do Petróleo), além de se beneficiar da diminuição da dependência de importação e da geração de empregos.
4. **Valor do recurso natural versus capacidade técnica:** Petróleo inexplorado no subsolo não gera valor por si só. Se um país não possui a competência técnica ou o capital financeiro necessário para extrair e refinar o recurso por conta própria, precisa oferecer condições atrativas para que investidores estrangeiros assumam o risco do empreendimento.
5. **A incoerência da acusação de "imperialismo":** Rotular a atuação de empresas privadas estrangeiras como "imperialismo" é um recurso vitimista que desconsidera a realidade operacional e histórica. Um exemplo disso é o fato de a gestora da refinaria (Gemcorp) ser liderada por um executivo búlgaro — país cuja trajetória histórica não se relaciona com impérios coloniais modernos.
6. **Questionamento à confiabilidade de narrativas de conspiração externa:** Acusações de que potências ocidentais buscam assassinar líderes como Ibrahim Traoré carecem de provas concretas e baseiam-se em retórica populista/nacionalista, frequentemente utilizada por governos autoritários de orientação socialista para desviar a atenção de suas fragilidades internas.
7. **Ameaças reais e conflitos internos em Burkina Faso:** A instabilidade política e os riscos à vida de lideranças em Burkina Faso são causados primariamente pelas intensas disputas internas com grupos insurgentes e jihadistas que controlam partes do território (como o JNIM/Al-Qaeda e o Estado Islâmico no Sahel), e não por conspirações estrangeiras.
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