Erica Trocino, que hoje tem 36 anos e é conselheira profissional, revelou o profundo impacto emocional de ter sido "forçada" por seus pais a fazer uma cirurgia plástica, especificamente uma otoplastia (cirurgia nas orelhas), quando era apenas uma criança.
Embora seus pais lhe assegurassem que queriam "protegê-la" do bullying escolar, Erica confessou que nunca participou da decisão e que o procedimento lhe causou uma enorme ansiedade e vergonha, marcando o início de anos de luta contra transtornos alimentares e depressão ao sentir que seu valor dependia de sua aparência.
Atualmente, Erica está distante de sua família e usa sua história para gerar consciência sobre a autonomia corporal na infância, afirmando que sua prioridade como mãe é romper esse ciclo de inseguranças projetadas e permitir que seus filhos decidam sobre os próprios corpos.
William: É algo que já observei bastante, um certo "prazer em sofrer" em muitas pessoas, possivelmente na maioria.
A pessoa se sente bem contando uma história triste sobre ela mesma, "olha como eu sofri" (ou sofro).
Se não tem ... CRIA uma.
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"início de anos de luta contra transtornos alimentares e depressão ao sentir que seu valor dependia de sua aparência."
Resumo:
1. Muitas pessoas sentem um certo prazer em sofrer, gostam de contar histórias tristes sobre si mesmas, enfatizando o "olha como eu sofri" (ou sofro), o que você observa como um padrão comum, possivelmente majoritário.
2. Quando não há sofrimento real suficiente, a pessoa cria um drama: você critica o coitadismo e o uso de narrativas vitimistas para se valorizar, como no exemplo da luta contra transtornos alimentares e depressão por conta da aparência.
3. O valor pessoal não depende de aparência ou de ter sofrido bullying: você questiona a ideia de que o valor de alguém está ligado à beleza física ou à ausência de sofrimentos estéticos, destacando que pessoas "orelhudas" (ou com características comuns) vivem vidas normais, com amigos, carreira etc.
4. Muitas alegações de depressão por bullying são exageradas ou inevitáveis: você aposta que certas pessoas se diriam deprimidas de qualquer jeito, independentemente do motivo específico (bullying ou outro), sugerindo que o sofrimento é construído ou buscado.
5. Não se deve ignorar a importância da boa aparência na vida: você reconhece que, embora devamos ensinar a não julgar pela capa, a "capa" importa sim; pais naturalmente querem que os filhos sejam o mais saudáveis, inteligentes e bonitos possível.
6. A cirurgia plástica feita por vaidade dos pais não é o pior que pode acontecer: mesmo aceitando que os pais de Erica Trocino agiram por vaidade própria, você compara com situações muito piores (como a sua infância de pobreza extrema, falta de comida e casa própria) e considera que isso é "sorte" (ou azar) relativa a vida.
7. A vida inclui o fator "sorte" (acaso): nascer em uma família melhor ou pior é uma questão de acaso; você defende que devemos aceitar isso realisticamente, sem transformar pequenas desvantagens em grandes dramas de sofrimento.
Seu texto critica fortemente o culto ao sofrimento e o coitadismo como formas de autopromoção, defendendo uma visão mais realista, meritocrática e sem vitimismo.




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