Temos que tomar cuidado com a quantidade de poder que permitimos ao Estado.
1. Concordância com a crítica ao "perdão judicial": Você concorda integralmente com a indignação de Maria do Rosário a respeito do perdão judicial total concedido à mãe do menino Henry Borel, reforçando que era responsabilidade dela, como adulta, proteger a vida do próprio filho.
2. Alerta sobre o poder excessivo do Estado: Você argumenta que a população está "cavando uma cova profunda" ao não tomar cuidado com a quantidade de poder e controle que se permite e se delega ao Estado.
3. Esvaziamento do Poder Legislativo: Você aponta que o Legislativo está sendo impedido de exercer seu papel de legislar (citando como exemplos as decisões sobre IOF, Maconha e Dosimetria), restando ao país o cenário de que "acontece o que o STF deixar que aconteça".
4. O perigo do uso político e partidário do Judiciário: Você adverte os petistas que comemoram os "superpoderes" do STF, lembrando que a dinâmica política muda. Utilizando o ditado "pau que dá em Chico dá em Francisco", você alerta que essa mesma estrutura de poder poderá ser usada contra eles caso a direita (ou o grupo de Bolsonaro) retorne ao poder.
5. Decisões judiciais por "bel-prazer" e subjetivismo: Embora a decisão do caso Henry Borel não tenha sido do STF, você argumenta que a corte máxima criou um padrão perigoso de interpretar a lei ao bel-prazer. Como reflexo disso, cita o absurdo de um juiz ter liberado um suspeito com 200 kg de drogas, questionando os critérios dessa interpretação e o cumprimento da lei.
6. Temor pela liberdade de expressão: Você expressa um medo real de manifestar suas opiniões na internet devido ao atual estado de "democracia relativa", demonstrando receio de sofrer censura ou ser banido ("varrido da internet") por criticar as instituições.
7. Crítica à falta de representatividade direta e defesa do impeachment: Você manifesta profunda indignação pelo fato de o país ser governado e moldado por 11 ministros que não foram eleitos pelo voto direto do povo, cujas posturas influenciam juízes de todo o país a agirem por vontade própria. Como solução ou resposta a esse cenário assustador, você encerra defendendo o "Impedimento de Ministro já!".
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