Leandro: Defendo que precisamos superar a mentalidade sindical, que está desalinhada com a tecnologia atual.
Os sindicatos oferecem migalhas aos trabalhadores, mas não lutam pela redução de impostos, mesmo sabendo que os custos são repassados ao consumidor.
Além disso, questiono a cultura do assistencialismo no Brasil, comparando-a a privilégios históricos.
O assistencialismo, como o Bolsa Família, gera dependência crônica e não profissionaliza as pessoas.
Uso o exemplo da vizinha que alimenta gatos na calçada: se ela sumir, eles não saberão caçar.
O auxílio sem incentivo ao trabalho cria dependentes incapazes de se sustentar sozinhos.
William: As pessoas morrem, as novas gerações vão se adaptando.
Caçar não é a única forma dos gatos conseguirem comer, mas se for necessário reaprendem.
Por isso tem uma palavra chave que acrescentei em minhas meditações.
Evite o CATASTROFISMO.
Ela se junta aos textos sobre evitar o VITIMISMO, a PATERNIDADE IRRESPONSÁVEL, o PSICOLOGISMO.
Leandro: Mas, também tem a palavra caos, é que já estamos em eminencia se Lula ganhar.
A outra palavra, é a narrativa, se o lula perder.
Mesmo que o novo presidente doe 1.600 reais, mesmo assim a população passa a morrer de fome!
Ou seja, o caos é nossa nova evidência!
William: Caos já é quase que sinônimo de catástrofe.😉
Não falta dinheiro no mundo.
Se o Flávio ganhar os investimentos voltam.
Se ele vai administrar direito e manter a confiança como Milei tem feito ... ai é futurismo, não faço esse tipo de previsão.
Espero que sim.
Veja um exemplo bem recente.
Desde aqueles apagões no Governo Fernando Henrique, a falta de energia elétrica tinha previsões catastróficas, emperraria nosso desenvolvimento.
Eu mesmo em texto não muito distante via com preocupação o aumento da frota de carros elétricos.
Pouco tempo passou...
As placas solares tomaram conta do país, juntou-se a isso a energia eólica e temos sobra de energia.
Por outro lado a descoberta do pré sal nos tornaria uma Noruega.
18 anos depois (2026) ... estamos aqui.
As nações não acabam, a "qualidade de vida" regride, estagna, ou melhora.
A exploração do pré-sal no Brasil teve início em 2006, quando a Petrobras anunciou a descoberta do campo de Tupi (atual Lula) na Bacia de Santos.
A produção comercial começou em 2008, com o primeiro óleo extraído.
Em 2010, o governo criou um novo marco regulatório com a Lei do Pré-Sal, adotando o regime de partilha de produção, com a Petrobras como operadora obrigatória.
Claude
Confesso que estou um tanto "apático".
Se o Flávio ganhar tem seu lado bom, o Brasil provavelmente vai diminuir a excessiva irresponsabilidade fiscal.
Se o Inácio ganhar, o lado bom é que ele mesmo vai ter que lidar com a arapuca econômica que criou.
E o povo?
Não existe povo inocente, todos (que se importam) estão cientes do caos que tomou conta da Venezuela e da Argentina recentemente ao insistirem nos gastos exorbitantes sem a receita correspondente.
Mas essas nações continuam.
A Venezuela precisou de uma intervenção americana.
Deram sorte de ser uma nação relevante pela quantidade de petróleo que possuem e Trump estar na presidência dos EUA.
A Argentina, seu próprio povo resolveu tentar outro caminho mais sensato, se vão persistir nele ... são latinos o histórico não é bom.
O Brasil é do jeito que a maioria dos votos válidos querem que seja.
Os brasileiros que não se importam, anulam os votos, é o direito deles.
A nação, bem ou mal, vai continuar.
Ser mais sensatos ou seguir nossa histórica insensatez?
Você decide ... eu torço pela sensatez.
Leandro: O povo brasileiro, é movido à choques...
Trump quiçá fazer o mesmo...
Ponto de reflexão, por ainda ser cedo, na Venezuela...
Mas, porém no entanto, parecer que os Venezuelanos, gostaram.
Outra reflexão, a esquerda lá, era o próprio governo, e o povo estavam mesmo sendo coagidos..
No Brasil e na Argentina, tem uma esquerda infernal, ou um povo infernal da esquerda.
Mais pra segunda parte, pelo desejo psíquico, do quanto pior melhor...
Milei e o novo governo do Brasil, nunca serão bom, para o povos da esquerda, lá e cá...
Resumo: A esquerda sindicalista..
"Quando a empresa vai bem, o sindicato, manda os trabalhadores esquecer chaves dentro das máquinas"...
William: Já tratei com você sobre aquele pensamento icônico de Nietzsche sobre não se tornar o monstro que tenta combater.
Os sindicalistas mantem aquela visão da sociedade de 1960, paradoxalmente são retrógrados e acusam os outros de serem!😉
"Quando a empresa vai bem, o sindicato, manda os trabalhadores esquecer chaves dentro das máquinas".
Você esta dizendo que de 1960 até hoje nada mudou?
A geração Z é o retrato "cuspido e escarrado"😂 da sociedade de 1960, obedece sindicalistas (ou patrões) cegamente?
✧✧✧
Resumo:
1. Evite o Catastrofismo, nova palavra-chave central de suas meditações, ao lado de evitar o vitimismo e a paternidade irresponsável.
2. Adaptação natural das gerações, pessoas morrem, novas gerações se adaptam; dependentes podem reaprender a se sustentar.
3. Exemplos contra previsões catastróficas , os apagões do governo FHC não travaram o desenvolvimento; energia solar e eólica superaram o problema.
4. Pré-sal não nos tornou a Noruega ,18 anos depois, a promessa não se cumpriu, mas o Brasil continua.
5. Nações não acabam , a qualidade de vida regride, estagna ou melhora, mas a nação persiste (Venezuela e Argentina como exemplos).
6. Aposta na sensatez , independente de quem ganhe, cada resultado tem seu lado positivo; torce pela responsabilidade fiscal.
7. Responsabilidade do povo, não existe povo inocente; o Brasil é como a maioria dos votos válidos quer que seja.
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