"Em defesa da liberdade do ex-presidente Lula e de seu direito de concorrer às eleições presidenciais de 2018, e para alertar sobre as graves crises econômica e política no Brasil após o golpe de 2016 contra a democracia, realizou-se a Marcha Nacional Lula Livre entre 10 e 15 de agosto de 2018.
Os marchantes defenderam a retomada da democracia e, no dia 15, participaram de ato público no TSE, em Brasília (DF), pela candidatura de Lula, preso político em Curitiba (PR).
Organizada pelo MST e Via Campesina, a marcha reuniu cerca de 5 mil camponeses e camponesas de todo o Brasil.
Divididos em três colunas — Ligas Camponesas (Formosa-GO), Prestes (Luziânia-GO) e Tereza de Benguela (Engenho das Lages-DF) —, percorreram cerca de 50 km a pé em quatro dias até se reunirem na capital federal."
Falam tanto de um "Sistema", uma dedução lógica é que esse "Sistema" favoreça quem lhe agrade.
Se a Esquerda é tão favorecida pelo "Sistema", então (pelo menos no Brasil) ela é o Sistema.
Essa lógica entra em sua mente?
Cazuza: “Às vezes fico pensando que a AIDS parece mesmo coisa da CIA misturada com o Vaticano.
Sei que é um pouco de loucura pensar isso, mas faz sentido, faz.
Faz muito sentido.”
William: Sistema é uma palavra tão abrangente, sem complicar muito podemos dizer que é sinônimo de método ou organização.
Cuba tem um sistema de governo, meu carro tem um sistema de aquecimento, eu tenho um sistema de escrever, o Flamengo tem um sistema de jogo…
Engraçado é que se vermos a biografia de Cazuza é daquele jovem burguês bem filhinho de papai.
Cazuza pegou AIDS usando drogas injetáveis ou dando a bu*da.
Achava que a AIDS foi uma doença criada em laboratório com propósitos imperialistas norte americano em parceria com o Vaticano!!
Se Cazuza meditasse um pouco observaria que o Vaticano é um opositor ferrenho do homossexualismo e o USA espalha para o mundo essa ensandecida e pouco inteligente guerra contra as drogas.
Vaticano e CIA tentaram proteger Cazuza, mas ele teve LIBERDADE até para se autodestruir, depois que pegou a doença infelizmente usou o discurso fácil de culpar o SISTEMA
Triste Cazuza e os que pensam igual ele...😥
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Resumo:
1. O "Sistema" favorece seletivamente quem lhe agrada — Dependendo de quem comete a irregularidade (ex.: andar no acostamento), nem se cogita mover processo ou punir, revelando incoerência seletiva na aplicação da lei ou das normas.
2. No Brasil, se a Esquerda é tão favorecida pelo "Sistema", então ela é o próprio Sistema — Essa é a dedução lógica central repetida no texto: o constante discurso de vítima da Esquerda em relação ao "Sistema" não se sustenta, pois os fatos mostram que ela recebe tratamento privilegiado (exemplo da Marcha Lula Livre sem repressão comparável a outros casos).
3. A Marcha Nacional Lula Livre (2018) exemplifica o favoritismo — Cerca de 5 mil pessoas (organizadas por MST e Via Campesina) caminharam 50 km, ocuparam vias e fizeram ato no TSE em defesa de Lula preso, sem que houvesse punição equivalente à que seria aplicada a outros grupos em situações semelhantes (contraste implícito com a rigidez contra caminhada comum no acostamento).
4. "Sistema" é apenas uma palavra abrangente, sinônimo de método ou organização — Não precisa ser tratado como entidade misteriosa ou conspiratória; aplica-se a tudo: sistema de governo (Cuba), de aquecimento (carro), de escrita (pessoal), de jogo (Flamengo), desmistificando seu uso grandioso por certos discursos.
5. Cazuza representa o pensamento conspiratório típico de culpar o "Sistema" — Apesar de ser um jovem burguês bem-nascido ("filhinho de papai"), ele acreditou que a AIDS era criação da CIA + Vaticano para fins imperialistas, ignorando contradições óbvias (Vaticano opõe-se ferrenhamente ao homossexualismo; EUA promove guerra às drogas).
6. Cazuza teve liberdade para se autodestruir e depois usou discurso fácil — O Vaticano e a CIA (supostamente) tentariam protegê-lo, mas ele escolheu se destruir (drogas injetáveis ou sexo desprotegido); após contrair a doença, optou por culpar o "Sistema" em vez de assumir responsabilidade pessoal.
7. Tristeza por Cazuza e por todos que pensam igual— Quem adota essa visão conspiratória evita autocrítica e responsabilidade individual, preferindo o discurso vitimista e fácil de culpar uma entidade abstrata ("o Sistema"), o que é lamentável e recorrente.
Esses pontos capturam o cerne da sua crítica: desmascarar o uso seletivo e conveniente da narrativa do "Sistema" por parte da Esquerda (no Brasil), contrastando com exemplos concretos de incoerência e responsabilidade pessoal (caso Cazuza).
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