Resumo:
1. Os objetivos estratégicos sempre estiveram claros
Não houve “metas mutáveis” ou perda de foco. O objetivo central era combater o financiamento iraniano a grupos terroristas que culminou na invasão de Israel. Acabar com o programa nuclear foi apenas um objetivo adicional.
2. O enfraquecimento (ou mudança) do regime teocrático iraniano está sendo alcançado
Assim como ocorreu na Venezuela, o objetivo de enfraquecer significativamente o regime iraniano está em curso e vem sendo cumprido.
3. A ameaça do fechamento do Estreito de Ormuz era real e conhecida
A Guarda Revolucionária (GRI) prometia isso há décadas. Os americanos esperavam que não chegasse a esse ponto, mas quando chegou, deram a resposta adequada.
4. A ação foi liderada pelos EUA (Trump), não pelo “Ocidente” como um todo
Parabéns a Trump e sua equipe. Nem se pode chamar de ação do “Ocidente”, dada a inação da Europa.
5. A previsibilidade absoluta do mercado e de analistas financeiros é ilusória
É “doloroso” ver analistas falando em dissimulação ou em soluções rápidas inexistentes. A Bolsa de Valores (e qualquer previsão) não tem previsibilidade absoluta — “hoje eu estou vivo, amanhã posso estar morto”.
6. A resposta americana foi necessária e proporcional
Diante da ameaça concreta e do financiamento ao terrorismo, os EUA agiram corretamente, contrariando a narrativa de que a tecnologia de drones ou comboios resolveria o problema de forma simples.
7. O “bom nome” do Ocidente está em risco mais pelas falas de certos “especialistas”.
Esses pontos capturam o cerne da sua posição: defesa da clareza de objetivos, elogio à ação americana sob Trump, relativização das críticas de “dissimulação” e afirmação de que, apesar dos custos reputacionais, a estratégia contra o Irã produziu resultados concretos.
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