sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Eu Sofri

 

 

  




  Erica Trocino, que hoje tem 36 anos e é conselheira profissional, revelou o profundo impacto emocional de ter sido "forçada" por seus pais a fazer uma cirurgia plástica, especificamente uma otoplastia (cirurgia nas orelhas), quando era apenas uma criança.   

  Embora seus pais lhe assegurassem que queriam "protegê-la" do bullying escolar, Erica confessou que nunca participou da decisão e que o procedimento lhe causou uma enorme ansiedade e vergonha, marcando o início de anos de luta contra transtornos alimentares e depressão ao sentir que seu valor dependia de sua aparência.

  Atualmente, Erica está distante de sua família e usa sua história para gerar consciência sobre a autonomia corporal na infância, afirmando que sua prioridade como mãe é romper esse ciclo de inseguranças projetadas e permitir que seus filhos decidam sobre os próprios corpos.


 

William: É algo que já observei bastante, um certo "prazer em sofrer" em muitas pessoas, possivelmente na maioria.

  A pessoa se sente bem contando uma história triste sobre ela mesma, "olha como eu sofri" (ou sofro).

  Se não tem ... CRIA uma.


Link

   Olha o coitadismo:

   
"início de anos de luta contra transtornos alimentares e depressão ao sentir que seu valor dependia de sua aparência."
    (Erica Trocino)

  Que valor!?
  De certo os pais a amavam independente de qualquer coisa.
  Um drama danado por conta de uma melhoria estética que a maioria no lugar dela iria querer.
  Tem um monte de gente "orelhuda" que segue sua vida normalmente, com colegas, amigos, profissão... tem seu valor.

  Já li sobre inúmeros casos que a pessoa alega ter passado por depressão devido o bullying na escola.
  Essa ai é por não ter sofrido bullying!!

  Minha aposta é que ela iria se dizer deprimida de qualquer jeito, se não fosse por isso seria por qualquer outra coisa.

  "romper esse ciclo de inseguranças projetadas e permitir que seus filhos decidam sobre os próprios corpos."
 (Erica Trocino)

  Focando no motivo da cirurgia ... sério que vamos ignorar a importância de ter boa aparência!?
  Tá, temos que educar nossos filhos no sentido de "não julgar um livro pela capa", mas "alienar" nossos filhos que a "capa" não tem a menor importância ... para minhas filhas não ensinei.

  E os filhos decidirem sobre os próprios corpos!?
  Seu filho de dez anos pode fazer a tatuagem que quiser!?
  Sua filha de 11 pode iniciar no "JOB"!?

  Para não me alongar muito.

  Os pais querem que seus filhos sejam o mais saudáveis, inteligentes e bonitos o possível.
  Não descarto a situação que os pais optaram pela cirurgia pela própria vaidade.

  E aqui chegamos a algo que já escrevi bastante.
  "Sorte" faz parte da vida.
  Que tipo de família nascemos é "acaso".

  Aceitando nessa meditação que os pais fizeram por vaidade própria ... convenhamos ... há pais bem piores.

  Os meus nunca tiveram nem casa própria, e deixaram faltar coisas "supérfluas" como ... comida ...
  "Olha como eu sofri". 😂😂

Link


Se eu fosse o pai dessa “chorona”...😂



✧✧✧

 

Resumo:

 

1. Muitas pessoas sentem um certo prazer em sofrer, gostam de contar histórias tristes sobre si mesmas, enfatizando o "olha como eu sofri" (ou sofro), o que você observa como um padrão comum, possivelmente majoritário.

 

2. Quando não há sofrimento real suficiente, a pessoa cria um drama: você critica o coitadismo e o uso de narrativas vitimistas para se valorizar, como no exemplo da luta contra transtornos alimentares e depressão por conta da aparência.

 

3. O valor pessoal não depende de aparência ou de ter sofrido bullying: você questiona a ideia de que o valor de alguém está ligado à beleza física ou à ausência de sofrimentos estéticos, destacando que pessoas "orelhudas" (ou com características comuns) vivem vidas normais, com amigos, carreira etc.

 

4. Muitas alegações de depressão por bullying são exageradas ou inevitáveis: você aposta que certas pessoas se diriam deprimidas de qualquer jeito, independentemente do motivo específico (bullying ou outro), sugerindo que o sofrimento é construído ou buscado.

 

5. Não se deve ignorar a importância da boa aparência na vida: você reconhece que, embora devamos ensinar a não julgar pela capa, a "capa" importa sim; pais naturalmente querem que os filhos sejam o mais saudáveis, inteligentes e bonitos possível.

 

6. A cirurgia plástica feita por vaidade dos pais não é o pior que pode acontecer: mesmo aceitando que os pais de Erica Trocino agiram por vaidade própria, você compara com situações muito piores (como a sua infância de pobreza extrema, falta de comida e casa própria) e considera que isso é "sorte" (ou azar) relativa a vida.

 

7. A vida inclui o fator "sorte" (acaso): nascer em uma família melhor ou pior é uma questão de acaso; você defende que devemos aceitar isso realisticamente, sem transformar pequenas desvantagens em grandes dramas de sofrimento.

 

   Seu texto critica fortemente o culto ao sofrimento e o coitadismo como formas de autopromoção, defendendo uma visão mais realista, meritocrática e sem vitimismo.


  

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