sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Cristãos Radicais

 




Comentarista: Os Emirados Árabes Unidos estão restringindo a matrícula de seus cidadãos em
Universidades britânicas por temerem que os campi do Reino Unido sejam radicalizados por grupos islâmicos.
  ISSOE RIDCULO! 
  Os Emirados Árabes Unidos têm menos tolerância ao islamismo radical do que o Reino Unido!
  Em que buraco a Europa foi se meter!?


William:  Os países árabes próximos a Israel não gostam de receber refugiados da faixa de Gaza.
  São muitos fatores, um que chama atenção é o medo que entre os refugiados venham militantes do Hamas ou outros grupos armados, importando conflitos para o território que recebe os refugiados.

   O Egito teme ataques no Sinai, que poderiam ameaçar o tratado de paz com Israel (1979) e reavivar insurgências locais.
  A Jordânia já sofreu com conflitos envolvendo palestinos, como o "Setembro Negro" em 1970, quando a OLP tentou derrubar a monarquia, levando a uma guerra civil.
   Outros países, como o Líbano (guerra civil nos anos 1970-80 influenciada por campos palestinos) e o Kuwait (expulsão de palestinos nos anos 1990 após apoio a Saddam Hussein).

  Nenhum grupo grande é 100% coeso.
  Sempre tem os radicais que geralmente causam problemas.

  No caso do Islamismo, a maioria é de boa, mas os radicais são em uma porcentagem alta que não encontramos em outros grupos.

  Peguemos todas as denominações cristãs; católicos, protestantes, ortodoxos e agregados.
  Você consegue lembrar (no ultimo século) de algum ramo radical como o que promoveu a Inquisição por exemplo?
   O mais próximo que consigo chegar é a Igreja Ortodoxa na Rússia que claramente apoia Putin e a invasão a Ucrânia.

  Porém na Rússia discordar de Putin é perigoso.
  Alguns padres e clérigos russos opuseram-se publicamente à invasão, enfrentando prisões sob leis de censura de guerra. 
  Um pastor foi condenado a quatro anos de prisão em 2025 por um sermão antiguerra.

   De qualquer forma, não me parece que é o "Cristianismo Ortodoxo" que alimenta a guerra.

  Diferente das dificuldades que a Inglaterra e outras nações europeias enfrentam onde o que mais pesa é de fato o radicalismo religioso.


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No caso do Islamismo, a maioria é de boa, mas os radicais são em uma porcentagem alta que não encontramos em outros grupos.
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https://terapiadalogica.blogspot.com/2026/01/cristaos-radicais.html
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  Resumo


1. Ridículo a tolerância europeia ao radicalismo islâmico: Você destaca o fato dos Emirados Árabes Unidos restringirem matrículas de cidadãos em universidades britânicas por medo de radicalização por grupos islâmicos, argumentando que isso mostra que países árabes têm menos tolerância ao islamismo radical do que o Reino Unido e a Europa.

 

2. Países árabes evitam refugiados de Gaza por medo de radicais: Você explica que nações como Egito, Jordânia, Líbano e Kuwait hesitam em receber refugiados palestinos devido a experiências passadas com conflitos importados por militantes (ex.: Hamas, OLP, Setembro Negro), ilustrando como radicais em grupos causam problemas reais.

 

3. Todo grupo grande tem radicais, mas no islamismo a porcentagem é alta: Você afirma que nenhum grupo é 100% coeso e sempre há radicais problemáticos, mas no islamismo essa porcentagem é significativamente maior do que em outros grupos religiosos.

 

4. Ausência de radicalismo cristão comparável no último século: Ao considerar todas as denominações cristãs (católicos, protestantes, ortodoxos), você argumenta que não há ramos radicais promovendo violência como na Inquisição, defendendo que o cristianismo moderno não apresenta extremismo equivalente.

 

5. Caso russo não representa radicalismo cristão genuíno:  Você menciona o apoio da Igreja Ortodoxa Russa a Putin e à guerra na Ucrânia como o exemplo mais próximo, mas relativiza, isso ocorre em um contexto de censura e perigo para discordar, e não é o cristianismo que alimenta a guerra.

 

6. Existência de oposição interna ao radicalismo na Igreja Russa:  Você reforça que clérigos e pastores ortodoxos russos se opuseram publicamente à invasão, enfrentando prisões (ex.: condenação de um pastor a quatro anos em 2025), mostrando que há resistência dentro do próprio cristianismo.

 

7. Contraste claro entre islamismo radical e cristianismo:  Você conclui que, diferentemente das dificuldades na Europa (onde o radicalismo religioso islâmico pesa, inclusive com demandas por Sharia), o cristianismo não apresenta o mesmo nível de extremismo que causa problemas sociais e securitários.


  


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