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quarta-feira, 2 de setembro de 2026

Trabalhar com Homens

 



HISTÓRIA CULTURA E CURIOSIDADE NO MUNDO - Link




  Influenciadora diz que prefere trabalhar com homens e divide opiniões
  A influenciadora Maiane Basttos provocou um debate nas redes sociais ao afirmar que prefere trabalhar com homens.
   Durante um relato baseado em sua experiência profissional com atendimento ao público, ela afirmou que considera a convivência com homens mais direta e declarou: “Mulher faz o inferno na vida da outra.”
  A fala rapidamente chamou atenção e dividiu opiniões. 
  Enquanto algumas pessoas disseram se identificar com a experiência relatada pela influenciadora, outras criticaram a generalização e defenderam que comportamentos no ambiente de trabalho não podem ser atribuídos simplesmente ao gênero.
  A declaração representa uma experiência e uma opinião pessoal de Maiane, e não uma conclusão científica sobre diferenças entre homens e mulheres no ambiente profissional.
💬 E você, já teve uma experiência no trabalho que fez você preferir trabalhar com determinado perfil de pessoa?
  Concorda com a declaração dela ou acha que é uma generalização? Comente e compartilhe para saber a opinião de outras pessoas.
📚 Fonte: Maiane Basttos — declaração publicada em suas redes sociais; repercussão nas redes sociais.




William >> Cada caso é um caso, óbvio.
   No geral trabalhar com homens foi mais tranquilo “pra mim”.
   A comunicação é mais direta.
   Com mulheres precisamos ficar nos policiando constantemente para não “ferir sentimentos”.
   Nos últimos tempos então, melhor ficar mudo para não correr nenhum risco jurídico.

   No HC Unicamp eu não tinha posto fixo, mas passava bastante tempo na Central de Visitas a pacientes internados.
   Fui denunciado na Ouvidoria umas 5 vezes.
   Quatro vezes por mulheres e uma vez por homem, entretanto na treta com o homem foi a esposa dele que me denunciou.

   Eram dois computadores.
   O serviço exigia bom conhecimento do programa no computador, ter na ponta da língua as normas do hospital e muito jogo de cintura para lidar com centenas de atendimentos ao público.
   Durante a semana era cheio, nos finais de semana aumentava o fluxo em pelo menos 50%.
   Dependendo da pessoa que estava escalada para trabalhar comigo já dava para saber se iria ser um dia cansativo/normal ou cansativo/sofrido.

   Nos 12 anos que permaneci trabalhando no Hospital tive cerca de meia dúzia de homens trabalhando do meu lado na Central de Visitas.
  Todos muito bons, aquele companheiro de trabalho que realmente divide a carga com você.

  Eu destaco o Felipe porque ele ia além.
  O cliente vinha para meu lado ele chamava.
  "Vem aqui que eu te atendo".
   😂😂
   Menos trabalho pra mim.

   No mesmo período trabalhei aproximadamente com uma dúzia de mulheres. 
   A maioria era do mesmo nível dos rapazes, mas teve umas três que quando eu via na minha escala ... era uma tristeza danada.

   Sabe aquela pessoa que a gente tem que fazer o nosso serviço e boa parte do dela?

  Uma em especial faltava bastante.
  Ela estar na escala era uma coisa, ir trabalhar era outra.
  Dai a encarregada de plantão assumia (quando conseguia) o segundo computador, na maior parte do tempo eu tinha que trabalhar sozinho.
  Longos atestados médicos frequentes, sacrificando a equipe.
  Essa funcionaria por ser antiga tinha um posto cativo na Central de Visitas e sempre tinha que ser o mesmo computador.
  Ela até que atendia muito bem o publico, mas se limitava a emitir a etiqueta de visitantes.
  Qualquer coisa fora disso, como fazer cartão para acompanhantes, ela mandava para quem estivesse do lado.
  Trabalhar com ela era cansativo e SOFRIDO.

  Funcionário público tem estabilidade é bem difícil demitir.
  O meu setor tinha funcionários mais do que suficientes na planilha, na pratica muitos ficavam em casa de atestado.
  Eu entrei no serviço publico em 2011, tinha uma funcionaria que contava na listagem e nunca tinha visto.
  Fui conhece-la quando Michel Temer (2017) assumiu a presidência e endureceu as regras para afastamentos longos.

Nota: Já tive companheiras de trabalho competentíssimas não vou citar nomes porque a que eu não citar vai ficar magoada 😂 lembram do cuidado que temos que ter com os sentimentos?
  Foram tantas que fica difícil enumerar.
  A proposta nessa meditação é a visão holística.
  Não é nem questão de gostar ou não da pessoa.
  De repente você e o colega não se dão bem pessoalmente, você é petista ele é bolsonarista😉, mas reconhece sua competência profissional, divide bem o fardo de ter que trabalhar, soma na equipe.

Nota da nota 😉: Óbvio que já trabalhei com homens folgados pra *******!
  Outros de uma incapacidade inacreditável.
  Foquemos na visão geral.
  A burrice ou vagabundagem não é característica exclusiva de nenhum gênero.

✧✧✧




Resumo:


1. Diferença de dinamica e estilo de comunicação no trabalho: Em sua experiência geral, trabalhar com homens mostrou-se mais tranquilo devido a uma comunicação mais direta, enquanto a convivência profissional com mulheres exige maior cuidado no diálogo para evitar eventuais melindres ou interpretações jurídicas indesejadas.

2. Histórico de denúncias na Ouvidoria: Durante o período em que atuou na Central de Visitas do HC Unicamp, as poucas denúncias registradas contra você partiram quase em sua totalidade de mulheres (quatro diretamente por mulheres e uma por um homem motivada pela esposa dele).

3. Consistência do desempenho da equipe masculina: Entre a meia dúzia de colegas homens com quem dividiu o setor no hospital, todos demonstraram alto nível de competência e cooperação proativa, dividindo e assumindo o fardo do atendimento.

4. Discrepância na sobrecarga por faltas e limitações de tarefas: Embora a maioria das colegas mulheres também apresentasse ótimo nível profissional, a presença de uma minoria marcada por ausências frequentes, longos atestados e recusa em realizar tarefas completas gerava sobrecarga e um ambiente de trabalho desgastante/sofrido.

5. Estabilidade no serviço público e absenteísmo: O regime do funcionalismo público dificulta demissões e possibilita que quadros formalmente preenchidos fiquem desfalcados na prática devido ao excesso de licenças e atestados médicos, sacrificando quem está presente.

6. Reconhecimento da competência independente do gênero ou afinidade pessoal: Competência e profissionalismo não dependem do gênero nem de afinidades ideológicas/pessoais; a visão holística no trabalho exige reconhecer a capacidade de colegas com os quais se divide a carga de trabalho, independentemente de divergências individuais.

7. Incapacidade e indolência como traços universais: A preguiça, a falta de capacidade ou o comportamento folgado não são características exclusivas de nenhum gênero em particular, existindo exemplos negativos tanto em homens quanto em mulheres.

 


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sábado, 22 de agosto de 2026

Interpretações

 



Henrique >> Eu não me importo com a vigilância em
massa porque eu não estou fazendo nada de errado.

Renata >> ... Até que alguém mude a definição do que é 'errado'.

William >>  Se for o poder Legislativo em uma nação com liberdade de expressão ... não vejo problema mudar as definições, ajustar a legislação a realidade atual.
  Não vai ser “alguém”, vai ser um consenso da maioria.
  No caso do Brasil o judiciário decidi à revelia da lei.
  Exemplo concreto:
  Decidiram que alguém pode portar 40 gramas de "canabis".
  Isso não foi legislado no Congresso.
  A produção e comércio da canabis continua ilegal.
  O STF decidiu da cabeça “deles” que é legal ter em posse um produto ilegal!!!

  (“Eu” defendo a regulamentação da produção, comércio e consumo de mac*nha como no cigarro.
   Apenas estou mostrando a aberração que é nosso país, segurança jurídica passa longe.)
   
  Algo mais recente:
  
 
  O STF decidiu, por unanimidade, ampliar o alcance da Lei Maria da Penha. 
  A norma não se restringe mais apenas a agressões no ambiente doméstico, familiar ou em relações de afeto.
  Agora, a proteção e as medidas protetivas de urgência (como distanciamento, proibição de contato e tornozeleira) aplicam-se a qualquer situação de violência de gênero contra a mulher, incluindo assédio, perseguição em locais públicos, no ambiente digital e violência política.


    A Lei Maria da Penha já é uma aberração em si, se o STF a declarasse inconstitucional lá em 2006 seria um entendimento lógico.

  "Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade ."

  Por favor, ninguém deve ser  "troglodita" de levar esse "iguais" ao pé da letra.
  Se a distinção segue o bom senso, ninguém deveria problematizar.
  E se não segue?

  Um garoto de 14 anos matou um homem de 40, latrocínio.
  Assassinato é crime?
  Não se for menor de 18 anos.
  É um "ato infracional", "ressocializações levíssimas e ficha limpa depois dos 18.

  Não prender o cidadão de 14 anos junto de adultos é sensato.
  Mantê-lo em um presidio para menores e só transferi-lo para o adulto depois dos 18 aos 21 é sensato.
  Trata-lo como um cidadão inimputável ... então quem prenderíamos, o responsável por ele!? 
  Um homem foi morto, a vida dele não vale nada!?

  Uma mulher de 30 anos mata e esquarteja o marido, pena 19 anos, cumpre 17.
  Se acontecer o contrário a pena para o marido pode chegar a 40 anos, no mínimo vai pegar 35 com redução de pena muito difícil, por melhor comportamento que tenha.
  Essa diferença de tratamento faz algum sentido pra você?

  A mulher tem uma pena menor só por ser mulher?
  Ou a vida do homem vale muito menos que o da mulher.
  Trinta e cinco anos é mais que o dobro da pena da mulher.
  Toda e qualquer mulher vale por dois homens!?
  Porque não estamos nem falando da "tortura" antes do assassinato que poderia ser um agravante.
   Basta ser qualquer homem matando qualquer mulher.

Nota: Um das justificativas que já ouvi é que no passado nosso problemático judiciário não levava conflitos físicos conjugais muito a sério.
  Caraca!
  Era só fazer o trabalho deles e aplicar o que estava na lei.
  Nem vamos revirar o passado distante, o que acontecia em 1960 (só para citar uma data) eram costumes de uma sociedade rural.
  A partir de 1970 ocorreu urbanização intensa.
  Gente, nossa Constituição é de 1988.
  Me mostre um artigo cuja "interpretação" é de que o marido pode bater na esposa e nossa legislação o isenta de responder por seus atos.
  Fico no aguardo ...


  A Lei Maria da Penha foi uma aberração, mas o Congresso decidiu, tecnicamente eles representam a vontade da maioria, dá para aceitar.
  O STF, com a justificativa da "interpretação" da lei ampliou seu alcance, isso temos que engolir a força como em uma ditadura.

  Atualmente estão querendo "interpretar" que só quem tem diploma de jornalista pode exercer essa função.

  
 O diploma de jornalista deixou de ser obrigatório em 17 de junho de 2009, após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do RE 511.961.
   Por 8 votos a 1, os ministros derrubaram a exigência criada pelo Decreto-Lei 972/1969 (da ditadura militar). 
  O STF entendeu que a obrigatoriedade do diploma de Comunicação Social violava a liberdade de expressão e de pensamento garantida no Artigo 5º da Constituição de 1988, pois a profissão está diretamente ligada ao exercício de um direito fundamental, e não ao controle estrito de uma atividade técnica.

  
  Os sinais ditatoriais estão todos aí.
  Mais uma vez ...

  Não tem povo inocente, há inocentes entre o povo.

  A maioria do povo tem totais condições de perceber para onde nossa nação esta indo.
  O Flávio ganhando conseguimos trazer de volta o Brasil que debate leis no Congresso.
  O Inácio ganhando, nem ele pode muita coisa, fica totalmente dependente das "interpretações do STF".

  Quem ganhar ou perder não vai ganhar nem vai perder ... a não ser que seja um dos 11 do STF, esses estão acima do bem e do mal, da mentira ou verdade, eles interpretam o Brasil como quiserem.



 “Leis absurdas acontecem porque o MACHO DA ESPÉCIE QUER QUE ELAS ACONTEÇAM, depois não adianta ficar se vitimizando com raiva da fêmea da espécie.”
 (William Robson)

✧✧✧



Resumo:

1. Legitimidade do Congresso vs. Segurança Jurídica: Mudanças na legislação e nas definições do que é certo ou errado só são legítimas quando feitas pelo Poder Legislativo — fruto do consenso e da representação da maioria. O Judiciário decidir à revelia da lei gera insegurança jurídica (como na descriminalização do porte de cannabis pelo STF, mantendo o comércio ilegal).

2. Ativismo e Extrapolação do STF: A ampliação do alcance da Lei Maria da Penha pelo STF, para além do ambiente doméstico, é citada como um exemplo recente de decisão tirada "da cabeça" dos ministros, impondo interpretações à revelia do texto aprovado no Congresso e agindo com traços de imposição ditatorial.

3. Crítica às Distorções na Aplicação da Igualdade (Art. 5º): Embora a igualdade formal não deva ser levada ao pé da letra por "trogloditas", as distinções criadas no direito brasileiro fogem do bom senso. O sistema legal falha e gera aberrações ao criar discrepâncias desproporcionais de tratamento.

4. Inimputabilidade e Desvalorização da Vida no ECA: A classificação de homicídios graves cometidos por menores de 14 anos como mero "ato infracional" resulta em impunidade prática (penas extremamente leves e ficha limpa aos 18 anos), o que ignora a gravidade do crime e desvaloriza a vida da vítima.

5. Desproporção Penal de Gênero: Há uma assimetria injustificável entre a pena dada a uma mulher que comete homicídio/esquartejamento contra o marido (ex: 19 anos no caso Elize Matsunaga) e a pena prevista para um homem que cometa o mesmo ato hoje (podendo chegar a 40 anos com as recentes atualizações penalizantes). Essa disparidade sinaliza, na prática, que a vida masculina valeria menos perante a lei.

6. Desnecessidade Histórica e Legal de Leis Especializadas: A Lei Maria da Penha já era conceitualmente problemática desde o início. A Constituição de 1988 nunca isentou ou respaldou a agressão contra mulheres; bastava o Judiciário cumprir o seu papel e aplicar as leis já existentes no Código Penal.

7. Concentração de Poder no STF e o Futuro Político: Os 11 ministros do STF hoje atuam "acima do bem e do mal", ditando o rumo do país por meio de conveniências de "interpretação" (exemplificado também no debate da exigência do diploma de jornalista). O cenário político futuro definirá se o Brasil voltará a debater leis no Congresso ou se continuará refém das decisões do Supremo.


 


  

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segunda-feira, 20 de julho de 2026

Poder Feminino

 



Lorena: Mulheres não se esqueçam.
  Se a gente quiser o mundo deixa de existir.
  Os seres humanos são fabricados no nosso corpo.
  Precisamos construir um mundo melhor!

William: Não se esqueçam que vocês historicamente passam mais tempo com as crianças.
 Eu passei muiiiito mais tempo com minha mãe do que com meu pai.
 O mundo que temos é "matriarcal".

Tabata: Vivemos em um mundo matriarcal onde a estrutura é toda masculina 🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣

William: Dê um exemplo de hoje, não de décadas atrás.
  O passado passou.

Tabata:  política = maioria masculina
Forças armadas = maioria masculina
CiO= maioria masculina
Líderes religiosos = 100% masculino ...
Ano: 2026👍🏽

William: Desde que me reconheço por gente todos esse cargos estão acessíveis a mulheres.
  Politica por exemplo, mais de 50% do eleitorado é de mulheres, bastaria vocês para elegerem você mesmas.
  O politico masculino vive mendigando seus votos.

   CEO é capacidade, a Luísa da Magalu conseguiu por seus próprio méritos.
   Cota para CEO feminina ignorando a competência, se os acionistas quiserem arriscar, tudo bem.

   Eu apoio mulheres na policia e exército, as que quiserem óbvio.
   Mas que não sejam poupadas por serem mulheres.
   Elas querem cargos administrativos ou de chefia, o trampo pesado fica para o homem!?
   Isso sou contra.
   O tempo que trabalhei como segurança tinha muito isso.
   Guarita para mulheres, homens ronda noturna.
   Em inúmeras tarefas as "damas" ficavam com a posição mais confortável, o salário era o mesmo.
    E tem outra, em uma situação mais complicada (briga) era mais útil ter um homem (alto e forte) no apoio que uma mulher.
    Mulher segurança é útil no enfrentamento com outra mulher, sabe como é, a agressora pode cuspir, unhar, rasgar nosso uniforme e se dermos um empurrão é "covardia criminosa"




Lorena: Passar mais tempo com os filhos não transforma uma sociedade em matriarcal.
  Se fosse assim, bastaria a mãe passar mais horas em casa para ela ter ocupado historicamente a maior parte dos cargos de poder político, econômico e religioso. 
  E isso simplesmente não aconteceu.

William: Porque você vai ficar na linha de frente se pode ficar na retaguarda só colhendo as benesses?
  O Vorcaro está preso, a “peleleca” não😂
  Jair está preso, Michele não.
  O Lula foi preso, duvido que se a Marisa estivesse viva iria.






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 Resumo: 

1. A Base da Sociedade é Criada pelas Mães ("Mundo Matriarcal"):

o Seu argumento: A influência real na formação da sociedade vem da criação. Como as mulheres/mães passam historicamente mais tempo com as crianças do que os pais, o mundo atual reflete diretamente essa criação materna.

2. Acessibilidade Igualitária a Cargos de Poder:

o Seu argumento: Na atualidade, cargos de chefia, política e religião estão totalmente acessíveis às mulheres. O foco deve ser o cenário presente, e não o passado.

3. Poder Político Feminino no Eleitorado:

o Seu argumento: As mulheres não dependem de homens para ocupar a política, pois representam mais de 50% do eleitorado. Elas têm o poder numérico de eleger quem quiserem, fazendo com que os políticos masculinos dependam diretamente do voto feminino.

4. Mérito e Competência x Cotas para CEO:

o Seu argumento: Cargos de liderança empresarial (CEO) dependem de capacidade e mérito individual (citando como exemplo o caso de Luiza Trajano, da Magalu), e não da imposição de cotas sem critério técnico.

5. Isonomia e Divisão Igualitária do Trabalho:

o Seu argumento: A inclusão de mulheres em áreas como polícia, exército ou segurança deve vir acompanhada da divisão das mesmas responsabilidades e riscos. Não deve haver tratamento privilegiado ou destinação de funções confortáveis/administrativas baseadas no gênero para salários iguais.

6. Diferenças Físicas e Práticas no Trabalho Operacional:

o Seu argumento: No trabalho operacional da segurança, o biotipo e a força física contam. A presença feminina é estratégica em abordagens específicas (como lidar com agressoras para evitar alegações injustas de "covardia"), mas a força operacional masculina ainda é necessária em situações graves.

7. A Vantagem Estratégica da Retaguarda:

o Seu argumento: O topo da hierarquia formal traz mais exposição e riscos legais/penais . Estar fora do holofote direto do poder permite colher os benefícios sem arcar com o ônus (exemplificando casos de figuras públicas e políticas onde os homens assumiram a responsabilização direta).


  


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domingo, 19 de julho de 2026

Moldes da Criação

 


 
Instagram: "O trabalho doméstico não desaparece
porque é leve.
  Desaparece porque foi historicamente tratado como
obrigação feminina e não como trabalho."

William: O passado passou.
  Se a mulher não tem capacidade para negociar com seu parceiro a divisão das tarefas ... NÃO CASE.
  Não sei de nenhuma lei na "sociedade patriarcal
atual" obrigando alguém a casar.
  Na biologia é bom porque não espalha seus genes ... caso não opte por ser "mãe solo".
  O vitimismo é um grande mal da atualidade.




Gilson: Acredito que quem formar uma família tem a obrigação de moldar a mente masculina pra entender que trabalhos domésticos não são só pra raparigas e mulheres, se os rapazes aprendem isso desde pequenos é muito provável que serão bons pais, e maridos nesse aspecto.


William: Não sou "Freudiano", não acredito que nascemos "folha em branco" e a família pode nos moldar como bem entender.
  Já começa que em uma família "dentro do média" somo criados por pai e mãe.
  Raramente são duas "personalidades gêmeas".
  Minha mãe era diferente do meu pai, batia mais por exemplo.
  Meu pai bebia e fumava, minha mãe não tinha esses vícios.
  Eu não fumo, não bebo, não bati nas minhas filhas ...
  Meu pais eram super emocionais, instintivos ... a lógica predomina em mim.

  Minha esposa foi criada para servir o homem, lembro que ela lavava até os calçados dos irmãos.
  Eu disse que comigo ela não precisava fazer esse tipo de coisa.
  Acredita que ela "se libertou" dos moldes da criação em poucos dias? 😂😂

  Enfim.
  Quando decidimos casar, geralmente temos mais de 20 anos, principalmente nos tempos atuais dispomos de um oceano de informações de todo tipo.
  Fazer uma escolha matrimonial e depois ficar responsabilizando pai, mãe, estado, "sociedade" por nossas escolhas ... me dá um TÉDIO.










✧✧✧

 

 Resumo: 

 
1. O passado passou
O que era historicamente tratado como “obrigação feminina” não deve definir o presente. É inútil ficar preso a moldes antigos.

2. Negocie antes de casar ou não case
Se a mulher não consegue negociar com o parceiro a divisão das tarefas domésticas, a solução é simples: não case. Ninguém é obrigado a se casar.

3. Não existe lei que force o casamento
Na sociedade atual, não há nenhuma imposição legal ou patriarcal obrigando alguém a casar. A escolha é livre.

4. Vitimismo é um grande mal da atualidade
Responsabilizar o “patriarcado”, a criação, a sociedade ou os pais pelas próprias escolhas matrimoniais é vitimismo improdutivo.

5. Não somos “folha em branco” moldada pela família
Você rejeita a ideia freudiana de que a família pode moldar a pessoa como quiser. As pessoas não são determinadas completamente pela criação.

6. Exemplos pessoais comprovam agência individual
Apesar de ter pais com personalidades, vícios e comportamentos diferentes (pai bebia e fumava, mãe batia mais), você não replicou esses traços. Sua esposa, criada para “servir o homem”, se adaptou rapidamente ao seu modelo. Isso mostra que é possível romper com os “moldes da criação”.

7. Responsabilidade adulta nas escolhas matrimoniais
Hoje, com mais de 20 anos e um “oceano de informações” disponível, quem casa tem capacidade de escolher bem. Depois, culpar pais, estado ou sociedade por problemas no casamento gera tédio — a responsabilidade é individual.


  



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quarta-feira, 15 de julho de 2026

Responsabilidade do Eleito

 


Douglas: O voto dado não tem mais dono, e quem recebe não deve nada a ninguém.
  O povo é inocente.
 
William: Você faz parte do povo.
  É eleito vereador.
  Deixa de fazer parte do povo porquê?
  Qual sua reposta LÓGICA?

Douglas: Vou dar um exemplo.
  Você recebe um milhão de votos, vindo de não sei qual região, de quais tipos de pessoas, onde consta a exigência de qual responsabilidade e com quem você teria?

William: Cometer crimes como receber propinas continua crime previsto em lei, eu ser eleito não muda isso.
  Se eu quiser continuar na política (a maioria dos mandatos duram 4 anos) não iria irritar os que me elegeram.
  Mas se os que me elegeram não se importam com crimes e traições ideológicas... dai sim, tudo depende do meu próprio caráter.
  Não tem povo inocente.
  (Tem inocentes em meio ao povo)

  Exemplo:
  Conhece Joice Hanselmann?




  Nunca sai nas ruas para manifestações, simplesmente vou seguindo (observando) o posicionamento e comportamento dos políticos e candidatos.
  Votei na Joice no primeiro mandato.
  A achei muito "barraqueira", perdeu meu voto.
  Foi eleita deputada federal nas eleições de 2018, foi a
mulher mais votada para a Câmara dos Deputados da
historia do Brasil.
  2018 - 1.078.666 votos
  2022 -      13.679 votos
  Não foi reeleita, perdeu mais de 1 milhão de eleitores.




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 Resumo: 

1. O eleito continua fazendo parte do povo: Você confronta a ideia de que o político se torna um ser isolado ou imune à lógica social após a eleição. Para você, o vereador (ou qualquer eleito) não deixa de ser parte do povo, devendo manter a mesma coerência lógica e moral que se espera de qualquer cidadão.

2. A lei e os crimes não mudam com a eleição: Você argumenta que o mandato político não zera ou relativiza a legalidade. Práticas ilícitas, como receber propina, continuam sendo crimes previstos em lei, independentemente de quantos votos o político tenha recebido.

3. O pragmatismo da reeleição e o respeito ao eleitor: Para o político que deseja uma carreira longeva (já que os mandatos são temporários, geralmente de 4 anos), é irracional e autodestrutivo "irritar" ou trair a base que o elegeu.

4. A responsabilidade moral do eleitor ("Não tem povo inocente"): Este é um pilar forte do seu argumento. Você defende que, embora existam indivíduos inocentes no meio da população, a coletividade ("o povo") compartilha a responsabilidade pelos rumos da política. Se o eleitor não se importa com crimes ou traições ideológicas, a conduta do político passará a depender exclusivamente do caráter individual dele.

5. O voto como instrumento de punição (Caso Joice Hasselmann): Você ilustra sua tese de forma prática usando o exemplo da deputada Joice Hasselmann. Ao mostrar a queda drástica de mais de 1 milhão de votos em 2018 para apenas 13 mil em 2022, você prova que o eleitorado observa, pune comportamentos indesejados (como o excesso de "barraco") e retira (ou deveria tirar) o poder de quem o decepciona.



  


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sexta-feira, 12 de junho de 2026

Livro de Números

 




William: Judeus e cristãos se adaptaram melhor ao "capitalismo e a democracia".
  Israel e Estados Unidos (entre outros) tem o tipo de sociedade que "eu" prefiro viver.

Luz do luar: Ahahahah! A identificação de caráter é inegável.
  No Afeganistão, agora é lei: homens podem se casar com meninas a partir dos 9 anos, desde que autorizados pelo pai ou pelo avô.

William: Afeganistão tem cultura judaico cristã?
  Tem certeza disso?😉

Raio de Sol: A Luz do luar esta certa, ela sempre te coloca no bolso kkkkkk.
  Se vc lêr números 31: 17 - 18 vc vera que a "cultura"(prática) da pedofilia entre Afeganistão e Israel são identificas.

William: Se você conhecesse o básico de história da humanidade saberia que a mulher já estava pronta para o casamento a partir da menarca.
   O expectativa de vida era baixa, as uniões e promessas de compromissos aconteciam muito cedo.

  O livro de Números se refere a um período ocorrido há 1400 anos ANTES do nascimento de cristo.

  Os anticoncepcionais modernos ficaram acessíveis no Brasil a partir da década de 1960 depois do nascimento de Cristo, em termos de história da humanidade é algo muito recente.
  
  O que uma coisa tem a ver com outra?

  Isso possibilitou grande mudança nos comportamentos.
  Ficou mais fácil para a mulher transar sem engravidar.
  O desejo sexual na adolescência, começando por volta dos 12 anos, sempre foi intenso para maioria, homem ou mulher.
  Antes que a pessoa cedesse a esse impulso forte da natureza era melhor casar.
  Se pesquisarmos sobre casamentos até 1950 no Brasil, veremos que a média de idade era baixa.
  Se a moça não arranjasse casamento antes dos 18 já era considerada "encalhada".

  A tecnologia possibilitou mudança de hábitos.
  Cristão e Judeus evoluíram, Islâmicos no geral também evoluíram nesse sentido, mas ainda tem muitas correntes mais radicais como no Afeganistão.

  Cada um defende o que achar melhor, mas quando vejo os mais à esquerda defenderem com tanto ímpeto islâmicos do Afeganistão, da palestina, do Irã ... fico me perguntando quanto conhecem a cultura desses povos, movimentos como a "Irmandade Muçulmana".
 
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 Resumo: 


1. Preferência pelo Modelo de Sociedade Ocidental: Você defende que os judeus e os cristãos se adaptaram de forma mais eficiente ao capitalismo e à democracia, apontando sociedades como a de Israel e a dos Estados Unidos como os modelos de organização social em que prefere viver.

2. Diferenciação Cultural Imediata: Diante da provocação de outra participante sobre a nova legislação do Afeganistão (casamento de meninas a partir dos 9 anos), você rebate questionando a premissa dela, deixando claro que a cultura afegã não partilha dos valores da sociedade judaico-cristã.

3. Contextualização Histórica e Biológica do Casamento: Argumenta que, historicamente, a prontidão para o casamento estava atada a fatores biológicos naturais (como a menarca). Você explica que a baixa expectativa de vida na antiguidade impunha que as uniões e compromissos familiares fossem firmados muito cedo.

4. Distanciamento Temporal do Livro de Números: Esclarece que os relatos e práticas descritos no livro bíblico de Números ocorreram em um período remoto — cerca de 1400 anos antes do nascimento de Cristo —, não servindo como base direta para julgar comportamentos contemporâneos sem o devido filtro histórico.

5. O Impacto da Tecnologia e da Ciência nos Costumes: Defende que as grandes transformações comportamentais e a postergação da idade de casamento são fenômenos extremamente recentes na história humana, impulsionados diretamente pela tecnologia — especificamente pela chegada dos anticoncepcionais modernos a partir da década de 1960.

6. Evolução Social das Religiões: Sustenta que os cristãos e os judeus passaram por um processo de evolução e adaptação cultural ao longo do tempo. Aponta que, embora o Islã também tenha evoluído no geral, vertentes radicais (como a que governa o Afeganistão) ainda retêm práticas arcaicas.

7. Contradição Ideológica da Esquerda: Questiona a coerência de movimentos políticos mais alinhados à esquerda que defendem com fervor regimes ou grupos islâmicos radicais (como no Afeganistão, Irã e Palestina, citando a "Irmandade Muçulmana"), sugerindo que falta a essas pessoas um conhecimento profundo sobre a real cultura e as práticas desses povos.


  


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