“Criada em 2006, a lei Maria da Penha protege as mulheres da violência doméstica e representa um avanço na legislação brasileira.
Entre as inovações legais está a impossibilidade da vítima retirar a queixa de agressão, a menos que isso seja feito perante o juiz, em audiência marcada exclusivamente com este fim.”
Leia com atenção essa matéria:
“Durante todo o século 20, convivemos com o Código Civil elaborado por Dom Pedro II e pelo jurista Augusto Teixeira de Freitas, ainda no século 19, e que entrou em vigor em 1917.
Entre outras coisas, o documento considerava o homem como o chefe de família e os escravos como bens móveis; o adultério feminino era entendido como crime e as filhas poderiam ser deserdadas, caso fossem “ingratas” com o pai – um instrumento para cercear a liberdade e a sexualidade femininas.
Apenas em 2002 esse Código Civil foi revogado e substituído por outro, em conformidade com a Constituição do país, de 1988, que, em seu artigo 226, no parágrafo 8º, prima pela não violência familiar, sem fazer distinção entre direitos de homens e mulheres.”
Maria da Penha, resumo - Link
Você que é
“jovem” (menos
de 21 anos) ou que já não é tão jovem, mas é pouco afeito a pesquisa, tome cuidado com
essas matérias que montam um “quadro teórico” que não correspondia à realidade
praticada.
Sim, na
Constituição de 1988 foi oficializado no papel uma mudança no código civil, mas
na pratica o código anterior já não era aplicado literalmente, pergunte a
qualquer juiz ou advogado.
Se você fechar sua
mente apenas na leitura dessa matéria fica parecendo que antes da Constituição
de 1988 vivíamos como selvagens sob influência do regime militar o que está
longe de ser verdade.
Observe que a matéria diz que
“apenas em 2002” o código foi revogado, o que ela não diz é que as partes mais
críticas dele já não eram aplicadas faz muito tempo.
Suponhamos que
depois de muitas brigas você sai hoje de casa, se separe da sua esposa, cada
um vai para o seu lado e decidem verbalmente a relação com os filhos e
separação dos bens.
Daqui 2 anos os
papéis do divórcio ficam prontos, a separação é oficializada.
Na teoria a
separação ocorrerá daqui há 2 anos, mas na pratica ela ocorreu hoje.
No regime militar
a escravidão era proibida, você matar sua esposa porque ela te traiu era crime
do mesmo jeito, mulheres trabalhavam fora normalmente, filhas não podiam ser
deserdadas por serem ingratas...
Fica claro que fomos preguiçosos
em atualizar o código civil, mas na pratica os juízes ignoravam as partes que não
condiziam mais com os costumes em uso.
Meu
pai batia na minha mãe, ele não era de espancar, se estava irritado dava um
tapa ou soco.
Ficou gravado em
minha mente uma vez que meu pai deu uma cabeçada na minha mãe, daquelas de pugilista.
Conheci mulheres
que iguais a minha mãe sofriam violência doméstica, quando resolveram
realmente dar um basta houve a separação.
Lembro da
primeira vez que minha mãe foi a delegacia dar queixa do meu pai por agressão,
não sei o ano ao certo mas sei que foi antes da Constituição de 1988.
Já funcionava a
delegacia anexa ao presidio do São Bernardo e o atendimento foi rápido, uma
viatura chegou em minutos.
Meu pai foi
agressivo com os policiais, chegou outra viatura para dar apoio.
Eu não tinha
muito entendimento das coisas, mas minha mãe foi maravilhosamente atendida
pelos policiais.
O que eu penso ser assistentes sociais ofereceram todo apoio
para separação legal, minha mãe que desistiu, voltou atrás.
Casos de violência
doméstica são difíceis de esconder dos familiares e amigos próximos, corre de
boca em boca.
O que vou
escrever vai chocar muitos então antes vamos a uma introdução:
A doutrina cristã diz que não há pequeno ou grande pecado.
Pecado é pecado e
mesmo o mínimo deles nos faz perder a salvação se não ocorrer o arrependimento
e o perdão.
Diferente desse dogma Bíblico eu classifico
tudo que pode ser classificado, atribuo peso as coisas.
Por exemplo, para mim, o pecado não ocorre em pensamento ele só ocorre no campo da ação.
Pensar em roubar
e não roubar, não considero pecado.
Roubar é um
pecado grave, assassinar é um pecado gravíssimo.
Para efeito
didático não vamos ver o pecado como desagradar a algum Deus, em texto anterior
eu disse que é difícil identificar a vontade de Deus.
Vamos considerar pecado qualquer
mal que você faça aos outros.
Ser roubado sem dúvida
é algo desagradável, grande transtorno, mas ser baleado ou esfaqueado
é muito pior.
Observem que estou
dando pesos as situações, estabelecendo um pecado maior, médio e pecado menor.
Dito isso vamos
amarrar a questão que trata esse texto.
A grande maioria dos
homens que conheço não agridem suas companheiras.
Dos que agridem a
maioria só faz isso no calor da discussão, muitas vezes revidando a agressão
iniciada pelas mulheres, como geralmente o homem é mais forte que a mulher o
malefício que ele provoca nela é bem maior que o que ela provoca nele.
Você mulher pense
bem.
Quantas vezes já
sentiu vontade de bater em um homem?
Dar uns tapas ou
soco no seu namorado ou marido.
Eu não tenho dúvidas
que se a mulher fosse mais forte que o homem nós iríamos apanhar muiiiiito.
Da mesma forma
muitos homens em algum momento pensam em dar um tapa na mulher, mas isso não
chega nem perto de virar ação.
Mulheres sabem
ser incrivelmente irritantes, os caras que mais agridem são os que abusam do
álcool.
Resumindo:
O cidadão não tem
uma índole maravilhosa, esta embriagado, a mulher conhece seus pontos fracos e
o leva ao limite... a agressão acontece.
Não, não estou
dizendo que a mulher é culpada da agressão sofrida apenas estou mostrando como
a situação se desenvolve.
Não foi eu que
criei o mundo, não foi eu que fiz o homem ser mais forte que a mulher, se
acredita em Deus como criador de tudo reclame para ele.
Se acredita no
Acaso adapte-se a
situação.
Se você mulher já
sabe que a partir de certo ponto vai tirar o cara fora de si, é melhor não
ultrapassar esse ponto.
Se o cidadão tem pavio curto, te agride oralmente ou fisicamente por qualquer
coisa ... é melhor não deixar o relacionamento se aprofundar. O namoro é justamente pra isso, conhecer a pessoa que estamos pretendendo ter uma "união estável".
Nota: Se já se
aprofundou (casamento e filhos) precisa traçar planos para separação.
Já ouvi de mulheres (nessa situação de agressão) que o homem não era agressivo antes do casamento.
Humm ... isso até pode acontecer.
Entretanto é raro alguém conseguir esconder tão bem esse tipo de característica.
Os sinais estão evidentes, por vezes pai, mãe, amigos ... alertam, mas são ignorados.
Acreditar que um cara extremamente possessivo no namoro, vai deixar de ser depois do casamento ... aposta arriscada, eu não aconselho...
“Mulher perdoa marido
após ser agredida a
socos e pontapés.”
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Frank: O William tem razão, se você tem menos de 21 anos, ou 21 anos, ou mais de 21 anos, valorize mais a sua intuição e não o que as pessoas escrevem no Facebook.
William: Humm ... eu disse que se o indivíduo tem preguiça de pesquisar para formar uma opinião própria baseada em fatos e dedução lógica.
Pelo menos não aceite convictamente a opinião dos outros.
"Sugiro" que fique naquele grupo do "não sabe ou não quis responder"...
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