sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Importar Pobreza

  “O que os governos latino-americanos desejam é um Capitalismo sem lucros, um Socialismo sem disciplina e investimento sem investidores estrangeiros.”
  [Roberto Campos]

  Só para complementar o pensamento de Campos lembremos que a maior parte dos latinos escolhem seus governantes pelo voto.

  O Governante eleito representa a vontade do povo...pelo menos em sua maioria.

  Se Dilma e Marina (eleições de 2014) estão à frente nas pesquisas, essa sem dúvida é a vontade do nosso povo.
  Argentinos, Venezuelanos, Bolivianos...optaram por suas políticas econômicas.

  Outro lembrete importante é que a vida não é exata.

  Não existe Socialismo “puro” ou Capitalismo puro.

  Com exceção de Cuba que pratica um Socialismo mais “característico” os demais países da América Latina dançam... um “samba do afrodescendente com déficit de atenção”.
  [Crioulo doido, politicamente correto ☻]

  Nesse contexto o pensamento de Roberto Campos beira a perfeição.
  Vamos meditar sobre isso?



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👩 “Nos Estados Unidos 46 milhões de americanos não tem direito, nem a um atendimento básico de saúde.”
  [Comentarista no G+]
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  Quem é responsável/ajuizado tem.
  Vejam a complementação do dado que nos dá um panorama melhor da realidade:

  “IMIGRANTES CORRESPONDEM A 43,8% de 46 milhões de pessoas que não possuem cobertura de provedores privados de saúde nos EUA, sendo 10,5 milhões (23%) residentes sem a documentação exigida para viver no país.”

  A questão torna-se ainda mais complexa quando a cidadania de um indivíduo ou de uma comunidade de imigrantes restringe e/ou impede o acesso e a utilização de serviços de saúde.
  É o caso de países como Estados Unidos da América (EUA), onde os debates acerca do acesso e da utilização dos serviços de saúde norte-americanos, pelos mais de 20 milhões de indivíduos estrangeiros residentes e que não possuem seguro saúde, assumem uma grande dimensão política, social e econômica.
  No país, os cuidados de saúde cobertos pelos seguros privados apresentam custos incompatíveis com os recursos financeiros desses indivíduos, que possuem rendimentos médios correspondentes a 25% da renda dos cidadãos norte-americanos (Mohanty e col., 2005).

  Entenda que boa parte dos que não tem cobertura são pessoas que vieram de outros países, muitos por meios ilegais.
  Americanos de fato, nascidos e criados no USA em sua maioria tem cobertura do plano de saúde.

  Obama com seu projeto populista quer favorecer ainda mais as pessoas que invadem o USA.

  Aqui no Brasil achamos normal mesmo quem não contribui com o SUS ter acesso a recursos igual a quem contribui.

  Exemplo:
  Um cigano que vive de biscates e não contribui com o SUS tem o mesmo direito a atendimento e recursos médicos que eu.
  Tenho uma conhecida cujo companheiro era ladrão, ficou anos preso.
  Lógico que ele não contribuía com o SUS, mas quando sua mulher engravidou teve o mesmo atendimento que qualquer outra mulher de trabalhador.
  Qualquer pessoa desocupada por qualquer motivo, tem o mesmo direito a recursos médicos que uma pessoa altamente produtiva.
  Chamamos isso de universalização da saúde”.
  
  Você ter orgulho da Cultura brasileira não significa que ela seja boa/eficiente/justa em tudo.

   A Cultura dos americanos é diferente e devemos respeitar isso.

  Os americanos NÃO entendem bem essa caridade do Governo usando o bolso dos contribuintes, eles acham POPULISMO, não foi com esse tipo de política que o USA chegou onde chegou.

  Claro que mesmo quem não contribui deve ter algum tipo de atendimento, mas tão bom quanto quem contribui?
  É um assunto complexo, para grandes pensadores.
  Torço para que os americanos cheguem a uma formula POSSÍVEL.

  No momento essa coisa de importar pobreza de outros países está sendo um péssimo negócio.

  O mexicano [só um exemplo fácil] ao invés de votar em bons governantes e optar por um capitalismo de boa qualidade quer migrar para os USA e se beneficiar do que os americanos construíram!

  Antigamente os imigrantes pobres tinham sua utilidade fazendo o serviço “pesado”, hoje as maquinas fazem as operações mais insalubres.
  Compensa mais os países desenvolvidos investirem em tecnologia.

  Maquinas de lavar roupa, comida pronta, ferros elétricos mais eficientes, escolas maternais, maridos que dividem o trabalho de casa com a esposa... facilitaram as tarefas domésticas.

  É raro você encontrar empregadas domésticas em famílias de classe média americana, hoje em dia NÃO COMPENSA.
  No Brasil já está ocorrendo isso, são muitos encargos.
  É melhor contratar uma faxineira 2 vezes por mês e cada membro da família dar sua contribuição para manter a casa em ordem.

  Na indústria é a mesma coisa, robôs fazem o trabalho mais pesado.

  No campo é mais interessante treinar um brasileiro para operar uma grande colheitadeira que permitir a entrada de 100 haitianos para fazer o trabalho manualmente.
  Além de não serem tão eficientes quanto a colheitadeira eles terão filhos, usarão toda nossa infraestrutura e benefícios sociais.

 Definitivamente atualmente, importar pobreza é um péssimo negócio.

  Devemos estimular que cada povo resolva seus problemas dentro de suas fronteiras.

    Não dá mais para aturar esses cidadãos que defendem o Socialismo e querem os benefícios do Capitalismo.

 To be continued...            

    



  Até boa parte do século passado, mais ou menos 1980, se o imigrante não foi convidado por algum programa de imigração do governo, tinha que se virar, se estabelecer por sua conta e risco.

  Hoje o povo invadido é praticamente obrigado a “acolher” o invasor.

  Providenciar moradia, emprego, atendimento médico, educação, segurança, ensinar o idioma ... aceitar sem restrições a religião/doutrina do imigrante mesmo que ela vá contra os valores da sociedade invadida.
  Comunistas que migram para países Capitalistas.
  Islâmicos que migram para países Cristãos.

  Veja esse caso e tire suas conclusões ...

 “Maternidades atendem cada vez mais gestantes refugiadas e imigrantes.”







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