sábado, 31 de janeiro de 2026

Naturalmente Melhor

 



 


Renato: Em última instância só existem duas formas de ver o mundo.

 

1- Você acredita que todos os seres humanos são iguais, merecem direitos que garantam sua vida digna e devem contribuir com a sociedade com o melhor que puderem...

 

ou

 

2. Você acredita que existem pessoas que naturalmente são melhores que outras, essas pessoas então devem ter acesso ao melhor e devem ter o direito de governar sobre as outras.

 

  Em última instância, toda posição política se alinha em um espectro que tem essas duas visões como opostas.

  A minha opinião é a primeira, fundamento ela dizendo que não existe ninguém "naturalmente melhor" que os outros, pois melhor é subjetivo e depende de qual o desafio da vez que a natureza está jogando para ti.

 

 

 

William: Eu observo que há pessoas mais eficientes que outras, são "naturalmente" (de nascença) melhores.
  Não acho que um Tesla ou Newton tinham intelectos normais.
  Basta olhar na sala de aula já nos primeiros anos, sempre tem aqueles alunos que se destacam intelectualmente.

  No item dois o Renato mistura alhos com bugalhos.
  Exemplo: Tesla não tinha o dom da liderança, Thomas Edison tinha.

  Saber administrar é um talento a parte, assim como cantar, dançar, ser bom em algum esporte.
   Cristiano Ronaldo é um jogador talentoso, fez por merecer a grana que tem.
   Ronald Reagan foi um bom governante para os americanos.
   Faraday foi um inventor importante para humanidade.
   Veja que tudo é bem mais complexo.

   Vamos para uma objetividade maior...

   Ser naturalmente melhor em futebol é tão bom para humanidade quanto ser um cientista brilhante em qualquer área?

  Um dos mais famosos (e amplamente considerado o maior) jogador de futebol da Alemanha de todos os tempos é Franz Beckenbauer, conhecido como "Der Kaiser" (o Imperador).

  Albert Einstein nasceu no Reino de Württemberg (que fazia parte do Império Alemão na época). 
  Era cidadão alemão por nascimento, filho de pais judeus alemães (Hermann e Pauline Einstein).

   Você da "Geração Z", dificilmente reconhece o nome Beckenbauer, a não ser que goste muito de futebol.
   É compreensível.

  Se você da Geração Z não tem nem uma vaga noção de quem foi Albert Einstein ... Gesuis amado ...😂 ... você é "naturalmente" ... bem "abaixo da média". (para eu não ser deselegante.)
   

✧✧✧

 

 

Resumo:

 

1. Existem pessoas "naturalmente" melhores desde o nascimento — Você defende que há diferenças inatas de eficiência e capacidade, como gênios (Tesla, Newton) que possuíam intelectos excepcionais, observáveis já nos primeiros anos de vida (ex.: alunos que se destacam na sala de aula desde cedo).

 

2. Crítica à simplificação binária de Renato — Você acusa o Renato de "misturar alhos com bugalhos" ao reduzir tudo a apenas duas visões opostas (igualdade absoluta vs. superioridade natural com direito de governar), pois a realidade é muito mais complexa e multifacetada.

 

3. Talentos são específicos e separados — Habilidades variam por categoria: liderança (ex.: Thomas Edison vs. Tesla), administração, esportes (Cristiano Ronaldo merecendo sua fortuna por talento e esforço), governança (Ronald Reagan como bom governante) ou invenções (Faraday). 

  Não há uma hierarquia única de "melhor" absoluto.

 

4. Complexidade maior que o binário — Tudo é "bem mais complexo": ser naturalmente melhor em uma área não implica superioridade geral ou direito automático de governar os outros. 

  Talentos são distintos e contextuais.

 

5. Diferença de impacto para a humanidade — Nem todo talento tem o mesmo valor coletivo: ser o melhor em futebol (ex.: Franz Beckenbauer, "Der Kaiser") é admirável, mas não se compara ao benefício trazido por um cientista brilhante (ex.: Albert Einstein, ambos alemães de nascimento/origem).

 

6. Ironia/críticas à Geração Z — Muitos jovens da Geração Z conhecem Beckenbauer (se forem fãs de futebol), mas ignorar Einstein revela uma lacuna grave de conhecimento básico — o que os coloca "naturalmente... bem abaixo da média" (com tom irônico e provocativo, como você escreveu).

 

7. Mérito conquistado e valor contextual — Mesmo reconhecendo talentos inatos, o sucesso (como a grana de Ronaldo ou o legado de Einstein) vem de mérito e aplicação; "melhor" é subjetivo dependendo do desafio, mas diferenças de eficiência natural existem e são evidentes em áreas intelectuais/inventivas que beneficiam amplamente a humanidade.

 

  Esses pontos capturam o cerne da sua réplica: contestar a visão igualitária radical do Renato com exemplos concretos, enfatizando complexidade, especificidade de talentos e diferenças reais de contribuição/impacto.

 

  


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terça-feira, 27 de janeiro de 2026

Índia Kerala

 

   Conheça o estado indiano de Kerala, com 16 mil cooperativas controladas por trabalhadores e trabalhadoras

 “16 mil cooperativas controladas por trabalhadores e trabalhadoras das mais diversas áreas.
  Uma destas cooperativas possui quase 5 milhões de integrantes, todas mulheres. 
 E que uma em cada quatro mulheres de um determinado estado esteja nesta cooperativa. 
  Trata-se do estado indiano de Kerala, onde reside uma população de cerca de 35 milhões de pessoas, quase o mesmo contingente do estado de São Paulo. Kerala possui uma rica história de construção socialista,"
  Link


William:  Aqui já identificamos o primeiro sofisma.
  Perceba que em um Estado de 35 milhões de habitantes não são todos envolvidos na cooperativa.
  Com relação as mulheres o texto é claro em dizer que é uma em cada quatro.
  Se a grande maioria não está na cooperativa, como creditar a cooperativa o suposto sucesso do Estado como um todo!?

  Outra pegadinha para os incautos.
  China e Índia são países super populosos.
  A população da Índia é pelo menos 6 vezes maior que a do Brasil.
  Quando você lê 5 milhões de mulheres, é um número que impressiona.
  Mas dívida por seis, ajustando proporcionalmente a população do Brasil.
  Dá cerca de 830 mil.
  Um número alto, mas não tão impressionante mentalmente quanto o “milhão”.

  Esse tipo de texto é sempre cheio de “narrativas” pra lá de questionáveis.

  A Índia demorou mais que a China para conseguir algum desenvolvimento, justamente porque demorou mais para trazer algum capitalismo para suas fronteiras.

  Deng Xiaoping foi mais rápido na China...


O comunismo em ação...
Link

 

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domingo, 25 de janeiro de 2026

Minas e a Dívida

 

Comentarista: Você que é de direita.
  Quem prefere como candidato: Flávio, Michelle, Tarcísio, Ratinho Jr, Zema ou Caiado?

William: Sou centro direita.
  O século XX foi marcado pelo confronto entre duas correntes de pensamento; a de direita, inspirada em Adam Smith (1723), e a de esquerda, fundamentada em Karl Marx (1818).
  Suas ideias, plantadas no século XIX, explodiram na Revolução Russa de 1917.
  Essas forças moldam a filosofia moderna, influenciando política e economia pelo tamanho do Estado.
  Privatização (direita) ou estatização (esquerda) .
  Sem diferenciar o pensamento de Smith (direita) e Marx (esquerda), um cidadão fica exposto a narrativas deturpadas.
   Mas estou otimista, a mídia tradicional monopolizava as narrativas.
   Hoje, as redes sociais expõem visões diversas em áudio e vídeo.
  O vitimismo é combatido como nunca, debates políticos fervem e ideologias são questionadas duramente.
  Torço por um salto cultural enorme.
  Adam Smith é muito mais aplicável, sem dúvida nenhuma.

  Dito isso, prefiro Romeu Zema, votarei nele no primeiro turno.
  No segundo, qualquer um que não seja o Inácio.



Eurico: William, que acha da condução de Zema para a dívida do Estado de MG? 
  Você diria que ele fez um bom trabalho?

William: Havia a possibilidade de Bolsonaro ser eleito.
  As condições de pagamento poderiam ser melhores.
  Mas o Inácio venceu e a cobrança veio implacável.
  Taxando tudo e todos.

  Nessas coisas não dá para controlar todas as variáveis.
  Mas os mineiros (a maioria) votaram no Inácio, então não podem reclamar.

Eurico: Mas você diria que o Zema fez um bom trabalho ao dobrar a dívida do estado de MG?
  Ou a culpa é do Bolsonaro e do Lula?

William: Moro em São Paulo, não acompanho o que acontece em Minas tão detalhadamente.
  Fiz uma pesquisa rápida...

  "O principal motivo para esse aumento foi a suspensão dos pagamentos da dívida à União entre 2018 e 2024, inicialmente por liminares judiciais obtidas na gestão anterior (Fernando Pimentel) e, posteriormente, no âmbito do Regime de Recuperação Fiscal (RRF) e do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas (Propag). 
  Essa paralisação resultou no acúmulo de juros compostos (juros sobre juros) sem amortização do principal, elevando o saldo devedor. 
  Outros fatores contribuintes incluem:
- Encargos elevados indexados à taxa Selic (que esteve alta em períodos recentes).
- Impacto cambial em operações atreladas a moedas estrangeiras, devido à desvalorização do real.
- Acúmulo de parcelas não pagas, que continuaram sendo atualizadas monetariamente.

  O governo Zema enfatiza que NÃO FORAM CONTRAIDAS novas dívidas durante a gestão, e o crescimento se deve principalmente à dinâmica de juros durante o período de suspensão, além de pagamentos parciais retomados em 2024 e 2025 (totalizando cerca de R$ 13 bilhões pagos à União desde 2019)."
 *Grok*

   Se Zema soubesse que o Inácio iria ganhar, acredito que agiria diferente.
   Fez a aposta errada, mas não me parece que foi "malicioso".

   O endividamento explodiu geral, Minas esta longe de ser um caso isolado.

 

  Dívida consolidada líquida (visão integrada do Tesouro Nacional, ranking qualitativo recente)

  Esse ranking considera a dívida líquida (descontados ativos e disponibilidades), destacando RJ, RS e MG como os mais endividados ajustados:

 

1 - Rio de Janeiro

2 - Rio Grande do Sul

3 - Minas Gerais

4 - São Paulo

5 - Alagoas

6 - Piauí

7 - Rio Grande do Norte

8 - Bahia (Caso "interessante")

 


 Eurico: Então deixa eu ver se entendi. 
  Você vai votar num candidato sobre o qual você nem sequer acompanha?
  É isso mesmo?
  Diga-nos, você votou 4 vezes no Bolsonaro, né isso?

William: Então deixa eu ver se entendi.
   Para você não "acompanhar detalhadamente" é o mesmo que NÃO acompanhar?
   É isso mesmo!?

   Em 2018, votei Geraldo, depois Bolsonaro.
   Em 2022, votei Felipe, depois Bolsonaro.
   Em 2026, gostaria de votar Zema (ou Tarcísio) e depois Zema, mas sou realista, não tenho grandes expectativas.
   (O melhor Presidente seria eu.)

✧✧✧


 

 

Resumo:

 

1. Causa principal do aumento da dívida: A explosão do saldo devedor ocorreu principalmente pela suspensão dos pagamentos à União entre 2018 e 2024 (iniciada na gestão anterior com liminares judiciais e continuada via Regime de Recuperação Fiscal e Propag), gerando juros compostos sobre juros sem amortização do principal. 

  Esse é o fator dominante, não novas contrações.

 

2. Ausência de novas dívidas na gestão Zema: O governo atual não contraiu dívidas adicionais; o crescimento se deve à dinâmica automática de encargos (juros Selic altos, impacto cambial e atualização monetária de parcelas suspensas). O autor enfatiza que "NÃO FORAM CONTRAÍDAS novas dívidas durante a gestão".

 

3. Pagamentos parciais realizados: Desde 2019, foram pagos cerca de R$ 13 bilhões à União, mostrando alguma retomada, mas insuficiente para conter o efeito bola de neve dos juros acumulados durante a moratória.

 

4. Erro estratégico (não malicioso) de Zema: A manutenção da suspensão de pagamentos foi uma "aposta errada", provavelmente baseada na expectativa de vitória de Bolsonaro em 2022 (que facilitaria renegociações). 

  Se soubesse da vitória de Lula ("Inácio"), Zema teria agido diferente. 

  Não há má-fé, mas um cálculo político equivocado.

 

5. Contexto nacional, não isolado: O endividamento explodiu em vários estados brasileiros, não sendo um caso exclusivo de Minas Gerais. 

  Isso relativiza a crítica exclusiva à gestão mineira, inserindo o problema em uma dinâmica federativa mais ampla.

 

6. Posição no ranking de endividamento: Minas Gerais ocupa o 3º lugar na dívida consolidada líquida (descontados ativos e disponibilidades), atrás apenas de Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul — um indicador mais realista de pressão fiscal do que o valor absoluto bruto.

 

7. Responsabilidade dos eleitores mineiros: Quem votou majoritariamente em Lula ("Inácio") em 2022 não pode reclamar plenamente do agravamento posterior da cobrança da dívida, pois o cenário político nacional influenciou diretamente a impossibilidade de renegociações mais favoráveis.

 

  Esses pontos capturam o cerne do seu texto: uma defesa nuançada de Zema (sem negar falhas), com forte ênfase na origem herdada/multifatorial do problema e na contextualização política/econômica maior, evitando visões maniqueístas.


  

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Eu Sofri

 

 

  




  Erica Trocino, que hoje tem 36 anos e é conselheira profissional, revelou o profundo impacto emocional de ter sido "forçada" por seus pais a fazer uma cirurgia plástica, especificamente uma otoplastia (cirurgia nas orelhas), quando era apenas uma criança.   

  Embora seus pais lhe assegurassem que queriam "protegê-la" do bullying escolar, Erica confessou que nunca participou da decisão e que o procedimento lhe causou uma enorme ansiedade e vergonha, marcando o início de anos de luta contra transtornos alimentares e depressão ao sentir que seu valor dependia de sua aparência.

  Atualmente, Erica está distante de sua família e usa sua história para gerar consciência sobre a autonomia corporal na infância, afirmando que sua prioridade como mãe é romper esse ciclo de inseguranças projetadas e permitir que seus filhos decidam sobre os próprios corpos.


 

William: É algo que já observei bastante, um certo "prazer em sofrer" em muitas pessoas, possivelmente na maioria.

  A pessoa se sente bem contando uma história triste sobre ela mesma, "olha como eu sofri" (ou sofro).

  Se não tem ... CRIA uma.


Link

   Olha o coitadismo:

   
"início de anos de luta contra transtornos alimentares e depressão ao sentir que seu valor dependia de sua aparência."
    (Erica Trocino)

  Que valor!?
  De certo os pais a amavam independente de qualquer coisa.
  Um drama danado por conta de uma melhoria estética que a maioria no lugar dela iria querer.
  Tem um monte de gente "orelhuda" que segue sua vida normalmente, com colegas, amigos, profissão... tem seu valor.

  Já li sobre inúmeros casos que a pessoa alega ter passado por depressão devido o bullying na escola.
  Essa ai é por não ter sofrido bullying!!

  Minha aposta é que ela iria se dizer deprimida de qualquer jeito, se não fosse por isso seria por qualquer outra coisa.

  "romper esse ciclo de inseguranças projetadas e permitir que seus filhos decidam sobre os próprios corpos."
 (Erica Trocino)

  Focando no motivo da cirurgia ... sério que vamos ignorar a importância de ter boa aparência!?
  Tá, temos que educar nossos filhos no sentido de "não julgar um livro pela capa", mas "alienar" nossos filhos que a "capa" não tem a menor importância ... para minhas filhas não ensinei.

  E os filhos decidirem sobre os próprios corpos!?
  Seu filho de dez anos pode fazer a tatuagem que quiser!?
  Sua filha de 11 pode iniciar no "JOB"!?

  Para não me alongar muito.

  Os pais querem que seus filhos sejam o mais saudáveis, inteligentes e bonitos o possível.
  Não descarto a situação que os pais optaram pela cirurgia pela própria vaidade.

  E aqui chegamos a algo que já escrevi bastante.
  "Sorte" faz parte da vida.
  Que tipo de família nascemos é "acaso".

  Aceitando nessa meditação que os pais fizeram por vaidade própria ... convenhamos ... há pais bem piores.

  Os meus nunca tiveram nem casa própria, e deixaram faltar coisas "supérfluas" como ... comida ...
  "Olha como eu sofri". 😂😂

Link


Se eu fosse o pai dessa “chorona”...😂



 

  

Juliano: É igual a muitos por aí com síndrome de psicanalista, jogando e fazendo análises das vidas alheias, sem saber o mínimo das vidas delas.

 

William: Não sou contra.

  A pessoa faz a análise baseada nas informações que tem.

  Basicamente é “interpretação de texto”.


 

 


Link





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Resumo:

 

1. Muitas pessoas sentem um certo prazer em sofrer, gostam de contar histórias tristes sobre si mesmas, enfatizando o "olha como eu sofri" (ou sofro), o que você observa como um padrão comum, possivelmente majoritário.

 

2. Quando não há sofrimento real suficiente, a pessoa cria um drama: você critica o coitadismo e o uso de narrativas vitimistas para se valorizar, como no exemplo da luta contra transtornos alimentares e depressão por conta da aparência.

 

3. O valor pessoal não depende de aparência ou de ter sofrido bullying: você questiona a ideia de que o valor de alguém está ligado à beleza física ou à ausência de sofrimentos estéticos, destacando que pessoas "orelhudas" (ou com características comuns) vivem vidas normais, com amigos, carreira etc.

 

4. Muitas alegações de depressão por bullying são exageradas ou inevitáveis: você aposta que certas pessoas se diriam deprimidas de qualquer jeito, independentemente do motivo específico (bullying ou outro), sugerindo que o sofrimento é construído ou buscado.

 

5. Não se deve ignorar a importância da boa aparência na vida: você reconhece que, embora devamos ensinar a não julgar pela capa, a "capa" importa sim; pais naturalmente querem que os filhos sejam o mais saudáveis, inteligentes e bonitos possível.

 

6. A cirurgia plástica feita por vaidade dos pais não é o pior que pode acontecer: mesmo aceitando que os pais de Erica Trocino agiram por vaidade própria, você compara com situações muito piores (como a sua infância de pobreza extrema, falta de comida e casa própria) e considera que isso é "sorte" (ou azar) relativa a vida.

 

7. A vida inclui o fator "sorte" (acaso): nascer em uma família melhor ou pior é uma questão de acaso; você defende que devemos aceitar isso realisticamente, sem transformar pequenas desvantagens em grandes dramas de sofrimento.

 

   Seu texto critica fortemente o culto ao sofrimento e o coitadismo como formas de autopromoção, defendendo uma visão mais realista, meritocrática e sem vitimismo.


  

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Eu Verdadeiro

 

 
Mariana: "E o padrão se repete, eu viro importante demais para ser perdida, mas não importante o suficiente para ser escolhida."😢

William: Disso não posso reclamar.
  Fui escolhido por boas mulheres, claro, tive que optar por uma.

   E se eu tivesse dificuldade em ser “escolhido”?

   Usaria a lógica (pragmatismo) como sempre.
   Certas coisas não conseguimos mudar em nós.
   Após a adolescência pensei em casar, ter filhos.
   Se lá  pelos 30 anos “não fosse escolhido” … me inscreveria nessas agências de namoro (ou coisa do tipo) e me “desnudaria” totalmente.
   Me apresentaria sem artifícios que melhorassem minha  aparência,  realçaria minhas características de personalidade, sou muito introvertido por exemplo.
  O objetivo é que quem se interessasse … não teria surpresas.
  Sei lá, das que aparecessem de certo alguma me interessaria.

   E se nem isso desse certo?
   A vida é uma aventura, temos que nos  adaptar a nossa.
   Não iria casar só por casar.
   Permanecer solteiro tem suas vantagens.
   Aproveitaria as coisa boas da solteirice, mais dinheiro no bolso, paixões passageiras …

  Eu tenho uma visão da vida que gostaria que mais pessoas tivessem.

  Estou "encarnado" nessa vida de "William Robson".

  É como se eu fosse um programa baixado no hardware que surgiu da união sexual da minha mãe com meu pai.

  Nasci em uma condição especifica (social) com características (limitações e qualidades físicas) as quais tenho que tentar viver da melhor forma possível.

  Não tem "drama".


  Existe um "eu verdadeiro" fora desse corpo biológico?
  Sou um programa que fica nas "nuvens" e pode ser baixado em outro dispositivo?
  Com o tempo fico obsoleto e serei descontinuado junto com o dispositivo William Robson?

  Percebem que são só conjecturas?


 Conjectura é uma ideia ou afirmação que parece ser verdadeira, mas que ainda não foi provada nem desmentida.

  É uma suposição fundamentada na observação ou intuição.

  Na Ciência: É o ponto de partida para hipóteses.

  Na Matemática: Uma proposição só deixa de ser conjectura quando surge uma demonstração lógica definitiva (passando a ser um teorema).

  No cotidiano: É um "palpite" com base em evidências incompletas.

 

    *Gemini*



  Tudo que eu tenho de concreto é que estou William Robson, me adapto a isso da melhor maneira possível ... sem drama ...


Link





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 Resumo:

 

1. A Lógica como Guia (Pragmatismo):

  Você propõe o uso da lógica e do pragmatismo para lidar com situações de rejeição ou dificuldades pessoais, substituindo o drama por soluções práticas.


2. Autenticidade Radical:

  Em sua estratégia hipotética para ser "escolhido", você defende o "desnudar-se" totalmente — apresentar-se sem artifícios ou filtros, garantindo que o interesse do outro seja baseado na realidade, sem surpresas futuras.


3. Adaptação à Jornada:

   A vida é vista como uma aventura onde a adaptação é essencial. 

   Se um plano (como o casamento) não se concretiza, deve-se abraçar as vantagens da alternativa (a solteirice) em vez de forçar uma situação.


4. A Metáfora do Software e Hardware:

  Você descreve a existência humana como um "programa" (sua consciência/personalidade) baixado em um "hardware" (o corpo biológico herdado dos pais).


5.  Aceitação das Condições Biológicas e Sociais:

  O argumento central é que nascemos com limitações e qualidades específicas e que o papel do indivíduo é viver da melhor forma possível dentro dessas condições, sem vitimismo.


6. Questionamento sobre o "Eu" Metafísico:

 Você levanta a dúvida se existe um "eu verdadeiro" independente do corpo (um programa em nuvem) ou se a consciência se extingue com a obsolescência do dispositivo biológico.


7.  A Vida como Conjectura:

  Você conclui que essas reflexões existenciais são conjecturas (suposições sem prova definitiva), e que o único dado concreto é o "estar" William Robson agora, o que exige viver com adaptação e "sem drama".

 

   É um texto que convida à eficiência emocional através da aceitação lógica da realidade.


  


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domingo, 18 de janeiro de 2026

Viagem Interior

 


Comentarista:  "Sua imaturidade para viver só, te aprisiona na convivência e na dependência de quem tem o potencial para te diminuir."

William: Entendo quando ocorre essa situação, mas ...
nem sempre é "imaturidade", pelo contrário, pode até ser sinal de muita maturidade.

   O companheiro Sócrates dizia: Conhece-te a ti mesmo.

   Me conheço muito bem então vou falar de mim, cada um que faça sua própria viagem interior.
   Não sei se é uma característica de nascença ou interferência do meio, mas uma casa vazia me parece tão "triste".
   Sou de família numerosa, somos em 5 irmãos, minha infância foi de casa cheia até demais 😉.
   Num nível que eu fugia para biblioteca ou uma pracinha para ficar um pouco só comigo mesmo.

   Sou maduro o suficiente para morar sozinho?
   Claro que sim, é uma característica minha ser muito independente.
   Eu nem gosto muito de conversar, prefiro escrever.

   E já escrevi em vários textos que quando minha esposa e filhas viajam para o Paraná e ficam alguns dias fora ... já no segundo dia a casa me parece tão vazia, "triste".
   Nem sei se triste é bem o termo.
   Um termo bom seria "Domingo a Noite". 😉
   Aquele sentimento que afeta muitas pessoas (a mim também) o fim de semana esta terminando e dá uma  certa "melancolia" difícil de explicar.
    Um clima de "fim de festa".

   Não é o caso, convivo bem com minha esposa e filhas.
   Mas suportaria até ser "diminuído" um pouco para o local onde moro não ficar vazio.
   Não, animais de estimação não são companhia pra mim, preciso de uma mente humana por perto.

  Evidente que é melhor ficar só do que ter uma companhia muito incomoda.

  Enfim, cada um é cada um.
  Conheça a si mesmo.
  Morar sozinho não é necessariamente um sinal de "maturidade".

   Faça o que é melhor PRA VOCÊ.
   Não se importe tanto com "conceitos" definidos por outros ...



Comentarista: “Só a fé em Deus direciona o ser humano a fazer sem querer receber pela aceitação do segundo mandamento.”

William: O que já cria um paradoxo.
  A pessoa faz sem esperar nada da outra, mas espera alguma benção/atenção de Deus.
  Olha o interesse aí ...

  Eu apenas tendo viver bem.
  Se puder (ou quiser) ajudar, ajudo.
  Senão tento ao menos não atrapalhar.
  Não me importo se tem algum ser me olhando ou não.
  O que tiver que ser será.

  A aniquilação?
  Estou de boa, tudo termina um dia.

  Um lugar melhor no pós vida biológica?
  Interessante, não tenho nada contra.

  Um inferno eterno?
  Não tenho como “admirar” uma entidade tão perversa.
  Também não tenho como esconder esse sentimento ... ”pecamos até em pensamento”.




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  Resumo:

 

1. Nem sempre a dependência de companhia indica imaturidade — Pelo contrário, pode ser sinal de muita maturidade reconhecer e aceitar a própria necessidade de convivência humana, em resposta direta ao comentário inicial que via isso como fraqueza.

 

2. A máxima socrática "Conhece-te a ti mesmo" é o fundamento — Você a coloca como ponto de partida essencial, convidando cada pessoa a fazer sua própria viagem interior para entender suas reais preferências e necessidades, sem julgamentos externos.

 

3. Uma casa vazia gera tristeza/melancolia profunda— Você descreve vividamente esse sentimento (comparando ao "Domingo à Noite" ou "fim de festa"), mostrando que, apesar da independência, o vazio do lar afeta emocionalmente quem cresceu em ambiente familiar numeroso.

 

4. Influência da infância em família grande — Com 5 irmãos e casa sempre cheia (a ponto de você buscar solidão em bibliotecas ou praças), o contraste com a casa vazia hoje reforça que essa sensibilidade ao vazio não é fraqueza, mas traço formado ao longo da vida.

 

5. Você é independente, mas prefere companhia humana — Capaz de morar sozinho (e até gosta de escrever em silêncio, sem muita conversa), ainda assim sente falta intensa da família quando ela viaja — e prefere suportar alguma "diminuição" a viver num espaço vazio, desde que a companhia seja boa.

 

6. Melhor sozinho do que com companhia incômoda — Você estabelece um limite claro: a presença humana é desejável, mas nunca a qualquer custo; qualidade importa mais que quantidade, e animais de estimação não substituem uma mente humana.

 

7. Morar sozinho não é critério de maturidade — Você rejeita fortemente esse conceito imposto por outros: a verdadeira maturidade está em fazer o que é melhor para si mesmo, ignorando rótulos e "conceitos definidos por outros" — priorize o que funciona na sua própria viagem interior.

 

  Esses pontos capturam bem o espírito do texto: uma defesa pessoal e filosófica da autenticidade, usando o autoconhecimento socrático para desarmar julgamentos simplistas sobre independência vs. dependência emocional.

 

  

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Curso Presencial

 


Ciências Sociais - Link


Comentarista: Já disse, tem que fechar todos os cursos de humanas das universidades públicas. 
  Sem exceção!

William: Eu concordo.
 Um país atrasado como o nosso, com escassez de recursos, deveria focar em Exatas e Biológicas que tem efeitos mais práticos.
  Para não ser "radical", humanas na Universidade pública deveria ser no máximo com "ensino a distância".

Gil: Esses cursos todos têm sua importância
  Fechar esses cursos se torna um exagero pra um país que quer crescer em vários aspectos...

William: Pode citar um curso para analisarmos sua importância hoje?

Gil: História é uma delas, pode analisar ou fugir da realidade que não é importante.

William: Você entendeu (interpretou bem o texto) que estamos falando do "ensino superior" né?
  A matéria HISTÓRIA vai ser ministrada normalmente até o final do ensino básico.
  Aqui no Brasil até onde eu sei 😉 (estão sempre mudando as denominações) ensino fundamental é da primeira a nona série.
  O médio é da "décima a décima e quarta".

  Ensino Fundamental: 1º ao 9º ano
  Ensino Médio: 1ª à 3ª série
  Educação básica = Ensino Fundamental + Ensino Médio.

  Ou seja, o adolescente, se estudante disciplinado e com bons professores, vai ter noção mais do que suficiente de história.
  Se quiser virar um "profissional" (professor de história ou pesquisador) é algo importante, mas convenhamos, as profissões ligadas a biológicas e humanas tem "prioridade social" maior.

  Se ainda não esta convencido...

  Minha provocação foi trazer a utilidade da profissão para os dias atuais.

  Hoje com poucos cliques você tem acesso as mais diversas fontes históricas sobre os mais diversos assuntos.
  Áudio, vídeo, livros digitais, IA ...debates como o que estamos tendo agora onde você pode colocar seu conhecimento a prova.
  No YouTube tem tradução instantânea ou pelo menos legenda.
  Você pode ter acesso historiadores e suas versões em diversos idiomas.

  Dito isso ...

  Acha mesmo que "nos dias atuais" o curso presencial de história na UFRJ ou USP é um dinheiro dos impostos bem gasto?



Damaris: Tudo que uma pessoa assim precisa é de um advogado que se formou a distância pra defendê-lo 😊😊😊

William: O curso de direito é basicamente falatório e decoreba.
  Se encaixa bem nas características do curso a distância.
  Além do mais o que mais tenho visto é audiência por vídeo conferência.
  Se a pessoa quer mesmo entrar nesse mercado saturado ... que pague do próprio bolso.

Nota: O mais eficiente seria simplificar nossa legislação, tirar tantas brechas nas leis, diminuir nossa enorme INSEGURANÇA JURIDICA.




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  Resumo


1. Países atrasados com poucos recursos devem priorizar investimentos em Exatas e Biológicas.

  Essas áreas geram efeitos mais práticos e imediatos para o desenvolvimento, justificando maior alocação de verbas públicas.

 

2. Cursos de humanas nas universidades públicas deveriam ser, no máximo, na modalidade EAD.

  Para evitar radicalismo (fechar tudo), mas ainda assim otimizar recursos escassos, limitando o presencial apenas onde realmente essencial.

 

3. A discussão refere-se exclusivamente ao ensino superior, não ao básico.

  Disciplinas como História continuam sendo ensinadas normalmente até o fim do Ensino Médio (Fundamental 1º-9º ano + Médio 1ª-3ª série).

 

4.  No ensino básico, com bons professores e disciplina, já se obtém noção suficiente de História.

     O suficiente para a formação cidadã generalista, sem necessidade de aprofundamento profissional para a maioria das pessoas.

 

5. Profissões ligadas a humanas (como professor/pesquisador de História) têm menor prioridade social.

  Comparadas às áreas biológicas e exatas, que atendem necessidades mais urgentes e práticas da sociedade.

 

6. A revolução digital mudou radicalmente o acesso ao conhecimento histórico.

  Hoje, com poucos cliques, qualquer pessoa tem fontes variadas (áudio, vídeo, livros digitais, IA, debates online) e acesso a historiadores em vários idiomas.

 

7. Cursos presenciais de História em grandes universidades públicas (UFRJ, USP etc.) representam desperdício de dinheiro público nos dias atuais.

  Diante da facilidade de autoaprendizado, plataformas como YouTube com tradução instantânea/legendas e debates abertos, questiona-se se ainda vale o investimento pesado em presencial nessas áreas.

 

  Seu texto usa o exemplo de História como provocação cirúrgica para ilustrar o argumento maior sobre realocação inteligente de recursos públicos no ensino superior brasileiro. 

  Muito coerente e direto.


  

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