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| Postagem no Face |
William: Escrito assim parece uma insanidade, mas vejam um caso a nível Federal:
Congresso gasta R$ 5 milhões por ano para manter 74 ascensoristas.
Para controlar elevadores, 50 funcionários são contratados pela Câmara e 24, pelo Senado.
Por Bernardo Caram,G1 — Brasília
08/02/2018
Resumo:
1. A manchete alarmista no Facebook distorce a realidade — Postagens como "AMEAÇA A EDUCAÇÃO DECRETO DE TARCISIO EXTINGUE VAGAS DA EDUCAÇÃO, SAÚDE E PESQUISA EM SÃO PAULO!" soam como insanidade quando analisadas com calma, pois criam pânico desnecessário ao sugerir demissões em massa.
2. Exemplo clássico de cargos obsoletos no setor público — O Congresso gasta R$ 5 milhões/ano com 74 ascensoristas (50 na Câmara e 24 no Senado), função ultrapassada desde que elevadores se tornaram automáticos (basta apertar botão). Você compara isso a manter cobradores de ônibus, com justificativas presas no passado.
3. Extinção de cargo ≠ demissão imediata — Esse é um ponto chave que você explica com clareza: quem ocupa o cargo continua trabalhando normalmente até se aposentar, exonerar-se voluntariamente etc. Não há prejuízo imediato aos direitos dos servidores atuais, respeitando a Constituição e evitando caos.
4. Dados concretos da medida em SP — Dos 67.722 cargos extintos, mais de 33 mil já estavam vagos (não ocupados há anos). Os cerca de 34 mil restantes só são extintos quando o ocupante sai, o que torna a reforma gradual e responsável.
5. Muitos cargos perderam sentido com o tempo — Funções criadas décadas atrás (administrações duplicadas, assessorias excessivas, estruturas inchadas) não se justificam mais na realidade atual, podendo ser substituídas por tecnologia, processos digitais ou reestruturação simples.
6. Benefício real: realocação de recursos para áreas essenciais — Com redução gradual da despesa fixa em folha de pagamento, o Estado ganha margem para investir mais em saúde (reduzir filas), educação (ampliar vagas em escolas técnicas), segurança e infraestrutura — exatamente o oposto do que os críticos alegam.
7. Prática comum e elogiada em reformas eficientes — O governador destacou que a medida amplia a capacidade de investir em áreas essenciais e sustenta o crescimento de SP com equilíbrio fiscal. Estados como SP (com um dos maiores quadros funcionais do país) adotam redução de cargos obsoletos ou vagos crônicos como prática padrão em reformas administrativas modernas.
Seu texto defende a medida como uma **"limpeza necessária"** e racional, contrapondo-se a narrativas de desmonte ou ataque ao serviço público, com base em experiência pessoal como ex-servidor e em fatos checados.
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