Daniel >> O engraçado é você dizer que São Paulo está bem sendo que um dos maiores índices de violência do país é aí e que a maior parte do eleitorado de direita e bolsonarista questionam é justamente a violência e a falta de segurança pública que é uma responsabilidade do governador.
Fora outras questões estruturais!
William >> Opinião todo mundo tem, o que falta é argumentação baseada em fatos.
Segundo os dados do Anuário Brasileiro Segurança Publica / FBSP (taxa de mortes
violentas por 100 mil habitantes):
1.Amapá (42,5)
2.Bahia (36,8)
3.Ceará (34,7)
4.Alagoas (33,1)
5.Pernambuco (29,1)
6.Pará (28,4)
7.Rondônia (28,1)
8.Paraiba (24,6)
9.Mato Grosso (22,9)
10.Rio de Janeiro (22,6)
Fonte: Fórum Brasileiro de Segurança Publica (FBSP).
O fato é que não encontrei o Estado de São Paulo entre os dez mais violentos do Brasil.
Acredito que todos concordamos que assassinato é o pior dos crimes.
Daniel >> Então porquê os Paulistas, paulistanos e são-paulinos reclamam tanto da violência?
William >> Estamos sempre em busca de melhorar as coisas.
Redução da maioridade penal (por exemplo) ajuda a combater assaltos feito por menores, mas tem que ter uma lei federal.
Não termos proporcionalmente tantos assassinados como em outros estados é bom, mas sermos roubados também não é legal.
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) impõe deveres superficiais às crianças sem prever punições efetivas para infrações médias, proibindo castigos simples ou expulsões escolares.
Para casos graves cometidos por adolescentes, há internação de no máximo três anos, penalidade frequentemente incompatível com a gravidade de crimes terríveis.
Minha proposta é a redução da maioridade penal para 14 anos.
Isso não significa colocar adolescentes em presídios comuns, mas garantir o cumprimento integral de penas graves: o jovem cumpre a pena em unidade própria até os 21 anos e, depois dessa idade, é transferido para o presídio convencional.
Isso não significa colocar adolescentes em presídios comuns, mas garantir o cumprimento integral de penas graves: o jovem cumpre a pena em unidade própria até os 21 anos e, depois dessa idade, é transferido para o presídio convencional.
Abaixo dos 14 anos, o foco deve ser a disciplina precoce.
A responsabilidade de educar é prioritariamente da família.
Escolas e creches precisam agir de forma pragmática.
Quem educa é a família, crianças indisciplinadas devem ser dispensadas para preservar o ambiente.
Escolas devem aplicar suspensões por indisciplina.
A responsabilidade de educar é prioritariamente da família.
Escolas e creches precisam agir de forma pragmática.
Quem educa é a família, crianças indisciplinadas devem ser dispensadas para preservar o ambiente.
Escolas devem aplicar suspensões por indisciplina.
Hoje, o conteúdo perdido pode ser enviado por e-mail ou acompanhado on line.
Se a indisciplina persistir, a expulsão é justificável.
Os pais devem procurar outra instituição.
Se a indisciplina persistir, a expulsão é justificável.
Os pais devem procurar outra instituição.
A pressão deve recair sobre os pais, pois o filho é responsabilidade deles, não da sociedade.
Aplicar limites por meio de suspensões e expulsões previne que a criança se torne um adulto criminoso no futuro.
O cenário atual de indisciplina nas escolas é reflexo da “Educação Libertadora” que permitiu um ECA tão PERMISSIVO.
Aplicar limites por meio de suspensões e expulsões previne que a criança se torne um adulto criminoso no futuro.
O cenário atual de indisciplina nas escolas é reflexo da “Educação Libertadora” que permitiu um ECA tão PERMISSIVO.
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Resumo:
1. Fatos contra narrativa sobre a violência: Opiniões sem embasamento caem por terra diante de dados oficiais. O Anuário Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) demonstra claramente que São Paulo não figura entre os dez estados mais violentos do Brasil em termos de mortes violentas por 100 mil habitantes, desmistificando o mito de que o estado lidera os índices de criminalidade extrema.
2. Distinção entre homicídios e patrimônio: Embora São Paulo apresente taxas de assassinatos proporcionalmente inferiores a de outros estados (sendo o homicídio o pior dos crimes), a cobrança da população faz sentido porque os crimes contra o patrimônio e os furtos/assaltos diários continuam incomodando e exigem rigor.
3. Falhas estruturais e brandura do ECA: O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) estabelece deveres superficiais e peca pela ausência de punições efetivas para infrações médias, além de limitar drasticamente a internação de adolescentes que cometem crimes graves a um teto máximo de apenas três anos.
4. Proposta de redução da maioridade penal: Defendo a redução da maioridade penal para 14 anos para crimes graves. O modelo prevê o cumprimento inicial em unidade socioeducativa própria até os 21 anos e, após essa idade, a transferência para o sistema penitenciário convencional, garantindo responsabilização real sem misturar jovens e adultos desde o início.
5. Disciplina precoce e o papel primordial da família: A responsabilidade primária pela educação e formação de limites é da família, e não do Estado. A escola deve atuar com pragmatismo para blindar o ambiente de aprendizagem.
6. Ação firme nas escolas (suspensões e expulsões): Escolas e creches precisam aplicar sanções reais, como suspensões e até expulsões por indisciplina reincidente. Alunos indisciplinados devem ser dispensados para preservar o ambiente coletivo, transferindo a responsabilidade de correção diretamente para os pais.
7. Prevenção na raiz e crítica à "Educação Libertadora": O cenário atual de desrespeito e desordem nas salas de aula é fruto direto de uma visão pedagógica permissiva inspirada na chamada "Educação Libertadora", que gerou um ECA brando. Aplicar limites firmes na infância é a principal ferramenta para impedir que o jovem evolua para a criminalidade adulta.
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