sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Possuídos

  “Como podem achar que Deus está morto, se lhes mostrei o Diabo.”

   “William estes loucos criam demônios que não existem e dão até nome; para ganhar dinheiro na expulsão.” [G+]
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  Humm...isso não é tão simples.

Resumindo bem toscamente eu já tive contato com pessoas possuídas, conheço o suficiente do cérebro humano para colocar em dúvida algumas teorias da psicologia.
  Não esqueçamos que Jesus expulsou demônios.
  Quem decretou que eles pararam de agir na Terra?
  Em qual fonte pesquisamos isso?
  Eu nunca me senti possuído, mas sem dúvida já me senti perseguido por acontecimentos negativos que desafiam todas as leis da probabilidade, uma estranha subversão da lógica.
  Se eu encontrasse algum padre ou pastor que retirasse essa energia negativa de mim eu seria muito grato, procurei, mas não encontrei.
  Hoje me seguro usando a lógica ao extremo, mas gostaria de ser mais protegido, “ter mais sorte”.
  Jesus disse algo interessante: “Se não é contra nós então é por nós.”
  É uma estrutura de pensamento frágil por ser linear, mas eu não tenho o trabalho dos pastores como um grande mal.
  Me limito a defender que as igrejas paguem impostos
  No geral acho que um RR, Malafaia, Valdemiro, Edir Macedo, fazem mais bem que mal…
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  Estava visitando parentes de minha esposa no Paraná [faz algum tempo] e ocorreu mais um daqueles acontecimentos surreais.
  Vou contar “como me lembro” sem entrar em muitos detalhes.     
  Chegamos no churrasco e observamos uma movimentação estranha na casa.
  Pessoas na área de lazer um tanto assustadas e uma grande concentração de pessoas dentro da casa.
  Meu cunhado estava sendo possuído por uma entidade!
  Achei muito estranho ele falar meu nome bem antes de eu estar em seu campo visual, eu cheguei meio de surpresa e não me lembro de ninguém ter informado a minha chegada.     
  Até porque quando eu o avistei ele estava deitado no chão, apoiando sua cabeça estava minha sogra.
  Ele balbuciava coisas sem sentido, mas ouvi claramente quando ele chamou meu nome antes de eu chegar ao aposento.
  Eu o olhei por um breve instante e saí dali fui para área de lazer, não sou de dar trela para entidades de qualquer tipo... nunca sei o que dizer.
  Em uma outra cena bizarra outro cunhado quebra o vidro da janela corta os pulsos e oferece sangue a entidade.

  “É sangue que você quer? Então tome o meu, deixe meu irmão em paz!”.                    

  Bem, uma evangélica começou a fazer uma espécie de exorcismo e a situação foi se acalmando, o cunhado ferido foi levado ao pronto socorro.
  Ou a situação melhorou devido ao sacrifício de sangue? ["Decifra-me ou te Devoro!"]

   O que havia sido possuído não havia ingerido bebida alcoólica e não notei nenhum sinal do uso de entorpecentes.
  Depois que passou o “surto” ele não se lembrava de nada, agia completamente dentro da normalidade.
  O que foi socorrido ao PS havia bebido algumas cervejas, mas nada que levasse ao tamanho ato de loucura observado.
 “Até onde sei” esse episódio não aconteceu do nada, os dois buscavam “proteção” em algum ritual que nunca me interessei em saber onde e como era.
  De qualquer forma, esse dia trágico serviu para eles se afastarem dessas atividades.
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  Como disse foi só mais um dia surreal de muitos que já presenciei na vida.
  Minha mente lógica observou tudo com muito cuidado e não vi razão “física” para a sequência de eventos.
  Como aquele cidadão sentiu minha presença antes disso ser possível?
  Lá na área de lazer eu repassei todas as possibilidades e nenhuma foi satisfatória.
  Fora ele falando meu nome eu não ouvi mais ninguém me anunciar.
  Como eu morava há 600 km dali nosso contato era mínimo, naquela viagem acho que foi a primeira vez que eu o vi, porque chamar meu nome!?
  Meu outro cunhado eu tinha mais contato por ele ter morado em Campinas, nunca observei nenhuma tendência suicida.
  Nunca o vi cair de beber ou ficar fora de si, tomava algumas cervejas, ficava mais alegre, calmo, relaxado.
  A ação esperada dele ao ver o irmão caído seria chamar uma ambulância, ou socorrê-lo com o carro...
  Cortar o braço e oferecer sangue a uma entidade...surreal ao quadrado.




  Não se esqueçam que a morte física de Jesus foi um sacrifício de sangue oferecido a entidade “Deus” para perdoar “pecados” ... surreal ao cubo.

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