Gabriel: O Brasil pergunta, porque o ministro Mendonça, não autorizou a operação contra Flávio também, já pegou 134 milhões?
William: Os brasileiros desde 2019 resolveram "dar" (tolerar) plenos poderes a Ministros do STF.
Alexandre de Moraes virou o "heroíno" (estimulante) da esquerda.
Os brasileiros de bom senso cansaram de avisar que o STF estava mandando no Brasil sem nem ao menos ser eleito pelo povo.
Eu pergunto: PORQUE O ESPANTO !?
Mendonca esta exercendo os mesmos poderes de Gilmar, Tofolli, Moraes ...
Moraes IGNOROU a decisão do Congresso e aumentou o IOF.
O rombo fiscal não diminuiu em nada, mas o endividamento da sociedade como um todo aumentou bastante.
Esse “roubo” fiscal é maior que o “roubo” Master.
E Moraes esta envolvido nos dois.
Sob o reflexo direto das alterações nas alíquotas, a Receita Federal arrecadou um total de R$ 86,4 bilhões com o IOF em 2025.
Mesmo com esse reforço a estimativa do próprio governo é um rombo "oficial" de 60 bilhões de reais.
Fora do oficial tem mais gastos no valor de 62 bilhões de reais.
Imagine que você gastou 2 mil com as despesas da casa, tem mais 2.200 de gastos com o automóvel, mas decidiu simplesmente tirar isso da conta.
Dai o Governo apresenta seus números oficiais e não vê neles justificativa para nossa SELIC estar em 14%, sugere que é má vontade do Banco Central.
Enganar o eleitor alienado ou fanático petista é fácil.
O problema é que os caras do mercado financeiro conhecem matemática básica.
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Resumo:
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1. Concentração de poder inconstitucional no STF Ministros do STF exercem poder sem mandato popular desde 2019, com a tolerância da sociedade — e Mendonça age com os mesmos poderes que Gilmar, Toffoli e Moraes.
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2. Moraes ignorou o Congresso para aumentar o IOF Uma decisão unilateral e antidemocrática: o ministro sobrepôs sua vontade à do Legislativo eleito ao ampliar as alíquotas do IOF.
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3. O aumento do IOF não resolveu o rombo fiscal Apesar de a Receita ter arrecadado R$ 86,4 bilhões com o IOF em 2025, o déficit oficial ainda é de R$ 60 bilhões — prova de que o problema é de gasto, não de receita.
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4. Há R$ 62 bilhões em gastos "fora do oficial" O autor aponta que além do rombo declarado, existem despesas não contabilizadas oficialmente, tornando a situação fiscal real muito pior do que o governo apresenta.
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5. A analogia doméstica expõe a irresponsabilidade fiscal Gastar R$ 2.000 na casa + R$ 2.200 no carro e simplesmente "tirar da conta" — metáfora usada para ilustrar que o governo oculta parte dos seus gastos na contabilidade oficial.
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6. O "roubo fiscal" supera o escândalo Master O autor argumenta que o desvio via política fiscal é quantitativamente maior que o caso Banco Master — e Moraes estaria envolvido nos dois.
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7. O mercado financeiro não se deixa enganar Enquanto eleitores alienados aceitam a narrativa oficial, os agentes do mercado entendem matemática básica — e a SELIC a 14% reflete essa desconfiança, não "má vontade" do Banco Central.
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