quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Rede de Proteção 2026

 






   INFLUENCIADORA DEFENDE TRABALHO COMUNITÁRIO PARA QUEM RECEBE BOLSA FAMÍLIA .

   A influenciadora Lorena Comeron gerou repercussão nas redes sociais ao defender mudanças nas regras do Bolsa Família durante sua participação no podcast Conversa com Excelência.
  Segundo ela, os beneficiários deveriam prestar serviços comunitários, como varrer ruas e ajudar na limpeza de escolas, ou estar estudando como condição para continuar recebendo o auxílio.
  “Quem recebe o Bolsa Família deveria ajudar a população, varrer ruas, escolas, ou estar estudando”, declarou.
  Lorena também defendeu que os beneficiários aceitem oportunidades de trabalho compatíveis com seus perfis, incluindo atividades sociais e empregos de meio período.
  A proposta dividiu opiniões nas redes sociais. 
  Enquanto alguns internautas defendem a possibilidade de contrapartidas sociais para quem recebe o benefício, outros questionam a imposição de trabalho como condição para a assistência financeira, especialmente diante das dificuldades enfrentadas por famílias em situação de vulnerabilidade.
   Atualmente, o Bolsa Família possui critérios próprios de elegibilidade e condicionalidades relacionadas a áreas como saúde e educação. 
  A exigência geral de prestação de serviços comunitários representaria uma mudança nas regras vigentes.
   E você, o que acha? O Bolsa Família deveria continuar com as regras atuais ou poderia incluir algum tipo de contrapartida comunitária?






William >> Sempre defendi uma Rede de Proteção para os menos adaptados (ou azarados) sem necessidade de contra partida.
  Esse planeta é muito rico, a miséria não deveria ser tolerada.
  Alimentação, tratamento médico, ensino básico, segurança pública, tem que ser acessível a todos.
  Dar casa de graça sou contra, mas manteria bons albergues.

  Eu estipularia um valor a receber para cada pessoa que estivesse na casa.
  Obviamente que esse valor teria um estudo profundo, mas só para efeito didático, cada cidadão receberia 300 reais, Outubro de 2026.
 (Minha proposta é 20% do salário mínimo em vigor.)

  Esta cada vez mais fácil com as IAs e cruzamento de dados determinar qual a renda familiar efetiva.
  Se em uma família com 3 pessoas a renda por individuo esta em 250 reais por exemplo, através de um cartão cidadão seria depositado um complemento de 150 reais.

  O valor é baixo?
  A proposta é evitar a miséria, não dar boa vida.

  A proposta da moça é complicadíssimo de executar.
  Uma mãe solo vai deixar com quem a criança?
  Na pratica o Governo seria um grande empregador pagando pouco, 600 reais para trabalhar de gari (só um exemplo)!?
    
  
  
  A ilusão da “caridade” com o seu dinheiro.
 
  Quando vejo a distribuição indiscriminada de materiais e uniformes escolares pelo governo, não vejo bondade, vejo desperdício.
  Na prática, a maioria dos alunos acaba nem usando essas mochilas ou cadernos padronizados.
  Minhas filhas mesmo preferem materiais particulares, e os itens fornecidos pelo Governo acabam ficando em um canto esquecido.
   Enquanto isso, o dinheiro dos seus impostos alimentou licitações duvidosas para entregar produtos de qualidade questionável.
  A matemática é simples, se cerca de 20% das famílias realmente precisam de ajuda para compra de material escolar, por que o governo gasta com 100% das famílias!?
  Isso significa que 80% dos recursos estão sendo desperdiçados!
  Recursos que poderiam estar melhorando a estrutura das nossas escolas.
  Tratar o Estado como um “paizão de recursos infinitos” é uma imaturidade da nossa sociedade.
  Eu sou totalmente a favor da ajuda, mas para QUEM PRECISA!
  A solução lógica?
  Em vez do Governo gastar fortunas comprando lotes genéricos com a própria marca, deveria conceder uma ajuda de custo sigilosa para as famílias comprovadamente carentes comprarem seu próprio material, mediante prestação de contas com nota fiscal.
  Chega de aprovar maus costumes disfarçados de benefício social.
  A verdadeira caridade exige responsabilidade e respeito ao dinheiro público!

 Desperdício na Escola - Link


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Resumo:
  
1. Defesa de uma Rede de Proteção Incondicional: A assistência aos menos adaptados ou vulneráveis não deve exigir contrapartidas de trabalho comunitário, pois o planeta é rico e a miséria  não deve ser tolerada.

2. Garantia de Direitos Básicos Universais: O Estado deve assegurar a todos o acesso ao essencial: alimentação, tratamento médico, ensino básico e segurança pública (mantendo albergues de qualidade em vez de doação de moradias).

3. Proposta do Complemento de Renda (20% do Salário Mínimo): Defesa de uma renda mínima por indivíduo estipulada em 20% do salário mínimo em vigor (ex: R$ 300,00 por pessoa), onde o Governo paga apenas a diferença até atingir esse piso familiar.

4. Foco na Eliminação da Miséria, Não no Assistencialismo Passivo: O objetivo do benefício é estritamente evitar a miséria extrema e a fome, e não proporcionar uma renda confortável que desestimule a autonomia.

5. Aproveitamento de Tecnologia e IAs para Gestão Eficiente: Uso de Inteligência Artificial e cruzamento inteligente de dados para determinar com precisão a renda familiar efetiva e realizar repasses complementares justos via Cartão Cidadão.

6. Inviabilidade Prática das Contrapartidas de Trabalho: Exigir trabalho comunitário de beneficiários é logisticamente inviável (ex: mães solo sem com quem deixar os filhos) e transforma o Estado em um "subempregador" precarizado.

7. Combate ao Desperdício e Valorização do Dinheiro Público: Reiteração do princípio de que os recursos públicos devem ser direcionados com precisão matemática a quem realmente necessita, eliminando desperdícios e o paternalismo estatal.



  

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