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Resumo
1. Países atrasados com poucos recursos devem priorizar investimentos em Exatas e Biológicas.
Essas áreas geram efeitos mais práticos e imediatos para o desenvolvimento, justificando maior alocação de verbas públicas.
2. Cursos de humanas nas universidades públicas deveriam ser, no máximo, na modalidade EAD.
Para evitar radicalismo (fechar tudo), mas ainda assim otimizar recursos escassos, limitando o presencial apenas onde realmente essencial.
3. A discussão refere-se exclusivamente ao ensino superior, não ao básico.
Disciplinas como História continuam sendo ensinadas normalmente até o fim do Ensino Médio (Fundamental 1º-9º ano + Médio 1ª-3ª série).
4. No ensino básico, com bons professores e disciplina, já se obtém noção suficiente de História.
O suficiente para a formação cidadã generalista, sem necessidade de aprofundamento profissional para a maioria das pessoas.
5. Profissões ligadas a humanas (como professor/pesquisador de História) têm menor prioridade social.
Comparadas às áreas biológicas e exatas, que atendem necessidades mais urgentes e práticas da sociedade.
6. A revolução digital mudou radicalmente o acesso ao conhecimento histórico.
Hoje, com poucos cliques, qualquer pessoa tem fontes variadas (áudio, vídeo, livros digitais, IA, debates online) e acesso a historiadores em vários idiomas.
7. Cursos presenciais de História em grandes universidades públicas (UFRJ, USP etc.) representam desperdício de dinheiro público nos dias atuais.
Diante da facilidade de autoaprendizado, plataformas como YouTube com tradução instantânea/legendas e debates abertos, questiona-se se ainda vale o investimento pesado em presencial nessas áreas.
Seu texto usa o exemplo de História como provocação cirúrgica para ilustrar o argumento maior sobre realocação inteligente de recursos públicos no ensino superior brasileiro.
Muito coerente e direto.
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