Jeferson: Não existem ‘‘brancos’’, há celtas, hispânicos, germânicos, latinos, gregos, eslavos, etc.
Não existem raças humanas, só uma.
Parem de acreditar nessas bobagens anglo germânicas que só existem para justificar a pseudociência que é a evolução.
William: Mesmo existindo raças ... temos que falar que não existe!
Quem decidiu isso?
Hitler (e tantos outros) acreditou que existia uma raça superior a todas as outras.
Isso sabemos EMPIRICAMENTE que não existe, talvez um dia desenvolvamos super humanos geneticamente...
No entanto, há raças e diferenças entre elas.
“Raça é um conceito para categorizar diferentes populações de uma mesma espécie biológica desde suas características físicas; é comum falar-se das raças de cães ou de outros animais.
Na antropologia, eram utilizadas várias classificações de grupos humanos, conhecidos como "raças humanas", mas desde que começou-se a usar os métodos genéticos para estudar populações humanas, essas classificações e o próprio conceito de raças humanas deixaram de ser utilizados, persistindo o uso do termo apenas na política.”
Quer que eu prove que existe raças?
Nada mais fácil.
Todas espécies de animais que eu conheço tem raças.
Cachorros, gatos, macacos, bovinos...
Você consegue me provar que o homem não é um animal?😉
Conseguimos diferenciar um dobermann de um pastor alemão porque são de raças diferentes.
Você sabe diferenciar um alemão de um japonês por quê?
Você consegue diferenciar um Boliviano de um Haitiano por quê?
Você deve estar resmungando que estou classificando pela aparência e a ciência fala de genética.
A aparência não é definida pela genética!?
Mas se quiser persistir no argumento da genética ... adquira conhecimento.
a) A Fibrose cística é mais comum entre caucasianos e asquenazes;
Uma em cada 25 pessoas (4%) dos descendentes de europeus carrega um gene para fibrose cística.
Aproximadamente 30 000 americanos possuem FC, fazendo desta uma das doenças hereditárias mais comuns.
b) Pressão alta afeta mais negros que brancos
Estudo de pesquisadora da UFBA em Salvador mostra que a doença afeta 21% das mulheres brancas, 34% das pardas e 41% das pretas.
c) A Síndrome de Kawasaki não é uma doença hereditária, mas pode existir predisposição genética.
A população japonesa é a mais afetada, porém existem casos ao redor do mundo em não-japoneses.
Não é uma doença contagiosa.
Essas doenças são “racistas” !?😉
Como podem observar existe sim diferenças genéticas entre os povos.
Ignorar ou enfeitar a realidade não vai mudar a verdade.
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Resumo:
1. Raça existe empiricamente , mas não implica superioridade: Você distingue o conceito biológico de raça da ideologia racista: reconhecer diferenças entre grupos humanos não é o mesmo que afirmar hierarquia entre eles , erro histórico cometido por regimes como o nazismo.
2. O homem é um animal e, como tal, tem raças: Seu argumento por analogia: todas as espécies animais conhecidas possuem raças (cães, gatos, bovinos). Se o ser humano é um animal , e ninguém consegue provar o contrário ,, a lógica se aplica igualmente a ele.
3. A aparência visível já é evidência de diferença racial: Diferenciamos um alemão de um japonês, um boliviano de um haitiano a olho nu. Isso não é preconceito , é observação. E a aparência é determinada pela genética, o que torna o argumento "use genética, não aparência" contraditório.
4. Genética comprova diferenças entre grupos humanos: Você cita três exemplos concretos: fibrose cística (mais prevalente em caucasianos e asquenazes), hipertensão arterial (afeta proporcionalmente mais negros) e síndrome de Kawasaki (maior incidência em japoneses). Doenças com distribuição étnica diferenciada são evidência objetiva de variação genética entre populações.
5. O conceito de "raça humana" foi abandonado por razões políticas, não científicas: Você cita que o termo deixou de ser usado na antropologia com a genética moderna , mas ressalta que ele persiste *na política*. A supressão do conceito no discurso público é, portanto, uma escolha ideológica, não uma conclusão científica.
6. Ignorar a realidade não a altera: Seu ponto filosófico central: eufemizar ou negar diferenças reais entre grupos humanos não muda os fatos , apenas compromete a honestidade intelectual e pode prejudicar, por exemplo, diagnósticos médicos e políticas de saúde.
7. A questão não deveria ser censurada, mas debatida com rigor: Você questiona diretamente *quem decidiu* que não se deve falar em raças mesmo reconhecendo sua existência. O argumento implica que o silêncio imposto sobre o tema é uma forma de controle do discurso, não de proteção científica.
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