Joabe: EU CRITICO O QUE ESTÁ ESCRITO NA BÍBLIA.
William: Eu digo que o que esta na Bíblia é a ideia que povos primitivos tinham de uma suposta entidade que falou com Abraão.
O “pergaminho” aceitava tudo.
(O papel como conhecemos hoje foi criado oficialmente no ano 105 d.C., na China.)
Resumo:
1. Diferença entre Crença e Conhecimento: Você estabelece uma distinção clara entre acreditar no conteúdo de textos bíblicos e saber, de fato, a natureza de possíveis "entidades" ou formas de vida.
2. Abertura Mental por Probabilidade: Mesmo sem nunca ter tido experiências pessoais com OVNIs ou abduções, você argumenta que a grande quantidade de relatos de terceiros justifica manter a mente aberta; se apenas 10% forem críveis, o fenômeno já merece atenção.
3. Hipótese Extraterrestre e Extradimensional: Você propõe que o que é classificado como "consciência" ou "entidade" pode ter origem em outros planetas (físicos) ou em dimensões paralelas que coexistem com a nossa.
4. Convergência de Conceitos: O texto sugere que uma explicação não anula a outra; entidades espirituais e seres alienígenas podem ser manifestações de uma mesma realidade desconhecida.
5. Prioridade no "Aqui e Agora": Apesar de meditar sobre temas metafísicos, sua prioridade filosófica permanece na realidade imediata e concreta, focando em política, economia e comportamento humano.
6. Reconhecimento da Limitação Humana: Você argumenta que, se o ser humano possui pouco poder ou compreensão sobre as questões terrenas, essa limitação é ainda maior diante de possíveis interferências externas ou dimensões desconhecidas.
7. Especulação como Exercício Dialógico: O debate sobre temas abstratos (o "sexo dos anjos") é tratado como um exercício filosófico motivado pela interação com outros, e não necessariamente como o núcleo da sua busca lógica primordial.
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