sábado, 28 de fevereiro de 2026

Consciência e Inteligência

 





Carlos: A inteligência não é superior ao conhecimento, o conhecimento não é superior a consciência.
 A Inteligência não cria nada, ela apenas interpreta dados (conhecimento) que a consciência produz. 
 Quem cria é a consciência.

William: Essa postagem do Carlos “pra mim” liga nada a lugar nenhum. 😂 
  Inteligência sem conhecimento vale pouco, mas ainda vale.
  Pense em uma criança de 3 anos, não tem conhecimento, mas tem inteligência para adquiri-lo.
  Vai aprender ler e escrever.

  E se a criança não tiver inteligência, ou o "QI" for muito baixo?
  Todos os animais tem alguma inteligência, bovinos por exemplo podem ter "QI" de até 35.
  Vacas tem boa memória o que as permite adquirir "conhecimento", identificar rostos e memorizar rotinas ... nada muito além disso.
   
  Evidente que vacas são seres conscientes.


  Consciência nos animais refere-se à capacidade de ter experiências subjetivas (senciência), como sentir dor, prazer, medo ou alegria, e perceber o ambiente de forma integrada. 

  Não exige autoconsciência (saber que existe), mas sim a presença de estados mentais fenomenais ("há algo que é como ser esse animal"). 

  Evidências científicas (ex.: Declaração de Nova Iorque 2024) indicam consciência em vertebrados e muitos invertebrados (polvos, insetos, crustáceos).

  *Grok*

 


  
  Logo, falar da Consciência como se fosse uma "mestra de todas as coisas" ... fica meio "livro de auto ajuda".
  Os caras pegam um termo qualquer e "glamourizam" como se fosse alguma chave mágica para o "sucesso" (financeiro ou mental).


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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Machismo

 


Lolita: Machismo mata... inclusive homens.

William: Vamos reduzir a expressão machismo a...

   "Homem se sentir superior a mulher".

  O Feminismo deveria ser seu antônimo:

  "Mulher se sentir superior ao homem".

  Porém, o politicamente correto não admite isso.
  O homem quer ser superior, a mulher apenas busca igualdade.
  O homem (ou mulher) que discordar disso é machista 😉

  Percebam que nem a busca da igualdade entre os termos é aceita, o que já denota a hipocrisia do politicamente correto.

  Depois vem as diferenças biológicas.
  Vamos a principal delas, o macho da espécie é mais forte fisicamente ... não confundir com resistente.
  Estou falando de força muscular mesmo.
  Eletrificação é coisa bem recente, para terem uma ideia até 1970 metade das casas não tinham energia elétrica.
  Antes da Revolução Industrial e as maquinas a vapor o trabalho era mais pesado ainda.
  Entenda o óbvio, homens ganhavam mais porque faziam trabalhos muito mais perigosos, pesados.
  Não precisa ser gênio para perceber que cozinhar, em geral, é menos pesado que cortar lenha.

  E a gravidez?
  Hoje as mulheres tem um ou dois filhos, mas antigamente a mortalidade infantil era alta.
  A mulher engravidava 10 vezes, para sobrar meia dúzia de filhos.
  A gravidez continua sendo um processo complicado (limitante fisicamente) pelo menos depois do quarto mês e mais algum tempo depois do parto.

  Vejam que são desigualdades naturais.
  E não tem essa de superior ou inferior, são papéis biológicos.

  Sem mulheres não haveria homens e sem homens não haveria mulheres.
  
   Os "papéis" ficaram mais próximos graças a eletrificação, trabalhos mais leves.
   E diminuição da natalidade, anticoncepcionais eficientes.

   Tudo mais é "imbecilidade" (por falta de palavra melhor).
   Eu seria imbecil se me achasse superior a minha esposa só por ser homem.
   Minha esposa seria uma imbecil se achasse superior a mim só por ser mulher.

  Digo isso porque "superioridade" existe nem que seja em determinadas atividades.

  A Marta é muito superior a mim jogando futebol.
  O Celso Portiolli é muito superior a minha esposa comandando um programa de auditório.

  Com essa habilidade é normal que a Marta ganhe muito mais que eu e o Portiolli mais que minha esposa.

  Essa lógica entra em sua mente?

Nota: O machismo mata?
  O orgulho, o ciúme, a inveja, a ganância ... muitos sentimentos humanos podem ser gatilhos para o assassinato.
  


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 Resumo:


1. Redefinição do Termo: Você propõe reduzir a definição de machismo à ideia de o "homem se sentir superior à mulher", argumentando que o antônimo lógico (feminismo) deveria ser a "mulher se sentir superior ao homem", embora note que o politicamente correto não aceite essa simetria.


2. Crítica ao Politicamente Correto: O texto aponta uma hipocrisia no discurso atual, que não permite a busca por igualdade terminológica e rotula como "machista" qualquer pessoa (homem ou mulher) que discorde da narrativa estabelecida.


3. Diferenças Biológicas e Históricas: Você argumenta que as disparidades salariais e de funções no passado tinham raízes biológicas óbvias: o homem possui maior força muscular para trabalhos pesados e perigosos, essenciais antes da era da eletricidade e das máquinas.


4. O Impacto da Gravidez: O texto destaca a gravidez como um processo fisicamente limitante e frequente no passado (devido à alta mortalidade infantil), o que naturalmente diferenciava os papéis e as capacidades de trabalho entre os sexos.


5. Tecnologia como Niveladora: Você defende que a aproximação dos papéis sociais entre homens e mulheres só foi possível graças à eletrificação (que tornou os trabalhos mais leves), aos anticoncepcionais e à diminuição da natalidade.


6. Papéis Biológicos vs. Superioridade: O argumento central é que não existe "superior ou inferior", mas sim papéis biológicos distintos e complementares. Você classifica como "imbecilidade" o sentimento de superioridade baseado apenas no gênero.


7. Superioridade por Habilidade, não por Gênero: O texto finaliza argumentando que a verdadeira superioridade (e a consequente diferença de ganhos financeiros) deve-se à competência individual em atividades específicas (como os exemplos da Marta e do Celso Portiolli) e não ao sexo da pessoa.


  

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Machismo Internalizado

 


Patrícia: O machismo internalizado por nós, mulheres, e eu me incluo, sou machista em desconstrução, mostra o quanto o patriarcado nos divide e nos faz jogar pedras umas nas outras. 
  Sem perceber, muitas vezes a pedra volta contra nós mesmas.
  Julgar corpos, escolhas, envelhecimento, maternidade, sexualidade ou conquistas alheias é machismo. 
  Competir por validação masculina, desacreditar denúncias, policiar roupas, desqualificar dores, naturalizar sobrecarga... tudo isso é machismo automático e invisível.
  Reconhecer é o primeiro passo para romper o ciclo.      Me comprometo a mudar, porque estar a favor das mulheres é estar a favor de nós mesmas.
  O MACHISMO MATA!

William: "o patriarcado nos divide e nos faz jogar pedras umas nas outras."

  Caraca! 
  Uma mulher não pode criticar absolutamente nada na outra!?
  Uma mulher ao ter contato social com outra só cabe elogios mútuos ou silêncio.
  Qualquer coisa fora disso é "machismo internalizado".
  Engraçado que é comum  homens entrarem em atrito, é "feminismo internalizado" ou essa narrativa "auto piedosa" só pode ser usada pelas mulheres?

  "Julgar corpos, escolhas, envelhecimento, maternidade, sexualidade ou conquistas alheias é machismo." 

   Sei lá, isso é HUMANO.
   Automaticamente "analisamos" o ambiente que nos cerca e fazemos comparações.
   Mulheres de jeito nenhum fazem isso com outras pessoas!?
   E se fazem não é natural delas, é imposição social do demoníaco macho da espécie 😂 ... acredite quem quiser...

   "Pra mim" o problema é que muitas mulheres (não a maioria) querem ser idolatradas.
    Alguns homens até fazem isso, mas a maioria não...


 “E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.”  
[Gênesis 3:16]




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Almirante Flávio

 

Richard: Não existe corrupção mais grave ou menos grave porque tudo prejudica a população brasileira. 
  O Lula tem a experiência de governar o Brasil por três vezes, mas o Flávio Bolsonaro é marinheiro de primeira viagem.


William: Todo Almirante inicia marinheiro.
  Flávio iniciou na política em 2003, no mesmo ano que Inácio foi eleito Presidente.
  "Eu", William Robson, não acho o eleitor do Rio de Janeiro uma boa referência 😉, mas o fato é que esse eleitor elegeu Flávio Deputado Estadual por quatro mandatos.
   Em 2018, foi eleito senador pelo RJ com mais de 4,3 milhões de votos. 

  Lula antes de chegar a Presidência foi Deputado  por São Paulo (1987-1991), um único mandato.

  Ou seja, em termos de experiência politica, Flávio tem muito mais do que o Inácio quando assumiu pela primeira vez. 


Richard: Vc está misturando as "estações"!!! 
  O Flávio, nunca foi presidente do Brasil, mas o Lula já é presidente pela terceira vez. 
  Portanto uma coisa é ter experiência como Deputado e outra como Presidente. Como diz o ditado... "uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa"!!!😉😉😉😉😉

William: Não estou misturando nada, o "novo sempre vem".
    Cargos como Prefeito, Governador, Presidente são difíceis de alcançar.
    Surge uma vaga a cada 4 anos e não é só chegar e candidatar-se, tem que estar filiado a um  partido e a cúpula desse partido decidir pelo individuo.
    Por seu ponto de vista ... os candidatos deveriam ser Temer, Dilma ou Fernando Henrique!?


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  Em termos de experiência politica, Flávio tem muito mais do que o Inácio quando assumiu pela primeira vez. 
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https://terapiadalogica.blogspot.com/2026/02/almirante-flavio.html

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Cobrança Social

 

Adriano: Vivemos uma era em que “alta performance” virou vitrine de sofrimento disfarçado. 
  O cansaço extremo recebe aplausos, a ansiedade é romantizada como combustível e a insônia passa a ser medalha de disciplina. 
  Irritabilidade é confundida com firmeza, vício em trabalho vira propósito e colapsos emocionais são tratados como etapas inevitáveis do sucesso. 
  No fundo, estamos normalizando sinais claros de desequilíbrio. 
  Produzir muito não deveria significar se destruir aos poucos. 
  Sucesso que cobra a saúde como preço não é conquista, é troca desigual. 
 Talvez a verdadeira alta performance esteja em sustentar resultados sem perder a lucidez, o afeto, o sono e a própria humanidade. 📱
  Presta atenção, galera! 👀

William: Não sei de ninguém ser obrigado a isso.
  É muito vitimismo.
  O problema é que a pessoa quer esforço mínimo e renda máxima.
  Essa situação é difícil se você não nasceu um grande herdeiro com os negócios da família indo muito bem.
 (Empresas vão à falência)

   Se dar um tempo para si mesmo é mais importante … faça  isso.
   O que não dá é querer ser recompensado financeiramente por não trabalhar ou trabalhar menos.


Gil: VCS dois trazem aspectos muito importantes a serem levados em conta.
   Há uma regra da vida que não deve ser esquecida:
  "Não há sucesso sem sacrifício"
  Esse sacrifício pode ser dado em vários modos .
  Discutir a forma do sacrifício pra ser bem sucedido é muito complexo.
   Perder sono, trabalhar muito ou pouco tempo ,etc.
  Acho que não dá pra vermos o sucesso sempre como um caminho tão difícil, e também não dá pra pensar que teremos ele de mãos beijadas.
   Equilíbrio.

William: Entendo o que você disse, mas vamos além...
  Algum sacrifício quase sempre tem, veja o caso da Gisele Bündchen.
  Evidente que a carreira de modelo exigiu muitos esforços da parte dela.
  Eu acho essas modelos muito magras, entretanto ela tinha a aparência que fazia sucesso nesse ramo, teve sorte.
  Por acaso alguém influente no ramo trombou com ela e deu tudo certo.
  Em pouco tempo ganhou grana alta.
  Estive nesse meio por alguns anos, vi moças lindíssimas, dedicadíssimas, e não alcançaram nem mínimo sucesso na carreira, foram fazer outra coisa.

   Se sucesso é ter dinheiro, muitos já nascem nessa situação.
   Se nasceu de cesariana não se esforçou nem para sair da va*ina ...😂

  É o que eu digo, para tudo na vida é preciso ter sorte.
  O que podemos fazer é estudar, trabalhar, aproveitar as oportunidades ou tentar cria-las, juntando alguma grana e arriscando em alguma coisa.

   O problema é que muitos preferem se revoltar com a vida (culpando algum "Sistema) se alimentando de INVEJA DOENTIA.

  Outra coisa "engraçada" e trágica ao mesmo tempo.
  A pessoa fala de uma "cobrança social" que eu não consigo enxergar.
  Sério que o meu vizinho (a sociedade) esta "cobrando algum sucesso" de mim!?😉
  Para meus vizinhos basta que eu siga as regras da boa vizinhança.
  Mantenha minha calçada limpa, sem barulho ou confusões.
  No caso de condomínio, que eu pague em dia a taxa.

  Não que os vizinhos queiram meu mal, mas não consigo imaginar eles perdendo o sono caso eu não consiga uma promoção na empresa.
  Ou um vizinho pegando no pé da minha filha para que ela estude, todo preocupado com o futuro dela.

  Alguma cobrança (e alta tolerância) vem dos pais e familiares mais próximos.
  Se preocupam de como você vai viver quando eles não estiverem mais presentes. 

  Fora isso ... a sociedade cobrando sucesso da pessoa com todos os holofotes voltados para ela ...😂😂😂


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 Resumo:


1. Ninguém é obrigado a perseguir "alta performance" a qualquer custo — Não existe obrigação externa real para adotar o estilo de vida de sofrimento disfarçado (cansaço extremo, ansiedade, insônia como medalhas); quem escolhe isso não está sendo forçado pela sociedade.

 

2. A crítica à "alta performance tóxica" é frequentemente vitimismo — Muitos que reclamam querem o oposto: esforço mínimo combinado com renda máxima, o que é irrealista na maioria dos casos, a menos que se nasça em berço de ouro (herdeiros com negócios familiares estáveis, mas mesmo empresas quebram).

 

3. Se priorizar o tempo para si mesmo for mais importante, faça isso sem reclamar — É legítimo escolher equilíbrio ou menos trabalho, mas não se pode esperar recompensa financeira alta por produzir pouco ou nada; há incoerência em querer benefícios sem esforço proporcional.

 

4. Sucesso quase sempre envolve algum sacrifício, mas não necessariamente destruição — Exemplos como Gisele Bündchen mostram que esforço + sorte (aparência certa, encontro com oportunidade certa) contam muito; muitas pessoas dedicadíssimas e talentosas não conseguem sucesso no mesmo ramo.

 

5. Sorte é fator decisivo em tudo na vida — Mesmo nascendo rico já é uma "sorte" (nem esforço para nascer foi preciso, piada da cesariana); o que está ao nosso alcance é estudar, trabalhar, aproveitar ou criar oportunidades, arriscar com algum capital acumulado.

 

6. Muitos preferem revolta e inveja doentia em vez de ação — Em vez de culpar o "Sistema" ou se alimentar de inveja, o caminho prático é agir (estudar, trabalhar, arriscar); a revolta é uma escolha trágica e improdutiva.

 

7. Não existe "cobrança social" real por sucesso pessoal— A sociedade (vizinhos, condomínio) só exige cumprimento de regras básicas de convivência (calçada limpa, sem barulho, taxa em dia); ninguém perde o sono se você não for promovido ou rico. A verdadeira cobrança (com preocupação genuína) vem apenas de pais e familiares próximos, preocupados com seu futuro quando eles não estiverem mais presentes; fora isso, a ideia de sociedade com "holofotes" cobrando sucesso é ilusória e exagerada.

 

   Esses pontos capturam bem o cerne da sua posição: desmistificar a pressão social como algo imaginário, enfatizar responsabilidade individual, sorte + esforço realista e rejeitar o vitimismo como explicação para frustrações.


  

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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Vídeos Curtos

 


   Vídeos curtos me irritam profundamente.
  Não é o fato de ser curto em si, no Shorts (YouTube) ou Reels (Face) fico de boa por alguns minutos.
  Os vídeos são curtos, mas tem uma conclusão.

  No Tik Tok é como se usassem um canhão para matar um pernilongo.
  Não mata o pernilongo (não tem conclusão) e faz muito barulho ... vídeos exigem mais da nossa cognição que uma imagem estática.

  O texto da postagem precisava mesmo de um corte em movimento da cantora?

  Aposto que seria muito mais produtivo, interessante, colocar a noticia de uma "promessa" politica e analisa-la.
  A postagem subjetivamente ataca políticos indeterminados, meio que convocando a todos a ficarmos revoltados.
  
   Esse é o tipo de matéria que a principio eu concordo sem nem precisar ler.
   Sinto o efeito em mim mesmo.

   Vou dar um exemplo prático.

 

   Joãozinho entrou na mercearia, pediu papel higiênico.

   Joaquim perguntou: É para embrulhar?

   Joãozinho: É para cagar.


  Reels, Shorts


  Você já ouviu essa piada curta varias vezes, não acha mais graça ... mas houve uma "conclusão"

  Imagine uma piada "Tik Tok".


 

   Joãozinho entrou na mercearia.


 Tik Tok


  Esse é o inicio de muitas piadas, caso seja piada porque a mensagem é tão curta que não dá para saber do que se trata.
  Dai você rola a tela e é mais desse "nada".

  "Pra mim" é altamente irritante e emburrecedor .

   Até aquelas esquetes da Praça é Nossa ou os bordões da Zorra Total "derretem" menos o meu cérebro, dependendo do caso até sai um riso involuntário.


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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Therians

 

Genivaldo: É O GADO, QUÊ CONDUZ O VAQUEIRO!
 A FILOSOFIA DO AMIGO, William Robson ...

William: Vacas são classificadas como sendo do grupo dos bovinos.

Idade Mental: Estudos sugerem que bovinos têm capacidades cognitivas comparáveis às de crianças de 2 a 3 anos ou a cães de inteligência média em certas tarefas.
 *Gemini*

  Dá para especular um valor aproximado de QI de um bovino (vaca ou boi) se comparado ao de um humano "normal".
   O QI humano "normal" é 100. 
   "Especula-se" com base em observações comportamentais das vacas que o QI delas possa chegar a 35.
  *Grok*

  Se você tem idade mental de uma criança de 3 anos ou QI abaixo de 50, de certo não consegue ler esse texto.
  Até onde sabemos é cientificamente impossível.
  Se esta conseguindo ler, tem QI normal de humano com considerável capacidade de entendimento ... só se comporta como bovino se quiser.

  Essa lógica entra em sua mente?

Nota: Therians, pessoas que sentem uma conexão espiritual, psicológica ou neurobiológica profunda com um animal específico imitando seu comportamento.
  Talvez seja o caso do companheiro Genivaldo.




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terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Especialistas

 

Sofia: Tem uma frase do Schopenhauer que eu li num livro dele chamado “A arte de escrever”, que eu sempre lembro, e é mais ou menos assim: 



 “Se quiser refletir sobre algo, reflita sobre a coisa em si, e não sobre o que disseram sobre a coisa.”

 



William: Eu faço as duas coisas.
  Reflito sobre a ideia em si e sobre o que estão falando sobre ela.
  De repente meu entendimento pode estar errado e do outro certo.

Sofia: Na minha opinião eu acho que a humanidade está ficando muito dependente de “especialistas”.

William: Humm ... desculpe a sinceridade, sou assim mesmo.
  Mas suas analises me parecem atrasadas uns 20 anos, pelo menos.
   Com tanta informação trazida pela Internet de maneira tão acessível, os “especialistas” nunca foram tão questionados.
   Não basta dar uma “carteirada” de PHD em alguma coisa.
   Tem que trazer bons argumentos, fundamentado em fatos e análises lógicas obviamente.

Sofia: Para você perceber o quanto dependemos de especialistas, comece a observar o que as pessoas dizem e se perguntam apenas duas coisas:

1- Dentre tudo o que elas dizem você consegue perceber alguma ideia, ou reflexão, que veio a partir dela mesma?

2- Por que tanta gente parece dizer a mesma coisa?

  Mas isso aqui é só minha opinião, e é só uma conversa informal aqui. 
  E não precisa pedir desculpas pela sinceridade. rs . 
  Afinal, ela é uma virtude, não é? 

William: Então uma provocação...
  Porque ficar analisando os outros se podemos analisar nós mesmos?
  Você citou a frase de um “especialista em filosofia”.
   Eu analisei o pensamento em si e emiti minha opinião e argumentação.
   Percebeu que você está se apegando ao especialista?😂😂
  “Vê o cisco no olho do vizinho e não vês a trave em seu próprio olho”

Sofia: E como acha que devemos lidar com as pessoas que não buscam um melhor entendimento das coisas?

William: Faço minhas as palavras do “especialista” Sócrates:


            “Não posso ensinar nada a ninguém, só posso fazê-lo pensar”.

 


   Enquanto livre pensador é a parte que me cabe ... nunca tive a pretensão de “salvar o mundo dele mesmo”...

   Cada povo é responsável pelo ambiente que mantém.
   Não tem povo inocente, tem inocentes em meio ao povo.


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Resumo:


1. Você reflete tanto sobre a ideia em si quanto sobre o que dizem sobre ela — reconhecendo a possibilidade de erro próprio e acerto alheio, o que mostra uma abordagem equilibrada e humilde, em contraste com uma leitura puramente "da coisa em si" sem contexto.

 

2. A análise de dependência excessiva de especialistas está atrasada uns 20 anos — com a internet democratizando o acesso à informação, os especialistas nunca foram tão questionados quanto hoje.

 

3. Credenciais sozinhas não bastam ("carteirada" de PhD) — o que importa são bons argumentos fundamentados em fatos, análises lógicas e evidências concretas, não apenas títulos.

 

4. Provocação sobre hipocrisia na análise alheia — em vez de focar nos outros (como a dependência geral da humanidade), é mais produtivo analisar a si mesmo; você aponta que Sofia cita um "especialista" (Schopenhauer) enquanto critica a dependência de especialistas.

 

5. Uso irônico da citação bíblica — "Vê o cisco no olho do vizinho e não vês a trave em seu próprio olho" — para destacar que criticar a dependência alheia pode ignorar o próprio apego a autoridades (no caso, citar Schopenhauer como autoridade).

 

6. Adesão ao método socrático como postura ideal — "Não posso ensinar nada a ninguém, só posso fazê-lo pensar" (citando Sócrates, ironicamente um "especialista") — seu papel é promover o livre pensamento, não impor verdades ou "salvar o mundo".

 

7. Responsabilidade individual e coletiva — cada um/povo é responsável pelo ambiente que mantém; "Não tem povo inocente, tem inocentes em meio ao povo" — rejeitando vitimismo generalizado e enfatizando que a mudança começa pela reflexão própria, sem pretensão de converter ou resgatar massas passivas.

 

   Esses pontos capturam o cerne da sua posição: defesa do pensamento independente, questionamento saudável da autoridade baseada apenas em credenciais, ironia contra incoerências alheias e foco na auto-responsabilização em vez de culpar "os outros" ou o sistema. O texto é uma defesa vigorosa do livre pensador prático e cético em relação a autoridades automáticas.


  

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sábado, 14 de fevereiro de 2026

Férias na Argentina

 


Petista: "Milei acabou com as férias de 30 dias!"

William: Milei NÃO acabou com as férias de 30 dias
na Argentina.
   A reforma trabalhista (aprovada no Senado em fev/2026) mantém o direito a férias anuais pagas (14 a 35 dias uteis, conforme antiguidade; 30 dias corridos comuns).

  Mudanças: Permite fracionar em períodos mínimos de 7 dias (com acordo), garante pelo menos um período no verão a cada 3 anos e reduz aviso para 30 dias
(antes era 45).
  NÃO extingue nem reduz o total de dias mas flexibiliza.
  Ainda precisa passar na Câmara.

  No Brasil é possível fracionar as férias desde a Reforma Trabalhista de 2017.

  Parabéns para os argentinos e para Milei.

João: "Parabéns" porque não é vc que vai trabalhar 12 horas por dia. é como diz o ditado... pimenta no c... dos outros é refresco!!!

William: Cara, cada um é cada um.
  Eu já trabalhei das 7 ás 21 horas.
  Precisava da grana da hora extra.
  Existe diferença entre ser obrigado e concordar por ser do seu interesse.
  Não cabe ao governo me proibir de trabalhar (no contexto desse nosso dialogo).

  O cidadão esta se preparando para algum concurso ou vestibular e quer trabalhar 4 horas por dia para ter mais tempo para os estudos.
  Se alguém oferecer esse tipo de vaga ... tudo bem.

  O cidadão trabalha por aplicativo, esta em um esforço para comprar a casa própria, por um tempo quer trabalhar 14 horas por dia ... tudo bem.

  A empresa que o cidadão trabalha esta disponibilizando horas extras para quem puder ficar até mais tarde.
  O cidadão iria para o boteco ou ficaria assistindo novelas (streaming), preferiu trabalhar por uma grana extra ... tudo bem.

  No Brasil o que não falta é "vagabundo", por vezes prefere até roubar que trabalhar.

  Não tem como eu ser a favor de um governo que proíbe as pessoas de TRABALHAR.

  Esta ocorrendo algum abuso como trabalho infantil ou o cidadão sendo obrigado a fazer algo fora do convencional?

  Acionemos o ministério publico para investigar e punir caso necessário.
  A denúncia pode ser feita pela própria "vítima" ou terceiros.

  Um dos poucos pensamentos "popularizados" por Karl Marx que assino em baixo é:

   "O caminho para o inferno 
está pavimentado 
de boas intenções."


Escala Seis por Um - Link



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Resumo:

 

1. Milei NÃO acabou com as férias de 30 dias — A reforma trabalhista (aprovada no Senado em fevereiro/2026) mantém integralmente o direito a férias anuais pagas: 14 a 35 dias úteis (conforme antiguidade), com 30 dias corridos sendo o padrão comum. Não extingue nem reduz o total de dias.

 

2. A reforma apenas flexibiliza as férias, não as elimina— Permite fracionar em períodos mínimos de 7 dias (mediante acordo entre as partes), garante pelo menos um período no verão a cada 3 anos e reduz o aviso prévio para 30 dias (antes era 45). Isso traz mais liberdade e adaptação, similar ao que já ocorre no Brasil desde a Reforma Trabalhista de 2017.

 

3. Parabéns aos argentinos e a Milei pela mudança — Você celebra a reforma como um avanço positivo, contrastando com críticas petistas ou de esquerda que alegam "fim das férias de 30 dias".

 

4. Diferença entre obrigação e escolha voluntária — Existe uma clara distinção: ser obrigado a trabalhar excessivamente é errado, mas concordar por interesse próprio (ex.: precisar de hora extra para grana, estudos, comprar casa) é legítimo e deve ser permitido.

 

5. O governo não deve proibir as pessoas de trabalhar — Não cabe ao Estado interferir e proibir jornadas mais longas ou horas extras quando é consensual e beneficia o trabalhador (ex.: estudante que quer meio período para estudar, trabalhador por app em esforço temporário, ou quem prefere renda extra em vez de lazer como boteco ou streaming).

 

6. Crítica à preguiça e defesa da liberdade individual — No Brasil, há muitos "vagabundos" que preferem roubar a trabalhar. Você rejeita governos que limitam o esforço individual e a iniciativa pessoal, defendendo que cada um decida seu ritmo de trabalho.

 

7. Apoio à citação de Karl Marx que você assina embaixo — "O caminho para o inferno está pavimentado de boas intenções." Você usa isso para criticar intervenções estatais "protetoras" que, na prática, prejudicam a liberdade e levam a resultados ruins — alinhando-se ironicamente a um pensamento marxista para reforçar sua posição libertária contra proibições governamentais.

 

Esses pontos capturam o cerne da sua argumentação: defesa da flexibilização como ganho de liberdade, rejeição ao paternalismo estatal e ênfase na autonomia individual (com punição apenas para abusos reais, via Ministério Público). 


  

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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Decote

 

Cristofer:  Não sei porque, mas quando uma mulher está com decote ou algo assim eu sempre acabo olhando, mesmo eu não sentindo nenhum tipo de atração física por ela, eu olho por olhar e fico com vontade de olhar mais. 
  Eu falo sério quando digo que nem é por desejo , eu só queria saber porque isto acontece. 
  Eu sou estranho?
  Isto me torna um pervertido?

William: Cada um tem um gosto, mas tem gostos mais comuns a maioria.
   Quem não acha bonito uma pele lisinha, sem manchas, espinhas, rugas ...não importa a cor da pele, ou o sexo, sempre chama atenção.

  Quem não acha bonito frutas tipo maçã, manga, laranja, banana ... quando estão com aquela aparência "impecável."
  Mesmo que não goste da "fruta"😉 chama atenção.

  Certos carros de luxo são tão diferenciados que prendem nosso olhar, mesmo quem nem sabe dirigir.
  Ou sabe que nunca terá grana para comprar.

  Enfim, a beleza atrai nosso olhar, eu olho para flores em geral, acho muitas bonitas, o mesmo serve para alguns pássaros e tantas outras coisas.

  Achar algo bonito não esta ligado diretamente a "sentir tesão", aliás o tesão é exceção, não a regra.





ATENÇÃO: É extremamente deselegante (no mínimo) ficar com olhar fixo em partes de outras pessoas.
  No caso do "decote", um olhar que escapa, pessoas com o mínimo de "bom senso" não irão se incomodar com isso.
  Da mesma forma pessoas com o mínimo de bom senso não irão fixar o olhar.
  Você é uma pessoa de bom senso? 
  Espero que sim...


  

Mauricio: É extremamente duvidoso, que uma mulher vista-se, pra não querer ser olhada...

Mulher bonita, é como pôr mel na janela, você passa o tempo todo, tirando um inseto de cima...

E a mulher sabem disso, quando se põe na janela.

Eu sou um inseto...

 

William: Eu acho deselegante ficar encarando partes das pessoas, então “eu” não faço isso.


  Quanto as mulheres é aquela coisa que todo homem deveria saber.

  Se ela acha o cara “bonito” (poucos), se sente lisonjeada.

  Se o cara não é do interesse dela (a maioria) ... pode até chegar a acusar de “assédio” e as chances de defesa do “caboclo” são quase inexistentes nos dias de hoje.

  Inclusive a pior auto defesa que o caboclo pode fazer é que ela “pediu por olhares fixos” ao se vestir provocativamente.


  Atualmente tenho direcionado meus textos a Geração Z.

  Então...

  Evite olhar, eu tenho evitado até cumprimentar mulheres se elas não me cumprimentam primeiro.

  Se escapou um olhar, desvie logo para longe da mulher.

  Na menor dúvida se a mulher te acha interessante, NÃO SE ARRISQUE.

  Mantenha distância.

  Se por um azar ficou apaixonado ... BOA SORTE!

  Se for religioso ORE!

  Quem sabe é só Satanás te rodeando... querendo tirar sua paz.😂




 

 

 



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Resumo:

 

1. Estética vs. Desejo Sexual: Você estabelece uma distinção clara entre a apreciação estética e a atração física. Argumenta que o "tesão" é uma exceção e não a regra diante do que é belo.


2. O Instinto pela Perfeição Visual: Você utiliza o exemplo da "pele lisinha" e sem imperfeições para mostrar que o ser humano é naturalmente programado para notar e admirar superfícies saudáveis e esteticamente harmoniosas, independente de gênero.


3. O Olhar como Reconhecimento de Padrões:   Através da analogia com as frutas de aparência "impecável", você sugere que o cérebro nota o que é vibrante e bem-formado, mesmo que não haja a intenção de "consumir" (ou desejar) o objeto.


4. A Atração pelo Excepcional: Ao citar carros de luxo, você pontua que certas coisas prendem o olhar por serem diferenciadas e raras, provando que o interesse visual ocorre mesmo quando não há utilidade prática ou possibilidade de posse.


5. A Universalidade da Contemplação: Você equipara o olhar para um decote ao olhar para flores ou pássaros. Isso remove o peso da "perversão" e coloca o ato no campo da contemplação da natureza e das formas.


6. Normalização do Comportamento: Sua resposta visa desconstruir a culpa do interlocutor, tratando o ato de olhar não como um desvio de caráter, mas como uma reação sensorial comum à beleza.


7. A Autonomia do Gosto: Você reforça que, embora existam gostos particulares, a inclinação por formas harmoniosas é um traço compartilhado pela maioria, validando a reação de Cristofer como algo humano e não "estranho".


  


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