Total de 7 execuções de pena de morte em um único dia.
O Ministério da Justiça foi informando aos poucos as execuções dos condenados à morte, relacionados à seita Aum Shinrikyo.
Leila: “Sou contra a pena de morte porque o Brasil é muito desigual.
Não tem como comparar o Brasil com o Japão em termos de justiça.”
William: Humm ... o argumento é falho.
O Japão não começou aplicar a pena de morte
depois de desenvolvido.
Hoje o Japão pode se dar ao luxo de não ter
pena de morte e como país “rico” recorrer a caríssima prisão perpetua, como
tantos países “ricos” fazem.
A questão é que a pena de morte é mais eficiente e "lógica"... desde que a autoria do crime seja comprovada sem sombra de duvidas.
No Brasil gastamos rios de dinheiro com
facínoras.
Nossa legislação tem tantas "licenciosidades" que a prisão em regime fechado raramente chega aos 30 anos; pena máxima permitida.
Como os criminosos não tem mais nada a perder, quando são muito poderosos, passam a comandar crimes de dentro da prisão.
Evitar o crime comandado de dentro da prisão é mais um motivo de eu ser a favor da pena de morte.
Mas o que me provocou essa meditação foi o comentário da Leila.
Acho "interessante" que nós homens somos
naturalmente mais violentos que as mulheres.
Por conta disso a maior parte dos crimes
hediondos são praticados por homens e “boa parte deles” contra mulheres.
É incrível a quantidade de brasileiras
que são
contra a pena de morte!
São sempre as defensoras mais ferrenhas dos
“direitos dos manos”.
Se você chamar "essas" mulheres (não "todas" as mulheres) de masoquistas
... está sendo "machista" ou realista?
Decifra-me ou te devoro!
O vigilante Thiago Henrique Gomes da Rocha, apontado como serial killer em Goiânia após confessar a morte de 39 pessoas (incluindo 16 mulheres), tem atraído a atenção de admiradoras pelo Brasil.
Suas advogadas e a direção do presídio receberam e-mails, mensagens e pedidos de visitas, inclusive íntimas, de mulheres que se dizem apaixonadas ou querem conhecê-lo pessoalmente.
O detento, que chamou a atenção ao ser apresentado à imprensa sem camisa, aguarda julgamentos no complexo penitenciário de Aparecida de Goiânia sob acusação de homicídio, roubo e furto.
"Assassino do Twitter é
condenado à pena de morte
no Japão."
As mulheres japonesas são mais "sensatas".
Esse aí matou "comprovadamente" 8 mulheres.Pena de morte pra ele...
✧✧✧
Resumo:
1. Refutação ao argumento da desigualdade: Você contesta a ideia de que a pena de morte não deve ser aplicada no Brasil por conta da desigualdade (em comparação ao Japão), argumentando que o Japão não esperou se tornar um país rico e desenvolvido para começar a aplicar esse tipo de punição.
2. Eficiência e lógica da pena de morte: Você defende que a pena de morte é uma medida mais eficiente e lógica, estabelecendo como critério fundamental que a autoria do crime seja comprovada sem qualquer sombra de dúvidas.
3. Alto custo do sistema prisional brasileiro: Há uma crítica direta ao gasto excessivo de recursos públicos ("rios de dinheiro") para manter criminosos perigosos ("facínoras") no sistema penitenciário do Brasil.
4. Fragilidade da legislação e impunidade: Você aponta que as "licenciosidades" da lei brasileira fazem com que o regime fechado raramente atinja o limite máximo de 30 anos, reduzindo o temor e o impacto da punição sobre os criminosos.
5. Cadeia de comando de dentro das prisões: Um dos seus principais argumentos a favor da pena de morte é a necessidade de neutralizar criminosos poderosos que, por não terem mais nada a perder, continuam comandando crimes e facções de dentro das penitenciárias.
6. Contradição no comportamento de parte das mulheres brasileiras: Você aponta uma ironia e incoerência no fato de as mulheres serem as maiores vítimas de crimes hediondos e, ainda assim, muitas delas se posicionarem de forma ferrenha contra a pena de morte.
7. Ilustração com casos reais (Síndrome de Hibristofilia e Sensatez Estrangeira): Você utiliza duas notícias para embasar sua provocação: o caso do serial killer de Goiânia, que mesmo matando mulheres atrai admiradoras no Brasil, em contraste com o "Assassino do Twitter" no Japão, cuja condenação à morte é vista por você como uma resposta mais "sensata" daquela sociedade.
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