segunda-feira, 31 de março de 2014

Raça Negra

    Para corrigir um vício de comportamento, o primeiro passo é reconhecer que tem o vício.

  A raça negra teve uma “virtude/qualidade” que foi essencial para sobrevivência de nós sapiens, mas que hoje é um “vicio de comportamento” que a coloca em desvantagem.

“Os vícios são o enlouquecimento das virtudes.”

  Gosto de usar filmes para ilustrar meus textos, assisti um que cabe como uma luva nessa meditação.
  O interessante é que ele não tem absolutamente nada a ver com algum questionamento racial.


  

  No bom filme “O Voo”, eu daria um Oscar para Denzel Washington.

  “Quando o motor de seu avião dá problema, um piloto consegue salvar a aeronave e seus passageiros, tornando-se um herói.
  Quando a Administração Federal de Aviação investiga e acha evidências de abuso de drogas, o problema é posto de lado para tentar preservar a imagem do capitão, que está tentando mudar o rumo de sua vida.”

   No final do drama Denzel (Capitão William "Whip" Whitaker) tinha tudo para se safar e continuar com sua vida de viciado...claro, até que algo como uma overdose acontecesse.
  Sua manobra no avião salvou tantas vidas que todos estavam dispostos a serem complacentes.
  Mas o próprio Denzel chegou à conclusão que aquele comportamento não deveria continuar.
  É tragicamente emocionante quando ele se declara alcoólatra.
  Era a coisa certa a fazer, era o que recolocaria sua vida no plumo, no bom caminho.
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  Se nós negros reconhecermos que somos mais violentos e “libidinosos” podemos recolocar nossa trajetória no bom caminho.

  Consideremos que que na raça negra naturalmente os níveis de testosterona sejam maiores.
  Essa raça fica geneticamente mais predisposta a violência e a pratica sexual.
  Isso explicaria a violência na África e o crescimento desordenado da população.

  Lá nos primórdios do surgimento dos sapiens essa testosterona a mais foi muito útil [qualidade/virtude], senão talvez nem estaríamos aqui.
[É o "Denzel "salvando nossa espécie]

  O Sapiens era o animal mais inteligente até então, mas o ambiente era muito hostil, sem o uso da força a inteligência não teria meios para sobreviver.

  O apetite sexual fazia o sapiens procriar mais e sua violência o protegia dos perigos naturais.

  Provavelmente havia outras espécies de hominídeos [encontramos ossadas] que aparentemente foram dizimadas ou absorvidas pelos sapiens.
  O cruzamento de um homem sapiens com uma mulher neandertal não pode ser descartado inclusive com o uso da força.

  Os sapiens, mais inteligentes e violentos, matavam os homens neandertais, abusavam sexualmente de suas mulheres.
  Claro que o sexo podia ser consentido, sexo inter-racial é comum em todos os mamíferos.
  Tem homem que transa com cabrita, mulher que transa com cachorro ... sapiens e neandertais não eram fisicamente muito diferenciados.

  Vamos ser mais “científicos”.
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  Nosso corpo produz vários hormônios, cerca de 50...conhecidos.

  É possível que uma raça produza mais um tipo de hormônio que outras?

  Sim é possível.

  Isso afeta o comportamento?

  Sim afeta.

  Para um uso mais adequado da inteligência é preciso paciência para observar as coisas.

  Você parou no sinal vermelho, outro carro bateu no seu para-choque.
  É algo super irritante, você sai do carro vê o tamanho do dano que não é muito, pensa em todo trabalho que vai dar para recuperar o prejuízo, pondera que não compensa então deixa para lá... esse é um tipo de atitude.

  Outro tipo de atitude; você sai transtornado do carro, xinga o outro motorista que xinga você também, acaba dando um soco nele e agora perdeu toda a razão, mas fod#-se.
  
  A segunda atitude pode lhe trazer muito mais prejuízo que a primeira, mortes no trânsito já ocorreram por conta dessas discussões.

  Durante o B.O. na delegacia, com a cabeça mais fria, você desejaria voltar no tempo e ter seguido adiante com sua vida.
  Por causa de um arranhão no para-choque está perdendo um dia inteiro e vai saber quantos outros dias perderá.

  Antes de se achar “burro” talvez não seja totalmente culpa sua, seu corpo pode produzir muita testosterona que o deixa mais “pavio curto”.

  Como amenizar esse problema?

  Bem, se você reconhece que é “explosivo”, o melhor método é ainda aquele antigo de respirar fundo e contar até dez.
  Se você está atrasado para um compromisso brigar no meio da rua não é uma solução eficiente... não dá nem pra dizer que é solução, geralmente é mais problema.

  [Para esse texto ser entendido por mais pessoas vou reduzi-lo apenas a testosterona e a raça negra (para amarrar no texto anterior), mas claro que estou simplificando para torna-lo menos complexo, o importante é a essência do pensamento, se capta-la poderá seguir por conta própria.]

  


  A vida não é exata.

  Um anglo saxão pode ter muita testosterona e um africano baixa quantidade desse hormônio.

  A raça caucasiana é mais suscetível ao câncer de pele, isso não quer dizer que todo caucasiano terá câncer de pele.

  Se você tem pavio curto, podemos dizer que sua paciência/tolerância é curta.

  Acredito que todos concordamos que para concluir os estudos precisa de paciência/disciplina.

  Na escola é preciso estudar várias matérias, não dá para aprender apenas a que você gosta.
  Mesmo que matemática ou história não te agrade tem que ter paciência para assimilar pelo menos o básico.

  Você gosta de construir prédios, quer ser engenheiro civil, mas tem aquela parte chata dos cálculos matemáticos.
  Se não tem paciência para a indispensável parte chata pode parar no meio do curso de engenharia ou nem começar.

  Construir carreira em alguma empresa pode levar tempo, se você é ansioso, não tem paciência, pode sair antes de criar raízes e alcançar cargo de chefia.

  Acredito que os mais espertos já entenderam onde essa meditação nos leva.

  Existe uma “falha” [Foi uma vantagem por milênios] de comportamento na raça negra que possivelmente é genética e leva muitos de seus indivíduos a não se adaptarem eficientemente na forma como a humanidade se organizou.

  Qual a solução para isso?

  Reconhecer essa falha de comportamento e usar a inteligência/bom senso para superar esse problema.

  Conte até dez antes de fazer algo que irá se arrepender, persista em algum sonho, quanto sentir aquela enorme vontade de desistir medite se realmente é o melhor a fazer.
  Desistir muitas vezes é a melhor solução, quando é fruto de meditação, não de atitude explosiva.

  Ter um forte desejo sexual é ótimo, sexo é gostoso, mas criar filhos é trabalhoso, tenha camisinha sempre à mão, USE! 

  Os exemplos são inúmeros.

  Você senti muita vontade de brigar?
  Treine boxe ou MMA, se você for bom de briga pode até ganhar muito dinheiro.

  Gosta de aventura, adrenalina, se aliste nas forças armadas, seja policial, use sua predisposição [característica genética] a serviço da defesa da lei/ordem/justiça.

  Separei duas histórias de vida interessante:

 Veja - No livro, a senhora revela uma infância muito pobre e um histórico de violência doméstica. Como essas experiências ecoam hoje?

LUIZA BRUNET - Acho que sou uma mulher pouco doce, com atitudes masculinizadas.  
  Estou tentando ficar mais flexível. Nós éramos seis irmãos e morávamos em uma casa de pau-a-pique, escondida entre cafezais, onde hoje é Mato Grosso do Sul.
  Nossa casa não tinha banheiro, só o que chamamos de casinha, sem sanitário.
  Fome eu não passei, porque tínhamos roça de milho, de feijão e dava para caçar. Nosso café da manhã era ovo cru, batido com açúcar e farinha, servido num prato que parecia um penico.
  Como eram muitas crianças juntas, nós não sentíamos a pobreza em suas facetas mais sofridas, era tudo meio brincadeira.
  A parte ruim era o alcoolismo do meu pai. Quando estava sóbrio, era muito afetuoso, mas, quando bebia, ficava violento. Por anos, ele agrediu minha mãe.
  Na primeira vez que tentou matá-la, eu tinha 10 anos. Eles brigaram e, com um facão, ele correu atrás dela. Minha mãe se escondeu na plantação de mandioca e passou dois dias lá.
  Eu me lembro do colchão deles, feito de folha de bananeira, com o buraco, aberto com o facão.


  MUSSUM teve origem humilde, nasceu no Morro da Cachoeirinha, no Lins de Vasconcelos, zona norte do Rio de Janeiro. Estudou durante nove anos num colégio interno, onde obteve o diploma de ajustador mecânico.
  Serviu na Força Aérea Brasileira durante oito anos, ao mesmo tempo em que aproveitava para participar na Caravana Cultural de Música Brasileira de Carlos Machado. 
  Foi músico e sambista, com amigos fundou o grupo Os Sete Modernos, posteriormente chamado Os Originais do Samba. O grupo teve vários sucessos, as coreografias e roupas coloridas os fizeram muito populares na TV, nos anos 1970, e se apresentaram em diversos países.
Antes, nos anos 1960, é convidado a participar de um show de televisão, como humorista. De início recusa o convite, justificando-se com a afirmação de que pintar a cara, como é costume dos atores, não era coisa de homem. Finalmente estreia no programa humorístico Bairro Feliz (TV Globo, 1965). Consta que foi nos bastidores deste show que Grande Otelo lhe deu o apelido de Mussum, que origina-se de um peixe teleósteo sul-americano (escorregadio e liso, já que conseguia facilmente sair de situações estranhas). 

  São duas pessoas que nasceram pobres e alcançaram o sucesso.
  Até onde sabemos a infância do negro Mussum foi mais tranquila que da “branca” Luiza.
 [Ela está mais para “cabocla”, mas para nossa sociedade é considerada branca.]

  Observem que no Brasil (e no mundo) o mais importante para uma infância digna é a estrutura familiar que você nasce, não importa a raça.

  Não consegui achar registro dos pais de Mussum, mas parece que seus pais embora pobres eram mais “ajuizados”, Mussum nasceu em 1941, não foi proibido por nenhum governo de estudar ou trabalhar.

  Os filhos do Pelé já nasceram ricos, bom para eles.

  Se Luiza não fosse bonita e desinibida teria alcançado o sucesso?
  Provavelmente não, mas não por conta de um “racismo”.

  A beleza de Luiza lhe abriu muitas portas, mas com certeza atraiu muito assédio indesejado.
  Ela soube lidar com isso (se adaptou bem as suas características) e tem uma vida boa ... não perfeita ... isso ninguém tem.

  Todos nós temos vícios e virtudes.
  Não escolhemos família, país ou características genéticas que nascemos.
  Entretanto podemos optar pelo mérito ou pela vitimização.
  Eu defendo que o mérito é mais eficiente, mas...

 “Não posso ensinar nada a ninguém, só posso fazê-lo pensar.”
[Sócrates]




 
 Senhoras e senhores...

  "Se você tomar a pílula azul a história acaba e você acordará na sua cama, acreditando no que quiser acreditar.”

  "Sei que você está aí.
   Eu sinto você agora.
   Sei que está com medo.
   Está com medo das mudanças.
   Eu não conheço o futuro.
   Eu não vim aqui te dizer como isso vai acabar.
   Eu vim aqui te dizer como está começando.”
[Matrix]


 A fartura de conhecimento trazido pela Internet é uma realidade.
 Me conectei e mostro as pessoas o que elas não viam.
 Tento mostrar um mundo mais eficiente, mais lógico.
 Um mundo de novas possibilidades
 Para onde vamos ... é uma escolha que deixo pra você.
[William Robson]



  Essa foi a sequência mais longa que já escrevi, são 8 textos, começou em Inteligência vs Condicionamento”.
 
  Termina hoje coincidindo com o final das minha férias.
  Estarei menos presente.
  Fico grato pela companhia de todos e pelos excelentes debates.
  Sem dúvida nenhuma foi uma viagem FASCINANTE.





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