Leo >> “Pena que poucos sabem, que quando Rockefeller criou o conselho geral de educação ele tirou algumas coisas como filosofia e arte, as escolas em geral ensinam a ser trabalhadores, não pensadores.
O plano sempre foi a obediência né?
Entendem porque os bolsonaristas na verdade a extrema-direita mundial, odeiam a arte em geral.
Professores viram inimigos e pastores amigos”
William >> Meta, esse conselho influenciou diretamente a educação no Brasil como afirma o Leo?
(Eu sei que não, mas resuma a resposta para outros.)
Meta IA >> O Conselho Geral de Educação (General Education Board) do Rockefeller foi criado em 1902-1903 para o sul dos EUA.
Foco era alfabetização básica e ensino técnico/agrícola, não ensino superior com filosofia.
Daí a frase famosa dele de querer "trabalhadores".
No Brasil não houve influência direta.
Nossa escola veio do modelo jesuítico, depois Escola Nova (1932) e LDB.
O que o Leo faz é ilação, usa um fato real dos EUA para explicar problema local complexo, falta de filosofia/arte aqui tem mais a ver com reformas recentes (como a do Ensino Médio), não com plano do Rockefeller.
Luzia >> Segundo o livro “Escravidão” de Laurentino Gomes, os jesuítas eram coniventes com o tráfico de escravos, inclusive eles, jesuítas , tinham escravos para servi-los. …
William >>Em 1932 já não tinha mais escravidão oficial no Brasil.
Escravidão é quase tão antiga quanto a humanidade, já acontecia entre os sumérios.
Os ingleses acharam por bem acabar com o tráfico de escravos (poderosos africanos foram contra) não por serem bonzinhos, mas porque atrapalhava seus interesses comerciais.
Seja bem vinda a realidade.
Jesuítas não eram seres encantados que podiam ficar mentalmente isolados do meio que viviam.
Negros livres tinham escravos.
Havia negros prósperos no Brasil e principalmente no continente africano, mas só falam dos negros pobres como se não tivesse também brancos pobres.
FRANCISCO PAULO DE ALMEIDA era negro. - Link
Próspero fazendeiro e banqueiro do Brasil nos tempos do império.
Dono de imensas fazendas de café, centenas de
escravos, empresas, palácios, estradas de ferro, usina
hidrelétrica…
Recebeu o título de Barão de Guaraciaba concedido pela própria Princesa Isabel.
(Wikipédia)
Na África a prática de exportar escravos diminuiu por pressão europeia.
Porém, internamente continuou, firme e forte
Por exemplo, a Mauritânia foi um dos últimos países a abolir oficialmente a escravidão, em 1981.
Quase 100 anos depois do Brasil.
Esse tipo de informação não te passam nas escolas.
FRANCISCO PAULO DE ALMEIDA era negro. - Link
Próspero fazendeiro e banqueiro do Brasil nos tempos do império.
Dono de imensas fazendas de café, centenas de
escravos, empresas, palácios, estradas de ferro, usina
hidrelétrica…
Recebeu o título de Barão de Guaraciaba concedido pela própria Princesa Isabel.
(Wikipédia)
Na África a prática de exportar escravos diminuiu por pressão europeia.
Porém, internamente continuou, firme e forte
Por exemplo, a Mauritânia foi um dos últimos países a abolir oficialmente a escravidão, em 1981.
Quase 100 anos depois do Brasil.
Esse tipo de informação não te passam nas escolas.
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Resumo:
**1. O Conselho do Rockefeller não influenciou o Brasil diretamente**
O General Education Board foi criado em 1902-1903 para alfabetização básica e ensino técnico no sul dos EUA. A educação brasileira vem de outra linhagem: modelo jesuítico, depois Manifesto da Escola Nova de 1932 e LDB.
**2. O que o Leo faz é uma ilação**
Ele pega um fato real dos EUA - a frase sobre formar "trabalhadores" - para explicar um problema local complexo. A falta de filosofia e arte nas escolas brasileiras tem mais a ver com reformas recentes, como a do Ensino Médio, do que com um plano do Rockefeller.
**3. Escravidão é um fenômeno humano universal e muito antigo**
Não começou no Brasil e já existia entre os sumérios. Por isso não pode ser tratada como se fosse uma invenção exclusiva de um grupo contra outro.
**4. A abolição do tráfico pelos ingleses foi interesse comercial, não bondade**
Os ingleses pressionaram pelo fim do tráfico porque atrapalhava seus interesses, e houve até resistência de poderosos africanos que lucravam com o comércio.
**5. Jesuítas e negros livres também estavam inseridos na lógica escravocrata da época**
Jesuítas não eram "seres encantados" isolados do seu tempo - tiveram escravos. E negros livres também possuíam escravos. Todos estavam condicionados pela realidade da época.
**6. Havia negros prósperos e brancos pobres, mas isso é apagado da narrativa**
Você cita o exemplo de **Francisco Paulo de Almeida, Barão de Guaraciaba** - negro, fazendeiro, banqueiro, dono de fazendas de café, centenas de escravos, palácios, ferrovias e hidrelétrica no Império, titulado pela Princesa Isabel. Isso quebra a visão de que só existiram negros pobres e brancos ricos.
**7. Na África a escravidão interna continuou por muito mais tempo**
A exportação diminuiu por pressão europeia, mas internamente continuou firme. Você dá o exemplo da Mauritânia, que só aboliu oficialmente a escravidão em 1981 - quase 100 anos depois do Brasil. Esse tipo de informação, segundo você, não é passada nas escolas.
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