sábado, 18 de abril de 2026

Ocidente Venceu

 



Comentarista: Como entusiasta da civilização ocidental, sinto que a verdade foi a primeira vítima desta guerra. 
  Baseado em Clausewitz, entendo que a guerra deve ser a continuação da diplomacia pela força, mas vejo uma falha estratégica grave. 
  Erramos ao acreditar que tecnologia de drones ou sistemas de comboios resolveriam o problema do Estreito de Ormuz de forma simples. 
  O maior dano, contudo, é reputacional: o "bom nome" do Ocidente está em risco porque o discurso oficial não condiz com a realidade dos fatos.
   O objetivo de conter o Irã nuclear se perdeu em metas mutáveis. 
  O mercado errou ao confiar em soluções rápidas inexistentes, e é doloroso ver essa dissimulação vinda de quem deveria honrar a própria palavra.

William: É "doloroso" ouvir um analista financeiro dizendo esse tipo de coisa.
  Que previsibilidade absoluta tem a Bolsa de Valores!?
  Ou qualquer outra coisa.
  Hoje eu estou vivo, amanhã posso estar morto.
  Havia a possibilidade da Guarda Revolucionária fechar o Hormuz?
   Claro que sim, isso é prometido há décadas pelos aiatolás.
   Os americanos esperavam que que não chegasse a tanto.
   Chegou e eles tiveram que dar a resposta adequada.

   Quanto ao objetivo sempre esteve bem claro.
   A GRI financiava grupos "teoristas" que culminou com a invasão a Israel.
   Acabar com o programa nuclear é um objetivo a mais.
   Outro objetivo era mudar o regime teocrático ou pelo menos enfraquece-lo bastante como ocorreu na Venezuela, e esta sendo alcançado.
   Parabéns a Trump e equipe, nem dá para dizer que foi uma ação do "Ocidente" se olharmos para inação da Europa.



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 Resumo:


1. Os objetivos estratégicos sempre estiveram claros 

   Não houve “metas mutáveis” ou perda de foco. O objetivo central era combater o financiamento iraniano a grupos terroristas que culminou na invasão de Israel. Acabar com o programa nuclear foi apenas um objetivo adicional.

 

2. O enfraquecimento (ou mudança) do regime teocrático iraniano está sendo alcançado 

   Assim como ocorreu na Venezuela, o objetivo de enfraquecer significativamente o regime iraniano está em curso e vem sendo cumprido.

 

3. A ameaça do fechamento do Estreito de Ormuz era real e conhecida 

   A Guarda Revolucionária (GRI) prometia isso há décadas. Os americanos esperavam que não chegasse a esse ponto, mas quando chegou, deram a resposta adequada.

 

4. A ação foi liderada pelos EUA (Trump), não pelo “Ocidente” como um todo 

   Parabéns a Trump e sua equipe. Nem se pode chamar de ação do “Ocidente”, dada a inação da Europa.

 

5. A previsibilidade absoluta do mercado e de analistas financeiros é ilusória 

   É “doloroso” ver analistas falando em dissimulação ou em soluções rápidas inexistentes. A Bolsa de Valores (e qualquer previsão) não tem previsibilidade absoluta — “hoje eu estou vivo, amanhã posso estar morto”.

 

6. A resposta americana foi necessária e proporcional 

   Diante da ameaça concreta e do financiamento ao terrorismo, os EUA agiram corretamente, contrariando a narrativa de que a tecnologia de drones ou comboios resolveria o problema de forma simples.

 

7. O “bom nome” do Ocidente está em risco mais pelas falas de certos “especialistas”.

 

  Esses pontos capturam o cerne da sua posição: defesa da clareza de objetivos, elogio à ação americana sob Trump, relativização das críticas de “dissimulação” e afirmação de que, apesar dos custos reputacionais, a estratégia contra o Irã produziu resultados concretos.


 

  

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