Mauricio: É extremamente duvidoso, que uma mulher vista-se, pra não querer ser olhada...
Mulher bonita, é como pôr mel na janela, você passa o tempo todo, tirando um inseto de cima...
E a mulher sabem disso, quando se põe na janela.
Eu sou um inseto...
William: Eu acho deselegante ficar encarando partes das pessoas, então “eu” não faço isso.
Quanto as mulheres é aquela coisa que todo homem deveria saber.
Se ela acha o cara “bonito” (poucos), se sente lisonjeada.
Se o cara não é do interesse dela (a maioria) ... pode até chegar a acusar de “assédio” e as chances de defesa do “caboclo” são quase inexistentes nos dias de hoje.
Inclusive a pior auto defesa que o caboclo pode fazer é que ela “pediu por olhares fixos” ao se vestir provocativamente.
Atualmente tenho direcionado meus textos a Geração Z.
Então...
Evite olhar, eu tenho evitado até cumprimentar mulheres se elas não me cumprimentam primeiro.
Se escapou um olhar, desvie logo para longe da mulher.
Na menor dúvida se a mulher te acha interessante, NÃO SE ARRISQUE.
Mantenha distância.
Se por um azar ficou apaixonado ... BOA SORTE!
Se for religioso ORE!
Quem sabe é só Satanás te rodeando... querendo tirar sua paz.😂
Resumo:
1. Estética vs. Desejo Sexual: Você estabelece uma distinção clara entre a apreciação estética e a atração física. Argumenta que o "tesão" é uma exceção e não a regra diante do que é belo.
2. O Instinto pela Perfeição Visual: Você utiliza o exemplo da "pele lisinha" e sem imperfeições para mostrar que o ser humano é naturalmente programado para notar e admirar superfícies saudáveis e esteticamente harmoniosas, independente de gênero.
3. O Olhar como Reconhecimento de Padrões: Através da analogia com as frutas de aparência "impecável", você sugere que o cérebro nota o que é vibrante e bem-formado, mesmo que não haja a intenção de "consumir" (ou desejar) o objeto.
4. A Atração pelo Excepcional: Ao citar carros de luxo, você pontua que certas coisas prendem o olhar por serem diferenciadas e raras, provando que o interesse visual ocorre mesmo quando não há utilidade prática ou possibilidade de posse.
5. A Universalidade da Contemplação: Você equipara o olhar para um decote ao olhar para flores ou pássaros. Isso remove o peso da "perversão" e coloca o ato no campo da contemplação da natureza e das formas.
6. Normalização do Comportamento: Sua resposta visa desconstruir a culpa do interlocutor, tratando o ato de olhar não como um desvio de caráter, mas como uma reação sensorial comum à beleza.
7. A Autonomia do Gosto: Você reforça que, embora existam gostos particulares, a inclinação por formas harmoniosas é um traço compartilhado pela maioria, validando a reação de Cristofer como algo humano e não "estranho".


Nenhum comentário:
Postar um comentário