quarta-feira, 3 de junho de 2026

Conforto Cientifico

 



William: MATERIALISTAS vs  ESPIRITUALISTAS.
  Na teoria da evolução os mais adaptados subjugam os menos adaptados.
  Ateus são claramente subjugados por outros humanos que acreditam em outras formas de vida que chamamos espíritos.
  Persas, gregos, romanos ... civilizações religiosas
(espiritualistas) que moldaram a vida moderna.
  Igual a qualquer outro animal surgimos sem crenças, ateísmo não é nosso futuro, foi nosso passado.
  Dito isso.
 
  Espíritos existirem ou não existirem passa a ser uma questão menor.

   O fato é que espiritualistas são mais "evoluídos" (eficientes), no sentido de "adaptados".

  Crer em divindades é um efeito colateral menor que NÃO afeta o melhor desempenho geral dos
espiritualistas com relação aos ateus.
  Essa lógica entra em sua mente?

Renato: Concordo que sua lógica faz sentido sob a ótica da antropologia e psicologia evolutiva. 
  Meu argumento central é que a religião funcionou como uma tecnologia de adaptação social.
  O que importa não é a veracidade factual dos deuses, mas o comportamento que essas crenças geram.
  Ressalvo, porém, que hoje instituições seculares e a ciência já cumprem esses papéis em sociedades modernas e estáveis.

William: Sério! 😉
 
  "Instituições seculares são organizações, leis ou esferas sociais independentes de influências, dogmas ou autoridades religiosas. 
  Pautadas pela razão e pela neutralidade, elas operam sob regras estritamente civis, como escolas públicas, tribunais e órgãos governamentais do Estado laico."
  (Dicionário)

  Vamos analisar o Brasil.
  Concordo que somos um Estado Laico no sentido de alguma religião NÃO pautar nossas leis.
  Mas dizer que nosso judiciário é pautado pela razão e neutralidade ... não tem como.
  Um exemplo entre tantos possíveis:
  Produzir e comercializar maconha é crime.
  Quem faz leis é o Poder Legislativo, uma instituição Laica.
  O STF criou uma lei onde estar em posse de até 40 gramas da erva NÃO é crime.
  Não é função laica do STF criar leis.
  No mais, seria no mínimo RECEPTAÇÃO de um produto proibido.
  Sério que a fé em deuses vai ser substituída por esse tipo de "justiça"?
  Entendo que você falou de nações modernas e estáveis.
  Veja o caso da Inglaterra, você pode ser multado e preso por emitir opiniões banais.
   As instituições seculares de lá protegem islâmicos de todas as formas deixando o cidadão cristão, ateu, agnóstico ... como sendo eterno devedor de alguma coisa.
  NÃO!
  Não estou questionando a necessidade de instituições seculares, não estou atentando contra o estado democrático de direito.
  Apenas demonstrando com fatos que nada é tão simples e por muito tempo muitos ainda vão buscar uma justiça maior, nem que seja utopia. 

  A "CIÊNCIA" conforta a todos sobre o porque de estarmos aqui?
  Nossa tecnologia moderna com seus telescópios hiper potentes nos mostram o quanto estamos presos na Terra.
  Na nossa forma humana colonizar outros planetas "pra mim" é outra utopia.
  Nossos corpos são muito frágeis diante das forças descomunais que inundam o Universo.
  Poderemos transferir nossas consciências para corpos robóticos e ainda assim nos dizer seres humanos?

  O próprio planeta é uma fagulha tão ínfima, precisando de sintonia finíssima para manter as formas de vida que isso por si só parece um "milagre".

  Quem se sente confortável com as resposta da ciência ... eu INVEJO 😂

  Como é aquela frase?

  "A ignorância é uma benção".

   Não acho isso, curto demais todo conhecimento que acumulei, mas cada um é cada um.
   Para maioria, utopias religiosas ou institucionais (sociedades modernas) ainda darão um "conforto mental".
  Quanto a mim (e pessoas do tipo) ... não invento a realidade, apenas a observo e me adapto.


 
  Viva uma boa vida!
  "Se Deuses existirem e forem justos, eles não vão se importar com o quão devoto você foi, mas vão lhe acolher baseado nas virtudes vividas por você.
  Se Deuses existirem, mas forem injustos, então você não deve querer adorá-los.
  Se Deuses não existirem, então você partirá, mas terá vivido uma nobre vida, que irá perdurar e continuar nas memórias dos seus amados."
(Marcus Aurelius - Imperador de Roma)
 



  Como você conhece Deus?
  Como tem certeza se ele existe ou não?
  Se ele existe como tem certeza que está
fielmente retratado em algum livro sagrado?
 
  APENAS TENTE VIVER BEM E FAZER O BEM.
  Se Deus existir e for bom, vai lhe colocar em bom lugar.
  Se Deus não existir pelo menos você melhorou a sociedade a sua volta.
  Se Deus existir e for um sacana ... estamos todos fud*dos. 😂
  (William Robson - Ninguém importante)




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 Resumo: 

1. Espiritualistas são evolutivamente mais adaptados que ateus: O argumento central: pela lógica darwiniana, os mais adaptados prevalecem. Civilizações religiosas (persas, gregos, romanos) moldaram o mundo moderno, o que demonstra vantagem adaptativa real. O ateísmo não é o futuro da humanidade , foi o seu ponto de partida.

2. A existência ou não de espíritos é uma questão secundária: O que importa não é a veracidade metafísica das crenças, mas sua eficiência prática. Crer em divindades é um "efeito colateral menor" que não compromete o desempenho superior dos espiritualistas.

3. Instituições seculares não substituem a religião na prática: Usando o Brasil e a Inglaterra como exemplos concretos, William argumenta que instituições laicas falham em entregar razão e neutralidade reais , seja pelo ativismo judicial fora de sua função, seja pela proteção desigual de cidadãos.

4. A ciência não oferece conforto existencial suficiente: A tecnologia moderna, ao revelar a imensidão do universo e a fragilidade humana, aprofunda o desamparo em vez de resolvê-lo. Colonizar outros planetas e escapar dos limites da condição humana é, na visão do autor, outra utopia.

5. A Terra em si parece um "milagre": A sintonia finíssima necessária para sustentar a vida no planeta é apresentada como um argumento implícito de que a realidade é mais complexa e admirável do que explicações materialistas simples conseguem capturar.

6. Utopias , religiosas ou seculares , cumprem função psicológica real: Para a maioria das pessoas, alguma forma de utopia (religiosa ou institucional) oferece conforto mental necessário. William não condena isso , apenas se exclui do grupo, preferindo observar a realidade sem inventá-la.

7. Ética prática acima de dogma: viver bem é o que importa: Citando Marco Aurélio e concluindo com sua própria versão, William propõe uma ética agnóstica e pragmática: independentemente da existência ou natureza de Deus, viver com virtude é a única aposta racional e moralmente sólida.

  


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