Post no Instagram : Viva de uma forma que as pessoas olhem pra ti e pensem: que pessoa leve, feliz,
agradável e nem imaginem quantas cruzes
você carrega.
Isso é maturidade, equilíbrio emocional!
William >> Humm ... me parece mais "falsidade" ... não naquele sentido de "desonestidade".
No sentido de ter a boa intenção de não incomodar os outros com nossos problemas.
A pessoa pergunta se esta tudo bem, mesmo que estejamos com algum problema grave preferimos não compartilhar com ela.
Mas sei lá, cada um é cada um, se sente vontade e acha apropriado desabafar com alguém ... faça isso.
Se esta diante de alguém que pode resolver ou amenizar seu problema não seja orgulhosa peça ajuda.
E não, você não tem obrigação de estar sempre sorridente se essa não for uma característica sua.
Se tiver que fazer algum esforço, faça para não ficar carrancuda😉.
A gente chegar em um lugar e ser recebido por "cara de fezes" é bem desagradável.
Mesmo que eu esteja "p" da vida com alguma coisa, respiro fundo e tento deixar a expressão serena.
É uma atitude lógica.
Se você chega cordialmente, a maioria das pessoas se sentem meio que na obrigação de te tratar com a mesma civilidade.
Se chegamos agressivos (mesmo aparentemente) a maioria já fica com a agressividade engatilhada ... é mais eficiente semear a paz para colher a paz.
Haverá momentos que nosso lado mais "selvagem" terá que ser acionado, mas evitemos ao máximo.
Amém?
“Não se esconda atrás de um falso sorriso.
Você tem o direito de não estar bem.”
(Paulo Coelho)
✧✧✧
Resumo:
1. Distinção sobre a "falsidade": O comportamento de parecer sempre leve e feliz, ocultando os próprios problemas, assemelha-se mais a uma tentativa bem-intencionada de não sobrecarregar os outros do que a uma desonestidade.
2. Discernimento para buscar ajuda: Se a pessoa à sua frente tem a capacidade real de resolver ou amenizar o problema, o orgulho deve ser evitado e a ajuda deve ser solicitada.
3. Autenticidade e liberdade emocional: Ninguém tem a obrigação de manter um sorriso constante se isso não faz parte de sua personalidade.
4. O esforço mínimo de convivência: O esforço pessoal deve ser direcionado para evitar a hostilidade e a expressão carrancuda, pois ser recepcionado por uma "cara de fezes" em qualquer ambiente é desagradável.
5. Autocontrole como atitude lógica: Respirar fundo e buscar manter uma expressão serena mesmo em momentos de forte irritação é uma conduta puramente racional e eficiente.
6. A reciprocidade na interação social: Abordar os outros com cordialidade induz a maioria das pessoas a responder com a mesma civilidade, enquanto posturas agressivas ativam defesas alheias — afinal, é mais eficiente semear a paz para colher a paz.
7. Uso estratégico da agressividade: O lado mais "selvagem" e combativo só deve ser acionado em situações extremas, devendo ser evitado ao máximo no cotidiano.
.

Nenhum comentário:
Postar um comentário