sexta-feira, 31 de julho de 2026

Cacique é Brasileiro

 



Tiago >> O Ó DO NÓ DO BOROGODÓ!
  Mas, lá na frente, terá alguém para dizer; o eleitor é o único culpado!
  De propósito; esquecem o Cacique, o Líder, e o militante bem pago!
  Somos um país maravilha de um povo bonito, com uma mentalidade de Avestruz!
  Enfiamos a cabeça no chão, deixando a bunda exposta!

William >>  Já debati com milhares de pessoas.
  Ainda não vi ninguém dizer que o eleitor é o “único culpado”.
  Eu mesmo falo que não existe POVO inocente, existe inocentes em meio ao povo.
  Veja que eu falo “povo” algo que vai bem além do eleitor.

  Não sei do "Cacique, Líder, Militante bem pago," serem alienígenas ou de outra nação.

  Veja que esses lideres BRASILEIROS estão aceitando serem subjugados pelo Supremo, formado por ministros BRASILEIROS.

  O Legislativo poderia fazer diferente, se unir e dar um basta nessa situação.
  Se fossemos um povo mais "civilizado" isso já teria acontecido.

  Qual a parte do eleitor nisso?
  Se o Flávio for para o segundo turno, votar nele em peso, como aconteceu na Venezuela, de forma que não reste dúvidas de quem venceu as eleições.
  Não vai dar para o Inácio vencer com "51%".

  O candidato que substituiu a Corina Machado, não ganhou por seus méritos, era a opção menos ruim que o eleitor tinha.

  Diferente da Venezuela, nós não temos as Forças Armadas formada por "revolucionários leais ao Moraes ou ao Inácio".

  Se o Flávio ganhar com folga, vai assumir.

  A parte do eleitor é essa, manter o Regime STF ou dar um basta.
  Os "lideres partidários" ficam irrelevantes.

  Agora mesmo, se Flávio (ou outro opositor) estivesse com uns 10 pontos de vantagem, o cenário seria outro.

  Veja que os lideres partidários estão fazendo a vontade do povo.

  O povo não tem demonstrado forte desejo de dar um basta ao PT, STF.
  O "Cacique, Líder, Militante bem pago ... fazem parte do nosso povo.

  Essa lógica entra em sua mente?


  O bolsonarismo, apesar dos problemas, tem mérito ideológico
  A pauta bolsonarista empurraria o país para o CENTRO DIREITA, modelo que tem funcionado melhor no mundo, o que justificaria, pragmaticamente, minha preferência relativa.
  Pretendo votar em Romeu Zema.



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Resumo:
 
1. Responsabilidade coletiva do povo, não apenas do eleitor
Você argumenta que não existe um "povo inocente" (embora existam indivíduos inocentes dentro dele). O conceito de povo é mais amplo do que o de eleitor, e a mentalidade geral da população reflete-se na situação política do país.

2. Caciques e líderes políticos são fruto da própria sociedade brasileira
Líderes partidários, "caciques" e militantes não são alienígenas ou de outra nação; eles fazem parte do próprio povo brasileiro e agem de acordo com a cultura e postura da sociedade em que estão inseridos.

3. Inação e submissão dos líderes perante o Supremo (STF)
Você aponta que as lideranças políticas brasileiras aceitam ser subjugadas pelo Supremo Tribunal Federal. Se houvesse maior articulação, união ou civilidade no país, esses líderes já teriam se posicionado para dar um basta a essa situação.

4. Lideranças partidárias apenas reproduzem a vontade (ou apatia) do povo
Na sua visão, os dirigentes partidários só mantêm o comportamento atual porque a população não demonstra um desejo forte e massivo de mudar o cenário ou de confrontar o PT e o STF. Se a preferência popular por um candidato de oposição fosse avassaladora, a atitude dos líderes seria outra.

5. O papel decisivo do eleitor nas urnas para evitar margens duvidosas
O eleitor tem o poder de definir o rumo do regime: uma vitória expressiva e com margem folgada da oposição nas urnas inviabilizaria apurações apertadas (como 51%) e tornaria os arranjos dos caciques partidários irrelevantes.

6. Diferença estrutural entre o cenário brasileiro e o venezuelano
Diferente da Venezuela, o Brasil não possui Forças Armadas formadas por "revolucionários leais" aos detentores do poder ou a ministros do STF. Se um candidato de oposição vencer com margem ampla, ele assumirá o cargo.

7. Pragmatismo ideológico e preferência pelo modelo de Centro-Direita
Apesar das ressalvas, você defende que a pauta do bolsonarismo tem o mérito de empurrar o país para a centro-direita — modelo que considera mais funcional globalmente —, justificando sua escolha pragmática (manifestando intenção de voto em Romeu Zema).




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