Mas uma de minhas PRIORIDADES seria reforma administrativa para acabar com o excesso de penduricalhos para muitos servidores públicos e políticos.
Agora, o número 1, o que mais precisa ser atacado é a CORRUPÇÃO.
Se todos com chances são corruptos, vamos pelo menos escolher o menos ruim.
Nada vai tirar mais pessoas do Bolsa Família que uma economia rodando melhor, não com gastos cada vez maiores do Governo, mas melhorando o ambiente de negócios para as empresas.
1. Exigência de evidências e contextos claros: Você contesta afirmações de impacto que não identificam os responsáveis ("não dão nome aos bois"), exigindo provas concretas (links ou prints) para que o contexto real possa ser analisado, em vez de se basear em generalizações.
2. Desmistificação do perfil de quem mora em condomínio: Você argumenta que morar em condomínio não é sinônimo de ser rico ou de classe média alta. Na realidade da sua cidade, a maioria dos condomínios é habitada por pessoas pobres, inclusive em prédios simples e sem elevador.
3. Inexistência do discurso de "proibição de melhora": Com base em sua experiência de 20 anos navegando na internet, você afirma categoricamente que nunca encontrou ninguém dizendo que quem mora na favela "não pode melhorar de vida".
4. Crítica à narrativa de luta de classes (inspiração marxista): Você critica a tendência de transformar casos isolados de atrito em uma narrativa ideológica generalizada de "elite dominante contra o trabalhador", distorcendo a realidade dos fatos.
5. Estatística prática e convivência harmônica: Utilizando sua própria vivência como morador de condomínio, você aponta que 99,9% das entregas de aplicativos acontecem em perfeita harmonia e sem qualquer tipo de atrito.
6. Inclusão de trabalhadores de aplicativos nos condomínios: Você sugere que, se o IBGE fizesse esse levantamento, demonstraria que muitos dos próprios entregadores e trabalhadores de aplicativos moram nesses condomínios, quebrando a lógica de que condomínios pertencem apenas a elites apartadas da realidade trabalhadora.
7. Foco na responsabilidade individual e crítica ao assistencialismo estatal: O seu questionamento central reside no que o indivíduo faz efetivamente para prosperar. Você defende que viver de forma irresponsável esperando que o Estado forneça tudo "do bom e do melhor" é um modelo fadado ao fracasso, pois, se funcionasse, já teria dado certo.
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