sexta-feira, 6 de novembro de 2026

Oitava Economia

 
 
 
William >>  Não entendo uma coisa nos mais a esquerda.
  Não tem nenhuma lei impedindo COOPERATIVAS COLETIVAS, como pregava o Pai Marx.
  Esquerdistas são tantos, muitos endinheirados.
  Como não visam lucro seus produtos e serviços seriam muito mais baratos, claro que todos nós pobres iríamos preferir.
  Porque não colocam em prática a teoria!?
  Além do mais, para os mais à esquerda, “patrões” não trabalham.
  Isso dispensa toda parte administrativa.
  Uma maior redução de custos, barateando ainda mais produtos e serviços prestados por cooperativas coletivas.
  As empresas “tradicionais” não teriam a mínima chance.
  Porque se limita a criticar empresas “tradicionais”?
  Se conseguem fazer melhor … FAÇAM!


Fred >> Pra defender o capitalismo você usa o método arcaico do capitalismo!
  Mas pra criticar esquerda você usa o método arcaico do socialismo???
  Decida-se!!!

William >> Qual o método moderno do socialismo?
  Lenin e depois Stalin eram "reis" com poderes absolutos.


Fred >> Políticos de direita culpam políticos e eleitores de esquerda!
  Políticos de esquerda culpam políticos e empresários e empreendedores de direita!
  Empresários culpam políticos de esquerda!
  Empreendedores culpam eleitores de esquerda!
  E ninguém assume à sua própria responsabilidade!

William >> Só represento a mim mesmo.
  Se tem alguma pergunta para William Robson faça.
  Não sou onipotente nem onisciente.

Fred >> Então não julgue a condição e capacidade dos outros com a métrica do seu umbigo!

William >>  Defendo a liberdade de expressão dos outros, porque não defenderia a minha?

Fred >>  Políticas públicas como as da Noruega (é o socialismo moderno) responde su pergunta!

William>> Índice de Liberdade Econômica 2025 (Grau de capitalismo na economia), publicado pela The Heritage Foundation.

Noruega: 9ª posição (78,3 pontos) — Principalmente livre   
Estados Unidos: 29ª posição (70,2 pontos) — Principalmente livre   
Paraguai: 60ª posição (65,2 pontos) —Moderadamente livre   
Brasil: 117ª posição (55,1 pontos) — Principalmente não livre.   


   Segundo dados do Fundo Monetário Internacional (FMI) e dos bancos centrais para 2025, a situação do endividamento público:

 Noruega dívida Bruta: 54% do PIB.
 Dívida Líquida: É negativa (o país é credor líquido global), pois possui Fundo Soberano que supera US$ 1,5 trilhão em ativos patrimoniais.

Brasil dívida Bruta: 87% do PIB segundo a métrica aplicada pelo FMI.
Dívida Líquida: 65% do PIB.

  Uma economia que funciona bem consegue dar melhores benefícios.
  Casa onde falta o pão é melhor seguir quem tem mais razão, combater a corrupção e buscar equilíbrio fiscal.

Fred >> Projeção da Forbes: Brasil 8° Economia do mundo!
  Mas se a gente fala que o país é desigual é mi-mi-mi!
  Se a gente fala em defender os direitos trabalhistas é mi-mi-mi!
  Se a gente pede o fim da escala 6x1 é mi-mi-mi!
  Se a gente diz queo capitalismo só deu certo pra meia dúzia de pessoas é mi-mi-mi!
   Enquanto que a galera desse  não suporta uma eleiçãozinha???

William >> Projeção é ... projeção 😉, a última vez que vi o Brasil estava na posição 10.
  Tamanho da economia (PIB) esta muito ligado a quantidade de habitantes e recursos naturais do território. (commodities)
  Outra coisa que faz diferença é o desenvolvimento tecnológico.

  Por ordem de tamanho da população:

1 - Índia,2- China, 3- Estados Unidos, 4 - Indonésia, 5 - Paquistão, 6 - Nigéria, 7 -Brasil, 8 - Bangladesh, 9 -Rússia e 10- México.

  O lugar "natural" do Brasil seria a posição 7 no tamanho da economia.
   Mas "pra mim" o que conta mesmo é a posição no IDH (índice de qualidade de vida).
   A Holanda por exemplo esta na posição 18 no PIB.
   Porém esta na posição 8 em qualidade de vida enquanto o brasil esta na 84.

   Na "projeção" esta que Itália e Rússia, que hoje aparecem à frente do Brasil, devem ser ultrapassadas.

  A Rússia está em guerra há 4 anos.
  Dispensa comentários.

  Sobre a Itália (europa) ...

   Os ideais mais à esquerda são sorrateiros, contaminam a população. 
   A Europa, mais especificamente a Zona do Euro, é um bom exemplo de uma região que não assimilou as lições do passado em relação ao intervencionismo estatal.
   Eu defendo que as medições de Liberdade Econômica na Zona do Euro precisam ser revistas urgentemente.   
   A região sofre com um peso excessivo de regulamentação, que se manifesta em uma dupla camada burocrática, a burocracia imposta por cada Estado-membro e as “megas burocracias” emanadas de Bruxelas (as instituições da União Europeia).
  Um modelo de Estado altamente interventor, conforme defendido pela esquerda, tem como consequência inevitável a ineficiência já amplamente conhecida no campo econômico.
  Não é de se espantar que a Europa está ficando atrás em tudo, está virando um “Brasil”.

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Resumo:

Inexistência de barreiras  para cooperativas coletivas: Não há nenhuma lei que impeça grupos de esquerda ou defensores de cooperativas de colocarem sua teoria em prática. Como muitos possuem recursos financeiros, poderiam criar cooperativas que oferecessem produtos e serviços muito mais baratos por não visarem lucro.

Dispensa de custos administrativos: Sob a premissa de que "patrões não trabalham", a gestão dessas cooperativas seria ainda mais simplificada, gerando uma redução drástica de custos que tornaria as empresas tradicionais incapazes de concorrer. A cobrança prática é: "Se conseguem fazer melhor, façam!"

Liberdade Econômica e o modelo nórdico: O sucesso da Noruega, frequentemente citada pela esquerda como exemplo de "socialismo moderno", baseia-se na realidade de uma economia altamente livre (9ª posição no ranking da Heritage Foundation), além de sólida responsabilidade fiscal e dívida líquida negativa sustentada por um fundo soberano multibilionário.

PIB absoluto versus População e Recursos: Estar entre as maiores economias do mundo (como a projeção da 8ª posição) decorre primariamente do tamanho da população e da abundância de recursos naturais (commodities) do Brasil, e não necessariamente de eficiência sistêmica.

IDH como métrica real de desenvolvimento: O que realmente importa para a qualidade de vida é o IDH, e não apenas o tamanho bruto do PIB. Países como a Holanda ilustram que uma economia menor em PIB total pode entregar uma qualidade de vida imensamente superior à brasileira.

Crítica ao intervencionismo estatal na Europa: A Zona do Euro sofre com uma dupla camada burocrática asfixiante — a nacional e a centralizada em Bruxelas —, o que gera ineficiência econômica estrutural e faz com que a Europa perca espaço competitivo globalmente.

Defesa da responsabilidade individual e liberdade de expressão: A argumentação reforça a posição de que cada indivíduo responde por si mesmo, sem generalizações coletivas, mantendo firme a defesa da liberdade de expressão e da razão na análise dos dados econômicos.



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