Estereótipo é a imagem pré-concebida de determinada pessoa, grupo ou situação.
É usado principalmente para apontar defeitos, qualidades ou hábitos de pessoas ou grupo de pessoas na sociedade.
Pode criar falsa expectativa ou discriminação
Japoneses se destacaram bastante em termos de nação após a Segunda Guerra.
Mesmo levando a pior (sofreram até dois ataques nucleares) voltaram a estar entre as nações mais ricas e prósperas em pouco tempo.
Por terem uma cultura que valoriza a educação familiar e escolarização , mesmo fora da sua terra natal os filhos se destacam por essas características.
Aqui no Brasil é comum encontrarmos "asiáticos" (não necessariamente japoneses) bem colocados nos mais diferentes concursos públicos ou vestibulares.
Esse é o estereótipo que temos deles.
Evidente que não é possível que todo japonês seja inteligentíssimo, deve ter alguns "pouco inteligentes"😏.
Um avião explodiu a primeira coisa que pensamos é que foi atentado, a segunda é procurar algum nome árabe ou alguém que tenha possível ligação ou parentesco com islâmicos.
É uma “expectativa negativa.”
Nessas horas sempre lembre.
Não temos como evitar estereótipos em nossa mente, o estereótipo é um atalho que o cérebro faz para ser mais eficiente, é aquela analise automática à primeira vista.
Mas como todos sabem ou deveriam saber:
A primeira impressão ou expectativa é inevitável, o importante é não nos limitarmos a superficialidade.
ESTEREÓTIPOS NÃO SURGEM DO NADA.
O chiste que torcedor do São Paulo é gay pegou, mas não tem nenhuma pesquisa comprovando que há mais homossexuais entre os são paulinos que em outras torcidas.
O mesmo podemos dizer em relação a corintianos serem assaltantes.
“Alemão é comedor de salsicha”, realmente salsicha é um alimento importante na culinária alemã assim como macarrão é uma marca registrada dos italianos.
Russos são bêbados?
O consumo de vodca nessa nação é altíssimo, é uma bebida com alto teor alcoólico.
É o que as estatísticas dizem, mas para “tentarmos” entender porque temos que meditar.
Há um consenso geral que é puro preconceito contra a mulher negra ...pode ser.
A observação lógica "me" diz que negros são mais violentos.
É martelado em nossa mente que tudo é fruto da discriminação, mas quando pesquisamos vemos que os crimes realmente são cometidos.
O réu negro realmente roubou o bar, comercializou droga ou agrediu alguém.
O cidadão por não ter uma defesa eficiente pode pegar pena maior do que alguém que tem boa defesa pegaria, mas isso está mais ligado a situação econômica que a cor da pele.
Um branco pobre fica sujeito às mesmas consequências.
Na África a maioria da população é negra então naquele ambiente podemos tirar a discriminação/racismo da equação, a violência deveria ser drasticamente diminuída, qualquer um que lê notícias sobre a África sabe que não é o que ocorre.
A África é o segundo maior e mais populoso continente do mundo.
É também o continente com maior número de conflitos duradouros em todo o planeta, de acordo com a ONU.
De um total de 54 países que compõem a África, 24 encontram-se atualmente em guerra civil ou em conflitos armados, de acordo com um levantamento do site Wars in the World.
(UOL)
Quem não conhece historia diz que toda essa violência é fruto da "catastrófica" colonização europeia.
Porem o processo de "colonização" começou lá por 1700.
Até parece que antes a África era um imenso Jardim do Éden ... acredita quem quer.
Se negros tem essa "natureza tão pacifica" que diabolicamente foi perturbada pelos monstros europeus, passada essa fase mais aguda da interferência estrangeira deveriam retornar com certa velocidade a seu comportamento natural de harmonia.
Essa lógica entra em sua mente?
Interessante:
53% dos detentos tem ensino fundamental incompleto.
11% dos detentos tem ensino médio incompleto.
6% dos detentos são analfabetos. Não sabem ler ou escrever.
Somente 1% dos criminosos presos tem nível superior completo.
Aqui já podemos concluir que a falta de estudo torna a pessoa mais vulnerável para a vida de crime.
Outro dado importante é a idade dos criminosos.
Quanto mais jovem a pessoa for, mais chances ela tem em entrar para a vida de crime.
31% dos criminosos tem entre 18 a 24 anos de idade
25% dos criminosos tem entre 25 a 29 anos de idade
19% dos criminosos tem entre 30 a 34 anos de idade
Somente 1% dos criminosos tem idade superior a 61 anos.
Descobri que não se trata de estereótipo em relação a etnia como alegou Marcelo Freixo.
Realmente as pessoas de etnias de pele mais escura são as que cometem mais crimes.
67% dos bandidos são negros
31% dos bandidos são brancos
Somente 1% dos bandidos são amarelos
Os crimes mais cometidos no Brasil são:
27% Tráfico de drogas
21% Roubo
14% Homicídio
A violência doméstica representa somente 1% dos crimes
Após analisarmos os dados estatísticos podemos observar que não se trata de nenhum preconceito ou estigma. Realmente a maior parte dos criminosos no Brasil são negros, pobres e sem muito estudo, como confirma os dados do Infopen.
Como em um país onde o ensino é gratuito há tantas pessoas que não estudam?
Por que justamente os jovens que deveriam estar nas escolas estudando são a maior parte dos criminosos?
Qual o motivo das famílias negras não incentivarem seus filhos/as a estudarem e permitirem que se tornem a maioria dos bandidos no Brasil?
O que atrai tanto os jovens para o tráfico de drogas, roubos e homicídios?
As respostas a estas perguntas são longas e complexas e as deixo com você, para que reflita a respeito.
Sandra Maria Duarte é Professora, geógrafa e psicanalista e vive na Índia
Se você chega a mesma conclusão que eu que negros são mais violentos (emocionalmente instáveis) e a mulher negra geralmente casa com um homem negro ... é natural que os conflitos sejam mais intensos.
São dois "pavios curtos" ,o homem por ser mais forte acaba sendo o agressor principal.
Exatamente o que ocorreu na minha família embora minha mãe fosse "morena" descendente de espanhóis, não chegava a ser negra, também não dava para dizer "olha como ela é branca".
Minha mãe era mais "instável emocionalmente" que meu pai, no confronto claro que ela levava a pior.
1. A Natureza e a Função dos Estereótipos: O estereótipo é definido como uma imagem pré-concebida usada para apontar hábitos, qualidades ou defeitos. Argumenta-se que ele funciona como um atalho mental inevitável do cérebro para gerar maior eficiência e análises automáticas à primeira vista, embora não se deva limitar a essa superficialidade.
2. A Origem Concreta dos Estereótipos: Defende-se a premissa de que os estereótipos não surgem do nada. Eles são gerados a partir de observações repetidas, casos concretos generalizados pela cultura popular, propagandas ou piadas que se consolidam no imaginário coletivo.
3. Análise Socioeconômica e o Sistema de Defesa: O texto argumenta que a disparidade nas penas e nas consequências criminais sofridas por réus vulneráveis está diretamente atrelada à situação econômica e à capacidade de acessar uma defesa jurídica eficiente, afetando de igual modo cidadãos brancos ou negros que estejam em situação de pobreza.
4. Questionamento sobre a Colonização e o Histórico da África: Opõe-se à tese de que os conflitos duradouros e as guerras civis no continente africano sejam frutos exclusivos da colonização europeia. Argumenta-se que, se a natureza local fosse essencialmente pacífica, haveria um retorno mais célere à harmonia após o fim da interferência estrangeira direta.
5. A Relação entre Escolaridade, Idade e Criminalidade: Utilizando dados demográficos e estatísticos, aponta-se que a falta de estudo (baixa escolaridade) e o fator geracional (jovens nas faixas de 18 a 29 anos) são os principais vetores que tornam os indivíduos mais vulneráveis ou propensos a ingressar no ambiente do crime.
6. Estatísticas de Etnia e o Papel da Estrutura Familiar: Com base nos dados do Infopen, o texto sustenta que a predominância de negros nas estatísticas criminais não decorre meramente de preconceito ou estigma social, levantando um questionamento sobre a responsabilidade do núcleo familiar no incentivo aos estudos e na retenção dos jovens na escola.
7. Instabilidade Emocional e a Violência Doméstica: Conclui-se que a maior incidência de violência doméstica contra mulheres negras decorre do fato de que, estatisticamente, os conflitos tendem a ser mais intensos quando há o encontro de indivíduos com maior instabilidade emocional ("pavios curtos"), resultando em agressões físicas devido à diferença de força biológica.
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