sábado, 11 de fevereiro de 2012

Simplesmente Simples

  “Mas, eu acredito que a sensação de contentamento, pode ir se ampliando, á medida que vamos aprendendo a negociar com o destino.” [Nihil]
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  Para fins PRÁTICOS eu desconsidero a existência do destino.
  Observo que algumas pessoas tem [digamos] um anjo da guarda bem melhor que outras, que eu chamo de ESCOLHIDOS.
  Como escrevo principalmente para as CRIATURAS eu digo que se você é uma pessoa de muita sorte coisas espetaculares acontecem em sua vida, é como se você nascesse para brilhar mesmo fazendo coisas um tanto burras como Florentina, Florentina...HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH!
  Logo, o que não tem remédio remediado esta.

  Esqueça carmas, darmas, destinos, predestinações... simplesmente busque o AUTOCONHECIMENTO, saber o que lhe dá prazer e não o levará a destruição ou a ser um peso para outras vidas.

  Exemplo rápido: Você tem muito prazer em fumar, sei que as áreas estão bem restritas, mas é possível você fumar sem incomodar outras pessoas, sem ficar jogando bitucas em qualquer lugar.
  Claro que segundo estudos o habito de fumar pode reduzir seu tempo de vida, mas ninguém vive para sempre, alem do mais viver sem prazer acredito que tira sua motivação para vida, sem ânimo para vida acredito que doenças psicossomáticas se instalem com mais facilidade reduzindo também seu tempo de vida talvez até mais que o cigarro.
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  Wando morreu com 66 anos e as noticias são de que o sedentarismo o matou...sei lá, 66 anos é um bom tempo de vida. Wando sempre me pareceu um cara de bem com a vida, ganhou dinheiro com o que tinha prazer em fazer, quantos conseguem isto?
  Foi uma vida bem vivida,e sua morte não se arrastou por anos como vitimas de Parkinson ou Alzheimer  ou ainda diabete grave onde vamos sendo amputados aos poucos.
  Sei que pode parecer sarcástico e não é, mas Wando teve uma boa vida e uma morte razoável, mas continuando...

  Tá, as pessoas vão dizer para você trocar o prazer de fumar pelo prazer em adorar a Deus, o problema com o prazer é que ele pode ser acumulável.

  Você pode ter prazer em louvar a Deus e fumar, um prazer não anula o outro e os dois podem ser muito intensos.
  Vamos supor que o médico “mande” você trocar o prazer de fumar por cultivar uma horta.    
  Como cumprir uma ordem desta se os próprios médicos não são um exemplo de correção alimentar ou qualquer outra?
  Talvez sua relação com vegetais e verduras se limite a compra-los na feira, acha bonito, mas não tem prazer em cuidar de uma plantação.

  Você não escolhe o que sentir, parece que é o prazer que te escolhe, você já nasce vibrando em uma “frequência”.

  A descoberta de alguns prazeres pode ser evitada e amarrando em  um texto anterior, via de regra “não desejamos o que não conhecemos”.
  Como você vive em um país tropical provavelmente nunca andou de ski na neve, mas como pode garantir que se tivesse acesso a esta pratica desde de cedo este não seria um grande prazer seu?   Você simplesmente NÃO PODE garantir.
  Com certeza deve ter muitas pessoas nascidas nos trópicos que se tivessem acesso aos esportes de inverno gostariam muito de varias modalidades, acontece que é inviável economicamente construir uma montanha com neve em São Paulo. [guardem isso, esta é a chave do texto]
  Bom se evitarmos o conhecimento de um prazer podemos evitar este prazer então abolir as drogas da sociedade [por exemplo] evita que pessoas conheçam o prazer das drogas...simples não?
  Não, não é nada simples.
  Uma empresa que descobrir como manter uma montanha congelada a preços razoáveis, pode ganhar muito dinheiro em São Paulo fazendo um parque de diversões com esta temática. 
  Lhe parece uma tarefa simples? 
  Só quero te lembrar que no Brasil nem ao menos existe montanhas, e manter congelado um morro da Serra do Mar é uma tarefa economicamente inviável.
  As drogas tem uma produção relativamente barata, podem ser guardadas em pequenos frascos que cabem em qualquer lugar, é, até lá onde você esta
pensando...HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!
   Quando você aumenta a repressão gastando um enorme dinheiro com policiais o preço da droga sobe e sempre há quem esta disposto a pagar tornando o negócio ainda mais rentável, logo, se não dispomos de tecnologia para tornar as drogas economicamente inviáveis o mais lógico para o momento seria desistir de tentar extermina-las e criarmos leis regulamentando seu comércio, produção e consumo.
  Mas claro, a lógica não tem poder para mudar as atitudes e se não mudam as atitudes não mudam as POLÍTICAS.
  SENTIMOS que temos que varrer as drogas da face da Terra e é isso que faremos.
  Hã, qual o próximo passo?
  Sei lá! Talvez o Governo congelar um morro da Serra do Mar e com os “lucros” investir em saúde e educação...
  É simples...não é?

                       



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