terça-feira, 20 de agosto de 2019

Agosto 20 Passeando





“LIBERDADE, LIBERDADE, ABRA AS ASAS SOBRE NÓS!”



  Não sei como há tantas pessoas que não entendem que estamos em um processo de transição!
  Não é só para combater queimadas que a grana está curta...


  Todo esforço do Governo (Legislativo e Executivo) está sendo no sentido de modernizar nossa nação.
  Ainda estamos em uma bola de neve de endividamento que só faz crescer.





                                   

👩 “Porque ao invés de legalizar o aborto o SUS não legaliza laqueadura e vasectomia?”
[Comentarista]                                               

  Mas isso já é legalizado, as exigências são “aceitáveis”.
  Fazer laqueadura ou vasectomia em adolescentes ... não tenho como defender essa pratica.
  Não acredito que o cidadão está pronto para tomar uma decisão dessas que muitas vezes pode ser definitiva.
 
 “O Sistema Único de Saúde (SUS) fará esses procedimentos (laqueadura e vasectomia) gratuitamente em algumas pessoas.
 Primeiro é preciso entender que essa decisão não é brincadeira.
  Para se candidatar ao procedimento, tanto o homem quanto a mulher devem ter, no mínimo, 25 anos de idade ou pelo menos 2 filhos.
  Se a mulher for casada, será necessário o consentimento do cônjuge (em caso de vasectomia a esposa também precisa concordar com a realização do procedimento).
  Se a pessoa for solteira, viúva, separada ou divorciada, só precisa de uma testemunha que comprove seu desejo de se submeter à cirurgia.
  O SUS não faz a reversão dos procedimentos – para todos os efeitos será uma decisão definitiva (é possível reverter tais operações em clínicas e hospitais privados, mas são cirurgias mais complicadas que não serão bem sucedidas em todos os casos).”


     



                                                          


  Eu era meio pestinha com minhas “experiências cientificas”, mas não me lembro de ser folgado com as pessoas.
  Certa vez tinha um colchão velho de palha encostado na parede do lado de fora da casa na Vila Boa Vista.
  Como raramente tínhamos gás que durasse o mês todo, mantínhamos um "fogão" de tijolo baiano no quintal.




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