quarta-feira, 1 de abril de 2026

GRI contra o Mundo

 



William: Tenho visto vídeos debochados dizendo que os soldados americanos tem medo de lutar.
  Eu aposto que a maioria está ansiosa para o combate.
  É ruim treinar pra caramba e não ter a oportunidade de colocar em pratica tudo que aprendeu.
  Em um confronto terrestre, evidente que baixas irão
acontecer, mas é igual quem entra para policia, é um risco da profissão que o cidadão aceitou correr.
  Claro que o soldado esta mais preparado para matar que para morrer, isso é normal.
  Espero que o confronto terrestre não aconteça, mas se acontecer SUCESSO PARA OS AMERICANOS!

Samir: Ninguém fica ansioso em participar de uma guerra onde se pode perder a vida. 
  A prova disso está nas manifestações que o povo americano tem feito contra o Trump em vários estados americanos, portanto pare de romantizar a guerra. 
  Ninguém em juízo perfeito fica "ansioso" em participar de guerras onde vidas são ceifadas. 
  Seu sem noção!!!

William: Ansioso esta no sentido de que se é para acontecer, que aconteça logo, a espera em si já é um sofrimento.
  Em nações democráticas as pessoas podem protestar... então pare de romantizar que os Aiatolás são bons governantes.

  “O número de mortos na repressão aos protestos nacionais no Irã no mês passado chegou a pelo menos 7.005 pessoas, e teme-se que muitas outras ainda estejam mortas"


Samir: "Para que aconteça logo"!!???
 Isso não é ansiedade é sandice.

William:  Ansiedade é um estado emocional caracterizado por preocupação intensa, medo ou apreensão diante de situações reais ou imaginadas, geralmente acompanhado de sintomas físicos como tensão, agitação e dificuldade de concentração.
 *Copilot*



Manoel: O Irã pode responder a ataques à sua
 infraestrutura energética cortando cabos 
de fibra óptica submarinos no Estreito de 
Ormuz e Mar Vermelho.
   Sem disparar um tiro, poderia paralisar 
bancos, mercados, nuvem e IA global, com 
reparos demorados em zona de conflito. 
   Uma estratégia silenciosa e assimétrica 
para tornar-se “difícil de neutralizar”.
   Defesa ou ameaça global?

William: Se o MUNDO sabe disso se unam aos 
Americanos, ou sofram as consequências.
   Pelo menos umas 100 nações conseguem 
cortar cabos submarinos.
   O Governo do Irã quer ser respeitado por dar 
uma de louco!?
   Lugar de louco é no hospício isolado do resto
 do Mundo.


   Criaram uma narrativa onde o mais forte tem que ceder só por ser mais forte!?
  A Venezuela ceder por ser mais fraca eu entendo.
  Os Estados Unidos ter que se curvar ao "Irã" só porque o Irã é mais fraco, isso não tem lógica.
  Se a GRI (Guarda Revolucionaria Iraniana) quer retalhar no Mundo, o Mundo que se defenda.
  Os países afetados não precisam ajudar os americanos, se ajudem.





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 Resumo:


1.  A Mentalidade do Combatente Preparado: Você defende que o treinamento militar gera uma prontidão para o combate. Argumenta que soldados profissionais, embora prefiram a paz, aceitam o risco da profissão e possuem uma inclinação natural para aplicar na prática as habilidades exaustivamente treinadas, contrapondo a visão de que haveria um "medo paralisante".

 

2.  O Significado de "Ansiedade" no Front: Você esclarece que a ansiedade mencionada não é um desejo mórbido pela guerra, mas sim a urgência em resolver uma situação de tensão extrema. Para o soldado, a espera e a incerteza do conflito são formas de sofrimento maiores do que o confronto direto em si.

 

3.  Crítica à "Romantização" de Regimes Autoritários: Você rebate a crítica sobre "romantizar a guerra" apontando a hipocrisia de se ignorar a natureza do governo iraniano. Destaca que, enquanto em democracias protestar é um direito, no Irã a repressão estatal é letal (citando as milhares de mortes em protestos locais), o que invalida a imagem dos Aiatolás como "bons governantes".

 

4.  Rejeição à Chantagem da Guerra Assimétrica: Diante do argumento de que o Irã poderia paralisar a economia global cortando cabos submarinos, você argumenta que o mundo não deve se curvar a uma "estratégia de loucura". Para você, ameaçar a infraestrutura global não é uma defesa legítima, mas um comportamento que justifica o isolamento do regime.

 

5.  Responsabilidade Coletiva das Nações: Você propõe que, se o Irã ameaça interesses globais (bancos, nuvem, IA), a responsabilidade de contê-lo não deve ser apenas dos EUA. As nações afetadas devem se unir ou aceitar as consequências, deixando de ser espectadoras passivas que esperam que o "mais forte" resolva tudo sozinho.

 

6.  Inversão da Lógica de Poder: Você questiona a narrativa contemporânea de que o lado mais forte (EUA) deve sempre ceder ou se curvar apenas por possuir maior poderio. Para você, não há lógica em exigir que uma superpotência se submeta a ameaças de uma nação tecnicamente mais fraca, especialmente quando esta última utiliza táticas de terrorismo econômico.

 

7.  Autodefesa Global Contra a GRI: Seu argumento final foca na Guarda Revolucionária Iraniana (GRI). Você sustenta que, se a GRI decidir retaliar contra o mundo, as outras nações devem agir por instinto de sobrevivência e autodefesa, em vez de apenas criticar a postura americana, pois o dano seria universal.


  

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sábado, 28 de março de 2026

Libertinagem Sexual



Link



Renata: Defendo que a libertinagem sexual e o aborto beneficiam apenas os homens, livrando-os de compromissos e gastos.
  Enquanto eles buscam comodidade sem o "estorvo" de um filho, nós, mulheres, arcamos com traumas físicos e psicológicos.
  Vejo o progressismo como uma armadilha que nos torna inimigas de nós mesmas, facilitando o descompromisso masculino e nos deixando usadas, sozinhas e infelizes.

William: Sempre o coitadismo feminino.😉
  Podemos olhar de uma maneira diferente.
  A mulher esta com a faca e o queijo na mão.

  A mulher transa por que quer sentir prazer, não é nenhum favor que ela faz só para agradar o homem.
  A "libertinagem sexual" também a favorece e como tudo na vida tem seu lado "solução" e seu lado "problema". 
  Vamos a algumas constatações lógicas/óbvias.

a) A biologia na questão da perpetuação da espécie grita nos homens do mesmo jeito que grita nas mulheres, principalmente na fase reprodutiva que inicia por volta dos 12 anos (primeira menstrução) e vai até os 35 (quando os óvulos vão perdendo o prazo de validade).
  A narrativa que o homem se aproveita da mulher como se ela não gostasse ou precisasse sexo não resiste ao conhecimento cientifico básico.
 
b) Se a mulher diz que só transa com camisinha o homem faz o que ela esta exigindo para não perder a transa, ela esta no comando.

c) No caso da gravidez, aborto é o ultimo recurso, antes tem a pílula do dia seguinte e vários outros métodos que a mulher pode usar, o que ela se adaptar melhor.
  A decisão de abortar ou não é dela, mesmo que o homem queira a criança (já vi isso) a decisão final é da mulher.
  Se o homem quiser o aborto e ela não, ela vai ter o filho e com o teste de DNA o homem pode ir preso se não pagar pensão.


  Observem que a mulher tem a faca e o queijo na mão, tem controle sobre as decisões essenciais.
  Ao homem resta tomar muito cuidado com quem se relaciona.
  Eu sempre fiz questão de usar camisinha, mesmo quando a moça dizia que não precisava me preocupar.

Renata: É que me parece bem pesada recair em nossos ombros a decisão de abortar, de dizer que vida vale a pena ser vivida ou não.
 Lembra-me eugenia, no caso.
 Por essa mesma lógica, deveríamos também exterminar doentes terminais, pessoas em situação de rua, pessoas sem ter o que comer, etc?
  Porque quando decidimos que vida merece ou não ser vivida, abrimos um precedente bem perigoso.

William: Uma forma de tornar um dialogo ineficiente é "jogar fezes no ventilador"😉
  Explico:
  Estamos falando de aborto, você traz situações bem diferentes e quer colocar na mesma dedução lógica!?

  Defendo que a decisão cabe única e exclusivamente a mãe, e esta tem que se decidir até o terceiro mês.
  Não foi a "sociedade patriarcal" que decidiu colocar o útero dentro da fêmea, se é religiosa reclame com Deus, se é ateia aceite o acaso.

  Se quer falar sobre outras situações, tenho posicionamentos.
  O que não dá é aplicar a mesma linha de raciocínio para situações tão diferentes quanto o inicio da vida e o fim da vida.
  E como se não bastasse você fala de situações durante a vida (pessoas em situação de rua), aí não dá né!


  Sobre Eutanásia - Link


 

 

 Resumo:


1.  Autonomia e Prazer Feminino: Você refuta a ideia de que a mulher é uma vítima passiva na relação sexual, argumentando que ela busca o próprio prazer e que a "libertinagem sexual" também a favorece, não sendo um "favor" prestado ao homem.

 

2.  Igualdade Biológica do Desejo: O argumento destaca que o impulso biológico para a reprodução e o sexo é compartilhado por ambos os sexos. A narrativa de que o homem apenas se "aproveita" da mulher é classificada como cientificamente insustentável.

 

3.  Poder de Barganha e Controle: Você defende que a mulher detém o controle das condições do ato (como o uso de preservativos), afirmando que o homem tende a se adequar às exigências femininas para que a relação ocorra.

 

4. Responsabilidade e Métodos Preventivos: O texto enfatiza que o aborto é o último recurso, existindo uma vasta gama de métodos contraceptivos e preventivos (como a pílula do dia seguinte) que estão sob a gestão e escolha da mulher.

 

5. A Decisão Final é da Mulher: Independentemente da vontade do parceiro, a palavra final sobre levar adiante uma gravidez ou interrompê-la cabe à mulher. Se ela optar por ter o filho, o homem é legalmente obrigado a prover sustento sob pena de prisão.

 

6.  Crítica ao "Coitadismo" e Foco na Realidade Prática: Você questiona a visão de vulnerabilidade total da mulher, sugerindo que ela possui "a faca e o queijo na mão" em termos de decisões essenciais sobre o próprio corpo e o futuro reprodutivo.

 

7.  Isolamento Lógico do Debate: Ao responder às analogias sobre eugenia e moradores de rua, você defende que o aborto deve ser discutido como uma questão específica do início da vida e da autonomia materna, rejeitando a mistura de cenários distintos que tornam o diálogo ineficiente.


  



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quarta-feira, 25 de março de 2026

Culpar a Mãe!?




William: "Se" o homem ser mais violento que a mulher é uma "construção social ... eu e a maioria dos garotos passamos mais tempo com nossas mães, somos uma construção social das mulheres?


Fabiana: “É chato ter sempre que culpar principalmente as mães, mas acho que nós mulheres não sabemos como educar vocês.”


 William: O “chato” é que você não entendeu.
  NÃO nascemos folha em branco.
  Não tem fórmula mágica para educar os filhos porque cada um tem uma personalidade única.
  Em linhas gerais passamos para as crianças o que nós achamos certo.
  O que a criança vai fazer com tudo que capta do ambiente que vive é uma coisa só dela.
  Somos em 5 irmãos, criados em ambiente muito semelhante e sou bem diferente do meu irmão por exemplo.
  Basta dizer que ele é Lula e eu … vou pragmaticamente preferir o Flávio (Queria Romeu Zema).
  Minhas irmãs são muito religiosas, eu não participo de religião faz mais de dez anos.

  Se a educação dada pela minha mãe (pai praticamente não tivemos) fosse o fiel da balança nós seríamos mais parecidos.
  É justamente o que o pensamento de direita prega.
  O principal responsável pela própria vida é o indivíduo.
  Para a esquerda o principal são “os outros”.

Nota: Por favor, EVIDENTE que as duas variáveis são importantes.
  Mas minha qualidade de vida depende mais do que eu William faço, do que ficar “culpando” pai, mãe, governo … capitalismo, socialismo…
  Meu pai bebia muito, mas à minha volta a maioria dos pais NÃO eram alcoólatras.
  Coube a mim, William Robson, verificar se era melhor seguir o modelo do meu pai ou se os vizinhos apresentavam melhores perspectivas.
   Eu beber e culpar minha mãe … fala sério!!

  
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terça-feira, 24 de março de 2026

Agência Nacional de Mineração


Fátima [Ecologista Radical]: Criar uma estatal (para terras raras) "criaria" várias indústrias para o uso desses minerais.

William: Vixe, você não tem a menor noção do que esta escrevendo né?
  Se você não tem a mínima noção de um assunto porque não pesquisa o básico antes!?
  Desafia qualquer lógica, a  vontade de rir é grande, mas a de chorar é maior...😢

  Agência Nacional de Mineração (ANM) é a responsável por regular, fiscalizar e outorgar direitos minerários em TODO o território brasileiro.
  Ou seja, já temos essa autarquia Estatal.

  Você quer o retrocesso de privatizar a Vale ou criar uma estatal do mesmo porte?

  Entenda o básico, as "Terras Raras" raramente são raras.
  Alguns minérios realmente tem pouco no planeta, mas a maioria deles existem em quantidade satisfatória em vários lugares.
  O problema é que estão diluídos junto com outros minérios


  Dois exemplos comuns de elementos classificados como "terras raras" são o Neodímio e o Lantânio.    

  Embora existam 17 elementos nesse grupo, esses dois são amplamente conhecidos por suas aplicações em ímãs de alta potência (neodímio) e lentes de câmeras ou baterias (lantânio).

  A extração desses elementos é um processo complexo e dividido em várias etapas, pois eles nunca são encontrados puros na natureza, mas sim misturados a outros minerais como a monazita e a bastnasita.
   Como é feita a extração e o processamento:

   1. Lavra (Mineração): O minério bruto é extraído da jazida, geralmente por meio de mineração a céu aberto. 

  Como as terras raras ocorrem em baixas concentrações, é necessário remover e processar grandes volumes de terra para obter uma pequena quantidade de material útil.


   2. Concentração Física: O material extraído é triturado e moído. 

  Em seguida, passa por processos como a flotação (onde produtos químicos ajudam a separar os minerais de interesse da "ganga", que é o material sem valor) ou separação magnética e gravimétrica.


   3. Separação Química (Refino): Esta é a fase mais difícil e cara.

   Como os elementos de terras raras são quimicamente muito parecidos entre si, utiliza-se a extração por solvente ou troca iônica para separá-los individualmente em óxidos de alta pureza.


   4. Metalurgia: Por fim, os óxidos são transformados em metais puros através de processos como a eletrólise de sais fundidos ou redução térmica.

   O grande desafio dessa indústria, além da tecnologia avançada necessária, é o impacto ambiental, já que o processamento gera resíduos químicos e, em alguns casos (como na monazita), pode envolver elementos radioativos como o tório.  


 *Gemini*

  


   A China domina esse mercado porque ONGs ambientais não apitam nada por lá.
   Qualquer país do "Ocidente" que "criar" uma indústria de "terras raras" deve rasgar toda sua legislação sobre proteção ambiental.
  O estrago é grande e não tem como ser de outro jeito.
  Não da para fazer omelete sem quebrar ovos.

  A humanidade precisa tanto do "produto final" das terras raras que o país que "flexibilizar" muito sua legislação ambiental pode ganhar muito dinheiro.
  Claro, primeiro o país tem que ter esse tipo de minério em seu território.

  Meu ponto é que uma ambientalista radical como é o caso da Fatima, visivelmente esta opinando sobre algo que não tem conhecimentos básicos.

  Extrair os minérios é o menor dos problemas.
  Torna-los próprios para utilização é que são elas.

  O Brasil pode se destacar nessa area?
  Com nossa legislação ambiental é dificil.
  Quanto estamos dispostos a flexibilizar?






  

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segunda-feira, 23 de março de 2026

Cromossomos e DNA

 

 William: Quando teorizo que homossexualidade é uma anomalia genética muitos ficam revoltados comigo, mas não há motivo.
  Comparem com essa outra anomalia.
                                            

  SÍNDROME DE ASPERGER
  “Dificuldade em responder socialmente através da empatia.
   Os indivíduos com Asperger demonstram inabilidade em características básicas da interação social, como a formação de amizades, ou até mesmo motivações para certas atividades, incluindo o compartilhamento de seus temas de interesse.
   Normalmente não há reciprocidade social e emocional (suas ações podem parecer mecânicas), além da dificuldade em interpretar comportamentos não verbais, como o contato visual, expressão facial ou gestos.
  A causa exata da síndrome é desconhecida.
  Embora pesquisas sugiram uma possibilidade de bases genéticas, não há causa genética conhecida e técnicas de mapeamento cerebral não identificaram resultados claros e concisos.
  Há vários tipos de tratamento e sua efetividade é limitada.
  Os recursos médicos procuram atenuar os sintomas e melhorar as habilidades.”
  Alguns defendem uma mudança de postura em relação à Asperger no sentido de tratá-la como uma diferença e não uma deficiência que deva ser tratada ou curada.
  *Wikipédia*


Lúcia: Se é anomalia genética porque a genética XY não é alterada????


William: Para entender isso tem que conhecer um pouco mais que o básico de genética, vou responder da forma mais simplificada  possível, mas não faço “milagres”, a pessoa tem que buscar conhecimento por si mesma.

  Nós, seres humanos, temos 46 cromossomos (organizados em 23 pares) em quase todas as células do nosso corpo. 
  Desses 23 pares:
  22 pares são autossomos: definem características físicas gerais, definem nossa forma “hominídea”
  1 par é sexual: define o sexo biológico (XX para fêmeas e XY para machos)

  O que acontece é que muitos confundem Cromossomo com DNA.
  A cor do cabelo (por exemplo) é determinada por instruções específicas no seu DNA, herdadas do seus pais.
  Dois humanos transando (Macho e Fêmea óbvio) vão gerar um ser da espécie humana com suas características CROMOSSÔMICAS.
  Se uma mulher transar com um cachorro NÃO vai gerar prole, o cromossomo do cão não é compatível com o cromossomo humano.

  Cães tem 38 pares de autossomos que definem as características gerais do animal.
  1 par de cromossomos sexuais: que determinam o sexo biológico (XX para fêmeas e XY para machos).

  A Síndrome de Down é uma anomalia cromossômica ocorre quando a pessoa possui 47 cromossomos no total, em vez dos 46 habituais.

  Anomalias cromossômicas são raras.
  Variações no DNA são naturais, esperadas, é o que torna cada indivíduo único.



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 Resumo:


1.  Diferenciação entre Cromossomo e DNA: Você estabelece que a confusão entre esses dois conceitos impede a compreensão de certas condições. Enquanto os cromossomos definem a estrutura da espécie e o sexo biológico, o DNA contém as instruções específicas que tornam cada indivíduo único.

   

 

2.  A Natureza das Anomalias Cromossômicas:

 O argumento destaca que anomalias cromossômicas (como a Síndrome de Down) envolvem a contagem total de cromossomos (ex: 47 em vez de 46) e são raras, pois geralmente afetam a compatibilidade básica da espécie ou do desenvolvimento.

 

3.  Variações no DNA como Motor da Individualidade: Você defende que variações no DNA são naturais e esperadas. É através dessas variações, e não necessariamente de uma mudança no par de cromossomos sexuais (XY ou XX), que características específicas se manifestam.

 

4.  A Homossexualidade como Hipótese de Anomalia Genética: Seu argumento central propõe que a homossexualidade pode ser interpretada como uma anomalia de ordem genética (instruções no DNA) e não cromossômica, o que explicaria por que o fenótipo sexual (XY/XX) permanece inalterado.

 

5.  Analogia com a Síndrome de Asperger: Você utiliza o Asperger como um paralelo lógico: uma condição que afeta a interação social e a resposta emocional, cuja causa exata é desconhecida, mas que muitos pesquisadores sugerem ter bases genéticas, sem que isso altere o mapeamento cerebral claro ou a contagem cromossômica.

 

6.  Questionamento da Patologização (Diferença vs. Deficiência): O texto traz o debate sobre tratar certas condições (como o Asperger e, por extensão lógica na sua teoria, a homossexualidade) como "diferenças" em vez de "deficiências" que necessitem de cura ou tratamento médico.

 

7.  Limitação da Compatibilidade de Espécie: Você reforça que a reprodução só é possível entre seres com características cromossômicas compatíveis (mesmo número de pares), mas que, dentro dessa estrutura macro, o DNA opera as variações que definem o comportamento e as características físicas gerais (autossomos).


  

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sábado, 21 de março de 2026

Vítima e Vitimista

 

 
Ricardo: A maioria que fica julgando os outros de vitimistas, na real, são os verdadeiros vitimistas
  Na maioria das vezes que vejo algum ser humano usando essa palavra pra criticar uma outra pessoa quase sempre passando por um problema válido de reclamar, a maioria deles que usam essa palavra tem essa mentalidade de "mas eu ou fulano que nem conheço me fudi/se fudeu mais na vida, logo você não tem direito de reclamar". 
  Foda é quando essa pessoa usa exemplo de Africano passando fome pra comparar o teu problema.    
  Pergunta a essa pessoa quantos reais ela já doou pra algum Africano e vê o falso moralismo, não é porque tu tomou um tiro que os outros são obrigados a tomar um tiro, quem tem caráter de verdade sabe a dor de tomar um tiro e não quer que ninguém passe por isso.
  Reconhecer a própria dor não é um problema e nem significa que tu é um egocêntrico, o problema é quando tu usa isso como se fosse passe livre pra ser babaca com os outros ou diminuir a dor alheia.

William: Você confunde ser vitima de alguma coisa com "se fazer de vitima".
   Se alguém levou tiro de um assaltante, com certeza é vitima.
   Se em confronto com a policia o assaltante foi baleado e quiser se "passar por vitima" da policia ... ai já é vitimismo.
  Quando ele se dispôs a assaltar (e atirar caso achasse necessário) assumiu o risco de revide.

  Africanos, o que não falta nos países africanos é CORRUPÇÃO.
  Ou seja, eles mesmos se roubam a nível governamental, tipo Brasil.
  Veja o caso do Burundi, a média de filhos por mulher é 5, a casal é pobre lascado e continua tendo filhos.
  Pelo menos no Brasil estamos mais civilizados que eles, temos no máximo 2.
  Meu ponto é:
  Uma nação passar por tragédia tipo terremoto, ou seca prolongada ... é vitima de fatalidades da natureza, devemos ser solidários.
  Agora, a nação vive em guerra civil como o Sudão, procria irresponsavelmente tipo o Burundi ou é altamente corrupta como Gana e outro povos que tem que socorre-los!?
  Ai é vitimismo, os caras vivem irresponsavelmente e querem que o mundo seja a babá deles.😠

Ricardo: Não, não foi isso que eu quis dizer, a analogia do tiro seria um sofrimento intenso, a pessoa que tomou um tiro seria a pessoa que julga os outros e acha que as pessoas tem que tomarem um tiro também porque se não ninguém merece dizer que sofreu.

William: Cara nunca ouvi alguém falar isso com relação a tiro.
  Ou mesmo passar fome.
  Não é porque eu passei fome que acho que outro também tem que passar.
  Não sei que ambiente você vive que falam esse tipo de coisa.
  O que eu vejo é em relação a trabalho, exemplo o filho não quer ir trabalhar de busão e o pai fala que ele passou por isso e o filho vai ter que aguentar, não dá para disponibilizar um carro, o pai até gostaria, mas não tem  como.
  O filho diz que não é porque o pai ia trabalhar de ônibus que ele também tem que ir...
  (Só um exemplo.)

Ricardo: A coisa do tiro é analogia/metáfora, não literal.

William: E eu segui sua analogia.
   Podemos usar varias.
   A moça que foi violentada é vitima.
   A moça que transou por espontânea vontade, engravidou por não usar anticoncepcional, se reclamar é vitimista.


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 Resumo:


1.  A Diferença entre Fato e Comportamento: Você estabelece uma linha clara entre ser "vítima" (alguém que sofreu um dano real e involuntário, como um assalto ou uma violência) e o "vitimismo" (o ato de tentar se passar por vítima para esquivar-se de responsabilidades ou consequências de seus próprios atos).

 

2.  Assunção de Risco e Consequência: Para você, o vitimismo ocorre quando um indivíduo que assumiu deliberadamente um risco (como um assaltante em confronto) tenta posar como parte prejudicada após o revide, ignorando que a situação foi fruto de suas próprias escolhas.

 

3.  Responsabilidade Coletiva e Governamental: Ao analisar o contexto de nações (como o exemplo da África e do Brasil), você argumenta que problemas decorrentes de corrupção sistêmica e guerras civis internas não devem ser classificados como fatalidades externas, mas como reflexos de escolhas e gestões locais.

 

4.  Causalidade vs. Fatalidade: Você diferencia tragédias naturais (terremotos ou secas), que geram vítimas legítimas merecedoras de solidariedade, de crises geradas por irresponsabilidade social ou política, as quais classifica como uma forma de vitimismo coletivo que espera que o mundo atue como "babá".

 

5. Critério da Planejamento e Previdência: O argumento utiliza indicadores demográficos (como a média de filhos por mulher) para ilustrar que a falta de planejamento e a "procriação irresponsável" em contextos de pobreza extrema transformam a reclamação em vitimismo, uma vez que há uma negligência quanto às consequências futuras.

 

6. Contextualização do Sofrimento Geracional: Você contrapõe a ideia de que o reconhecimento do esforço passado (como um pai que trabalhou de ônibus) seja um desejo de que o outro sofra, mas sim uma demonstração de limites da realidade. O vitimismo, nesse caso, seria a negação da realidade prática em favor de uma reclamação sem fundamento nas possibilidades atuais.

 

7. Vontade Própria e Consequência: O ponto final reforça que o vitimismo se manifesta quando alguém exerce sua vontade e liberdade (como no exemplo do sexo consensual sem prevenção), mas recusa-se a aceitar o resultado natural dessa escolha (a gravidez), transformando a própria negligência em uma narrativa de sofrimento injusto.


  



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quinta-feira, 19 de março de 2026

Limpeza Necessária

 

Postagem no Face



Postagem no Face: AMEAÇA A EDUCAÇÃO DECRETO DE TARCISIO EXTINGUE VAGAS DA EDUCAÇÃO, SAÚDE E PESQUISA EM SÃO PAULO! 😡


William:  Escrito assim parece uma insanidade, mas vejam um caso a nível Federal:


 

  

      Congresso gasta R$ 5 milhões por ano para manter 74 ascensoristas.

        Para controlar elevadores, 50 funcionários são contratados pela Câmara e 24, pelo Senado.


  Por Bernardo Caram,G1 — Brasília

 

   08/02/2018 


 

 

  No tempo que fui servidor publico notei muito isso.
  Lembrei de uma ascensorista que atendia apenas dois andares.
  No passado já distante, elevadores eram mais difíceis de operar.
  (Acho, pra minha geração sempre foi só apertar o botão do andar desejado.)
  Manter ascensoristas como servidores públicos esta no mesmo nível de manter cobradores de ônibus, a justificativa esta em algum lugar do passado ...

  Para você que não é funcionário publico, entenda:

  Extinguir o cargo não significa demitir quem esta nele.
  No nosso exemplo do ascensorista ele vai ficar até se aposentar.
  Ascensoristas não serão mais contratados.

  Dei uma conferida na medida:

  Não há demissão imediata: Dos 67.722 cargos extintos, mais de 33 mil já estavam vagos (não ocupados há anos). 
  Os outros 34 mil são extintos só quando o ocupante sair (aposentadoria, exoneração voluntária etc.).    
   Quem está lá hoje continua trabalhando normalmente, com todos os direitos preservados. 
  Isso evita caos e respeita a Constituição.
  Muitos cargos criados décadas atrás não fazem mais sentido na realidade atual. 
  Exemplos comuns incluem funções administrativas duplicadas, assessorias excessivas, estruturas inchadas em secretarias ou autarquias que poderiam ser absorvidas por tecnologia, processos digitais ou reestruturação. 
   Com menos despesa fixa em folha (gradualmente), o Estado ganha margem para investir mais em áreas críticas: saúde (reduzir filas), educação (ampliar vagas em escolas técnicas), segurança e infraestrutura. 
  O governador destacou que a medida "amplia a capacidade de investir em áreas essenciais" e sustenta o crescimento de SP no longo prazo, com equilíbrio fiscal.
   Estados como SP têm um dos maiores quadros funcionais do país. 
  Reduzir cargos obsoletos ou vagos crônicos é prática comum em reformas administrativas "eficientes".







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 Resumo:


1. A manchete alarmista no Facebook distorce a realidade — Postagens como "AMEAÇA A EDUCAÇÃO DECRETO DE TARCISIO EXTINGUE VAGAS DA EDUCAÇÃO, SAÚDE E PESQUISA EM SÃO PAULO!" soam como insanidade quando analisadas com calma, pois criam pânico desnecessário ao sugerir demissões em massa.

 

2. Exemplo clássico de cargos obsoletos no setor público — O Congresso gasta R$ 5 milhões/ano com 74 ascensoristas (50 na Câmara e 24 no Senado), função ultrapassada desde que elevadores se tornaram automáticos (basta apertar botão). Você compara isso a manter cobradores de ônibus, com justificativas presas no passado.

 

3. Extinção de cargo demissão imediata — Esse é um ponto chave que você explica com clareza: quem ocupa o cargo continua trabalhando normalmente até se aposentar, exonerar-se voluntariamente etc. Não há prejuízo imediato aos direitos dos servidores atuais, respeitando a Constituição e evitando caos.

 

4. Dados concretos da medida em SP — Dos 67.722 cargos extintos, mais de 33 mil já estavam vagos (não ocupados há anos). Os cerca de 34 mil restantes só são extintos quando o ocupante sai, o que torna a reforma gradual e responsável.

 

5. Muitos cargos perderam sentido com o tempo — Funções criadas décadas atrás (administrações duplicadas, assessorias excessivas, estruturas inchadas) não se justificam mais na realidade atual, podendo ser substituídas por tecnologia, processos digitais ou reestruturação simples.

 

6. Benefício real: realocação de recursos para áreas essenciais — Com redução gradual da despesa fixa em folha de pagamento, o Estado ganha margem para investir mais em saúde (reduzir filas), educação (ampliar vagas em escolas técnicas), segurança e infraestrutura — exatamente o oposto do que os críticos alegam.

 

7. Prática comum e elogiada em reformas eficientes — O governador destacou que a medida amplia a capacidade de investir em áreas essenciais e sustenta o crescimento de SP com equilíbrio fiscal. Estados como SP (com um dos maiores quadros funcionais do país) adotam redução de cargos obsoletos ou vagos crônicos como prática padrão em reformas administrativas modernas.

 

Seu texto defende a medida como uma **"limpeza necessária"** e racional, contrapondo-se a narrativas de desmonte ou ataque ao serviço público, com base em experiência pessoal como ex-servidor e em fatos checados.


  

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terça-feira, 17 de março de 2026

Rebolação

 



  Vejo muitos dizendo que a humanidade só piora ... de certo não conhecem história...😉

  Em períodos de guerra, crise ou pragas, por exemplo, era comum que a moral da sociedade ficasse abalada.
  Para aliviar essa tensão social, um costume sombrio foi difundido entre os gregos, uma cerimônia chamada “Pharmakos” - Link
  O ritual consistia em sacrificar uma pessoa “feia” (com deficiência ou que tivesse cometido algum crime) durante a celebração do Targhelia, com a finalidade de livrar a comunidade das desgraças.

  De certo temos muitas coisas ilógicas na atualidade.
  Mas se comparadas com o passado da humanidade "evoluímos" bastante.

   No entanto quero falar de algo "leve", mas que tem me incomodado bastante.
  Nos meus passeios pela internet tem sido impossível não ver ... "traseiros rebolantes".

  Acho tão "grotesco".
  Tá, em algum gracejo eu até poderia empinar meu traseiro dar uma rebolada, mas esse gesto é tão frequente que nem teria mais graça.
  É como a piada do "Pavê".

  Por favor sou conservador, mas não radical.
  Porém não gostaria de ver minha esposa, filhas, irmãs ... fazendo movimentos obscenos.


  

 Movimentos obscenos (art. 233 do Código Penal Brasileiro) são atos que ofendem o pudor coletivo, realizados em local público ou aberto/frequente ao público, com intenção de satisfazer lascívia ou provocar excitação sexual em terceiros.

*Grok*



  Em tempos que mulheres reclamam tanto de "objetificação" não sei com que propósito fazem tanta "rebolação".

  No caso de homens ... nem sei o que dizer ...
 
 


✧✧✧

 

 Resumo:


1. A humanidade não está piorando — Muitos afirmam que a sociedade degrada cada vez mais, mas isso demonstra desconhecimento histórico. Em épocas de guerra, crises ou pragas, a moral sempre se abalava, o que mostra que problemas morais não são exclusivos da atualidade.

 

2. Exemplo extremo do passado para contextualizar evolução — Entre os gregos antigos, durante crises, havia o ritual **Pharmakos** (no festival Targélia), que envolvia sacrificar pessoas "feias", deficientes ou criminosas para "limpar" a comunidade das desgraças. Isso ilustra costumes muito mais sombrios e ilógicos do que os de hoje.

 

3. Reconhecimento de evolução moral geral — Apesar de ainda existirem muitas coisas ilógicas na atualidade, comparadas ao passado (como sacrifícios humanos rituais), a humanidade **evoluiu bastante** em termos morais e civilizacionais.

 

4. Incomodação pessoal com a "rebolação" onipresente — Algo "leve", mas que tem incomodado bastante o autor: é impossível navegar na internet sem ver "traseiros rebolantes" constantemente. Isso é considerado grotesco pela repetição excessiva.

 

5. Perda de graça pelo excesso — O autor admite que, em um momento de brincadeira, até poderia fazer uma rebolada, mas a frequência torna o gesto sem graça, comparando à piada do "Pavê" que se repete tanto que enjoa.

 

6. Posicionamento conservador (não radical) e preocupação familiar — O autor se declara **conservador, mas não radical**. Ainda assim, não gostaria de ver esposa, filhas ou irmãs realizando movimentos obscenos, reforçando uma visão de proteção ao pudor e à dignidade familiar.

 

7. Contradição com a luta contra objetificação + referência legal — Em uma época em que mulheres reclamam muito de **objetificação**, não faz sentido realizar tanta "rebolação" (que contribui para isso). Há referência ao **art. 233 do Código Penal Brasileiro**, que define movimentos obscenos como atos em público ou locais abertos/frequentes ao público, com intenção de satisfazer lascívia ou provocar excitação sexual em terceiros. O autor questiona o propósito disso, especialmente no caso de homens (expressando perplexidade).

 

Esses pontos capturam a essência do seu argumento: contextualização histórica para relativizar o pessimismo atual, crítica específica à rebolação como algo grotesco e excessivo, defesa de valores conservadores moderados e questionamento da coerência com discursos contemporâneos sobre objetificação.


  


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domingo, 15 de março de 2026

Banheiro Feminino

 
Post Reddit


William: A mulher tem o estereótipo de ser mais organizada que o homem.

  Porém não é porque alemães tem a fama de comedores de salsicha que todos apreciam igualmente esse produto.
  Não é porque japoneses tem fama de serem inteligentes que todos eles são aplicados nos estudos.

  Há mulheres muito desorganizadas, nem é tão raro.
  Na vida social a garota parece uma "gata", mas os pais observam que gestaram uma "porquinha" 😉, lutam para corrigir os maus hábitos.

   O banheiro esta limpo, basta um homem "pouco civilizado" para sujar além do uso normal.
   Urinar fora do vaso basta para alastrar odor desagradável.
   Se o banheiro é pequeno, outro que não quer pisar no mijo tem que fazer contorcionismo nem sempre bem sucedido.
   Como se não bastasse tem os que não dão descarga, parece sentir orgulho da obra ...

  Com as moças não é diferente.
  Basta uma para emporcalhar tudo.
  O homem consegue urinar de pé, a mulher tem que sentar.
  
   É comum forrarem o assento com papel higiênico, aumentando bastante o consumo e lotando rápido a lixeira.
   Isso quando não jogam no vaso (absorventes também), os entupimentos são constantes.

  Tem o problema extra da menstruação.
  Como se não bastasse a urina e fezes ainda tem sangue.
   Lembrei de uma "porquinha" na empresa que "sei lá porque" passava sangue nos azulejos.
   (A mulher da limpeza reclamava pra mim que era encarregado.)
   De tempos em tempos eu fazia uma reunião com as moças pedindo mais civilidade no banheiro, melhorava por um tempo.

Nota: Tinha uma funcionaria que teve atrito com a mulher da limpeza, minha "aposta" é que ela fazia aquilo para "punir" a colega de trabalho.
   Mas é o tipo de coisa que guardei pra mim.
   Não tinha como provar e óbvio que eu podia estar enganado.

   Outro problema é a "vaidade".
   Mulheres tem muito mais cabelos e penteiam muito mais.
   Sem contar o uso de batom e outras maquiagens.

   Para terminar...

   Existe grande diferença quando o banheiro é compartilhado por poucas pessoas, não mais que meia dúzia. (só para citar uma quantidade)
   Nesse caso o das moças geralmente é mais limpo.

   O problema é quando o anonimato é possível...

✧✧✧

 

 Resumo:


1. O estereótipo de organização feminina não é universal — Mulheres têm fama de serem mais organizadas que homens, mas isso é como outros clichês (alemães e salsicha, japoneses e inteligência): nem todas seguem o padrão. Há muitas mulheres desorganizadas, inclusive "porquinhas" em casa, apesar da aparência social de "gata".

 

2. Basta uma pessoa desleixada para piorar tudo — Tanto em banheiros masculinos quanto femininos, uma única pessoa "pouco civilizada" consegue sujar além do uso normal. No masculino, urinar fora do vaso espalha odor e exige contorcionismo dos outros; nas mulheres, o mesmo princípio vale: "basta uma para emporcalhar tudo".

 

3. A posição sentada da mulher agrava problemas específicos — Homens urinam de pé (o que pode sujar o entorno), mas mulheres precisam sentar, o que leva a práticas como forrar o assento com muito papel higiênico (aumentando consumo e lotando lixeira) ou jogar lixo no vaso (incluindo absorventes), causando entupimentos constantes.

 

4.  A menstruação adiciona um problema extra e grave — Além de urina e fezes, há sangue menstrual, que complica ainda mais a limpeza. Você cita o caso extremo de uma funcionária que sujava os azulejos com sangue (possivelmente por vingança contra a faxineira), algo que exigia intervenções periódicas suas como encarregado.

 

5. Vaidade contribui para a sujeira adicional — Mulheres têm mais cabelos (e penteiam mais), além de usarem batom e outras maquiagens, o que gera resíduos extras no banheiro que não aparecem da mesma forma no masculino.

 

6. Reuniões e conscientização têm efeito temporário — Como encarregado, você fazia reuniões pedindo mais civilidade às mulheres, e melhorava por um tempo — o que mostra que o problema não é inevitável, mas depende de comportamento e cobrança.

 

7. O anonimato é o grande agravante — A diferença é enorme quando o banheiro é usado por poucas pessoas (até meia dúzia): nesse caso, o feminino tende a ser mais limpo. O verdadeiro problema surge quando há anonimato, permitindo desleixo sem responsabilização pessoal.

 

Esses pontos capturam sua tese principal: o banheiro feminino não é inerentemente "mais imundo" por ser de mulheres, mas por fatores comportamentais, biológicos específicos (menstruação, sentar no vaso), vaidade e, sobretudo, anonimato — que potencializa o mau comportamento de uma minoria, assim como acontece no masculino.


  

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